A Wizards Mind
7 Capítulo 7
Zac atende o telefone, e suas feições começam a mudar. De aparência nervosa, vai para aparência séria, preocupada.
Zac desliga o telefone, pálido estava. Cercado de olhares nervosos, Zac não sabia para onde olhar, aparentava estar perdindo em seus pensamentos.
– Zac, que cara é essa? O que aconteceu? – Se desesperou Katy
– Ninguém falou comigo. Eu escutei choros, que pareciam da Sra. Lerman, e palavras de consolo como "Vai ficar tudo bem" de uma mulher. Não queria pensar no pior, mas assim é impossível. – Quando Zac terminou de falar, a tensão dominou o lugar.
Demi não aparentava, mas estava nervosa, não sabia se falava ou deixava o silencio tomar o lugar, não sabia o que fazer ou deixar de fazer. Demi se sentia inútil, se sentia ao mesmo tempo, culpada, não culpando Vanessa por não poder saber da verdade, mas culpando a si, por ter ignorado o barulho que faziam na sala.
Já Selena estava arrasada. Se sentia culpada por tudo. Chorava em silencio, ou prendia o choro, pois poderiam ficar mais bravos com ela. Ela sabia que mesmo se não fosse sua culpa, seria difícil para os outros acreditarem nisso. Mas se Selena não tivesse corrido, se tivesse ficado, Logan estaria bem de saúde, e provavelmente, estariam a interrogando. "Por que você estava nos figiando?" "Como fez aquela fenda?" "Foi você que fez aquela fenda ou já tinha e não percebemos?". Provavelmente estaria encrencada, mas estariam todos com saúde. O silencio era uma tortura, mas ninguém se atrevia a quebrá-lo.
Todos se entreolhavam. Katy com lágrimas nos olhos, Selena escondia seu rosto, virada para a parede, Demi não tirava os olhos da janela, Zac não parava de olhar para o telefone, Vanessa chorava no ombro do irmão, pois era muito sensível a situações de alta tensão.
O medo de o telefone tocar era gigante, pois não sabiam se seria bom ou ruim a notícia que receberiam. A espera era uma tortura. Doía, e muito.
Por mais que quisessem que fosse o telefone, o que toca, é a campainha. Demi, como estava perto da porta, atendeu. Era sua avó e seu avô. Como doería contar a tragédia que acontecera, mas assim ela fez. Deixou lágrimas rolarem por seu rosto, e ficou surpresa com a reação dos avós.
– Querida, ficará tudo bem... Nós nos recuperamos rápido. – Demi entendera o que ela disse, mas os outros não, pois a avó se referia aos feiticeiros.
A avó tinha poderes, mas o avô não. Por isso, o avô se especializou no assunto, mesmo não tendo poderes. Decorou feitiços e tudo. Sabia a história dos feiticeiros de cór, isso tudo por ter vivido entre feiticeiros, sendo que de sua família, era o único não feiticeiro.
Então, o telefone toca.
– Alô? Zac? Katy? Demi? Que seja, aqui é o Johnny e a bateria do meu celular está acabando, e preciso falar rápido, o Logan está bem, mas ao mesmo tempo, está mau. Qualquer coisa de anormal, pode ser fatal, então eu irei procurar um telefone público para qualquer coisa poder falar com vocês. – No fundo era possível escutar um ruído, provavelmente de uma das máquinas do hospital – Não, não... Megan... LOGAN!
E a ligação cai...
Continua no próximo capítulo
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