A difícil Arte de Amar
22 Capitulo 22
Notas iniciais
Quarto ano. Baile de Inverno.
– Você dança muito mal!
Comentou Draco rindo, enquanto ela tentava se mexer conforme a musica da banda Bruxa que tocava.
– Olha que eu espalho para toda a escola que até semana passada você era virgem!
Falou Pansy tentando ser ameaçadora, enquanto Draco a puxavam e os dois davam uma pequena dança juntos, de tango, e logo caiam na risada, com ninguém os olhando, oque não era sempre que acontecia.
– Não me ameace Parkinson!
Ele falou enquanto ela somente ria e logo o abraçava, tinham pouca diferença de altura.
– Ai que medo do Malfoy!
Brincou rindo se separando dele, que olhou para atrás de Pansy, e ela seguiu o olhar, vendo uma garota também do quarto ano o encarando, era Suzana, esta deu um pequeno sorriso, que havia a deixado não muito bonita por causa do batom exageradamente vermelho.
– Okay, vai lá dar uns pegas na Greengras!
Falou Pansy bufando e Draco a encarou.
– Lendo mentes?
Perguntou ele e a loira suspirou.
– Sei quando está afim de dar umas beijocas, nascemos juntos, no mesmo dia, na mesma hora, da mesma mãe...
– Não exagera! Não foi nem no mesmo mês...
Ele reclamou enquanto ela ria.
– Vai logo!
Ela falou enquanto o empurrou. Suspirou e saiu da pista de dança, teve um deslumbre de Potter e Weasley sentados junto a suas companheiras e riu. Eles eram tão patéticas, porém a espertinha da Granger, havia conseguido Krum...
Pensou em ficar mais um pouco, mas se conhecia bem Draco, ele iria transar com a garota, então, não gostaria de ficar na festa com Nott, que tinha como companheira uma garota um ano mais velha, e os dois nem pareciam ter diferença de idades, diferente dela e de Nott.
Blásio estava ocupado demais encarando uma garota loira, chamada Luna Lovegood, a mesma estava dançando sozinha, num canto mais afastado, de um jeito calmo, mesmo a musica sendo agitada...
Crabble e Goyle, não. Ela não gostava muito deles...
Resolveu ir em direção as masmorras, para o salão comunal da Sonserina, assim que entrou lá, foi em direção ao quarto que dividia com Astória. Nunca gostou muito de garotas, elas não eram necessárias na sua vida, Astória era outra. Mas quase não se falavam... o quarto estava silencioso, como todo o resto. Foi em direção ao banheiro, onde entrou e se encarou no espelho. Suas expressões faciais eram inocentes, ao mesmo tempo que pareciam ser de uma psicopata, como Draco dizia, mas ela não achava. Os cabelos loiros, eram cacheados, bonitos e bem arrumados, mas ela adorava fazer tranças no cabelo, naquela noite do baile, havia feito um coque completo, e deixado a franja para o lado, sorriu, percebendo que sua boca ainda tinha a cor vermelho-cereja do batom e começou a se despir, prestando atenção em seu corpo. Tinha seios na média das adolescentes de 14 anos, sua primeira relação sexual, que havia sido com o melhor amigo, não foi uma das melhores, porém havia gostado, havia sido carinhoso, e ela sabia que sem cobranças, e nem julgamos, já que Draco estava se aperfeiçoando, assim como ela. Porém ela só havia transado com ele, ele já havia transado com umas 9 garotas depois dela, sendo que fazia menos de 7 dias que aquilo havia acontecido.
Ela tirou as peças intimas, junto ao vestido e colocou no cesto de roupa que tinha seu nome, e logo desfez o coque, seus cabelos estavam um pouco abaixo do ombro somente, e os cachos estavam ali, com a cor loira brilhando quase como sol...
Entrou no box, o fechou, e logo sentiu a água em temperatura morna começar a cair pelo seu corpo. O banho não durou mais de 20 minutos, quando a garota saiu, o espelho estava embaçado por causa do vapor da água. Secou-se ali no banheiro mesmo e quando saiu, sentiu o ventinho bom da diferença de ambiente, odiava locais quentes, adorava o frio...
Vestiu uma calça jeans, e um tênis, logo depois, uma camiseta branca, das do uniforme de Hogwarts, não sabia exatamente por que, mas gostava das camisetas brancas do uniforme da escola. Iria ir para a biblioteca, estudar, queria virar monitora, como seu pai pediu para ela se esforçar para ser uma das melhores alunas, e Snape a escolher como monitora da Sonserina.
Ao sair do salão comunal da Sonserina, não pegou o percurso que sempre fazia para ir até a biblioteca. Pegou um dos atalhos que levaria a biblioteca, que soube que existia somente no ano passado, e chegava direto na biblioteca, na sessão reservada, muitos diziam que aquilo foi construído por um antigo diretor de Hogwarts, para virar uma sala de aula, que por ser na biblioteca, não virou sala de aula.
Porém não contava com oque entrou em sua visão ao chegar na parte que começava a iluminação.
As tochas que estavam na parede, com fogo nelas, para não deixar aquilo na escuridão total, iluminavam dali até um metro antes da porta que dava a saída da biblioteca, e depois da quarta tocha, ela percebeu que dois garotos estavam de pé, e que tinham garotas agachadas na frente de cada um.
Pansy sem saber oque fazer, não se infiltrou na luz, somente deu um passo para trás, sem fazer barulho, enquanto seus olhos arregalavam-se, enquanto percebia oque aquelas garotas estavam fazendo.
Os gemidos denunciavam tudo.
– Enfia mais fundo Cátia...
Ela reconheceu a voz que saiu entre gemidos, era de Jorge Weasley... Reconhecia a diferença do timbre deles, muitos poderiam dizer que eram iguais, mas ela sentia uma diferença, sempre sentiu, quando Draco os ‘’cutucava’’ por causa da família ser traidora de sangue.
– As bolas, Angelina... As bolas!
A voz de Fred Weasley saiu da boca do outro rapaz, que estava parcialmente claro, pela luz da tocha, não estava tão escuro, mas ela nem sabia oque enxergava direito. Sentia que estava molhada... E fechou os olhos.
– Não coloca os dentes!
Jorge falou com o tom de voz irritado e Pansy abriu a boca, soltando arfadas que se confundia com os sons que saiam das bocas das garotas que estavam cada uma concentrada em algo.
Pansy sabia que deveria ir embora, mas não conseguiu. Por que não conseguiu?
Se perguntava isso até ouvir o gemido dos dois gêmeos e abriu os olhos, ficou os olhando e viu Fred, que era o mais alto, tirar uma coisa grande da boca de Angelina... Jorge fez o mesmo, porém este colocou o pênis dentro da cueca, oque fez Pansy querer se jogar contra ele, dizendo que também queria enfiar aquilo bem fundo na boca.
São maiores do que o de Draco!
Constatou sem dificuldade e logo ouviu Fred dizer...
– Vão embora, não estamos afim de mais nada!
– Você não fala por Jor... – Cátia ia falando, mas foi interrompida por Jorge.
– Na verdade, as vezes ele fala por mim sim, Cátia. Hoje não estamos afim de... você sabe!
Ele falou e Cátia bufou, e saiu puxando Angelina.
Pansy viu Fred rir enquanto colocava o pênis para dentro da roupa, enquanto Jorge se encostava na parede, já com a calça fechada.
– Cátia precisa aprender a fazer um boquete! Nota 2,9 para ela!
Jorge falou começando a rir e Pansy que agora tinha que tentar respirar o menos possível, em um súbito de coragem, deu dois paços largos, entrando na visão deles, pelo menos se eles virassem para olhar para ali.
– Vocês são uns nojentos! Eu poderia contar tudo para Snape! – Ela falou e os dois deram um pulo, a olharam, como se quem estivesse ali fosse Minerva e não ela... – E aí, Minerva teria de chamar seus pais aqui, e os das garotas...
Falou Pansy e quem falou primeiro foi Jorge.
– Minerva não acreditaria em Snape, porque você é uma mentirosa!
O ruivo disse como se temesse realmente que Minerva acreditasse.
– E com provas? Eu tirei foto!
Mentiu a garota empinando a cabeça, sabia que era um pouco mentirosa sim, não negaria, porém não negaria aquilo, poderia se defender muito bem com a varinha...
– Tirou não!
Fred falou e ela riu.
– Acha que eu não tirei, traidor de sangue nojento?
Perguntou de modo mal-educado.
– Você não nos deletaria! Quem iria incomodar?
Perguntou os dois juntos e ela quase arfou de surpresa. Eles sempre sabiam oque iriam dizer, e diziam ao mesmo tempo?
– Eu os deletaria para para Snape sim! Tenho Potter, Granger e seu irmão para que?
Perguntou levantando a sobrancelha, porém não esperava oque aconteceu a seguir. Jorge simplesmente foi para cima dela, a segurando pelos braços. Ela gritou pela dor que as mãos dele causou em seus braços.
– Me de a câmera, Parkinson!
Ele falou a sacudindo somente uma vez, porém com força e ela sentiu a cabeça ficar tonta.
– NÃO!
Ela berrou e cuspiu na cara dele, que lhe puxou pelos cabelos, e doeu, mas ao mesmo tempo ela quis se agarrar ao braço dele, dizendo para fazer mais forte pois ela havia gostado...
– Jorge! Para...
Ela ouviu a voz de Fred enquanto Jorge começava a puxar os fios dela com mais força, ela arfou de prazer, sentindo seu corpo caindo para trás, com Jorge a segurando pelos cabelos, mas não doia...
Ela estava sentindo prazer com aquilo... porém eles não perceberam.
– Onde está a câmera Parkinson?
Jorge perguntou ameaçadoramente e ela quase pediu para que ele fosse ameaçador, enquanto estocava o pênis dentro dela...
– Me larga, Weasley!
Falou com um pouco de raiva e ele simplesmente a largou, a fazendo cair no chão, ela soltou um pequeno grito, enquanto sentia a bunda doer por ter caído no chão duro, ele continuava a olhando de modo que dava um pouco de medo na garota.
– Jorge, não exagera!
Fred falou se aproximando do irmão e Pansy levantou sem ajuda e ficou a encarar os gêmeos.
– Dê a câmera agora!
Jorge falou em um modo de controle e ela negou com a cabeça.
– Não.
Falou e Fred e Jorge trocaram olhares que fez a garota sorrir, era olhares maliciosos, sabia, porém, só tinha medo que não fossem por causa do motivo que ela pensava que era.
– Pansy... – Começou Fred, se aproximando, parecia um predador, rondando sua presa, e procurando seus pontos fracos. Ele tocou o ombro de Pansy que passou seu olhar para ele. – Seja legal conosco.
Ele falou se aproximando mais dela, que por instinto, levantou a cabeça, esperando algo. A altura dela, era pouco centímetros mais baixa que eles, e logo Fred sorriu de lado para ela.
Ela sentiu algo atrás de si, e ao olhar para Jorge, percebeu que ele não estava lá, e ao sentir duas mãos em suas costas, descendo para a cintura, ela teve a certeza de que ele estava atrás de si.
– Se for legal conosco, seremos muito bonzinhos com você!
Jorge falou com uma doçura que ela nunca havia ouvido na voz dele e logo ela viu Fred deslizar a mão para o pulso dela, ali, brincou com os dedos dela e deslizou os lábios pela bochecha quente dela que sentiu seu corpo tremer...
Como havia pensado mesmo que iria ter coragem de transar com dois garotos? Percebeu o quanto foi idiota quando viu que só Fred, já era o dobro de seu tamanho e suspirou. Não iria conseguir transar com eles, então, os deixaria em paz. Pelo menos naquela noite.
– Eu não tirei foto. Okay? Podem me largar!
Falou tentando soar calma, sentindo as mãos de Jorge, que estavam atrás de si, entrar por sua camisa e irem subindo.
Ele subiu até chegar aos seios e segurar os dois da garota que gemeu, ao olhar para Fred ele sorria e começava a desabotoar as próprias roupas de Rigor, que tinham usado na festa.
– Parem!
Pediu se deixando relaxar no corpo de Jorge, que a segurou em seus braços com grande facilidade, mesmo suas mãos ainda estarem segurando os seios dela, e os dedos brincando com os biquinhos.
– Vamos fazer isso em outro lugar, Jorge.
Fred falou tomando a garota dos braços do irmão como se estivesse com ciúmes.
– Tudo bem.
Respondeu Jorge, parecendo apressado, quando saiu pelo lado que Pansy havia chegado.
Quase 15 minutos depois, os gêmeos entraram na sala Precisa.
Pansy não entendia... Havia tomado a decisão de não transar com eles, mas havia caminhado de mão dada com Fred durante todo o percurso.
Ela não teve tempo para apreciar o local, pois assim que entrou, viu uma cama branca, e logo era beijada pelos lábios doces de Fred.
Ela sem saber oque fazer, tanto por estar surpresa quanto por temer fazer algo errado, passou as mãos lentamente pelos braços do ruivo e logo suas mãos se infiltraram pelo cabelo um pouco comprido do mesmo, correspondeu o beijo na mesma intensidade que a dele, lenta e profunda.
Ela pensava que ele a beijaria com fervor, mas não, ele a beijou lentamente, as mãos do garoto, uma estava na sua cintura, enquanto uma na sua nuca. Lentamente, ela sentiu as mãos dele deixarem aquele lugar, e irem para os botões de sua camisa. Lentamente, ele os abria, e quando ele cessou o beijo ela abriu os olhos, o vendo a fitar e ela engoliu em seco, quando ele tirou sua camiseta, botão por botão ela corou, enquanto sentia os dedos dele roçaram em sua pele enquanto abria os botões, e logo tirava a camiseta do corpo dela.
Só havia ficado seminua e nua, na frente de Draco e de garotas. E os gêmeos, a fitavam com desejo, ela sentia, e quando olhou para Jorge, este já se encontrava sem a parte de cima da roupa.
Ela caminhou até Jorge, rapidamente e o puxou para si, agora provando dos lábios do garoto, os dele, eram diferentes do de Fred, não eram carinhosos, e ele parecia querer sugar os lábios da garota, que arranhou as costas dele, enquanto sentia a mão dele, ir em direção ao zíper de sua calça, e o primeiro, ele abriu, para logo depois o segundo, e lentamente, ele parou o beijo, ela sentou-se na cama, enquanto ele tirava a calça dela, que viu Fred se aproximar, e este, já estava completamente nu...
– Meu Merlin, Fred...
Pansy sussurrou o vendo se aproximar e arregalando os olhos, seu olhar estava diretamente no pênis do garoto, que parecia enorme pela opinião dela.
– Foda-a Fred, quero assistir tudo.
Jorge falou enquanto uma poltrona preta aparecia no quarto, um pouco longe da cama, e o garoto que estava somente de calças e meia, foi até ela, sentando-se ali.
Pansy que olhava Jorge, fitou Fred que se aproximava da garota, que estava somente de calcinha, a calcinha era preta, e de renda.
Fred a deitou na cama, e a pegou pelos dois braços, os colocando acima da cabeça dela, e ela somente abriu as pernas, sentindo o tecido molhado da calcinha contra sua parte intima.
Gemeu quando o dedo dele passou pelo umbigo e ela soltou um gemido de prazer, Fred sorriu ao vê-la se arrepiar e ela o viu empurrar o corpo dela mais para cima, parando quando as mãos dela estavam quase encostando na cabeceira.
Ele ficou por cima dela, segurando-se apenas com um braço, enquanto o outro passava lentamente pelo vão dos seios dela, não os tocando e indo até a calcinha da mesma, ele provocou por cima, aquilo a fez gritar de prazer, ele sorriu mais ainda, quando sentiu a força do prazer que continha no grito dela, e aquilo o fez ficar mais duro ainda.
– Eu quero tanto me enterrar em você, Parkinson!
Ele sussurrou aproximando seus rostos e ela tirou as mãos de onde ele tinha colocado e logo ela o tocou no ombro, e a outra mão, ficou na nuca do garoto.
– Então tire minha calcinha e se enterre em mim!
Falou simplesmente, e ela deslizou a mão, de modo atrevido, entre seus corpos, e tentou tocar o membro dele, mas parou assim que sentiu beijos em seu pescoço... Não sabia como, mas os beijos dele, parecia que lhe tirava as forças.
– Fred...
Ela gemeu enquanto sentia que ele lhe dava lambidas no pescoço também...
– Geme meu nome, Pansy...
Ele a chamou pelo nome e ela cravou as unhas bem feitas e grandes nas costas dele que gemeu com aquilo e soltou um gemido, enquanto parava, sentindo as partes que as unhas dela cravaram, arderem, porém aquilo só o fez voltar ao que estava fazendo.
Ele desceu os beijos lentamente para os seios da garota, envolveu um dos mamilos com a boca, o que a fez gemer, ela somente fechou os olhos, enquanto sua boca se abria, para soltar um gemido, que veio arrastado, enquanto ele usava a língua, e chupava ao mesmo tempo, parecendo um bebê...
– Fred... Assim...
Sussurrou o puxando pelos cabelos levemente.
– Eu não vou aguentar...
Ela ouviu a voz de Jorge e abriu os olhos, vendo Fred sair de cima da mesma, e viu Jorge chegando perto da cama, já nu, com o pênis ereto. Ela percebeu que a única diferença entre os pênis deles, era que o de Fred era mais fino...
Viu Jorge rasgar sua calcinha e a mesma iria dizer algo, mas não pode, pois o gemido alto de prazer misturado com dor que saiu de sua garganta, a impediu.
Jorge estava dentro de si, e ela gemeu sentindo ele totalmente, ele era grande, e ela podia o sentir a completando totalmente...
– Ah... Fred, ela é tão apertada...
Jorge gemeu fechando os olhos e tentando movimentar-se lentamente, Pansy gemeu, enquanto sentia que queria mais, queria mais rápido...
– Mete, Jorge!
Mandou e logo o pedido foi atendido. Ele saiu e entrou com força, a fazendo gritar de prazer. Aquilo estava sendo totalmente prazeroso, não somente para ela como para ele também, até para Fred que somente se masturbava, estava sendo bastante prazeroso.
– Ah...
Pansy gemeu, sentindo todo o pênis do garoto dentro de si, como tinha aguentado? Se perguntava. Um sorriso vitorioso ficou na sua cara, durante alguns minutos, soltando gemidos sempre com o sorriso formado... logo que abriu os olhos, percebeu Fred a olhando.
– Quer atenção?
Ela perguntou de modo manhoso e safado, o encarando, ele que estava na poltrona que minutos atrás Jorge estava, se aproximou e ficou de joelhos na cama, ela iria segurar o pênis dele, mas ele se afastou.
– Eu seguro, Pansy...
Ele falou dando um pequeno sorriso de lado, ela gemeu alto, sentindo as investidas de Jorge em si, e logo viu Fred tocando seu pênis na boca dela, abriu a boca, gemendo enquanto passava a língua pelo pênis dele, tentava controlar os gemidos, mas não adiantava quase nada. Minutos depois, ela se via perto do orgasmo, que chegou em minutos, a atingindo, de tal maneira, que a fez soltar um grito alto, e no segundo seguinte, Jorge a acompanhou, liberando-se dentro dela que arfava, enquanto Fred fazia movimentos com a própria mão no próprio pênis, sentindo-se que em poucos segundos gozaria.
Jorge saiu de dentro dela, fazendo-a suspirar e estranhar a falta que ele fazia, logo voltou a atenção para Fred, pegou o pênis dele com a mão, ainda deitada na cama e levantou um pouco o corpo, levando o pênis dele a boca.
Ela nunca havia forçado tanto a boca para que algo entrasse, mas agora sabia. Tirou o pênis da boca enquanto respirava ofegante, não havia conseguido o colocar fundo... Porém quando pensava em retornar, o esperma branco e viscoso de Fred saiu do pênis do mesmo indo parar na boca da garota, e um pouco no rosto, engoliu tudo e logo tratou de limpar o rosto, seu olhar recaiu em Fred que a encarava.
– Eu não consegui engolir tudo...
Ela se lamentou tocando no peito dele com uma das mãos e logo acrescentando a outra, ele a pegou no colo e a fez enlaçar as pernas na cintura dele. E ela sentiu o pênis dele já ficando ereto perto de sua parte genital, que mesmo tendo tido um orgasmo a poucos minutos, já desejava sentir outro cacete duro, forte e rápido dentro.
Fred se colocou sentado na cama, enquanto dava pequenos beijos no pescoço da garota que rebolou, tentando mais contato com o pênis do mesmo.
– Fred... Me possua! Mete seu cacete na minha buceta! – Pedia baixinho ainda o sentindo beijar seu pescoço, enquanto ela rebolava e sentia o membro dele ficar mais duro ainda...
Os beijos dele passaram a ser pequenos chupões que a fez dar uma pequena quicada, logo ela repetiu duas vezes e jogou a cabeça para trás ao sentir uma mão em seu ‘’anelzinho¹’’.
– Que tal a penetrarmos de uma vez só, Fred? – A voz de Jorge atrás da mesma a fez tremer de excitação e nervosismo.
Sabia oque aquilo significava, e não havia feito sexo anal nunca, conversou com Draco, pedindo para que ele tivesse paciência e a deixasse se preparar melhor, e ele não insistiu...
– Não! Eu sou virgem aí atrás... – Sussurrou sabendo que se Jorge enfiasse ali, a faria chorar, ele não tinha pena da garota, que o zoava desde que ela entrou na escola, mesmo sendo dois anos mais nova.
– Então quer dizer que Theodore Nott não arrombou o seu cuzinho?
Pansy pensou em retrucar, mas somente oque saiu de sua boca, foi um gemido alto. Fred a havia penetrado, forte, fundo e gostoso...
Sabia que rolava fofocas por Hogwarts sobre ela e Nott desde o inicio do terceiro ano, quando o corpo da mesma começou a se desenvolver melhor e pois foram pegos juntos na biblioteca, depois do horário de recolher, levaram 30 pontos a menos para Sonserina, de Minerva que havia os pego, e detenções com ela, por 1 mês. Aquilo se espalhara por causa de Pirraça...
Porém ela sabia desde o terceiro ano também, que o garoto só sentia atração por garotas mais velhas, oque a fez ficar intrigada, nunca havia visto uma mulher mais velha que o marido ou o namorado...
Fred a segurou pela cintura, controlando os movimentos dela que puxou os cabelos dele com força enquanto a mesma forçava o corpo para cima e para baixo.
Sentiu a palma de uma mão roçar em sua bunda e logo um tapa estalado foi desferido ali e ela gemeu.
– Deite com ela Fred, eu vou arrombar o cuzinho dessa Sonserina mimada!
Pansy que ouvia, mas não raciocinava, continuou quicando, enquanto sentia Fred a carregando mais para o meio da cama, enquanto ela continuava quicando e gemendo o nome dele.
Ela não se deitou por cima dele, mas sentiu uma mão a forçar para baixo, para ficar com o rosto quase colado ao de Fred, o mesmo a olhava com olhos quase negros de luxuria.
– Vá com carinho Jorge...
Ela pediu, não dando o mínimo se ele fizesse com força. Arregalou os olhos levemente ao perceber que queria sentir dor, porém não sentiu. Pois oque sentiu em seu anelzinho, não era um pênis, nem um dedo. Era algo... molhado....
Rebolou no pênis de Jorge, enquanto sentia aquilo passar levemente por seu anelzinho e quando sentiu um beijo em uma das nádegas que estavam em movimento pela mesma querer dar prazer a Fred, que gemia, enquanto de olhos fechados beliscava os biquinhos de seus seios, ela sentiu um beijo na nádega esquerda, e soube que era a língua de Jorge em seu anelzinho.
Ela sentiu o dedo dele entrando lentamente dentro de si, a fazendo aumentar os movimentos com o quadril. Sentiu o ir mais fundo dentro de si e gritou de dor, enquanto sentia a outra mão de Jorge subir para sua nuca e descer a mão lentamente, a fazendo delirar de prazer, gemeu quando um tapa pequeno foi desferido em sua bunda e o dedo de Jorge saiu e voltou novamente.
– Você quer meu pau no seu cuzinho, Parkinson?
A voz de Jorge de um jeito que ela nunca ouviu a deixou totalmente excitada e ela esfregou mais o corpo ao de Fred...
– Tendo Fred, quem precisa de você?
Ela falou para o provocar e sentiu que iria gozar, porém antes dela, Fred gozou... Oque a fez gozar com tudo. Ainda gozando, despreparada, ela sentiu Jorge a puxar pelos cabelos, a tirando do colo de Jorge e a jogando na cama. Ela sentiu um pouco de dor no couro cabeludo, mas se estivesse mais sóbria, por ter gozado a pouco tempo, e mais de uma vez, achava que teria doido mais.
Fred continuava sentado, Enquanto Jorge a segurava pelas pernas e abaixava a cabeça em direção a vagina da mesma, só para começar a lamber ali, e sugou, porém saiu rapidamente e cuspiu aquilo no chão.
– Que nojo Fred! Tem seu esperma dentro dela!
Bufou Jorge e Fred riu, e virou o corpo, se aproximando mais de Pansy e a beijando, a garota rapidamente retribuiu enquanto arranhava as costas dele, e ia com as mãos curiosas e safadas até a bunda dele, ali, apertou e sorriu entre o beijo...
Jorge a tirou dos braços de Fred com força a fazendo gemer de dor, pois já estava com a vagina um pouco dolorida e ela percebeu que ele estava sentado com as costas na cabeceira da cama, ele a sentou em seu colo e ela pode sentir o pênis dele duro.
– Me de atenção Parkinson, se não, eu vou lhe bater por ser uma garota má!
Jorge falou passando seu dedo na vagina da garota e entrando ali, lentamente.
– Me bata...
Ela sussurrou e ficou surpresa demais ao sentir um forte tapa em sua intimidade, que a fez gritar de prazer e jogar a cabeça para trás, enquanto ainda gemia, e também cravou as unhas na coxa de Jorge que a levantou com um dos braços e com o outro arrumava seu pênis o ajudando a encontrar o anelzinho da mesma.
– Eu vou devagar no inicio...
Ele falou em um tom leve e carinhoso que a fez estanhar mas confiar nele. Sentiu o adentrando dentro de si e deu um gemido de dor, ela olhou para Fred que a olhava e o chamou com o dedo, ele não demorou para estar de frente a ela, de joelhos na cama.
Ela já sentia metade do pênis de Jorge que parecia estar se segurando muito para não entrar todo logo.
– Olha para mim...
Pediu Fred que estava em sua frente e ela o fez e soltou um gemido ao sentir o toque dele em seu clitóris e se segurou para não cair, colocando as mãos nos ombros dele, porém sabia que não cairia, já que Jorge a segurava firmemente pela cintura enquanto ia entrando aos poucos atrás dela.
– Você quer que eu faça oque, Pansy?
Fred perguntou de modo calmo, pegando nas mãos da mesma que soltou outro gemido de dor.
– Me beija...
Pediu e assim ele fez. Se beijaram lentamente. Ela esqueceu a dor, sentindo só o prazer que Jorge lhe proporcionava enquanto adentrava nela e a tranquilidade e a paz que Fred lhe dava.
Ela parou os beijos, sentindo o pênis de Jorge lhe preencher completamente.
– Nossa... eu sinto você totalmente!
Ela sussurrou para Jorge que riu e a beijou no pescoço, a fazendo umedecer os lábios com a própria língua, desejando o garoto que havia beijado suas costas – Jorge — e ela deu uma pequena rebolada, que fez Jorge gemer...
Jorge agora, entrava e saia em um ritmo calmo, porém com gemidos longos dele e dela, Fred punhetava para si mesmo enquanto olhava em direção ao corpo de Pansy, sem esquecer que o irmão estava atrás dela, violando seu anelzinho.
Pansy ao não sentir mais dor alguma enquanto Jorge entrava e saia de dentro de si, levou a mão para o pênis de Fred, ele ao sentir uma das mãos dela tentarem pegar seu pênis, parou a olhando e a viu pegar o pênis dele sem nojo nenhum.
Ele e Jorge já haviam tentado transar com uma garota ao mesmo tempo, porém somente quatro das 35 garotas que eles tentaram, aceitaram. Pois as outras 31 garotas diziam que nunca conseguiriam transar com dois ao mesmo tempo, e que era algo totalmente nojento e doentio, oque eles descordavam. Porém nenhuma delas era um ano abaixo deles, ou mais... no caso de Pansy, eles não planejaram, não conversaram sobre aquilo entre si... foi algo do momento.
As quatro garotas que aceitaram fazer aquilo, uma deu para trás, as outras três dormiram assim que tiveram o primeiro orgasmo. Somente com chupões dos gêmeos.
– Fica... – Ela arfou de prazer não conseguindo dizer, enquanto os movimentos de Jorge ficaram mais bruscos. – de pé!
Completou enquanto seus peitos se movimentavam por ela estar quicando em Jorge que deixava rastros de beijos na nuca da garota, estava cada vez mais alucinado e quase chegando ao ápice.
Fred ficou de pé, enquanto sentia Pansy com a mão, levemente, fazer um vai-e-vem. Olhou para baixo a tempo de ver a garota passando a língua na cabeça do pênis do mesmo. Ele soltou um gemido. Estendeu um dos braços, se segurando ali na parede e com a outra mão acariciou os cabelos de Pansy.
– Rebola Parkinson!
Jorge grunhiu gemendo, pois a garota havia parado de se movimentar para dar atenção ao pênis do irmão. Ele adoraria ver aquela cena toda, mas não queria ser deixado de lado enquanto ela chupa seu irmão e não ele...
Ela começou a se concentrar nas duas coisas enquanto colocava o pênis de Fred na boca, começou a quicar lentamente e rebolar, com a ajuda de Jorge. Ela queria gemer abertamente e livremente para mostrar para eles que eles lhe davam prazer demais, porém não tirou em nenhum segundo o pênis de Fred de sua boca.
Em poucos minutos, ela sentia que Fred iria gozar, pois esse falava palavras desconexas e praticamente delirava. Quando ele gozou em sua boca, ela foi pega de surpresa, ela retirou o pênis da boca, respirando fundo pelo nariz e engoliu tudo lentamente, viu Fred sentando-se e soltou um gemido alto, quando sentiu toda a porra de Jorge a preencher por dentro, ela gritou fortemente enquanto sentia, seu próprio corpo dar sinais de seu orgasmo, que veio rápido demais, logo depois que o esperma de Jorge parou de sair...
Jorge rapidamente sorriu, passando a mão pela intimidade totalmente molhada da garota, vendo a grande mancha do gozo da mesma e até dele, que havia escorrido, e estava no lençol.
Ele levou os dedos aos lábios, sentindo somente um gosto gostoso, que presumiu ser o do orgasmo de Pansy, a sentiu mole sobre seu corpo e a olhou ela respirava ofegante ainda e estava com as costas deitadas no peito dele.
– Vou ir tomar um banho com Pansy. Troque os lençóis Fred.
Jorge falou enquanto se levantava da cama com a garota no colo e o irmão o olhara, enquanto uma porta se formava no quarto...
– Podem ir, vou daqui a pouco.
Fred falou sorrindo torto e Pansy abraçou Jorge, enlaçando as pernas no quadril do mesmo e sorrindo calmamente para Fred, enquanto Jorge a levava para o banheiro.
– Estarei toda dolorida amanhã.
Ela falou no ouvido de Jorge, que somente soltou um riso.
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