A escolhida para mim!

8 Nem tudo é como queremos, mas acontecem como devem ser!


Notas iniciais
Obrigada pelos comentário, espero que curtam o cap!!! ^^

Enlacei seu pescoço o puxando para mim e o beijei com desejo e vontade.

–Eu só quero você Shun, mais tenho medo. -sussurrei enquanto ele mordia meu lábio inferior. -Tenho medo de não sermos felizes.

–Você me aceitou e eu aceitei você, então vamos construir nossa felicidade todos os dias. Se formos sinceros, nossas vidas terão alicerce que não darão brechas para que nada dê errado.

–Obrigado. -enlacei sua cintura o trazendo completamente para mim, e sentindo cada parte do seu corpo quando esse se virou e deitou ao meu lado.

O beijei exigente, passei meu braço com o pulso machucado por baixo de sua cabeça, e o enlacei com uma perna me encaixando nele. Parei de dar atenção a seus lábios e fui brincar com seu pescoço dando leves mordidas ali, mas não imaginei que isso o faria gemer de modo tão sexy.

Senti sua ereção pela primeira vez e só aí dei-me conta que ele vestia apenas uma calça de moletom e uma blusa fina. Ao perceber que eu tinha notado sua nova condição, Shun tentou se afastar constrangido, mais minha perna ainda o segurava firme e se ele não quisesse me machucar não sairia dali.

–Você quebrou uma promessa comigo. -ele me olhou perdido e eu sorri maligna. -Então eu acho que devo punir você.

–Anna... -o calei com um beijo, e comecei a arranhar suas costas, e ele arquejou e gemeu entre o beijo. -Por.. ahh

–Você me deve. -disse entre as mordidas em seus lábios. -Me deixa brincar com você Shun... Me deixa conhecer cada parte de você. -sussurrei em seu ouvido e ele se arrepiou todo.

Por algum motivo eu me sentia mais exitada ao vê-lo cada vez mais constrangido e entregue.

“Kyaaaaa, sadista!” -é, acho que sou mesmo.

Parei de arranhar suas costas e passei a dar atenção ao seu tanquinho, e deuses aquele homem tinha um corpo perfeito. Mas ouvi-lo tentar conter os gemidos era deveras prazeroso, sem falar em sua cara inocente e vermelha.

–Tira a calça Shun... -ele me olhou com uma face tão fofa, em uma suplica muda, ele queria me enlouquecer só podia. -Tira vaiii... -disse em seu ouvido mordendo o lóbulo desse. -ele apertou minha cocha de leve e eu podia sentir sua ereção pulsando loucamente.

Tirei a perna que o enlaçava e ele se ajeitou para retirar a calça, mais me beijou me tirando a atenção dos seus movimentos. Quando ele voltou a se ajeitar ao meu lado, fez menção se puxar meu vestido, então coloquei minha mão entre seus cabelos e o obriguei a me olhar.

–Eu não disse que você podia me tocar. -ele ficou perdido por um momento, mas afirmou retirando as mãos dali. -Bom menino.

Ele vestia uma box branca que se encaixava perfeitamente entre suas cochas torneadas. Não pensei duas vezes ao brincar de fazer o caminho da perdição entre seu umbigo e a entrada de sua cueca, fiz o percusso cinco vezes o vendo respirar fundo a cada vez que eu descia a mão. O beijei para tirar sua atenção como ele havia feito comigo a pouco, e no meio do beijo coloquei minha mão sorrateiramente dentro da boxe abaixando-a com a mão que enfim tinha alcançado seu ponto mais sensível.

–Anna... isso não... -comecei o vai e vem enquanto ele gemia em meus lábios, e eu registrava cada arfar, cada gemido e revirar de olhos que ele dava.

–Quer que eu pare? -acelerei apertando mais ao redor de seu pênis, tomando o cuidado para não machucá-lo, e vi quando ele cravou as unhas no colchão e grunhiu em resposta.

Não demorou muito para seu gozo chegar, e mesmo mordendo fortemente o lábios inferior para não deixar sua voz escapar, um gemido longo sofrego e delicioso pode ser ouvido. Lambi do seu queixo até chegar no lábio que sangrava e o suguei com carinho tentando estancar o sangue que dali escorria. Puxei minha mão e lambi os dedos que continham sua essência provando pela primeira vez o seu sabor, enquanto ele ainda tentava controlar a respiração.

–Estamos quites. -ele encostou sua cabeça em meus seios e eu a beijei, e ficamos assim até ele se acalmar. -Preciso de um banho.

–Eu também. -ele levantou a cabeça e me sorriu lascivo, e só nesse momento percebi o que tinha feito, ficando imensamente envergonhada, não que ele estivesse muito diferente de mim.

Me levantei indo até o guarda-roupas e peguei uma roupa simples, e já e a me dirigindo ao banheiro quando ele me segurou pela cintura.

–Quer ajuda no banho? -perguntou com a voz rouca em meu ouvido.

–Nã.. não. -gaguejei e ele riu.

–Sério que você está envergonhada apenas com isso, depois do que fez comigo? -beijou meu pescoço.

Me desvencilhei de seus braços e corri para o banheiro enquanto ele gargalhava as minhas custas. Tomei um bom banho tomando cuidado para não molhar as bandagens, mais não pude demorar muito por que estava começando a sentir fome.

“Começando o caral... eu podia comer a casa toda fia... Está ouvindo, até suas lombrigas estão te esculhambando” -revirei os olhos.

Sai do banheiro e dei de cara com um Shun apenas de camisa e cueca, com uma toalha e as roupas na mão, ele me sorriu e eu abaixei a cabeça passando por ele notando que ele havia trocado os lenções da cama.

"Eixta lêle, ou lá em casa.. Esse é o genro que mamãe pediu a Deus!"

Sai do quarto e fui para a cozinha, indo direto vasculhar os armário a procura de condimentos, encontrei alguns enlatados e macarrão então fiz uma macarronada e peguei um refri colocando-o na mesa, e antes que eu me sentasse Shun chegou na cozinha.

–Você cozinha? -ele me olhou boquiaberto.

–Sim. -dei de ombros.

–Então por que nunca cozinhou antes? -ele se sentou se servindo, já que eu tinha arrumado a mesa para nós dois.

–Você sempre monopolizou a cozinha e eu sinceramente nunca me importei, amo sua comida. -sorri.

Ele sorriu negando com a cabeça, e nos serviu o refri. Comi até não aguentar mais, me senti uma esfomeada, mais ele não pareceu se importar, e quando fiz menção de ir lavar a louça ele me impediu dizendo que limparia a cozinha já que eu tinha cozinhado, então me sentei novamente na cadeira em que estava antes.

–Shun... -o chamei manhosa e ele virou a cabeça curioso. -Me desculpe.

–Anna, aquilo foi completamente normal, somos um casal, e... -eu fiquei morta de vergonha e o impedi de continuar.

–Por ter batido em você. -disse o mais rápido que pude. -Eu sinto muito. -ele enxugou a mão no pano e veio até mim.

–Quer passear comigo? -me estendeu a mão e eu a segurei ainda sem olhá-lo nos olhos e me levantei.

Shun me guiou por algumas passagens dentro da casa sem falar nada. Senti uma brisa fresca antes mesmo de alcançarmos o nosso destino, sorri sentindo o cheiro de flores.

Um jardim imenso se apresentava a nossa frente, e uma árvore estava disposta no meio deste. Shun tirou a sandália, e eu fiz o mesmo e caminhamos pelos jardim sentindo a grama fresca nos pés. Tinhas fores de vários tipos e cores, algumas eu nunca tinha visto na vida, sem falar no céu estrelado, com aquela gigantesca lua que parecia que se esticasse o braço eu poderia alcançá-la. Fiquei maravilhada com algumas estrelas cadentes que atravessara o céu noturno, e me vi tentada a fechar os olhos e fazer um pedido como sempre fazia quando criança.

–Você não precisava se desculpar comigo, eu mereci aquele tapa pela forma como falei com você. -ele me deu um selinho e eu sorri para ele.

Aquela atmosfera, aquele lugar em si parecia magico. Eu realmente não tinha do que reclamar ao viver ali. Olhei para o jardim e me vi imaginado em um futuro, eu e Shun ensinando nosso filho a dar os primeiros passos ali. Não contive a felicidade que se alastrou em meu ser, eu certamente era alguém abençoada.

–Quando nos casaremos? -ele me analisou por alguns instantes e eu podia jurar que mais uma vez ele estava escondendo seus sentimentos de mim, mais deixei isso para lá quando ele me sorriu.

–A partir do momento em que você decidiu não sair de minha casa, você se tornou minha esposa, mais se você desejar podemos fazer uma festa.

–Não, me desculpe, mais eu realmente prefiro assim, já que não teria nenhum conhecido e tal... Mas tudo bem, a distância e o tempo me farão me acostumar.

–Você pensa que a distância faz esquecer Anna, mas esquece que a saudades nos faz lembrar. -o olhei embasbacada, e ele se abaixou e começou a arrancar algumas flores. -Eu já passei muito por isso.

Ficamos em silencio por alguns minutos, eu ainda tentava absorver o que ele tinha me dito quando este colocou uma coroa de flores coloridas sobre minha cabeça.

–Você tem certeza da sua decisão Anna? Se quiser mudar de ideia eu vou entender.

–Não, eu quero ficar com você Shun. -ele me sorriu e abriu a palma da mão em minha frente, e nesta haviam duas alianças prateadas com umas escritas em grego.

–Não posso te oferecer uma casamento dos sonhos, mais pelo menos quero que seja o mais real possível. -ele puxou minha mão direita com cuidado para não me machucar, e começou a colocar a aliança vagarosamente ali e quando terminou beijou a palma da minha mão sem solta-lá. -Eu Shun Amamiya te recebo Anna Lyana Lopes como minha legitima esposa, e prometo-te lhe ser fiel, e amar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença até que a morte nos separe. -lágrimas escorriam por meus olhos, mas eu não me importei com isso e peguei a aliança em sua mão e ele me estendeu a que eu deveria colocar o anel e eu assim o fiz.

–Eu Anna Lyana Lopes te recebo Shun Amamiya como meu legitimo esposo, e prometo-te lhe ser fiel, e amar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença até que a morte nos separe. -Shun limpou meu rosto e me beijou de leve.

Ouvimos palmas e nos separamos, olhei em direção do barulho, mas não conseguia enxergar direito pos a pessoas estava em meio as sombras da árvore, e Shun se pós protetoralmente a minha frente num piscar de olhos em uma posição de ataque.

–Não saia detrás de mim Anna. -eu gelei quando seus olhos mais uma vez faiscaram como se pudessem iluminar-me, algo ali com toda a certeza estava muito errado.

Notas finais
Continuo???