A difícil Arte de Amar
41 Capitulo 41
Notas iniciais
— Me fala logo o que é Draco!
Insistiu a garota quase começando a pular enquanto andavam até alguma direção que ela não sabia onde a levaria, já que apenas seguia Theo junto a Draco que segurava a mão dela com força mas sem a machucar com a força usada.
Dobraram o corredor para a enfermaria e ela gelou. Naquele corredor não tinha mais nada do que armários com poções para ferimentos e coisas do tipo, e na porta maior, a enfermaria.
Ela envolveu o braço de Draco antes de entrar, e viu Gabrielle de costas, reconheceu pelo brilho incomum que exalava dela, pela altura e pelos cabelos loiros, ao seu lado estava Harry, Hermione se aproximou quase correndo da maca mas Blásio a barrou.
— Droga!
— O que está acontecendo?
Perguntou chamando a atenção de Rony e Gina que estavam perto do leito que tinha alguém deitado. Hermione viu botas pretas de couro masculinas, o que mostrava que era um homem.
— Hermione, você vai precisar ser forte!
Snape que saia da sala da madame Pomfrey falou indo na direção da garota que engoliu em seco. Draco enlaçou a cintura da garota pelos braços e Snape olhou firmemente para Draco.
— Largue-a! Ela já viu uma luta de comensais contra membros da Ordem no ano passado, já viu dementadores quase a matarem e etc. Essa garota é forte por natureza, Draco!
Draco olhando para o moreno largou Hermione aos poucos e ela foi conduzida por Snape até a borda da cama e seus olhos embaçaram. As lágrimas se formaram a deixando fraca e logo ela olhava em volta. Draco estava ao seu lado, mas ela se viro para Snape.
— O que aconteceu com meu... – A palavra pai não saiu de seus lábios, ele não era seu pai. Voldemort era. O enjoo que ela sempre sentia quando pensava naquilo voltou e ela tratou de olhar para o homem que achou ser seu pai por um bom tempo. – Ele?
— Voldemort mandou Greyback o matar. Bellatrix matou o lobisomem e não teve coragem para matar ele. Então seu pai irá se tornar um lobisomen.
— Ele está bem?
Perguntou não se importando com mais nada, porém quem respondeu foi Gabrielle.
— Sim, ele está. O sangramento foi bem tratado por Madame Pomfrey, eles injetaram poção curativa em seu pai. O problema por enquanto, é a mente dele. Ele está mudando, por dentro. Virando o lobisomen. Seu organismo está sendo alcançado. Vai demorar no mínimo 6 horas para o corpo dele se recuperar de tudo. Mas ele continuará em fase de aguardo, mas não sei quando ele vai acordar.
— Obrigado, srta. Delacour. O que ele está vendo?
— Está vendo a si mesmo atacando trouxas inocentes. – Gabrielle respondeu.
Hermione mexeu nos próprios cabelos pensando na mãe e soltou um soluço, o abraço que Draco lhe deu não era esperado mas ela agradeceu a Deus por aquilo e correspondeu.
Gabrielle não sentiu mais as pernas e iria cair se Harry não fosse rápido o suficiente. Theo correu até ela, a pegando dos braços de Harry desesperadamente.
— Amor... o que houve?
Sussurrou para a garota que o abraçou e beijou seu pescoço. Ele se arrepiou e sentiu o corpo dela esfregar se no seu, e ele naquele momento triste, sentiu-se excitado...
— Leve-a para o seu quarto, Nott. A parte veela dela está fraca, com a parte veela fraca, a parte humana apaga, está num sono profundo até a parte veela se fortalecer, então a parte veela comanda e a parte veela só precisa se recarregar. Talvez não saiba como, mas aos poucos você vai descobrir como é. Seria nojento de ver vocês fazendo isso. – Snape disse com sua usual frieza.
Corado, Theo pegou a garota no colo, ela tinha os olhos abertos, a respiração ofegantes, e as íris, não existiam mais, nem a parte branca, os olhos estavam pretos, e ele saiu de lá, rapidamente, sentindo que precisava cuidar dela.
— O que Gabrielle fez?
Perguntou Gina que ainda estava confusa.
— Ela também tem uma parte de si que tem que ser controlada. A parte de veela pode ler pensamentos, lembranças e sentimentos. Queríamos saber o que ele estava passando.
Snape falou e a porta da enfermaria se abriu, por ela entrou Lupin e Ninfadora. A mulher tinha os cabelos castanhos em um tom apagado, e uma expressão triste, assim como o homem.
— Soubemos o que houve...
Falaram ao mesmo tempo e Hermione se surpreendeu quando o corpo de Ninfadora grudou-se ao seu e elas abraçaram-se. Hermione surpreendeu-se quando a mais velha começou a chorar e afastou Ninfadora de si, ela estava chorando sim, e logo Hermione viu que a garota que antigamente fazia todos rirem e dava conforto, precisava ser confortada e a abraçou com força. Draco que olhava tudo de fora, sentiu uma extrema necessidade daquilo e as abraçou.
E pela primeira vez, os filhos de Bellatrix, Narcisa e Andrômeda foram amigáveis ao extremo uns com os outros.
Sala de Dumbledore.
— Como conseguimos aparatar aqui?
Perguntou Bellatrix, que agora trajava roupas quentes e já estava aquecida, olhou na direção de Minerva que tinha a acalmado e quem falou foi Dumbledore.
— Eu sabia que viria. Peguei uma amostra do cabelo de Hermione para permitir que você entrasse no castelo.
— O que era muito arriscado! – Minerva falou, ajeitando o chapéu que usava. – Assim que fizéssemos isso, Vol... Voldemort poderia ter aparatado aqui na escola! O sangue dele corre pelas veias de Hermione, também. Mas era por uma causa maior.
— E sabíamos que iria valer a pena! – Disse Dumbledore sorrindo.
— Por acaso estávamos em uma profecia para saber o que iria acontecer? – Bellatrix foi grossa e viu a mais velha bufar e resmungar algo. – Eu não ouvi. Pode repetir?
— Sempre mal-criada! Diferente de suas outras irmãs!
— Oras, sua velha...
— Bellatrix! – Dumbledore a chamou e ela o olhou. – Temos coisas a conversar. Sobre o que você viu na mente de Rodolphus, sabemos que aquilo ainda está na sua mente.
A mesma assentiu e viu Minerva começar a caminhar até a saída e abrir a porta, e saiu, ao mesmo tempo que outro homem entrava.
— Olá lobisomen!
Desdenhou de Remus Lupin e ele a olhou com raiva. Ela riu.
— Sempre um doce, Bellatrix.
— E você continua sendo um virjão!
— Parem com essas brigas infantis. – Dumbledore falou com sua eterna calma e Remus sentou-se na cadeira livre para ele. – Tire suas duvidas com Remus, Bellatrix.
Falou o mais velho, soando gentil, e a mulher suspirou.
— Eu vi... lembranças na mente de Rodolphus, e uma coisa que não estava lá, que iria acontecer no futuro. Algo horrível...
Ele a cortou.
— Aquilo é algo que está o testando. Aprendi muito desde que fui mordido. Mostra o lado ruim de ser um lobisomem. Temos vantagens. Nos curamos rapidamente sem nenhum tipo de magia, não precisamos realmente dormir antes da lua-cheia, somos mais fortes do que o normal e dependendo do quanto de licantropia temos dentro de nós somos mais rápidos em forma humana também.
— Então, sobre o que eu vi... sobre ele matar pessoas, não será real?
— Depende da escolha dele. – Bellatrix abraçou a própria barriga com a resposta e deixou a primeira lágrima cair. – Mas ele tem amor na vida dele, assim como eu tive o amor de meu pai, então ele pode sim ser uma pessoa boa, depende só de como as pessoas ao redor irão reagir com a mudança dele.
A mulher concordou com a cabeça e se levantou.
— Preciso ver minha filha, Dumbledore.
— Claro. Acho que sabe o caminho mais rápido até a enfermaria, Bellatrix. Tente não ser vista por nenhum aluno. – Ela concordou e se virou, mas seu nome foi chamado pelo velho diretor, ela se virou novamente para o olhar, ele estava sério, mas lançou um sorriso que era engraçado já que tinha tanta barba... – Temos você do lado da ordem, Bellatrix?
— Conte comigo, Dumbledore. Voldemort nunca mais irá encostar um dedo em alguém que eu ame!
A mulher concordou, e saiu da sala, sentindo um leve desconforto nas costas pelo peso da barriga e caminhou olhando ao redor, já era noite, o que deixava o castelo muito mais sombrio e ela sorria consigo mesma lembrando de todas as coisas maravilhosas que fez naquela escola desde sua infância, adolescência e fase adulta – quando completou 17 anos.
Salão Comunal da Sonserina. Quarto de Theo
Ele a deitou na cama e tirou as sapatilhas que a garota usava, não esperava que ela se virasse na cama, ficando de bruços e se arrastasse até o travesseiro, abraçando um dos mesmos e trazendo o odor do garoto até suas narinas, ela ficou com a vagina molhada quando exalou o cheiro dele.
— Vem cá...
Ele se aproximou, ficando de joelhos na cama e indo até ela, a puxou pelo braço e ela sorriu para ele, os olhos estavam fechados agora.
— Vamos tomar banho.
Ele disse sem malícia, abrindo os botões da saia dela, e lentamente tirando a saia do corpo da garota, que não ficou tímida, já que Gabrielle... estava em um sono profundo por causa da exaustão de sua parte mais forte. A veela.
As pernas da garota abriram-se involuntariamente, e ela arqueou o corpo para cima, como se chamasse o corpo de Theo para o seu. Ele olhou para o centro da calcinha dela, parecia úmida e aquilo prendeu sua atenção. Ele olhou para o rosto dela, e para as mãos da garota. As unhas levemente grandes e sem nenhum esmalte, bem feitas apertavam a camiseta do uniforme contra o próprio ventre.
E as palavras de Snape vieram em sua mente. Ele levou os dedos até a calcinha da garota e lentamente a tirou, ouvindo alguns resmungos que ela soltava e logo pode ver a intimidade da garota totalmente aberta para si, e qualquer lembrança sobre qualquer transa que teve em sua vida, sumiu de seu cérebro.
Tudo o que importava naquele momento, era a garota que estava o conquistando a cada minuto que passavam juntos – ou até separados, já que ele não parava de pensar nela.
Abaixou-se bem, e ao ficar de frente para a vagina dela, passou a língua pelo clitóris dela, sentindo o gosto amargo mas ótimo dela e aprofundou a língua entre as dobras da vagina da garota, chupou, sentindo cada vez a garota mais molhada e seu pau parecia rasgar o pano da calça para se livrar do aperto e se libertar.
Ele segurou o quadril dela contra sua boca, enquanto usava sua língua para alcançar tudo o que desejava que ela tinha para lhe dar naquele momento. Sentiu o forte puxão que ela deixou em seus cabelos e sugou com mais voracidade, enquanto a sentia tremer e ouvia os gemidos altos que ele nunca tinha ouvido na vida. Eram anormais, mas aquilo o agradava como se fosse mil elogios soltados por ela que já se mexia de encontro a boca dele, como se precisasse estar com a vagina colada a boca dele que lhe fazia delirara cada toque da língua dele, dos dedos dele, beijos que apenas a fazia querer ter aquela boca contra sua, soprada ou respiração que ele deixava ali.
E então, Gabrielle despertou, sentindo sua veela rugir no controle e não lutou pelo controle. Se deixou ser conduzida e um gemido humano saiu da garota, que se agarrando aos lençóis, soltou um grunhido alto, e sentiu o formigamento da cabeça aos pés, e ele a penetrou com um dedo, sentindo o quanto ela era quente por dentro, e as paredes dela apertaram seu dedo, o prendendo ali, e ela gozou.
Theo chupou o próprio dedo e chupou a boceta da garota, sentindo o gosto do orgasmo dela e sua língua começou a trabalhar, tirando os vestígios do liquido do orgasmo dela, tinha um gosto extraordinário, e a garota sentia-se ficar mais molhada a cada chupada e lambida, ela fechou os olhos suspirando e ronronando.
Ele subiu os beijos, e passou a língua sobre o umbigo dela e ao colocar a língua ali dentro, ela abriu os olhos, que já tinha voltado ao normal e soltou um grito, ainda de prazer, ele se ajeitou na cama, ficando em cima dela e a beijando.
A veela rapidamente levou suas mãos até a calça dele, o livrando daquilo com pressa.
Ele sorriu durante o beijo e gemeu quando a mão dela agarrou seu pênis, envolvendo-o naquela parte pequena do corpo dele que com certeza sabia levar um homem a loucura, pois ela já fazia o costumeiro vai-e-vem no pênis dele. O garoto soltava lufadas de ar, sentindo a necessidade de estar dentro dela e sua mão passeou pela lateral do corpo dela, parando em uma das coxas e a forçando a abrir, seus lábios contornaram o queixo dela e ele lembrou-se da idade dela, quem ela era, e o que ele sentia por ela.
E se afastou, quase caindo de costas, mas no instante que iria cair, seu corpo se estabilizou e ele viu Gabrielle sentar.
— Que porra você está fazendo?
A parte veela perguntou exasperada. E ele reconheceu que quem comandava era a veela. Os olhos estavam mais azuis do que os normais, e os caninos, estavam afiados, prontos para marcar ele antes do ato do acasalamento.
— Eu não posso!
Ele falou se virando de costas e então percebeu que estava nu, seu cérebro tentou se lembrar quando ficou sem a parte de cima da roupa mas não adiantou nada, ele desistiu de lembrar e foi até o banheiro, não contando com Gabrielle aparecer em sua frente como se fosse o atacar.
— Amor, sai da frente!
Pediu irritado mas sem ser grosso. Ela sorriu e se aproximou dele lentamente, os olhos de uma predadora, rondando sua presa. E ele suspirou.
— Amor... Volta para mim!
Pediu tentando trazer a parte humana de volta. Gabrielle sentiu suas forças aumentarem e a veela protestou contra aquilo, mas logo a garota tinha voltado, e abaixou a cabeça. Ele não a desejava. Por isso não a quis. E aquilo a fazia sentir humilhada e raivosa.
— Graças a Merlin! – Ouviu ele dizer e ela se afastou.
Ah, eu queria poder corresponder o abraço dele... Volte para o abraço dele sua otária!
— Theo, se você não me quer, okay. Não finja que me deseja. Pode voltar a vida que sempre teve!
Sua sem memória iludida e desgraçada! Ele nos deseja! Estava tão duro quanto rocha sob minhas mãos!
Gabrielle ignorou sua parte veela. Ele estar excitado era uma coisa, a desejar como sua, era outra.
— Mas eu desejo, Gaby. – Ele se aproximou e ela encarou seus olhos. Ela suspirou quando sentiu o toque dele em sua bochecha. – Eu apenas, andei pesquisando sobre veelas. E sei que o melhor para a parte humana, é quando o acasalamento e a marcação são feitos com a parte humana no controle. E eu quero ver os seus olhos com vocês duas aí, e com você, controlando seu corpo quando eu finalmente, acasalar com você!
Ela se arrepiou com as palavras dele, e sentia sua veela fazendo uma dancinha da vitória que a deixava com raiva por imaginar a dança ser tão ridícula.
— Me faz sua agora. Me deixa marcar você agora. Aproveita que eu estou quase nua, e que você já está...
Ele riu para ela que com um olhar sonhador acariciou os braços dele, e seus lábios se encostaram mais uma vez. Ele a pegou no colo, e a levando até a cama, deitou na mesma, ficando com ela em cima de si. Suas mãos percorreram cada parte do corpo dela que pode, enquanto se beijavam. Ele iria parar de a beijar assim que ela parasse, pois tentou cortar o beijo três vezes e ela o iniciava novamente de modo lento e contido.
Quando ela cortou o beijo e sorriu para ele, ele facilitou seu acesso aos seios dela com facilidade, e logo sua boca estava em volta de um dos seios dela, como um bebê esfomeado, ela gemeu enquanto sentia um dos dedos dele provocarem seu clitóris e um entrar por sua fenda molhada e apertada.
Ela berrou de prazer e sentiu seus olhos marejarem pela pequena dor que o dedo dele a invadindo causava. Ele sugou com força seu mamilo, a fazendo revirar os olhos de prazer e apertar a carne dele em suas mãos. Logo o dedo dele entrava e saia dentro dela de modo frenético. Ela gemia quase chorando de prazer, até ele parar e ela o viu levar o dedo aos llábios e chupar.
— Se importa em ficar em cima? Pode ser mais confortável a você, já que vai poder controlar enquanto ele vai entrando em você.
Ele sussurrou calmo, enquanto ela se arrumava e colocava o pênis dele em sua fenda devagar, ela foi se abaixando lentamente, cada vez se sentindo mais preenchida e a dor a alcançando, fechou os olhos pois viu a preocupação que ele tinha estampada nos olhos, se ele visse a dor que tinha nos olhos da garota, provavelmente pararia, e ela desejava estar com ele dentro de si de qualquer maneira.
— Abra os olhos. Quero que seus olhos estejam abertos quando você perder sua inocência!
Ele mandou e ela obedeceu e suas mãos se fecharam sobre o braço dele que estava segurando a cintura dela para a ajudar a se firmar.
Quando sentiu seu hímen sendo forçado ela sentou com força, a dor que a dominou a fez gritar e puxar a respiração com força para seus pulmões.
Arqueou o corpo para frente começando a cavalgar pois tinha que se adaptar com ele dentro de si...
Ele a ajudou com os movimentos enquanto via os seios dela balançando e sentia vontade de os colocar na boca.
Gemeu alto quando ela mesma começou a dar pulos lentos mas que o fazia ouvir a carne das nádegas dela batendo contra seu corpo. E aquele era um som que o deixava excitado e cada vez mais duro dentro dela, ou era as paredes dela que se apertavam ao redor dele cada vez mais e o fazia se sentir daquele jeito.
Suas mãos se espalmaram na cintura dela e ele apertou ali, começando a controlar o movimento dela em cima de si.
Gemeu fechando os olhos e grunhiu quando ela puxou seus cabelos de modo leve. Mudou suas posições e a velocidade aumentou, de forma bruta, ela não esperava mas gostou daquilo, não reclamou, apenas gemia a cada entrada e saída dele...
Algumas horas depois.
Se aproximou da filha que estava sentada no colo de Draco, a mesma tinha os olhos fechados e beijava o loiro constantemente, os beijos aumentavam a cada segundo.
— Posso conversar com você?
Pediu Bellatrix, cortando o clima. Ainda estavam na enfermaria, apenas Hermione, Draco e Ninfadora que estava deitada em uma das macas, tinha adoecido durante a noite.
— Claro... — Hermione se levantou, estava um pouco envergonhada lembrando das últimas palavras que disse a mãe. – Vou levar você até meu quarto, preciso de um banho.
Disse a garota olhando discretamente para a barriga da mãe, sentindo curiosidade de como era ter aquilo, como era ter uma criança dentro do seu corpo que crescia a cada dia.
Hermione e ela caminharam lentamente até o salão comunal dos monitores, ao ficar de frente para ele, Hermione deu a senha e quando a mãe passou fechou a porta e selou-a.
— Não cheguei a ser monitora, seu pai sim.
— É, eu sei que Voldemort foi monitor, Harry me falou há alguns anos atrás.
Falou tentando não soar acusadora.
— Estou falando do seu pai Hermione, não do homem que colocou você dentro de mim!
Bellatrix falou mudando a expressão, a mais velha seguiu Hermione para uma porta com o nome da garota e ao entrar entrou e fez uma careta.
— Não consigo me acostumar com minha filha sendo uma grifinória.
Comentou mais para si mesma, Hermione ouviu e suspirou enquanto abria os botões da camiseta branca do uniforme da escola que usava.
— E eu não consigo me acostumar que sou filha daquele cara de cobra!
Falou um pouco rude.
— Rodolphus a tem como filha, Hermione! Ele sabe que é por causa de Voldemort que você existe, mas ele te amou desde o inicio, desde que você estava dentro de mim, desde que você nasceu, e durante o tempo que estávamos em Azkaban. Eu sempre fui a mais irracional e louca! Ele não enlouqueceu pois tinha você no coração dele e sabia que estava a salvo, Hermione!
A garota suspirou, tirou o sutiã e aquilo fez Bellatrix sorrir a encarando.
— Você tem uma marquinha de nascença que eu, Narcisa e Andromeda temos!
A mulher pareceu emocionada e franziu a testa.
— Qual?
— Essa. – Bellatrix se aproximou e mostrou para Hermione, perto do volumo dos seios dela uma manchinha cor de rosa em forma de B torto, bem pequeno que ela quase não enxergou.
— Eu nunca tinha notado.
— É, só um homem que nota em você. Lucio notou em Narcisa e Andrômeda. Ele foi namorado de Andrômeda por quase um mês... Acredite. – Disse rindo vendo o rosto de Hermione. – E Rodolphus percebeu isso em mim, pouco antes de nos casarmos. Ele sabe fazer mágicas com a língua...
Hermione corou e se retirou rapidamente para o banheiro, deixando Bellatrix sozinha no quarto. Alguns minutos depois voltou, já usando uma camisola e calcinha e se surpreendeu com a mãe que estava deitada em sua cama.
— Que folgada! – Hermione brincou e riu, sentou-se na cama encarando Bellatrix que ainda a olhava com muito carinho no olhar e a garota se aproximou, deitou-se abraçando Bellatrix, a mão no ventre da mulher, beijou a bochecha da mãe e logo não parou mais. – Me desculpa por tudo que eu disse, eu fui impulsiva, pensei só em mim, sei como deve ter sido, mãe, me desculpa! Amo você!
E a garota continuou, sem parar e Bellatrix a abraçou, feliz por ter a filha de volta, mas uma parte de seu cérebro estava preocupado com o marido.
Quarto de Theodore.
As paredes dela apertaram seu pênis na gruta quente, molhada e quase sufocante dela e ele quase gritou de prazer.
Soltou um gemido sufocado e viu os olhos dela se fecharem, enquanto a boca se abria e os caninos apareciam, ele gemeu de prazer, achando aquela cena a mais sexy que viu na vida, e sentiu ela tremendo em cima de si. Os caninos dela se encaixaram com seu pescoço e ela perfurou a pele dele. Ele gemeu de prazer enquanto suas mãos pararam sobre as nádegas dela, e ele gemia de modo incomum e inexistente até aquele momento, ele grudou seus corpos como nunca fez com nenhuma mulher, sentiu seu pênis alcançar algo dentro dela e gritou, ouvindo o rugido que saiu de sua boca, e não pode acreditar na sensação maravilhosa daquilo. Ele sentiu o liquido dele mesmo e o dela se juntarem e sentiu ser esvaziado pelo pescoço.
Ela o mordeu, os acasalando, e só o que ele fez foi gemer por seu nome, enquanto acariciava as nucas e as costas dela. Ela era a única coisa da qual precisava para sobreviver... O seu sangue estava indo para dentro dela, assim como seu esperma que por terem feito sexo sem camisinha, alguns espermatozoides poderiam estar fazendo a festa dentro do corpo magnifico dela...
Seus braços relaxaram ao redor dele, e ele dormiu, se deixando ser sugado por ela.
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