Notas iniciais
Talvez eu tenha demorado demais, sim, tudo bem, me desculpem... Marseries foi a primeira a acertar oque eu pretendia para esse capitulo, então ela ganhará a one. Tenho uma nova one-shot postada, dêm uma olhada nela por favor. https://fanfiction.com.br/historia/675701/Our_different_love/ Logo que eu resolver tudo com Marseries, a one-shot dela será escrita e postada. Chegamos a 14 comentários capitulo passado, que tal 16 com este? Vocês chegaram a 305 leitores acompanhando a fanfic! Irei adicionar uma nova personagem neste capitulo, será Julie, uma Grifinória, do quinto ano, amiga de Gina, irmã de Terry Boot. Mais informações sobre ela no capitulo.

A prensou na parede enquanto ela enlaçava as pernas ao redor do quadril do loiro, que estava totalmente nu, e todo molhado, assim como ela. Um gemido escapou dos lábios dela, assim que ele cortou o beijo, os descendo do queixo para o pescoço alvo da garota que empurrou a cabeça contra ele, sentindo a água do chuveiro os molhar e os dois continuarem com o beijo loucamente.

Ela passou as unhas pela nuca de Malfoy, que prensou seu corpo ao de Hermione em busca de mais contato. A garota levantou um pouco mais o corpo, enquanto avidamente, Draco levou os seios da prima até a boca, um de cada vez, enquanto ela gemia auto, mostrando o quanto aquilo era prazeroso e era oque ela queria.

O pênis dele roçou na intimidade da garota, que extasiada com o prazer, não o percebeu arrumando o pênis na entrada da vagina dela, até sentir aquilo lhe invadindo lentamente.

Fechou os olhos, sabendo que doeria e mordeu os lábios, ele era grande e somente o pênis dele lhe preenchendo já a fazia sentir dor, e aos poucos o pênis dele a preenchia, quando forçou seu hímen, ela soltou um grito, e cravou as unhas nos braços do garoto que gemeu sentindo o quanto ela era apertada. Tão apertada que parecia sufocar seu pau.

Sorriu, começando a se mexer, tendo plena consciência que deveria ficar mais um tempo parado deixando a garota se acostumar, mas não aguentava, estar dentro dela era maravilhoso. Era ótimo, e o que ele mais queria era gozar feito louco dentro da garota.

Hermione teve medo que ele a derrubasse, mas não hesitou em tentar ajuda-lo com os movimentos de entra e sai de seu corpo, tentando sempre estar no mesmo ritmo que ele.

Gemeu alto quando as mãos dele apertaram suas nádegas de corpo ao corpo másculo dele e suas mãos foram livremente até os cabelos do loiro, entrando alie os puxando sem pena.

Ele gemeu, enquanto via os seios dela praticamente pularem em sua cara, colocou um na boca, mordendo com excesso de força mas continuou estocando, sem pena nenhuma e a viu se derreter mais ainda em seus braços. Era ótimo estar daquela forma com a garota que se deixava gemer livremente, enquanto ganhava e dava prazer a ele.

Quarto de Ronald

— Deveria dormir aqui, eu sai para ver se a barra estava limpa e encontrei com Malfoy e Hermione no lado de fora.

O Weasley falou a olhando, ela o olhou e sorriu.

— Querido, se eu ficar, de manhã pode ser pior.

— Não vai ser não.

Ele negou se levantando e a beijou, os cabelos incrivelmente pretos dela eram perfeitos, e ele não cansava de a agarrar por eles. Ela correspondeu o beijo sem nenhum pingo de delicadeza, e logo o jogou na cama.

— Vou indo, até amanhã Roniquito.

Ele revirou os olhos, a mesma tinha ouvido Fred e Jorge há anos atrás o chamarem por aquilo e ela ficou com o apelido na cabeça, e o chamava por ele para o irritar.

Ela saiu do quarto, a varinha recuperada a mais de um mês em mãos e saiu do quarto dele, e correu em disparada para a porta do salão comunal dos monitores de Sonserina e Grifinória.

Ao sair, se assustou ao ver seu irmão ali, arregalou os olhos.

— Terry?

Terry Boot a olhava com uma expressão nada boa.

— Estava com Malfoy?

Ela começou a caminhar, não acreditava que o irmão pensava que ela iria mesmo cair nas garras de um galinha como Draco Malfoy, e o loiro não fazia o tipo dela.

— Julie, se você continuar andando e não me responder, eu vou dizer para Minerva que você estava fora do dormitório depois do horário de recolher.

Se virou para o irmão, com vontade de o mandar se foder, mas se controlou, e do jeito mais calmo que pode, falou.

— Você também está fora do salão comunal depois do toque de recolher, também. Minerva não iria dar detenções apenas para mim.

— Só me diz onde estava.

Insistiu indo atrás da irmã um ano mais nova e ela se virou, suspirando.

— Eu estava com Rony. Estávamos conversando sobre irmãos, ele tem irmãos mais velhos, sabe como me sinto.

— Conversando?

Perguntou erguendo as sobrancelhas. Sabia que Weasley não tinha charme nenhum, pelo menos não em sua opinião, mas não conhecia a irmã completamente, não eram muito próximos, ela parecia não gostar de estar perto dele, e ele entendia, eram irmãos apenas por parte de pai, mesmo que todo o mundo bruxo soubesse, e ela era mestiça, ele sangue-puro.

— É, Terry. Conversando.

Ele a deixou seguir sozinha para o salão comunal de Grifinória, que era a casa a qual ela pertencia, enquanto ele, seguiu para o salão comunal de Corvinal.

Dormitório de Jorge e Fred Weasley.

— Acha que ela nos deixaria se contássemos nossos sentimentos?

Fred perguntou enquanto terminava algumas redações que pedira aos alunos do terceiro ano. Jorge que estava quase dormindo, olhou para o irmão e suspirou.

— Não vamos contar e não podemos. Pansy é uma puro-sangue, nunca se deitaria com pessoas sabendo com um traidor e sangue ou um sangue-ruim, ou trouxa, com nós ela se deita pois praticamente a estupramos e ela gosta de nos ter, será só isso. Quando ela terminar Hogwarts, vai acabar, temos que ter uma vida, e uma vida assim com ela, sempre escondendo, não daria certo, é nojento, repugnante e eu me odeio por gostar disso.

Fred suspirou olhando para o irmão e logo arrumou os papeis e se deitou na outra cama de casal que o quarto tinha e ficou pensando em cada momento que apenas ele e Pansy tiveram, ou os dois.

— Jorge?

— Que foi?

A voz um pouco elevada de Jorge soou do outro lado do quarto, no escuro, significava que ele estava irritado, e com certeza, ficando mais irritado a cada segundo.

— Você a ama.

Não foi uma pergunta, os dois sabiam, e Jorge riu sem humor.

— Você também!

Acusou e Fred fechou os olhos, deixando aquela conversa esquecida em sua mente.

Dia Seguinte.

Acariciou as costas nuas de Hermione, viu que ela já estava se irritando, e não queria acabar discutindo com a mesma, queria a jogar na cama e a foder novamente, assim, como tinha feito embaixo do chuveiro e depois deitados na cama.

— Draco, entenda... – Ela fez uma pausa, e se sentou na cama, tapando os seios com o lençol e o encarou séria. – Ela mentiu para mim, ela me enganou! Ela enganou eu... Ela enganou Rodolphus, ele deve pensar até agora que eu meu pai, pois ela nem deve ter contado para ele, e esse outro filho? Qual a certeza de que é de Rodolphus? Nenhuma! Pode ser de Voldemort novamente, e isso me enoja...

— Hermione, quanto mais você ficar com raiva de sua mãe, mais vai ser pior! Não entende? Ela protegeu você de tudo que pode, ela ama você, ela não tem vergonha de você, e ela lutou por você! Voldemort pode ter a torturado ou não, mas ela se mantém viva porque sabe oque está por vir, e nós não. Vai ser complicado, difícil, horrível quando a guerra acontecer? Vai sim, mas você tem que entender que ela está do lado da Ordem da Fênix, e que você está com raiva por ela não ter contado que você era filha de Voldemort, mas ela não teve culpa, queria que ela tivesse matado você quando nasceu?

Hermione pensou e suspirou, negando com a cabeça em seguida e tentando ainda perdoar a mãe.

Mansão dos Malfoy.

Pegou o calendário e marcou com um grande X, o numero que marcava que Rodolphus voltaria para casa da missão que o Lord das trevas lhe mandou e deitou na cama novamente. Tinha acabado de tomar banho, e sua barriga já grandinha estava escondida pela camisa que lhe dava quase no meio das coxas do homem.

Precisa de atenção, tinha em sua mente que nunca mais olharia de modo apaixonado para o lorde das trevas, e quase nunca pensava nele, e a meses não o desejava, porém a saudade de Rodolphus e das mãos geladas e fortes de Rodolphus e de todo ele estava lhe matando.

— Ainda deitada?

A voz dele a fez se virar rapidamente, sorriu o olhando, e se levantou, correndo até ele e se jogando nos baços dele, começando a beija-lo de maneira totalmente indecente e surpreendente, enquanto tentava a todo custo rasgar as roupas dele para o deixar nu e o deitar na cama e sentar sobre o pênis dele e cavalga-lo, até chegarem ao clímax.

Notas finais
Estou meio sem idéias, se quiserem me dar idéias, podem dar. Dicas, ideias, sugestões, criticas construtivas, estou aqui para ler elas. Todas nos comentários. Bianca terá oque merece em breve, não se preocupem, nem fiquem com raiva, Benjamin logo irá aparecer mais, assim como Alina. Se algum leitor de Tudo por quem Amamos, estiver aqui, digam se conhecem uma musica que lembre a fanfic, e me digam o nome dela. Se você não conhece essa minha fanfic ainda, dê uma chance a ela, está em meu perfil. Até os próximos capitulos!