A escolhida

5 Assassina. Eu ?


Notas iniciais
Hey olá de novo kkk, espero muito que vocês estejam gostando dos capítulos. e também espero que gostem desse também...

Estava achando que iria pegar no sono quando Dominic aparece no quarto.

— Ta na hora vamos....

Me levanto rapidamente levando um susto.

— Qual o problema de vocês? Se eu tenho um quarto com porta, é para vocês USAREM A PORTA...

Digo um pouco nervosa e com ânsia.

— Ta.. Me desculpe.

Ele some, então alguém começa a bater na porta. Respiro fundo e caminho até a mesma, quando não me sinto bem e vou correndo para o banheiro. Escuto a porta abrir Dominic vai até lá se apoiando no batente da porta.

— Tudo bem?

Limpo minha boca o olhando.

— To sim... Me dá só um minuto pra mim me arrumar.

— Claro.

Olho para minha roupa e fiquei feliz dele não perguntar aonde eu tinha ido.

Escovo os dentes, me arrumo e coloco uma roupa confortável.

Saio do quarto e vejo Dominic encostado na parede com as mãos no bolso.

— To pronta.

Ele me olha de cima a baixo e sorri.

— Ótimo... Vamos.

Ele começa a andar, então vou um pouco mais rápido para ficar ao seu lado.

— O que eu vou fazer hoje?

— Primeiro temos que fazer você e a marca virarem uma só.

— Como assim?

— A marca ainda não está ligada a você, precisamos acendê-la.

— E se por acaso ela não acender?

— É por que você não é digna dela.

— Ui.... Essa doeu.

— Mas tenho certeza de que isso não vai acontecer.

— Ahan... Então desculpa ai senhor das certezas.

Sorrio e o olho.

Chegamos em uma sala enorme que realmente parecia uma sala de treinamento.

— Nossa qual o tamanho do inferno?

Ele sorri.

— É imenso agora entre, eu quero que você escolha apenas um, okay?

— Um o que?

Ele entra em uma salinha onde tinha uma fileira de homens que pareciam piscopatas.

— Escolha.

Olho para ele e depois para os caras novamente. Penso em perguntar o por que de estar fazendo isso mas acho melhor ficar quieta e apenas escolher.

— Aquele ali.

Aponto para o segundo da esquerda, que me chamou atenção pelo fato de estar com a camiseta suja de sangue e uma cara de assassino.

— Tudo bem. Agora vem comigo.

Entramos em outra sala, onde havia três tipos de faca. Levanto meu olhar para olhar envolva e percebo que não havia nada além de uma sala branca e vazia. Dominic não estava mais ao meu lado, então escuto sua voz vindo de algum lugar na parede.

— Você pode achar que eles são de mentira, mas eles podem ti ferir o quanto quiserem então lute.

Olho para a parede e sorrio.

— Eles quem?

Olho para a frente novamente, quando me assusto vendo uns caras parados me olhando, não com um olhar comum, um olhar de raiva.

— Dominic eu não sei lutar.

Digo dando alguns passos para trás.

— Deixe a marca ti controlar.

— Claro... Quando você fala tudo fica mais fácil.

Pego uma faca, e olho para eles que corriam em minha direção.

No começo consigo me defender, mas depois começo a apanhar feio. Caio no chão e eles não paravam, até que Dominic começou a falar.

— Okay podem parar, Dara se levante.

Me levanto, e olho para eles que estavam parados me olhando, a faca que estava na minha mão, estava na barriga de um deles. Passo a mão no canto da boca vendo que estava sangrando, e meu abdômen estava doendo muito.

— Dara deixe a marca agir, aceite ela deixe-a fazer parte de você.

— Eu não consigo.

— Você consegue Dara, acredite.

Respiro fundo e pego outra faca.

— Pronta?

Balanço a cabeça, e então eles começam a correr novamente em minha direção, dessa vez estava mais fácil, girava o braço de um e chutava o outro, enfiando a faca na cabeça de um e cortando o pescoço do outro.

Quando achava que estava acabando, eles começam a me bater novamente, o pensamento de desistir não saia da minha cabeça, em quanto eles me espancavam. Mas então flash dos momentos em que passei sendo torturada começaram a fluir, uma raiva imensa tomou conta de mim, então segurei o pé de um e o joguei contra o outro, derrubei eles em segundos, não contente peguei a faca e arranquei as cabeças deles ficando toda suja de sangue.

Me levando e fico parada esperando Dominic falar alguma coisa.

Uma porta se abre e ele entra, olhando em volta.

— Isso foi incrível....

— Não.... foi estranho.

Ele se aproxima de mim, chutando uma cabeça perto dele.

— O que você sentiu?

— Raiva, medo e a necessidade de matar.

Ele coloca as mãos no bolso e me olha.

— Normalmente a marca demora para se desenvolver, mas com você foi completamente diferente.

Olho para a faca em minha mão que estava tremendo, a solto e olho para ele.

— E agora?

— Agora vocês já são uma só, você tem que saber a hora de deixa-la no comendo e a hora de você estar no comando.

— Ah que ótimo. Acabou?

Ele passa a mão no cabelo.

— Sim, só uma pergunta por que você arracou a cabeça deles?

— Por que eu quis.

Olho para ele e caminho até a porta. Ele vem logo atrás de mim resmungando para o cara que estava parado na porta.

— Arruma isso e coloca homens melhores da próxima vez.

Olho para ele.

— Posso ir para o meu quarto?

— Ainda não. Vem comigo.

Vou com ele até uma porta de cobre.

— Quando você entrar, você vai decidir quem deixar no comando.

Olho para ele confusa.

— Entre.

Coloco a mão na porta a abrindo, quando entrei não sabia realmente no que pensar. Aquele homem que havia escolhido estava com uma faca na mão com três corpos de mulheres caídos a sua volta. Ele me olhou meio assustado, aquela mesma raiva tomou conta de mim, vendo aquelas mulheres mortas.

Então comecei a andar em sua direção, com passos calmos mas com uma raiva imensa, quando chego bem perto dele grudo minha mão em seu pescoço o levantando do chão.

Não conseguia pensar em como estava fazendo aquilo, só conseguia pensar em mata-lo. Mas ele me olhava com medo, chorando.

Quando estava preste a socar sua cara, eu o soltei aquela vontade de vê-lo sangrar ainda não havia passado, mas eu sabia que ele não tinha feito aquilo.

Dominic entra na sala e fica a alguns metros longe de mim.

— Por que não o matou?

Olho para ele

— Por que ele é inocente e eu não sou assassina.

Ele sorri.

— Você me surpreende muito Dara.

Ele levanta sua mão e faz um movimento para o lado, o homem caí no chão de joelhos após ter o pescoço quebrado.

— Ninguém é inocente.

Olho para ele assustada, saindo da sala.

— Quero ir para o meu quarto agora.

Ele me acompanha sem dizer uma palavra.

Fomos até o meu quarto então eu entro batendo a porta na cara dele. Me deito na cama colocando uma almofada sobre o rosto soltando um grito logo em seguida.

Me levanto e vou tomar um banho, começo a passar a mão em meu corpo tirando todo aquele sangue, que parecia estar grudado em mim.

Termino e saio do quarto de toalha, quando vejo Alaster parado perto da porta, me assusto.

— Desculpe não queria ti assustar.

— Sério?

— Sim.

— Olha eu não to afim de conversar agora.

— Tudo bem Dominic só queria saber como vc estava.

— To bem.

— Ok.

Ele se vira e estava prestes a abrir a porta.

— Hey espera.

Me aproximo dele.

— Não quer ficar?

Ele me olha.

— Eu não sei se deveria.

— Tudo bem só relaxa.

Me aproximo e o beijo, ele coloca a mão em minha cintura quando a toalha cai.

Então paro o beijo e sorrio o olhando. Ele me olha de cima a baixo e sorri mordendo os lábios em seguida.

— Tem certeza de que quer ir embora?

Notas finais
Curtam e comentem. Bjs. Secret Moon !