A difícil Arte de Amar
39 Capitulo 39
Notas iniciais
Recebeu a carta do irmão que avisava que Pansy não tinha ido a nenhuma de suas aulas e que o outro tinha conversado com uma das alunas de Sonserina, perguntando por Pansy e também com o irmão mais novo. Após terminar todas as aulas que tinha que dar, faltava meia hora para o jantar e se apressou procurando Pansy.
Pensou em pedir o mapa do maroto para Harry, mas desistiu, com certeza ele acharia estranho, então a única coisa que fez, foi ir até o salão comunal dos monitores chefes de Grifinória e Sonserina e a procurou em todos os quartos, não tinha ninguém em todos eles, e resolveu ir para o salão comunal da Sonserina, mesmo ela não precisando mais ir para lá, lá era uma parte da casa da loira.
Ao entrar respirou fundo e correu até o sofá. O salão comunal estava com poucos alunos e olhou em volta.
— Ela está bem?
Perguntou não querendo deixar rastros sobre uma relação entre professor e aluna, ou professores e aluna.
— Ela está assim desde que cheguei.
Falou a aluna que parecia ser do primeiro ano e ele pegou Pansy no colo.
Ela não era como sua irmã Gina que era de estatura baixa e fácil de carregar. Pansy era alta. Bem alta, pouco mais baixa que os gêmeos e seu corpo cheio de curvos era magro e macio, mesmo ela sendo alta, ele sentia que a queria para sempre em seus braços, e se perguntou como seria para Fred a pressão se seus pais soubessem de tudo aquilo.
Fred era o menos impulsivo, que mais tinha controle sobre tudo, que mais tinha vontade de agradar a família...
Chegou no quarto enorme que tinha uma mini cozinha e muitas estantes de livros e um banheiro que dividia com o irmão e a deixou deitada sobre sua cama e rapidamente escreveu para Fred, dizendo que ela estava no salão comunal deles.
Mandou a mensagem pela coruja dele que passava o dia no quarto para situações como aquela e ao se virar sorriu para a garota deitada em sua cama.
Tirou as botas pretas de couro do corpo para logo começar a tirar a roupa e foi para o banheiro, iria tomar banho. Demorou quase 20 minutos e ao sair, não esperava que Fred estaria no quarto, por baixo de Pansy que estava seminua, apenas de calcinha, um dos seios sendo chupados vorazmente por Fred e um apertado pela mão dele.
Sentiu seu pau reagir na mesma hora e viu Pansy o olhando enquanto gemia de prazer. Todo o prazer era proporcionado apenas por seu irmão e mais ninguém. Nem mesmo ele.
— Jorge...
Gemeu o nome dele como se o chamasse e se aproximou, enquanto tirava a toalha do corpo, libertando o seu pênis já ereto. Enquanto se aproximava, viu o chupão extremamente roxo no pescoço da garota e ficou na duvida de quem tinha feito ele. O irmão ou ele mesmo.
— Eu amo você.
Sussurrou e ficou de joelhos na cama, teve quase certeza que ela não ouviu, mas viu a expressão confusa dela e os olhos ficarem confusos também, mas segurou a nuca dela e aproximou seus lábios a beijando, sentindo uma das mãos delicadas dela contornarem seu ombro enquanto ia em direção aos cabelos e os puxava de leve, enquanto suas línguas brincavam uma com a outra. A outra mão dela arranhou o peito dele, e sentiu uma pequena dor, e sabia que ela tinha o cortado. Ela parou sorrindo e olhou para os machucados que suas unhas tinham feito nele e se abaixou na cama. Jorge percebeu que Fred estava encostado na cabeceira da cama, assistindo tudo com um olhar atento e desejoso e logo seu olhar voltou para Pansy. Ela poderia estar com a boca no pau dele, mas estava um pouco em cima. Beijou li enquanto seus lábios subiram e ele viu o próprio sangue escorrer de onde ela tinha passado a unha e a língua dela passou por cima lentamente, levando o sangue embora e deixando um rastro de saliva e de tortura.
Ela torturava, ela era seu pesadelo, assim como seu paraíso e sua perdição.
— Peça oque quiser Jorge.
Ela sussurrou esfregando uma das partes do seio no pênis do mesmo e o olhou com um sorriso nos lábios. Olhou para Fred que batia uma leve punheta, devagar, enquanto olhava para o irmão gêmeo, como se fosse ele mesmo ali e a mulher que amava e desejava.
— Você sabe oque fazer!
Ele falou acariciando o cabelo loiro dela, e ela mordeu os lábios, levando a boca até a cabeça do pênis dele e passando apenas a língua. Ele gemeu de leve, e mordeu os lábios não querendo demonstrar prazer apenas por aquele ato, e ela o engoliu.
Fred saiu da cama e se ajeitou, colocando apenas um joelho na cama, enquanto abaixava o tronco para sentir o gosto da garota. Separou as nádegas dela e passou a língua com delicadeza primeiro, e sentiu ela tremer e gemer, e viu a própria lubrificação dela aumentar, enquanto seu desejo aumentava cada vez mais. E passou a mão pelo clitóris, a provocando. Enquanto ela rebolava o quadril no dedo dele e chupava o pênis de Jorge com maestria.
Colocou a boca para experimentar a garota, e ouviu o gemido alto dela enquanto sua língua trabalhava nos pontos que ele sabia serem os mais sensíveis dela e com facilidade, começou a foder a mesma com a língua, de modo que sentia cada vez mais o gosto delicioso e estranho dela e esfregava o rosto naquela parte também.
Em minutos viu o irmão gozar no rosto e na cara da loira e sorriu, ficando de pé e se ajeitando atrás da garota, enfiando o pênis com força na vagina dela, que gritou, enquanto gozava, e as paredes vaginais dela apertaram mais ainda o pênis de Fred.
— Jorge... Fred...
Gemeu após o orgasmo e teve que se segurar com os braços no colchão por um tempo, enquanto Fred a segurava para não a deixar se cair se os braços dela fraquejassem.
Jorge sorriu para o gêmeo, enquanto a via se segurar na cama com uma mão e com a outra limpava o esperma dele que tinha ido para seu rosto e levava os vestígios até os lábios e logo depois chupava os dedos. Mas ele saiu de perto, pegando um pano limpo e indo até ela e limpando o rosto da garota que estava contorcido de prazer enquanto o pênis do seu gêmeo entrava e saia de dentro da garota que já tinha chegado ao orgasmo uma vez...
— Jorge...
Gemeu o olhando, ele ficou de joelhos na cama, enquanto tentava a deixar de joelhos na cama, meio reta, para chupar os seus seios, e Fred a segurou, a deixando como o irmão queria e Jorge atacou os seios dela, sentindo que ela começava a tremer novamente ali, as mãos delicadas e bonitas da garota apertavam os ombros dele e arranhava levemente, enquanto as mãos dela entravam pelo cabelo dele e puxavam com força.
— Fred...
O Garoto chupou com força o pescoço da garota, sabendo que deixaria marca, e sentiu o corpo de Pansy quase cair, enquanto ela gozava novamente e ele gozou logo depois, e ele olhou para o irmão que tinha percebido também.
Fred parou de se mexer, se sentindo tranquilo e já mole dentro da garota e saiu de dentro dela que se segurou em Jorge. Ela sorriu e fechou os olhos. E pela respiração dela, ele soube que ela não aguentaria mais nenhuma vez, e soube que o dia dela tinha sido cansativo de algum modo, e aquele pensamento o incomodou, não poder estar ao lado dela para tudo.
Jorge a deitou na cama, enquanto Fred levantava-se e ia até a cozinha com sede. Ao deitar a garota na cama, ele se levantou, vendo ela mudar de posição, ficando ainda mais linda. Cansada, satisfeita e com marcas vermelhas das mãos do irmão na cintura e uma marca sua no ombro. E se sentiu meio culpado, mas foi até a mini cozinha, ao entrar olhou com nojo e curiosidade o corpo do gêmeo e foi ate perto do mesmo, seu pênis ainda um pouco ereto estava se acalmando e pegou o copo que o irmão bebia água no mesmo momento e Fred se afogou com a própria água, fazendo Jorge rir e o gêmeo o xingar logo depois.
— Já tomou água demais.
Falou brincalhão colocando um pouco da água gelada e enquanto tomava se sentiu tenso com o olhar do irmão e olhou para o pênis do irmão que antes se encontrava mole, agora se encontrava levemente duro, mais que o seu e saiu da cozinha, deixando o copo ali e se deitando em um dos lados da cama, beijando os lábios de Pansy que abriu os olhos.
Fred se deitou do outro lado, encostando seu pênis na racha dela, e ele acariciou o rosto de Jorge.
— Eu amo você.
Em um instante o coração dos dois parou de bater. Jorge por querer ouvir aquilo a muito tempo, Fred por querer que ela dissesse aquilo para ele também...
— E amo você também Fred! – Ela virou a cabeça para ele suspirando. – Amo vocês dois...
Falou calma enquanto fechava os olhos para dormir, não acreditando que tinha falado mesmo aquilo...
Dormitório masculino da Sonserina
Olhou sério para Bianca, ela lhe olhava com raiva.
— Então é isso? Vai me abandonar por causa de uma nojenta da corvinal? – Benjamin abriu a boca para falar mas ela o empurrou para cama, e a garota rapidamente subiu em cima do mesmo. – Você é meu!
E de modo raivoso, e possessivo ela o agarrou pela nuca colando seus lábios em algo errado, incestuoso e rápido. Acabou machucando o lábio dele de leve enquanto aprofundava o beijo, ele a empurrou, ela caiu de seu colo, mas rapidamente o atacou, segurando os braços dele com força e beijando a área de seus pescoço e de modo rápido e certeiro, ele a segurou pelos cabelos e a jogou longe.
Ele gritou, enquanto caia no chão e ele levantava da cama.
— Avise ao lorde das trevas que estou fora, não serei mais comensal, e não farei mais nada que ele mandar, e se você tentar me beijar novamente ou me agarrar desse jeito, eu encho você de porrada!
A garota levantou com os olhos marejados e se virou , pronta para sair do dormitório que o garoto dividia com alguns garotos, ao sair respirou fundo lembrando de todas as vezes que brincaram quando mais novos de marido e mulher e coisas daquele tipo aconteciam entre eles e fechou os olhos se sentindo rejeitada, e entrou no quarto novamente, seu irmão mexia na prateleira de livros que tinha no quanto do quarto.
— Crucio! – Proferiu sem pena nenhuma, querendo matar Benjamin e Blásio, porém seu irmãozinho teria um, destino menos cruel, diferente de seu irmão mais velho.
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