A difícil Arte de Amar
35 Capitulo 35
Notas iniciais
Tomou um bom banho e fez oque o Lord das trevas queria, colocou o mesmo roupão, preto, de seda, e deixou seus cachos volumosos e cheirosos, molhados, secar ao natural, sentindo-se nervosa e com medo de depois de anos, ele a tocar tão intimamente, novamente.
Sentou-se na cama e sentiu um pouco de enjoo, que passou rapidamente, quando o Lorde das trevas entrou no quarto, e ela se sentiu suja quando o olhou.
De repente, não queria mais ser tocada por ele, e sim por seu marido, Rodolphus, o homem que a amava, e que deixava isso bem claro enquanto estava dentro dela, e a levava ao céu somente com suas palavras pervertidas em sua orelha ou com um dedo dentro de si, e um a provocando, a estimulando.
Segurou suas mãos juntas e viu o Lord chegar a sua frente, e de um modo que ela não prestou atenção, abrir o manto que usava, e abaixar uma cueca sem arca e tirar seu pênis para fora.
– Ajoelhe-se, e chupe, Bellatrix.
Mandou, e a comensal ajoelhou, logo pegando naquele local e lentamente, levando a boca, onde assim que o colocou na boca, ouviram batidas na porta e Voldemort se afastou da comensal, que continuou ajoelhada, vendo o mesmo voltar a ajeitar as vestes e ir abrir a porta.
– Mi Lorde.
Narcisa curvou um pouco a cintura, assim como os joelhos, para fazer uma reverencia e logo olhou o mesmo nos olhos.
– Tenho... alguns motivos para incomoda-los!
Falou entrando no quarto da irmã e de Rodolphus, Voldemort fechou a porta, e sussurrou um ‘’diga’’, que Narcisa logo se aproximou da irmã, e disse em alto e bom som...
– Bellatrix está gravida. Os exames que ela fez e foram enviados para o St.Mungos diz claramente sobre a gravidez de dois meses e 12 dias.
Ala Hospitalar. 00hrs34min da noite
– Então, você, Hagrid – Minerva, que era quem ficava responsável por Hogwarts, na ausência de Dumbledore, chamou a atenção do meio-gigante que tinha sua total atenção para a garota, agora limpa, porém totalmente pálida e com ataduras visíveis no pulso direito pelo corte da pá de Hagrid, e os cabelos loiros não tinham o mesmo brilho e nem o cheiro de sempre. – Achou a srta. Parkinson enterrada viva nas suas plantações de abóboras?
– Sim, professora. – O meio gigante falou ainda meio triste, porém sem chorar, nunca se dera bem com os alunos da Sonserina, principalmente a turma de Malfoy, que este ano, por incrível que pareça, não tinha lhe dado trabalho nenhum. – Ouvi resmungos, e comecei a cavar, até que algo saiu para fora, era o pulso dela, mas não consegui parar a pá e quando a parei, já tinha cortado a srta. Parkinson, a desenterrei rápido, ouvi alguns gemidos seus, que pareciam gritos, quando a tirei de lá, estava com a boca cheia de terra, assim como as narinas.
– Os pulmões estavam quase não aguentando, assim como a pressão da terra no corpo da garota era tanta que a faria morrer em menos de um minuto!
Madame Pomfrey disse chegando perto da cama da garota com um frasco médio e molhando um pano com o mesmo e levando até perto do nariz da Sonserina, e a cor dela e o brilho dos cabelos, foi voltando lentamente.
– Conhece o feitiço usado nela, Snape?
Minerva perguntou para o professor que achava que mais entendia daquilo. Snape tinha checado algumas coisas em Parkinson, e ele sabia. Olhou para Minerva e logo cruzou os braços na frente do corpo.
– Um dos feitiços criados pelo Lorde das trevas, Minerva.
Sussurrou ele e a mulher arregalou os olhos, sabendo oque aquilo significava.
– Temos alguém agindo a mando de Voldemort?
Perguntou acariciando o próprio peito, Snape abriua boca para falar, mas logo o barulho da porta sendo aberta com força, fez Minerva se virar e se assustar com as expressões que Fred e Jorge que vinham quase correndo para perto da cama tinham em seus rostos, enquanto usavam camisas de dormir, mas o resto de roupa normal, eles tinham a preocupação estampada nos olhos.
Logo atrás dele, vinha Dumbledore, seguido de Madame Sprout, a mesma estava em suas vestes de dormir completas.
– Eu soube do ocorrido, professora Minerva – Disse Dumbledore ficando de frente para ela e olhando para a aluna, que respirava sonolentamente, enquanto tinham mais perto de si, um do lado do outro, Fred e Jorge. Os dois a olhavam com medo.
Medo de a perder.
Alguns minutos se passaram, até que Minerva foi procurar os Sonserinos amigos de Parkinson e se surpreendeu ao ver uma figura loira, engatinhando rapidamente, atrás de uma figura mais alta.
– Parados aí! – Quase gritou para os alunos que estavam fora da cama, e viu a garota loira levantar e Minerva rapidamente foi até lá, percebendo ser Gabrielle Delacour e olhou para o canto da parede, se surpreendendo, percebendo que Theodore Nott e Blásio Zabini também estavam lá. – O que fazem fora de suas salas comunais?
Perguntou sabendo que deveria dar uma bronca antes de dizer sobre Pansy.
Viu Gabrielle olhar em direção a Nott, e logo ela juntou suas mãos, aproximando seu corpo do garoto. E os três trocaram olhares, para logo Theo falar.
– Ah... Desculpe professora, já está tarde, mas ficamos na biblioteca até muito tarde e...
– Tudo bem, eu os perdoo. Agora, sua amiga, Pansy Parkinson, está na enfermaria.
Foi a última coisa que Minerva disse antes de ver os três Sonserinos saírem correndo...
Salão comunal dos monitores de Grifinória e Sonserina. Quarto de Draco. 02hrs21min da noite/madrugada
Olhou na direção de Snape que mantinha sua varinha apontada para Hermione e estava tenso. Snape era seu padrinho, e nunca tinha conversado direito com ele desde o terceiro ano em Hogwarts, que foi onde ele chamou Lilian Potter de ‘’Sangue-ruim inútil, que merecia morrer’’.
Sentia saudade das conversas com Snape, que sempre lhe explicou muitas coisas quando mais novo e era um bom tio. Se sentia tenso.
O Corpo de Hermione estava inerte na cama, sem os sapatos e sem a capa do uniforme, somente o blusão, a camisa branca de botões, a meia e a saia. A gravata vermelha ele também retirou do pescoço da prima.
– O lord das trevas de algum jeito, entrou na mente da srta. Black.
Snape disse após checar a memória, e os pensamentos, e a cabeça completa da garota, e olhou para o garoto que assentiu.
– Não tem como a proteger de qualquer coisa que ele queira a mostrar? E o que ele mostrou a ela?
Perguntou o garoto querendo estar preparado para qualquer pergunta.
– Infelizmente, somente a Oclumência, mas Hermione já tem a genética de Bellatrix. Consegue esconder a mente sem muito esforço.
Falou Snape, levantando-se da cadeira que Draco tinha deixado ali para o mais velho.
– Quando ela acordará?
Perguntou Draco saindo do próprio quarto, Snape ajeitou a manga da roupa que usava e o olhou.
– De manhã. Eu acho, se passar de meio-dia e ela não acordar, tente a acordar.
Snape falou, indo para a saída do salão comunal dos monitores de Grifinória e Sonserina, Draco suspirou e entrou novamente no próprio quarto, encarando Hermione na cama e se aproximando.
Ala hospitalar.
– Vão dormir agora, será melhor. Com certeza minha cabeça não está funcionando muito bem, se não, eu os mandaria terem ido para seus salões comunais dormir assim que entraram por aqui.
Dumbledore mandou os três sonserinos, que se despediram da adormecida Pansy com beijos e saíram em silencio e de vagar. Ele sorriu ao nota as mãos dadas de Gabrielle e Nott, e olhou para Minerva que olhava para os únicos professores que estavam ali. Os gêmeos Weasleys.
– Vá descansar Minerva.
O diretor mandou e a professora, cansada de despediu e saiu de lá. O velho sentiu os gêmeos lhe olhando e sorriu para os rapazes.
– Não incomodem a srta. Parkinson. Ela merece todo o cuidado de vocês dois. – Jorge e Fred tinham medo a reação do diretor, mas sempre souberam que tudo que acontecesse em Hogwarts, mais do que metade ele sabia. E os dois coraram, fazendo Dumbledore soltar uma risadinha. – Até.
Enquanto Dumbledore saia da sala, sentia que beijos eram deixados no rosto da garota loira e sorriu, sabendo o quanto anormal para olhares de muitos era aquilo, mas que o mais importante, os três tinham de sobra.
Amor.
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