A cavaleira binária

5 Capitulo 5: Morte


O satélite que usa minúsculas balas teleguiadas disparou descartando vários cartuchos ao espaço enquanto no chão a cavaleira lutava pela vida com sua robô que dava vários golpes

–Eu sinto muito – falou Eliza enquanto tentava esfaquear alguém que ela ajudou a criar.

–Não se preocupe, vai ficar tudo bem eu tenho um plano. Eu te amo Eliza, você foi como uma mãe pra mim – A cavaleira pensou um pouco – A morte não e o fim e sim o começo.

Quando terminou de falar os tiros a atingiram seu corpo causando grandes danos internos capazes de causar morte instantânea. A cavaleira ficou de pé por alguns segundos antes de cair no chão. Eliza recuperou o controle do seu sistema e correu em direção ao corpo ensangüentado da Cavaleira. Sem saber o que fazer Eliza pegou o corpo o levou até o tanque e dirigiu de volta pra o esconderijo que estava destruído pelo fogo das metralhadoras dos Drones. No andar subterrâneo havia várias cápsulas de conservação onde corpos podiam ser armazenados por milhares de anos sem apodrecer um centímetro.

–eu vou sentir sua falta Cavaleira. Só lamento não saber seu nome mais eu prometo que vou pegar o assassino fantasma e vou fazê-lo pagar...

Eliza colocou tirou o capacete da Cavaleira revelando que ela morreu com os olhos abertos. Ela tinha olhos com a cor vermelha, pele pálida e cheia de marcas. Eliza colocou a cavaleira dentro da cápsula junto com alguns de seus brinquedos de pônei.

–Adeus cavaleira binária... Eu te amo filha...

A robô saiu chorando e entrou no trailer. Ela dirigiu até a sede do CICC onde afirmou ser Eliza a ajudante da Cavaleira e exigiu ser presa

Londres, Inglaterra

Pâmela e sua equipe conseguiram sobreviver à explosão mais o equipamento foi seriamente danificado restando apenas alguns computadores de pulso e algumas pistolas de energia dirigida

–agora eu entendo porque a cavaleira não pegou esse cara ainda. Ele e muito bom – disse Jaqueline.

–e agora Pâmela o que vamos fazer? Perguntou Galileu preocupado.

Enquanto Pâmela pensava ela recebeu uma mensagem afirmando que a Cavaleira binária estava morta e que sua robô estava de custodia no prédio da CICC. Nesse momento sua única opção era voltar para a America do sul.

–vamos voltar para a base da CICC para interrogar a robô ajudante da Cavaleira binária.

–como assim? Eles estão com ela? – perguntou Rafael

–sim estão e a cavaleira esta morta... – Pâmela tinha um misto de decepção com alegria porque apesar de seu objetivo estivesse concluído ela ainda não tinha provado que era melhor.

Todos ficaram chocados afinal ninguém esperava que ela fosse capturada e muito menos morta. Jaqueline mandou uma mensagem pedindo resgate que chegou pouco tempo depois e os transportou rapidamente para a base onde Pâmela se dirigiu até a sala de interrogatório enquanto sua equipe observava através do vidro inteligente.

–me fale sobre a investigação da Cavaleira. Ela estava indo bem?

–sim estava – afirmou Eliza ainda triste – ela descobriu que o Hacker esta em paris mais não conseguiu determinar o local exato porque ele interrompeu a conexão e nos atacou com drones.

–então ele não e inglês?

–acho que não ou talvez ele tenha se mudado pra França...

–eu sei que você ainda esta abalada mais onde esta o corpo da Cavaleira?

–esta onde você nunca vai encontrar.

–você gostaria de se juntar a investigação – perguntou Pâmela que apesar de não gostar nada ter a ajuda de um raro robô de 6° geração era valioso demais para desperdiçar.

–claro eu quero pegar o Ghostkiller tanto quanto você.

–ok

Pâmela levou Eliza até uma estação de trabalho cheia de terminais de computador e equipamentos de alta tecnologia onde ela começou a trabalhar para criar um modo de quebrar a segurança do site sem que o assassino notasse.

Paris, França

Um homem anda pelas ruas da cidade que hoje se tornou uma gigantesca favela. A guerra pela água destruiu toda a Europa transformando os países ricos e modernos em buracos de rato afinal tudo que e bom um dia acaba. Ele olha vê em um painel holográfico a noticia de que a Cavaleira estava morta. Tirando seu capuz ele revela seu cabelo curto, pele pálida e olhos naturalmente vermelhos.

–ela morreu. Agora nada pode me deter – disse rindo com um rosto de psicopata – agora vamos continuar com a minha matança e depois com o dinheiro eu vou me mudar desse país de merda que se tornou a França.

Em sua mente ele lamentou o que aconteceu por causa da geração do inicio do século 21 que hoje e conhecida como os palhaços burros do capitalismo. Eles poderiam ter evitado isso mais por causa dos erros dessas pessoas 4 bilhões morreram e o fantasma da poluição ronda o mundo sem petróleo.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.