A chave para as Trevas

29 Capitulo 29: Especial: Eu odeio/amo o inverno...


Notas iniciais
OIIIIIIIIIIIIII XD Leiam lá embaixo.

Frio. Muito frio.

Essa era a opinião de Lucy a respeito do clima invernoso que cobria Magnólia nessa época do ano. A maga perdera a conta de quantas vezes fez chocolate quente ou algo que lhe queimasse a garganta para conservar sua temperatura corporal. Suas mãos estavam azuis. Já cogitava plenamente a hipótese que elas iriam sofrer necrose e caíram.

Dormiu a noite inteirinha com 3 grossos edredons, colocou toneladas de lenha na pequena lareira e se espremeu junto a Zeref – que discretamente achava graça do “pânico” da mesma, diga-se de passagem —para conseguir dormir a uma temperatura agradável.

Odiava o frio. Sempre a fazia bater os dentes. Não tinha culpa se a genética a fez ter problemas enormes com as quedas bruscas de temperatura.

Em sua janela estavam acumulados quilos e mais quilos de neve, assim como nas ruas, árvores e telhados. Não estava nenhum pouco a fim de sair para ir a guilda. Mas devia ir. Por mais doloroso que fosse teriam que pegar algum tipo de missão nas próximas semanas. Seu aluguel estava adiantado, mas tinha que pagar outras coisas, como comida, para viver. Só esperava que o frio diminuísse um pouco e que Natsu não devorasse toda a comida de sua casa a obrigando a ir mais cedo.

Em um lapso de coragem, ela colocou as blusas, causas, casacos e botas mais grossas que tinha. Também se certificou de fazer uma nota mental para comprar luvas o mais breve possível.

Assim que pisou fora do apartamento, saiu praticamente correndo até a guilda enquanto fuzilava Zeref com os olhos.

O maldito não tinha nenhum problema com a temperatura negativa. O máximo que fez foi colocar um sobretudo negro mais grosso que a habitual.

–Frio, frio, frio, frio...- reclamou desesperadamente enquanto entrava as pressas na guilda, esfregando as mãos para tentar conservar o calor do corpo. – Mira, por favor me dê alguma coisa bem quente!- implorou enquanto se aproximava do balcão.

–Ore ore. Calma Lucy. Até parece que vai congelar!- falou a albina sorrindo.

–Mas eu vou Miraaa!- resmungou.

–Tudo bem. Vou trazer um chocolate quente para você então!

–Obrigada!- murmurou realmente grata enquanto esfregava freneticamente as mãos.

Não demorou muito para que Mira lhe trouxesse o “precioso”. Sem demora, Lucy envolveu a caneca com as mãos tentando aquecê-las, enquanto bebia desesperadamente o chocolate que queimava sua garganta, e diminuía a sensação de frio.

–Calma Lucy!- repreendeu o Mago Negro que estava sentado em uma cadeira próxima a parede de madeira da guilda, com a cabeça encostada na mesma.

–Não me peça calma.- resmungou enquanto acabava com o copo.- Eu estou congelando aqui!

–Finalmente um dia agradável!- Comentou Gray completamente nu, sentado em uma cadeira e com os pés na mesa.

–Gay, suas roupas!- Lembrou Mirajane.

–Como ele consegue ficar pelado em um dia desses?!- se perguntou a loira enquanto o mesmo se vestia.

Mirajane deu de ombros.

–Mago do gelo!- comentou.- Mas então Lucy, o que você veio fazer aqui?- questionou.- Você tem pavor de sair de casa em dias frios como este!

–É tão óbvio assim?- a albina acenou positivamente. Lucy suspirou.- Eu queria uma missão para adiantar as coisas!- murmurou.

As sobrancelhas albinas vincaram.

–Eu sinto muito Lucy, mas a nevasca de ontem bloqueou todos os trilhos das ferrovias, e como ela provavelmente vai aumentar nos próximos dias, eles nem se quer começaram a remover a neve. Todas as missões fora de Magnólia, e que eram as mais lucrativas, foram canceladas até o mau tempo passar!- explicou.

Provavelmente já era para Lucy estar sabendo disso, mas a conhecendo bem, ela deveria ter ficado o dia anterior inteiro embaixo do edredom tentando se aquecer.

–O QUE?- perguntou em choque. Sua boca se abriu e fechou várias vezes tentando argumentar mas no fim suspirou e apoiou a cabeça no balcão.- Essa nevasca ainda vai piorar...- disse com a voz melancólica.

Apertou as mãos gélidas contra o peito. O efeito quentinho e convidativo do chocolate estava indo embora sem sua permissão.

–TADAIMAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!- gritou Natsu ao chutar a porta.

Lucy por pouco não o matou. Ele era um Dragon Slayer do fogo e não sentia frio, mas ela sim. Ao chutar a porta uma corrente de ar frio gélida irrompeu com o pouco calor que havia no local, a fazendo bater os dentes.

–Frio, frio, frio, frio...- voltou a murmurar.

Ela correu em direção a Zeref se sentando em seu colo enquanto se espremia contra seu peito, e suas mãos passaram pelas fendas entre os botões do sobretudo buscando as aquecer.

Zeref quase teve um enfarte. Lucy estava reclamando do frio dês de que o inverno tinha começado, mas não pensava que a situação era tão critica. Quando os dedos finos entraram em contato com a sua pele por baixo do sobretudo, realmente pensou que congelaria.

Conteve a reação automática de seu corpo para afastá-la mas não conseguiu conter a careta.

–Por Deus Lucy! Cadáveres têm uma temperatura mais alta que a sua!- Reclamou enquanto a envolvia em seus braços para esquentá-la.

E, de certa forma, tinha razão. Cadáveres eram mais quentes.

Sentiu as mãos delicadas se instalarem nas partes mais quentes de seu abdômen e peito, estremecendo com o toque gélido.

Uma de suas mãos subiu puxando o rosto feminino para a curva de seu pescoço, fazendo outra careta ao sentir a ponta do nariz gelado em seu pescoço. Lucy não estava brincando quando disse que iria congelar.

Olhou para o resto da guilda. Incrível, nem mesmo em dias como esse eles paravam de festejar, ou de brigar. Uma muvuca de punhos se instalou na área principal, Cana bebia seu enésimo barriu. Guildarts estava se vangloriando de como sua filha era linda, e Levy estava lendo. Suspirou. Tinham acabado de chegar, mas Lucy estava virando uma estatua.

Sua preocupação com ela era maior.

A ergueu em seus braços,-- o que só fez com que ela se apertasse mais contra si.—e foi para o balcão.

–Mira-san.- chamou. Não demorou para que a albina virasse em sua direção.- Eu já vou indo!- informou-a educadamente.

–Ore, ore.- Murmurou.- Mas assim tão cedo? Acabaram de chegar!- questionou.

Os olhos azulados passaram para seus braços vendo Lucy encolhida neles e logo compreendeu.

–Está parecendo que ela vai congelar!- esclareceu.

Mira suspirou.

–É sempre assim. A Lucy é extremamente sensível ao frio!- concordou lembrando-se das missões nos Alpes congelados que ela costumava ir. Zeref apenas sorriu fraco.- Leve- a para casa antes que eu a confunda com uma das estátuas de Gray... E Juvia a destrua por pensar que foi ele que fez!- completou.

–Obrigado!- agradeceu.

Em seguida, os teleportou para o pequeno e aconchegante apartamento da loira. Se saísse com ela no frio iria piorar a situação. Teleportar-se sempre foi uma habilidade útil.

A colocou no chão e em meio segundo ela já estava debaixo de três edredons.

–O-obrigada!- agradeceu em meio às toneladas de cobertores.

Zeref rolou os olhos.

– Vou tomar banho. Depois você pode hibernar na água quente da banheira!- brincou.

–Hey!- Exclamou enquanto o via fechar a porta do pequeno cômodo ligado ao quarto.

O mago não demorou muito. Ficou no Maximo 15 minutos no banho para ceder lugar à desesperada por água quente que estava lá fora. Mal saiu do banheiro e um vulto loiro passou por si.

Apenas soltou uma risada em meio a um suspiro, enquanto balançava levemente a cabeça. Ela era uma maluca escandalosa, mas a amava incondicionalmente.

Colocou uma calça de moletom negra, e uma blusa de frio fina, que se colava em seu corpo. Colocou um pouco mais de lenha na lareira, para que não estivesse tão frio quando ela saísse. Desceu para a cozinha pensando em fazer algo para o jantar. Teria de ser algo quente e que impedisse Lucy de pegar uma futura gripe, então faria uma boa e velha sopa.

Colocou o macarrão do tipo pene* no fogo, e enquanto não ficava pronto começou a picar alguns legumes. 400 anos morando sozinho lhe trouxe algumas vantagens.

A faca trabalhava com a agilidade e a rapidez de um profissional. Não demorou para que a sopa estivesse pronta. Arrumou a mesa, tampou a panela e a colocou dentro do forno para reter o calor e não esfriar. Lucy estava no banho a mais de meia hora, até tirá-la de lá a sopa teria esfriado.

Revirou mais uma vez os olhos já se preparando para tirá-la do lugar “quentinho” que ela deve ter arrumado.

–Lucy vem jan...- parou assim que abriu a porta quase engasgando com a própria saliva.

Assim que entrou no quarto viu Lucy com uma camisola de frio deitada na cama enquanto lia. Até ai tudo bem. Mas quando viu o titulo queria pensar de todas as formas que era apenas um pesadelo...

“O Livro de Zeref.”

Aquela capa o lembrava de todos os motivos que tinha para ser privado da felicidade. Sua maldita magia já tinha tirado esse sentimento de tantos...

Seus olhos se arregalaram ao ver que o livro que Lucy lia com tanto interesse, era algo com o qual se martirizava por um dia ter criado.

De repente o livro foi tirado das mãos da maga.

–Hei!- protestou.

Ele ignorou.

–Onde conseguiu isso?- Perguntou direto e levemente irritado enquanto erguia o livro.

–Shinuky veio aqui assim que sai do banho. Ela me disse que não era para chamá-la em lugares frios e me deu o livro para te entregar!- respondeu sincera enquanto se sentava na cama com as pernas cruzadas.

Zeref trincou os dentes. Com toda certeza Shinuky estava com os dias contados.

–Era para me entregar e não para ler!- Resmungou.

Lucy inflou as bochechas, também levemente irritada.

–E qual é o problema em ler?- questionou balançando os braços e logo em seguida cruzando-os sobre o peito e encarando o edredom, envergonhada. — É interessante!- Murmurou constrangida desviando o olhar.

O Mago arregalou tanto os olhos que eles quase saltaram para fora. Ela disse que o seu livro era interessante?

Bufou enquanto se sentava na cama olhando para a capa do livro. Lucy era Lucy afinal. Sempre o surpreendia. E não conseguia se irritar com ela. Ao menos não por muito tempo.

Sentiu um peso se deslocar no colchão e depois dois braços finos envolveram, por traz, o seu pescoço, enquanto um singelo beijo era depositado em sua bochecha.

Outro suspiro.

–Não... era para você achar interessante!- murmurou quase inaudível.

Uma de suas mãos subiu para afagar um dos braços finos que envolviam seu pescoço.

–Mas todas essas criações são incríveis Zeref.- respondeu convicta.- Só... foram mau usadas!- concluiu.

Realmente eram impressionantes. Não era qualquer um que conseguia criar as magias descritas no livro com tão pouco. Eram impressionantes, porem mal utilizadas.

–Eu... quero saber como e por que você as criou...- falou hesitante.

Fechou os olhos tombando para trás e encostando a cabeça no ombro de Lucy.

Sabia que ela iria lhe perguntar isso.

Lucy Heartphilia era a pessoa que mais sabia a seu respeito. Ela sabia absolutamente tudo sobre si... menos essa parte em particular. Tomou cuidado para não lhe dizer muito sobre o passado, como quando escreveu esse livro. Não era agradável se lembrar sobre seu poder, ou de suas criações.

–Por favor...- suplicou em seu ouvido.

Respirou fundo colocando o livro em cima do criado. Sentou-se melhor na cama voltando a recostar a cabeça no ombro de Lucy.

–Pergunte!- Cedeu se rendendo.

Lucy mordeu o lábio buscando a pergunta correta para iniciar o assunto. Estava entusiasmada.

–Por que... por que você o escreveu?- perguntou começando por um motivo mais simples, mas não menos importante. Sua curiosidade se remoia dês de que abriu o livro e leu suas primeiras páginas... talvez até quando viu o titulo na capa.- Quer dizer... o que o levou a pesquisar e a criar todas essas magias?- perguntou em conjunto para que entendesse exatamente o que queria.

O rosto do mago se retorceu em uma careta. Essa pode até ser a pergunta menos complicada, mas era igualmente medonha na resposta. Respirou fundo fazendo uma pausa e escolhendo bem as palavras.

–Nunca houve um... motivo específico. – falou pausadamente em um sussurro.- Minha magia sempre foi muito boa em... anexar e adaptar-se a outras magias.-Tentou explicar, mas por fim, suspirou.- Eu não sei como explicar.- confessou. –Eu apenas sei o que minha magia pode ou não fazer, como se ela tivesse me enviado um manual de instruções!- Terminou de maneira simples, sem saber com o que compará-la exatamente.

O queixo de Lucy se enterrou em meio à cabeleira negra enquanto pensava. Queria saber mais. Queria entende-lo, compreende-lo, saber tudo sobre ele e amá-lo de todas as formas possíveis. Sentia dentro de sua alma todas essas necessidades crescerem. Sabia que era a única a saber de praticamente tudo a seu respeito, e gostava disso. Dava-lhe a sensação de que era confiável. Mas ele raramente lhe contava sobre suas escolhas do passado.

Ela sabia que isso não se devia ao fato de ele não confiar nela, mas sim por medo de assustá-la. Mas ela queria saber.

–Então me mostre!- pediu baixinho sussurrando em seu ouvido.

Zeref ficou imóvel. Imaginá-la sentindo e vendo como sua magia realmente era, como ela era mortal e do que era capaz de fazer, lhe dava calafrios.

–Lucy...- suplicou.

–Por favor. — Murmurou baixinho enquanto distribuía beijos por seu rosto.- Por favor, por favor, por favor. Eu quero ver e sentir.- disse lhe dando um selinho nos lábios enquanto se sentava em seu colo, sendo envolvida por seus braços.- Por favor me conte!- pediu pela ultima vez lhe dando outro selinho.

Realmente detestava quando ela lhe pedia coisas assim. Mas nunca conseguia negar, ainda mais quando se tratava de si mesmo. Coisas simples que ninguém nunca quis lhe perguntar.

A puxou para um beijo ardente, se rendendo por fim. Iria contar e mostrar tudo o que ela queria saber, mas iria fazer isso de outro jeito. Estava frio, não estava?

Uma de suas mãos adentrou por baixo do tecido sedoso do pijama, e a outra, que antes estava em meio aos fios dourados, desceu passando pelo pescoço, ombros, percorrendo toda a extensão do braço, até chegar à mão fina e delicada, a qual entrelaçou seus dedos.

Lucy interrompeu o beijo e Zeref passou para seu pescoço. Quando a maga olhou para suas mãos entrelaçadas teve de conter o gritinho de surpresa. Sua mão, assim como a dele, estava envolta em magia das trevas.

Já tinha sentido sua magia antes; inúmeras vezes, mas não na mesma intensidade.

A magia que estava concentrada em sua mão começou a se espalhar por seu corpo. Fechou os olhos ao sentir cada nervo de seu corpo, sucumbir à magia que se alastrava em sua pele e aos beijos suaves depositados em seu pescoço.

Era magnífico. Não sabia ao certo descrever a sensação, mas era como se aquela magia atendesse a todos os seus desejos, fizesse tudo que lhe for ordenado. Se sentia nas nuvens enquanto aquela massa poderosa e negra lhe circundava.

De certa forma conseguia sentir o quão mortal aquela magia era. Como se fosse capaz de exterminar tudo, causar medo, trazer a morte, se adaptar a cada desafio imposto, adaptar-se e evoluir para massacrar seus inimigos.

Mas, também de certa forma, sentia que ela não queria lhe machucar. Sentia que ela queria satisfazer todas as suas vontades, como em um gênio da lâmpada. Sentia ela lhe proteger, lhe confortar e, estranhamente, lhe amar. Sentia como se fosse algo vivo.

Se deixou levar por ela. A mão que não estava entrelaçada subiu ate os fios negros, mergulhando os dedos neles, e os entrelaçando.

Abriu os olhos novamente, e viu o cômodo inteiro tomado pela magia negra, como se formasse uma bolha, e os isolasse do resto do mundo em um lugar apenas deles. Sem frio, sem incomodações, problemas ou interrupções.

Era um pequeno mundinho temporário que pertencia apenas aos dois, e que iriam realizar todos os seus desejos.

A mão masculina subiu por baixo do pano fino e se fechou sobre o seio avantajado em posse evidente. Seus lábios voltaram aos dela, enquanto sua outra mão se desentrelaçava e se firmava na cintura fina, a puxando para si.

Quando o ar acabou, Zeref voltou ao pescoço fino. Lucy se sentia incomodada. Queria que suas roupas desaparecessem logo, assim como as dele. E como se tivesse feito um pedido, a magia negra que a envolvia as fez desaparecer. Não sabia como nem o que aconteceu com ela, mas sinceramente nem se importava.

Suas mãos se apoiaram nos ombros largos, os apertando enquanto arfava e gemia baixinho. Sentiu os lábios descerem por sua clavícula com beijos suaves, chegando no vale de seus seios.

Depois de depositar um beijo suave em um dos bicos, Zeref sugou a carne macia com veemência enquanto soltava um suspiro satisfeito. Lucy gemeu e fechou os olhos enquanto fincava as unhas bem feitas em seus ombros e costas.

Nunca iria imaginar que ele iria lhe responder dessa forma e permitiu que uma parte menos coerente de seu cérebro cogitar verdadeiramente a vontade de que ele lhe respondesse dessa forma todas às vezes. Não se censurou, pelo menos não neste momento.

A maga enfiou as mãos nos cabelos negros outra vez, para puxá-lo para seus lábios, sem pudores, em um beijo longo e demorado. Zeref desceu suas mãos pelo corpo escultural até chegar nas coxas fartas, onde as agarrou com firmeza, a ergueu de leve e a deitou na cama- O único cômodo que restou naquela pequena bolha particular.

Os dedos finos também começaram a descer, contornando os ombros, os braços, voltando e seguindo cada músculo do mesmo, para descer novamente, porem dessa vez pelo peito malhado o marcando com pequenos vergões. Passou pelo tórax e desceu até chegar aos gomos do abdômen, onde seus dedos procuravam e exploravam minuciosos todos os contornos.

Cada vez que as unhas finas cravavam em seus músculos, Zeref gemia em um som rouco e anestesiado de prazer.

Era doce a loucura que compartilhavam em meio a uma esfera de magia. De tudo o que sentiam, uma coisa era incontestável: Nada era maior que o amor que sentiam.

Zeref se encaixou perfeitamente entre as pernas de Lucy, para penetrá-la de uma só vez, os obrigando a cessar o beijo para que pudessem soltar uma lufada de prazer. Sem demora, os movimentos começaram, assim como os delírios prazerosos.

Pouco a pouco começaram a se tornarem mais rápidos e ritmados. Ambos sentiam a corrente elétrica atravessar seus corpos de maneira viciante e quase deixando seus músculos dormentes. A Magia Negra os envolvia cada vez mais a medida que as sensações se tornavam mais intensas, dominando suas mentes e só os tornando capazes de sentir aquilo que mais queriam dar um ao outro: Amor.

Depois de algum tempo, os movimentos cessaram dando lugar a dois gritos prazerosos e uma avalanche de sentimentos impossíveis de serem contidos que os levaram a desabar sobre o colchão macio com as respirações pesadas, enquanto aguardavam se recuperarem um pouco as energias.

Pouco a pouco, a cúpula negra foi desaparecendo. A magia foi se dissipando e tudo voltou ao normal. O mundinho particular se foi, e “voltaram” ao apartamento.

Mas com certeza voltariam para a cúpula particular algum dia.

Após alguns minutos recuperando o fôlego, Zeref se jogou ao lado da maga e a puxou para seus braços. Não foi muito fácil se concentrar e impedir que sua magia se expandisse já que a mesma agia, em grande parte das vezes, de acordo com seus sentimentos.

Lucy se alinhou, jogada em seu peito, tomando fôlego para conseguir falar.

–Viu só?- murmurou de olhos fechados, ainda com a respiração desregular. — Sua magia é linda!

Essa era sua opinião final. Ele não levava a capacidade de sua magia de criar coisas novas e fazer coisas incríveis como ela imaginava; ele levava em conta aquilo que ela já tinha feito, no passado. Para Lucy o passado não conta, pois está morto e não pode ser mudado.

–Lucy, você é a única que consegue ver isso em minha magia.- confirmou com os olhos fechados as exatas palavras que ela sabia que diria.- As pessoas ainda sentem medo de mim. Eu não ligo para elas, dês de que você não tenha medo!

A resposta veio rápida.

–Eu nunca vou ter medo de você.- confirmou sentindo seu corpo se levantar e abaixar conforme a respiração do mago.- Isso é um medo fútil. E as pessoas também não tem que ter medo de você!- confirmou de olhos fechados enquanto fazia círculos com o indicador no braço direito do mesmo.

Suspirou abandonando a tentativa de convencê-la que de algum modo divino e milagroso, somente ela o via com olhos diferentes. Deus sabe como ele torcia todos os dias para que ela nunca perdesse esse dom, mas as outras pessoas não o olhavam assim. Talvez a única exceção a regra fossem os amigos dela na guilda.

–E qual seria seu medo fútil?- perguntou para descontrair.

–Não, negativo.- Murmurou a loira se erguendo e saindo de seus braços o fazendo abrir os olhos e a questioná-la, sem compreender, com o olhar.- Esta é a minha seção de perguntas!- disse esticando o braço e voltando a pegar o livro em cima do criado.

Zere ergueu o tronco, virou o travesseiro na vertical, para que pudesse continuar deitado, porem em uma posição melhor, se recostando na cabeceira da cama. Lucy se deitou de volta em seu peito, trazendo o livro e a coberta, que puxou sobre os dois corpos desnudos.

–E qual é o problema de eu lhe fazer perguntas também?- questionou. Era uma pergunta particularmente simples, enquanto as que ela faria eram muito mais complicadas.

Seu passado o irritava enquanto fascinava Lucy.

–Que é a minha seção de perguntas!- reafirmou.

–Eu também quero lhe perguntar, então nada mais justo que a cada pergunta sua eu possa perguntar também!- Contestou.

Seu argumento era bastante plausível. Uma pontada de irritação atingiu Lucy. Não gostava dessas perguntinhas simples. Em seu caso, grande parte delas, tinha respostas vergonhosas. Mas não mudava o fato de que ele tinha razão.

–Que seja!- murmurou levemente contrariada.

Abriu o livro com um conhecimento exímio percorrendo as páginas como se tivesse lido o livro inteiro inúmeras vezes e soubesse exatamente o que procurava. Começou mais ou menos pela ordem que as criações dele entraram em sua vida.

–Aqui.- falou parando em uma das páginas e apontando para um dos desenhos ilustrando a criação que ficava ao lado das instruções de como criá-la e embaixo do titulo da mesma.- Lullaby!- Sussurrou o nome no titulo.

–Negativo.- Murmurou o mago passando os braços envolta da sua cintura e enterrando o queixo no topo de sua cabeça.- Você me deve uma pergunta. Qual é seu medo fútil?- refez a questão.

Lucy mordeu o lábio com raiva. Essa era uma das respostas vergonhosas a qual não queria pronunciar, mas estava tão curiosa a respeito das criações que teria que falar.

–Depende.- Começou a contra gosto.- Quando era criança eu tinha medo de agulhas!- Terminou corada de vergonha.

–Agulhas?- repetiu o mago risonho.

–É. Agulhas.- repetiu áspera e envergonhada, mas logo elaborou a explicação.- Eu odiava tomar vacinas. Dói muito mais do que as enfermeiras dizem, e o tamanho da agulha é desnecessário. Poderiam ser muito menores e menos assustadoras!- Murmurou se defendendo enquanto estremecia de leve.

“Dói como uma picada de mosquito!” Lembrou delas falando. Você não sente um mosquito lhe picar, por isso eles picão, mas as agulhas? Ah, essa você sente muito bem.

–E qual é seu medo fútil atual?- murmurou se esforçando para não rir.

Agulhas. Com tanta coisa para temer tinha de ser agulhas?

–Não.- contrariou.- É uma pergunta por vez. L-u-l-l-a-b-y?- voltou a questionar pausadamente enquanto batia o dedo indicador na ilustração do livro.

Zeref revirou os olhos. Como era teimosa. Era uma pergunta simples.

–Se eu lhe contar, vai me dizer o porquê de ter escolhido essa?- perguntou enquanto a apertava mais em seu abraço.

Lucy pensou um pouco. Não era uma pergunta fútil e nem segredo para ninguém. Acenou positivamente. Zeref respirou fundo.

–Quando eu estava começando a descobrir do que minha magia era capaz de fazer, comecei a andar por ai.- comentou.- Teve um dia que eu vi um flautista comandar uma cobra em uma feira, e pois mais ridículo que o truque possa ser ele me fez lembrar o quanto a música pode tocar as pessoas. Pode controlar seus sentimentos, fazê-las mudar de humor etc.Então eu pensei: “Por que não usar a musica para comandar as pessoas?”

“ Seria algo muito útil. Consegui criar Lullaby e foi um sucesso. Conseguia controlar as pessoas e fazer com que ela fizessem o que eu quisesse. Mas como sempre minha magia conseguiu dar outras utilidades a ela. Era possível matar pessoas com a musica, e no fim foi isso o que aconteceu. Lullaby se tornou uma criação viva e poderosa, podendo matar tudo que ouvisse sua melodia!”

Lucy refletiu um pouco. Por mais maquiavélico que possa ter sido, era uma idéia brilhante. A musica sempre teve o poder de tocar a mente e os sentimentos das pessoas.

–Por que Lullaby?- perguntou-a.

–Hãn? Ah, sim.- falou saindo de seus devaneios.- Foi a primeira criação sua que eu vi... Muito mal educada, diga-se de passagem.- Murmurou contrariada ao se lembrar do quanto a flauta era... resmungona, talvez? Chata também com certeza.- Ela tentou nos matar a alguns anos atrás!- terminou indiferente.

Zeref arregalou os olhos.

–O que?

–Erigor tentou usá-la para matar todos os mestres de guilda em uma das suas reuniões já que sua guilda foi expulsa e considerada uma Dark Guild por ainda aceitar pedidos de assassinato.- resumiu.- Seu plano não deu certo, Natsu lhe deu uma surra e depois Lullaby se transformou falando que éramos covardes demais para usá-la ou algo do gênero.- Falou como se não fosse nada enquanto os olhos de Zeref quase saltavam para fora.- Natsu, Gray e Erza explodiram ela junto com umas 3 montanhas e o lugar de reunião dos mestres!

Zeref a apertou mais em seus braços como se algo terrível fosse acontecer.

–Tenho dó da Lullaby.- murmurou baixinho, mas logo mudou de assunto.- Qual é o seu medo fútil atual?

Lucy estremeceu.

–Não da para mudar de pergunta?- resmungou chorosa.

–Não!

Lucy travou a mandíbula, fechou os olhos e falou de uma vez, como se confessasse um crime.

–Ratos!-Disse estremecendo.

Zeref não conseguiu conter a risada breve que sacolejou os dois corpos.

–Não ria.- reclamou.- Eles são repugnantes. Fazem aqueles barulhinhos horríveis e são muito nojentos. Eles não morrem nem mesmo com uma facada e quanto mais você mata mais aparece!- Murmurou indignada.

Em menos de 24h os roedores portadores de inúmeras doenças já se tornavam milhares.

–Só falta você ter medo de baratas!- ironizou.

–Não tenho medo de baratas. É só esmagá-las e pronto. Não da para fazer isso com aqueles... roedores nojentos!- Murmurou estremecendo de novo.

Zeref revirou os olhos sem mais comentários. Não possuía nenhum medo de Demônios ou monstros, mas míseros roedores e agulhas era outra história.

Lucy voltou a foliar o livro com um conhecimento exímio do mesmo. Não demorou para que parasse de repente em uma das paginas.

–Torre do Paraíso!- Murmurou se virando e olhando para ele enquanto seu indicador batia na ilustração.

Outro suspiro. Estava suspirando demais hoje.

–Essa torre foi uma tentativa de contrariar a própria natureza da minha magia.- começou. Não gostava muito dessa.- Antes de eu começar a perder o controle, eu tentei criar algo que pudesse trazer a vida, ao invés de apenas tira-la. Consegui fazer funcionar, eu poderia trazer qualquer um de volta a vida, mas tinha um erro. O preço pela vida na magia é o mais auto de todos, então se eu quisesse trazer alguém de volta, teria de continuar matando!- Murmurou sem emoção na voz.

Outra grande criação. Quem não gostaria de trazer entes queridos de volta? Até mesmo Lucy se pegava pensando na vontade de trazer sua mãe de volta por causa da saudade que a consumia as vezes. Mas era errado tirar a vida de alguém para trazer outros por mero egoísmo.

–Foi nessa época que encontramos Jellal.- contou para quebrar o clima.- Erza já tinha sido obrigada a trabalhar em uma torre dessas uma vez. Foi nessa época que eles se conheceram.- comentou dando uma leve risada ao se lembrar das competições que ela fazia com o próprio cabelo quando o via.- Ele ficou um pouquinho doido por causa daquela lacrima estranha.- Disse enquanto apontava a mesma na ilustração do livro.- Mas foi legal. Foi assim que Juvia entrou na guilda... Embora na época ela me odiasse por achar que eu gostava do Gray!- Falou com pesar e uma gota na cabeça.

Zeref soltou uma risada nasalada breve. Odiava o fato das pessoas fazerem replicas de suas criações, e as vezes destruírem famílias inteiras.

–Não vai perguntar?- Indagou Lucy em meio a um bocejo.

Estava começando a ficar cansada. O mago jogou a cabeça para trás, pensando, enquanto a encostava na cabeceira da cama.

–Eu não sei o que perguntar!- respondeu por fim.

Na verdade sabia, mas isso a levaria a uma questão muito mais profunda.

–Vamos, eu sei que você tem algo. — murmurou.- Pergunte!

Ajeitou-a mais em seus braços enquanto procurava um modo de dizer isso.

–Por que você não me odeia?- questionou, mas logo em seguida reformulou a pergunta. — Quer dizer, mesmo que as pessoas não me conheçam elas sabem o que eu fiz, e não foram coisas boas muito menos perdoáveis, mas você nunca teve medo de mim.... Por que você não me teme?- terminou com a curiosidade fervendo por traz da voz.

A maga parou um pouco para que pudesse pensar. Teria de formular uma resposta com a qual ele entendesse seu ponto de vista.

–Eu não sei ao certo o porquê eu nunca tive medo de você.- confessou sincera.- De alguma forma, nunca existiu nenhum alerta como “Ei, fique longe dele!” ou “Perigo, perigo. Sujeito perigoso!” apitando no meu subconsciente quando te encontrei ou quando estou perto de você. Dês de pequena eu aprendi que as pessoas são muito mais do que aparentam, Zeref, e quando eu passei a te conhecer melhor... os boatos simplesmente saíram da minha cabeça!- falou se ajeitando melhor na cama.

Houve uma pequena pausa.

–Veja o Natsu por exemplo. Se eu fosse acreditar nos boatos que ele era apenas um destruidor sem fim eu nunca teria entrado na Fairy Tail, e possivelmente nem te conhecido.- Murmurou.- Natsu é um destruidor maníaco de cidades, e não há nada que eu possa fazer quanto a isso, mas ele também é um ótimo amigo e uma pessoa incrível.- comentou com os olhos brilhantes ao se lembrar do companheiro de equipe.- Você é uma pessoa assustadora as vezes.- confessou ao se lembrar das crises de ciúmes que aconteciam ocasionalmente.- Mas também é a pessoa mais talentosa que eu conheço, e acima de tudo é a pessoa que eu amo. Não me importo com boatos ou com o fato de você ser assustador. Eu não tenho medo de você por que o conheço, e o amo talvez até antes de admitir esse sentimento!- respondeu finalmente.

Olhou para cima vendo-o com os olhos fechados e um sorriso nos lábios.

–Obrigada Lucy!- Sussurrou.

–Não há o que agradecer. — falou sorrindo.- Eu te amo seu bobo.- Murmurou bocejando outra vez. Foliou o livro e parou em outra página, uma das paginas que mais a interessava. O portal do tempo. Criação que usava sua magia para funcionar.- Essa!- falou apontando para a ilustração.

Sorriu. Gostava um pouco dessa.

–Eu gostava de ver as estrelas e o céu.- Comentou. Não era uma surpresa. Quando decidiu se isolar do mundo seu passatempo favorito e que o livrava das angustias era se deitar e olhar o céu. Encontrou Lucy dessa maneira.- Quando eu pesquisei sobre as magias primárias a Celestial me chamou a atenção. Eu achei impressionante o fato da existência de outras dimensões, outras vidas e formas diferentes de tempos. O tempo é apenas uma criação humana que na realidade não existe, e os seres que aprendem a “viver” nele se tornam atemporais.

“As estrelas não contam os anos e nem definem os séculos. Elas apenas iluminam o que esta a sua volta sem se importar se há um fim ou um começo. Eu comecei a pesquisar essa intangibilidade ao tempo e criei um portal temporal. Algo que me permitiria corrigir um erro se necessário, porem esse poder possui várias conseqüências. Por isso ele foi tão bem selado. Então eu decidi dar as pessoas que traziam os espíritos para essa dimensão a capacidade de decidir o que fazer com ele e selei o portal com as chaves do Zodíaco!”

Lucy novamente se sentiu menos sábia. Se considerava uma pessoa inteligente. Tudo bem, ele usou grande parte das criações do livro para destruir reinos inteiros mas, ele era um gênio. Todas as criações descritas naquele livro poderiam ter várias aplicações. Claro, o conselho jamais deixaria por que não eram todos que pensavam dessa maneira, mas isso não diminuía o fato de elas serem brilhantes.

Bocejou novamente sentindo as pálpebras pesarem. O frio que fazia do lado de fora e o corpo quentinho de Zeref eram quase como um sedativo para o sono. Mas iria ser forte.

–Próxima!- falou sonolenta enquanto foliava novamente o livro.

Uma mão segurou o livro a impedindo de foliar.

–Lucy, você está cansada.- afirmou.- O livro não vai sair correndo. Continuamos amanhã!- sugeriu.

Bufou contrariada como uma garotinha teimosa.

–E quem me garante que você já não inventou uma magia que o faça sair correndo e eu nunca mais possa Le-lo?- contrariou.

Poderia estar cansada mas ainda queria saber. Era bem capaz de ele sumir com o livro até amanha.

–Eu prometo não sumir com o livro!- Murmurou de maneira arrastada enquanto revirava os olhos.

Realmente tinha vontade de sumir com aquele livro, mas Lucy ficaria chateada o que o faria entregá-lo a ela novamente. Poderia queimá-lo, porem ela iria ficar triste por não alimentar sua curiosidade, e odiava vê-la triste mais do que revirar o passado. Não iria fazer nada, apenas uma pausa saudável para suas mentes.

A maga o olhou erguendo as sobrancelhas loiras desconfiada. Olhou nos olhos vermelhos e viu que ele falava a verdade. Soltou um gemido contrariado, mas desistiu e se acomodou no peito desnudo para dormir.

–Está bem!-Bufou sonolenta.

Zeref colocou o livro no criado outra vez, antes de afundar na cama e envolve-la com seus braços. Por mais que fosse irritante, adorava aquela teimosia crônica que ela tinha. Beijou-lhe o topo da cabeça e fechou os olhos.

–Boa noite.- Murmurou.- Não se preocupe, ratos e agulhas não vão te visitar!

Sentiu um tapa em seu braço e soltou uma risada.

–Boa noite irritante!- respondeu-o.

–Eu sou o irritante?- questionou retoricamente com um sorriso.

Lucy deu de ombros. Não importava se ela fosse à irritante, iria chamá-lo de irritante. Esse foi um dia bem interessante. De uma forma milagrosa ele a fez para de odiar o frio e passar a amá-lo, dês de que todos os invernos fossem assim. E ele dizia que só fazia as pessoas odiarem.

–Zeref?- chamou baixinho.

–Hum?

– Eu nunca vou ter medo de você. Eu te amo!

“Chorar sobre desgraças passadas é a maneira mais segura de atrair outras!”

Notas finais
Finalmente aeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee XD Depois de tantos avisos pelo o que aconteceu ELE CHEGOU. * Deve ser meio monótono para os apreciadores de ação esses caps, mas não se preocupem: O proximo cap é o ultimo especial e depois eu retomo a história e a partir de agora vai ter MUITA ação. E vcs vão descobrir alguns segredos. *Tem muita gente que não andou prestando atenção nos detalhes finais do cap ### MUAHAHAHA Não vou falar. Descubram sozinhos. * Eu queria agradecer o apoio de vocês sobre o quase plagio ou no caso acidente que me foi devidamente explicado então não se preocupem. Vocês me ajudaram muito com INCRÍVEIS MAIS DE 20 COMENTÁRIOS HURUUUUUUUUUUUUUUU AEHHHH EU AMO VOCÊS XD * Teve um tanto de gente me pedindo a Shinuky emprestada e eu concedi. Irei passar os nomes das fics para vcs no proximo cap, e se vcs verem a Shinuky em outra fic sem ser as que eu vou dizer ME DIGAM! * A partir de agora para a felicidade de vcs os caps serão betados. Algumas pessoas se disponibilizaram e eu entrarei em contato em breve XD (eu não esqueci de vcs.) * Graças a infeliz copa (Deus me livre de BH Quando essa porcaria chegar) Eu terei gloriosos 34 dias de férias. Planejo dedicar grande parte deles a vcs XD XD Bjs Vou respondê-los e os da outra fic tambem XD Bjs