A armadura sagrada de Atena.
1 Cérberos? Eu sempre odiarei vocês.
Notas iniciais
Gabriel Stecovick POV.
Se você acha que é fácil ou então normal ser um semideus, não é. Tem poucos de nossa espécies, por pura sorte algum de nós sobrevivemos aos ataques de monstros, monstros? Sim monstros eu e meu irmão -Júnior- sempre fomos perseguidos por monstros por eles, muitos bizarros, e até de te dar calafrios e se arrepiar, vou contar-lhes como tudo começou. Havíamos chegados correndo da nossa antiga escola, sim antiga. Ela estava pegando fogo, culpa? Cérberos.
Júnior Stecovichk POV.
Caramba! Cérberos, graças aos deuses que eram somente dois, pera graças não isso é terrível! Entramos em um beco escuro, o dia não estava ensolarado e nem nada, estava com "previsões" para chover, eu não sabia qual era o motivo mas eu e Gabriel sabíamos que ia chover. Quando olhei para trás vi que os Cérberos não estavam mais nos seguindo.
– É, Biel. Parece que eles pararam, viram o meu tamanho e força. — Ele me olhou com uma cara de "Masoq".
– Aham, claro. — Ele me deu um soco de leve no rosto. — E o Bielzão aqui em? Sou fortão. — Ele riu e logo em seguida rimos juntos, como é que poderíamos estar rindo e se divertindo no auge do perigo? É não sei.
– Biel... Será que somos o que estou pensando? -
Ele suspirou, esforçando um pequeno sorriso.
– O que? Que somos... — Ele soltou outro suspiro. — Semideuses? — Ele me encarou, suando.
Depois de alguns minutos, voltamos a caminhar, Biel olhou para trás e viu novamente os Cérberos, ele estava começando a acelerar.
– Parem de correr vocês dois, parecessem mulherzinhas. — A voz ecoou no lugar onde estávamos, que nos deu um calafrio na espinha e logo depois veio uma risada sinistra.
– Esta voz está certa, estou cansado de ficar correndo de monstros. — Falei avançando no primeiro Cérbero que vi, quando avancei no Cérbero começou a chover, não sei o porque mas uma energia veio em minhas mãos, eu ainda estava correndo, fechei os olhos e abri eles novamente e me deparei com um raio materializado em minha mão, minha boca formou um "O" de tão surpreso que eu estava, eu não sabia o que fazer ok? Ok. Mas algo em minha mente disse: "Jogue-o, acabe com esse Cérbero." Eu não iria obedecer a voz, mas simplesmente joguei o raio nos Cérberos que estavam juntos, quando o raio acertou os Cérberos teve um grande clarão, e me deparei que estava sujo de pó de monstros, voltei correndo para meu irmão e o abracei.
– Como? Como você fez isso? — Falou Gabriel com um "O" formado em sua boca.
– Não sei, eu senti uma energia nas mãos e me deparei com um raio, e veio uma voz em minha mente... -
Já havia parado de chover.
– Vamos para casa? Está perto. — Gabriel falou desformando o "O" logo depois e fomos para a nossa casa.
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