A Vontade da Deusa
2 01. Ressurreição
Templo Subterrâneo de Isis, Ilha da Rainha da Morte, 01h00min da manhã.
Uma sombra andava pelo Templo. Essa sombra era um homem com uma mascara laranja. Tobi/Madara anda em direção ao centro do Templo. Em seu caminho havia pessoas mortas, os guardiões do Templo. Ele derrotara todos os guardiões, e com isso conseguiu seguir até o centro. Porem um guardião, que não estava morto saiu correndo do templo, para avisar a seu mestre.
Madara logo sentiu um chakra extremamente poderoso, e se virou para olhar de onde vinha, então viu um homem. Esse homem tinha longos cabelos loiros e olhos azuis, pele levemente morena, seu nome era Ryuu. Ryuu usava uma armadura em um tom laranja dourado, cobria boa parte de seu corpo, mas não todo ele. Era uma armadura sem constelação. A Armadura de Lava.
Ryuu: o que você quer aqui? – perguntou.
Madara: libertar Isis é obvio. – ele disse, atacou Ryuu com uma kunai, mas o mesmo criou uma barreira de lava.
Ryuu: você está na Ilha da Rainha da Morte, não pode simplesmente derrotar a mim, o Cavaleiro de Lava e General da Ilha da Rainha da Morte. – disse o loiro, atacando-o.
Madara: não só posso como vou. – utilizando o Sharingan, quase conseguiu matá-lo, mas Ryuu era mais forte e o chutou.
Ryuu: quem é você? – perguntou o loiro intrigado, com o único olho amostra do homem com a capa negra com nuvens vermelhas.
Madara: sou Madara Uchiha, atual líder da Akastuki. – disse ele. – e guarde esse nome, você pode precisar dele. – disse cínico.
Ryuu: pode deixar, eu vou guardar. – falou atacando Madara, dali começou uma batalha sangrenta.
Madara foi empurrado até uma parede e, prevendo a derrota, correu em direção ao Salão Central. Ryuu apertou os olhos, sabia que Madara ia tentar libertar a Isis, mas tambem sabia que ele teria trabalho para abrir o portão. Saiu ao encontro de Sora, o guardião que o avisara. Ambos foram para o castelo da ilha, onde ficava um exercito que servia a ele, Ryuu, e a Ikki, o cavaleiro de Fênix. Ele convocou todas as suas tropas, que ficaram irritadas por serem acordadas a essa hora e anunciou.
Ryuu: Eu, Ryuu, declaro que estamos em mais uma guerra. – todos se entreolharam. – Hoje um homem, que veio do continente e nomeou-se Madara Uchiha, atacou o Templo Subterrâneo de Isis, com o propósito de libertá-la. – todos exclamaram. Os quatro generais de divisão: Jango do sul, Akuma do norte, Daisuke do oeste e Leiko do leste se entreolharam como se entendesse a mensagem. – Todos nós sabemos o que Isis quer e quais são as consequências caso ela consiga o que quer. Por isso quero que o General de Divisão Jango vá até o Santuário de Atena, em Maltrav e mande avisar ao Mestre do Santuário. Essa mensagem deve chegar a ele até amanha a noite.
Jango: sim senhor. – disse general de divisão do Sul.
Ryuu: vá com seis de seus homens até Maltrav. – ordenou. – o exercito do General de Divisão de Daisuke deve fazer a retirada geral da ilha, leve-os para o esconderijo para que fiquem seguros. – o general ruivo apenas assentiu com a cabeça. – os exercito dos Generais de Divisão de Akuma e Leiko deverão me ajudar a barrar a saída de Isis e Madara.
Akuma e Leiko: sim senhor. – todos os outros começaram a preparar-se pela guerra.
Daisuke, Akuma, Leiko e Jango: “vou proteger a essa ilha e principalmente a Atena, com minha própria vida!”– pensaram ao mesmo tempo, esses não tinham
armaduras, mas tinham a vontade de proteger Atena.
Ryuu: “Que os deuses a protejam, pequena Atena!” – pensou ele,sabendo que Atena era apenas uma criança de 15 anos. – “Mas saiba que eu tambem a protegerei, a protegerei da maldade de Isis com minha vida!”
Konoha, País do Fogo, 02h45min da manhã
Ela via o fogo destruindo tudo. Naruto, Hinata e Ino e várias outros de seus amigos estavam caídos no chão, mortos ou quase mortos. Olhou ao seu redor, havia guerreiros desconhecidos e alguns ninjas batalhando contra aqueles que pareciam meio mortos, meio vivos, não sabia ao certo. Ainda olhando a sua volta ela viu, em um dos poucos lugares que tinha uma sombra, um par de olhos a observando. Mas esse par de olhos era diferente: ele tinha o Sharingan.
Ela se sentou na cama. Era a terceira vez em duas semanas que ela tinha esse mesmo sonho. Desde que seus pais morreram e a revelaram que ela era adotada ela não sabia mais o que fazer. Fazia-se três meses desde que a Hebi atacara Konoha. E ela estava começando a mudar. Olhando para a janela aberta, viu a lua.
Ela se levantou e foi andando até a estante, onde havia um porta retrato. Ela o pegou. Nele tinha uma foto do Time 7 foto que fora tirada há 3 anos, aquele fora um dos dias mais felizes de sua vida. Ela observou, principalmente, o garoto de cabelos negros que encarava Naruto. Se lembrou da mudança de Sasuke. Fisicamente ainda era o mesmo, com exceção do fato de estar mais alto e forte, mas por dentro... Ele havia perdido todos os sentimentos que ainda tinha. Deixou uma lagrima sorrateira cair de um de seus olhos e olhou para a lua novamente. Seus olhos verdes esmeralda estavam tão tristes quanto era possível.
Templo de Isis, Ilha da Rainha da Morte, 02h58min da manhã
Os guerreiros haviam fechado completamente a saída de Madara com uma rocha gigantesca, mas o mesmo ainda não sabia disso. Ele estava chegando no salão central. O Salão era grande. Havia muitas portas, todas fechadas, apenas uma aberta... A que Madara entrara. Era sustentado por grandes pilares de mármore marrom, e as paredes eram da terra solida que se formava o subsolo. Os halls das portas eram de carvalho com ouro. O chão de mármore marrom era trabalhado. Era iluminado por tochas que rodeavam a sala e pela luz que provinha da boca do vulcão adormecido onde estava.
– humm... Um homem com sede pelo poder veio me libertar? – falou uma voz amarga, era a voz de Isis. – Vamos, me liberte! – implorou ela. – Me liberte e eu darei tudo aquilo que você quer! – a voz soou doce e fria ao mesmo tempo.
Madara encaminhou-se para centro do Salão, onde havia um caixão, era de mármore, nele havia escrituras gregas e egípcias. Ele não precisava ler para saber o que estava ali. No centro do caixão tinha uma depressão em forma de um colar com o símbolo de harthor. Ele tirou de sua capa o colar da depressão e quando ia o colocar sobre ela ele parou e levantou a mão com o colar.
– O que está esperando... LIBERTE-ME! – ordenou Isis, parecia irritada com algo.
Madara: então... Prometa-me uma coisa. – ele disse.
– Prometo qual quer coisa, mas LIBERTE-ME! – estava irritada, presa naquele caixão de mármore há 198 anos.
Madara: quero que prometa por sua honra e pela honra de seu marido, Osíris, que serás leal a mim, Madara Uchiha, e á meus descendentes para sempre. – falou ele. Na hora em que a Isis ia falar algo ele disse. –, que jamais me traíra e sempre fará o que eu mandar. E jure pelos rios Nilo e Styx.
– Isso é um absurdo! Sou uma Deusa... Nunca me rebaixaria a aceitar ordens de você, um humano sujo e imundo. – ela disse.
Madara: então não seja por isso! – ele virou as costas. E caminhou-se para a porta. – espere até o próximo humano sujo e imundo aparecer para libertá-la.
– Tudo bem... Eu aceito seus termos se você me deixar com que eu ressuscite meu marido, Osíris. – ela disse. Madara voltou para perto do caixão.
Madara: ótimo. Eu, Madara Uchiha, prometo pela minha honra e juro pelo Styx que deixarei e ajudarei com que a Deusa Isis ressuscite seu marido, Osíris. – prometeu. – mas só a libertarei depois que prometer.
– Tudo bem... – ela disse amarga. – Eu Deusa Iris, prometo pela minha honra e pela honra de meu marido, Osíris, e juro pelos rios Nilo e Styx que sempre serei leal a Madara Uchiha e á seus descendentes e que jamais o trairei, e farei sempre o que me mandar. – ela jurou.
Madara não pensou duas vezes antes de fazer um corte colocar junto ao colar na depressão do caixão de mármore. Ele recitou palavras em egípcio e então seu sangue começou encobrir as escrituras tudo começou a brilhar em sua volta. Era um brilho negro, sombrio, diga-se de passagem.
Então ele parou de recitar as palavras e o caixão se abriu. E no fundo dele tinha uma mulher, uma mulher intacta. Os longos fios negros iam até o fim de suas costas, a pele morena destacava o vestido branco com o ouro reluzente, seus olhos negros tinham um brilho rosa, assustador. Ela parecia delicada, mas não era. Era esperta e astuta, por que ela era Isis, a deusa que estava disposta a destruir a humanidade e o planeta para trazer seu marido, Osíris, do inferno. Madara e Isis se olharam por um tempo. Agora era definitivo. Isis havia ressurgido.
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