A difícil Arte de Amar
34 Capitulo 34
Notas iniciais
– O que estamos fazendo?
Perguntou correndo atrás de Theo, que entrava em cada sala pelo caminho até as masmorras.
– Você não ouviu quando Bianca disse que Hermione poderia ser a...’’próxima’’?
Perguntou o garoto ofegante, se encostando em uma das classes da sala de aula de estudos dos trouxas e Gabrielle entrou na sala, fechando-a e se aproximou do seu companheiro, para logo tocar no mesmo e se concentrou, fazendo algo que sua mãe estava a ensinando desde os 11 anos de idade.
– O que é isso?
Perguntou o garoto tirando a mão da garota de seu peito e a olhando nos olhos.
– Poderes de veelas puras. Podemos controlar pessoas enquanto as tocamos. É só praticar.
O garoto que não estava mais ofegante pelo que ela fez, caminhou até a porta, mas parou perto dela e se virou para Gabrielle, para logo caminhar até a mesma e a pegar pelo pulso a levando até a classe do professor, se sentou na cadeira, colocando a garota sentada em seu colo, e Gabrielle ficou tensa, enquanto sua veela dentro de si se esforçava para controlar, querendo agarrar o garoto.
– Olha...
Ele foi cortado pelo movimento da garota, que se arrumou no colo dele, colocando uma perna de cada lado da cintura dele, colocando sua intimidade tapada pela calcinha de encontro ao pênis dele, tapado com o tecido da cueca e da calça, ele se segurou para não pensar besteira para logo começar a falar.
– Tenho certeza que Bianca e Benjamin pegaram Pansy!
Falou de uma vez só e Gabrielle levantou lentamente e se sentou em cima da mesa.
– Tem certeza?
Perguntou se concentrando em manter as pernas fechadas, enquanto ele se concentrava em a olhar no rosto.
– Gabrielle... – segurou os joelhos dela, colocando a cabeça ali em cima, os olhos vidrados no rosto dela. – Eu, Benjamin e Bianca crescemos juntos. Temos a mesma idade, somos menos do que 3 meses de diferença de idade, e convivemos a anos. Blásio sempre foi mais chegado a mim por causa da amizade dele com Draco, já que meu pai tem mais assuntos com Lucio. Mas eu conheço Bianca, aquela expressão no rosto dela, não é normal. Ela não foi criada para isso. Mas que ela fez algo fez. E eu tenho certeza, que foi com Pansy.
Dormitório feminino da Corvinal.
– Então... Você será para sempre um comensal da morte?
Perguntou Alina, passando os dedos levemente pela marca negra de Benjamin, o garoto assentiu, mas como ela olhava para sua marca, percebeu que deveria responder em voz alta.
– Sim. Até que eu decida sair. Tenho que cortar fundo minha pele, por cima da cicatriz, ao meio, para assim a marca deixar minha pele, e eu não ser marcado como tal.
– Como sabe disso?
Perguntou baixinho, se aproximando do garoto, sentindo o calor dele, mesmo o garoto estando sem camiseta, exalava calor para ela.
– Meu tio fez isso. Conversei com ele. Ele disse que a dor é maior do que quando cortamos o braço sem a marca negra, pois a marca negra não faz parte do braço. Está no braço, mas é como se não estivesse, a dor e no pensamento, é o jeito de Voldemort fazer os comensais não quererem fazer isso. Por causa da dor.
Alina beijou a marca dele, sabendo que não iria forçar ele a nada.
– Você ainda não fez o pedido.
Disse calma e ele riu.
– Não pedirei você em namoro, é arriscado. E Bianca precisa de mim.
– Bianca não é uma criança, Ben!
Alina disse largando o braço dele enquanto ele levantava e pegava a camiseta branca do uniforme de Hogwarts.
– Não. Ela não é. E é disso que eu tenho medo.
Falou já abotoando a blusa, de costas para a garota que engatinhou até a borda da cama, e puxou o garoto fazendo-o sentar-se na cama e o beijou no pescoço, fazendo ele mudar a posição do pescoço para ela beijar mais confortavelmente e ele ao terminar de abotoar a camiseta, a puxou para seu colo, enquanto ela ria e logo o beijava, com intensidade, sentindo as mãos dele adentrarem abaixo de sua saia, apertando com força suas nádegas. A fazendo suspirar e o deitar na cama, se preparando para a noite que teriam.
***
– Droga Blásio!
Berrou Bianca, sem medo nenhum de ser ouvida e olhou raivosamente para Hermione e Draco Black.
Aquela garota – Hermione — conseguia ser mais nojenta que quando todos achavam que ela era uma sangue-ruim.
– Sem drama, Bianca.
Draco que tinha intimidade para aquilo falou vendo que a garota se controlava para não fazer nada. Abria e fechava os dedos. Era uma mania que ela tinha. Desde que ele se lembrava.
– Não enche, Malfoy! — falou raivosa para o loiro que revirou os olhos e soltou-se com força do irmão. — Na frente deles, não converso com você de jeito nenhum! Falou e cruzou os braços na altura dos seios, os tapando.
Blasio olhou na direção de Draco e Hermione, parecendo desapontado e com o olhar pediu para o amigo ir embora levando Hermione junto.
E Draco compreendeu esse olhar. Sabendo que receberia muitas perguntas também pelo que disse pouco depois de sairem do salão principal.
– Vamos Hermione.
Falou baixo, passando seu braço pela cintura da garota, começando a andar um pouco rápido, sem Hermione reclamar ou fazer qualquer tipo de pergunta.
Quase 15 minutos e, então o silencio foi quebrado pelo grido de dor que Hermione soltou ao sentir algo abrindo-lhe...
– De quatro, Bellatrix!
Uma voz que ela reconheceu com um pouco de dificuldade falou enquanto logo viu a forma de uma mulher nua de pele branca se virar. Antes disso Hermione viu a forma do rosto dela. Mas principalmente os cabelos pretos revoltados. Logo a visão mudou como se tivesse sido gravada ou uma pessoa via de certo lugar.
Enxergou o Lorde das trevas, metendo o pênis na fenda de sua mãe, que aparentava ser uns 18 anos mais nova, em uma careta de dor, enquanto rebolava e gemia sentindo o quanto o lorde das trevas parecia querer lhe dar prazer e não somente sentir o prazer.
Bellatrix fechou os olhos enquanto sentia uma das mãos do lorde das trevas, fechar em seu seio esquerdo, o apertando com força e a outra mão bater com força em sua nádega direita. Gritou de prazer...
Enquanto algo dentro de Hermione sentia nojo ao olhar para a mãe fazendo aquilo e seu corpo todo ficou tenso, ainda tendo aquela visão de sua mãe gemendo porém algo aconteceu com seu corpo. Ela o sentiu dobrar e logo algo saiu algo de seu corpo e.... não sentia mais nada. Absolutamente nada.
Dia seguinte
Gemeu, sentindo seu corpo cair por cima do corpo macio e suado de Draco, enquanto puxava o ar com força, os braços de Draco passaram ao redor de sua cintura, acariciando ali, e ela fechou os braços, sabendo que não tinha mais volta, mas sabendo que podia confiar no loiro, para sempre e que ele não a criticaria se não foi perfeito.
– Foi bom para você?
Ele perguntou com a voz ansiosa e ela sorriu beijando o peito dele e levantou a cabeça, colando seus lábios em um beijo terno, sem desejo, mas com amor.
– Foi ótimo, Draco!
Sussurrou. Levantando de cima dele que olhou para seus seios sem vergonha nenhuma.
– Nunca me imaginei chupando os seus seios.
Disse o garoto soltando um riso.
Foram criados juntos desde sempre, e aquilo nunca passara em sua cabeça, então riu, acompanhado da garota.
Ela deitou ao seu lado, e ele levantou, ela corou olhando para a bunda do rapaz e fechou os olhos, enquanto ele a olhava e sem vergonha nenhuma encarava cada pedaço do corpo da garota, viu o sangue do hímen corrompido dela e pegou a varinha, sussurrando um feitiço e a mancha de sangue sumiu, pegou um cobertor, e a tapou, deitando ao lado da garota, que abriu os lábios e ele a trouce para seu peito dando um pequeno selinho nela que suspirou, pegando na mão dele e fechando os olhos para dormir.
Pansy tossiu.
Foi a primeira coisa que fez, e sentiu um gosto de terra na boca, para logo depois abrir os olhos e abrir a boca, resmungando de dor, porém esse foi seu erro, pois a boca se encheu de algo ruim, que a fez engasgar e cuspir para fora, mas foi quase impossível continuar respirando depois daquilo, e num ato desesperado, seu corpo dolorido se mexeu e logo sentiu seu pulso bater contra algo que a fez abrir mais a boca, gemendo de dor.
Outro erro.
Dessa vez, ela não conseguiu fazer nada, a não ser sentir aquilo em sua boca, entrar cada vez mais, e seu nariz tapado por aquilo não ajudar em nada, então, a escuridão mais pesada, a levar novamente. Mas antes, ouviu uma exclamação de horror que ela conhecia muito bem, mas que ela não gostava e nem a agradava.
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