Notas iniciais
mais um capitulo... esse ai foi pequeno, porem bem tenso.

Já é de manhã, os pássaros cantam, o sol da manhã brilha imponente, os grilos criquilam, as chamas do fogão a lenha crepitam, quase todos os alunos ainda dormem, o professor saiu para o meio da mata e ninguém sabe quando ele vai voltar, e Ana está com uma arma apontada para Eduardo.

–Ana, abaixa essa coisa.

–Me deixe em paz Eduardo, é minha, EU achei.

–Onde você achou isto?

–Estava enterrada em baixo de uma arvore, numa caixinha de madeira.

–Como você soube que ela estava lá? –questiona o garoto- Estava cavando em baixo de arvores?

–Anna me disse

“Como se tudo isso já não fosse suficiente, ainda tenho que aguentar uma garota louca com uma arma apontada para mim. Será que ela ao menos sabe desbloquear a trava de segurança?” – Pensou Eduardo.

–Ana, como você pode ter dito isto a si mesma?

–Não fui eu babaca, foi a outra Anna.

–Você é a única Ana aqui.

–Não sou não.

“Ótimo, ela está realmente louca” – concluiu Eduardo.

–Nossa! Uma arara ali, veja! – sugere Eduardo

Assim que Ana se vira para olhar tal ave, Eduardo pula sobre ela, derrubando-a de costas no chão e fazendo a arma escapar de sua mão.

–Aii – grita Ana – Você me machucou.

–Você estava com uma arma apontada para minha cara.

Eduardo se levanta e pega a arma, e a prende na lateral da sua calça.

–Vamos levante-se

Ele a ajuda a levantar e ela pergunta:
–O que vai fazer com essa arma?

–Não é da sua conta.

–Vou contar ao professor assim que ele voltar. –ameaça a garota.

–Isso mesmo, conte, conte tudo a ele, ele vai adorar saber que você estava apontando uma arma para mim. Vamos, volte para dentro.

–Eu não quero!

–Ok então, se o tal homem que levou Vitor voltar, você se vira com sua arma, nossa, é verdade, ela não é mais sua.

Ao dizer isto, Eduardo se vira e volta para casa e Ana o segue contra suas próprias vontades. Eduardo, entra e vai direto para seu quarto, sem acordar os outros, ele entra no cômodo silenciosamente, tira o canivete de seu calcanhar, tira a capa do banco do ônibus e abre um buraco na espuma, guarda a pistola ali dentro e volta a cobrir com a capa do banco. Ele sabe que não é o melhor lugar para se esconder uma arma, porem em uma casa pequena com mais de 30 pessoas, não existem muitos lugares para tal coisa.

***

Já se aproxima de meio dia e por enquanto nenhum sinal do professor, todos já estão bem acordados e impacientes, mas ninguém saiu da casa, a maioria está na sala, alguns ainda no quarto.

De repente eles ouvem passos no lado de fora da casa, Pedro faz com que fiquei quietos e eduardo se afasta da porta.

–sou eu – diz o professor.

Rapidamente Eduardo abre a porta e avista o professor.

–Novidades? — pergunta Pedro.

–Sim.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.