A Volta de Gioca

3 A Vitória do Verdadeiro Amor


Notas iniciais
Com duas semanas de atraso, mas tamo aí rsrs (que vocabulário chucro kkkkk) Boa leitura!

Gioca estava muito triste com as coisas que tinham ocorrido nos últimos dias e estava prestes à ir embora de Rodório, mas algo a atormentava, se o Manigold não queria estar com a Temari, porque estava com ela aquele dia?

Com essa dúvida Gioca voltou para a pensão onde estava aqueles dias para desmascarar toda essa história.

No Santuário/ Casa de Câncer

— Sério mesmo que a Gioca vai embora e você vai permitir isso Manigold? – Albafica perguntou ao seu amigo.

— O que você quer que eu faça Albafica? Ela me odeia e eu nem sei o porque. – Manigold explica.

— Por isso mesmo você não pode deixar ela ir assim! – Albafica retruca.

— ... – Manigold não diz nada.

Manigold foi até a casa de Temari para terminar o compromisso que eles tinham firmado, quando viu Gioca.

Os pais de Temari eram donos da pensão onde Gioca havia se hospedado, por isso moravam lá com a filha.

Manigold vai até Gioca para para resolver a discussão que tiveram mais cedo.

— O que você quer? – Ela pergunta ao ver ele se aproximar.

— Eu quero me desculpar com você por seja lá o que foi que eu fiz a você. – Ele diz.

— Você tá zombando de mim é isso? – Ela pergunta num tom irônico.

— Eu te juro que não! Gioca, eu estimo muito você, jamais te faria mal.

— Mas fez. Quer saber? Vai viver sua vida com sua noiva, porque vocês se merecem. – Ela faz menção em sair, mas ele a segura pelo braço.

— Eu gosto de você, Gioca. – Ele revela. – Por favor, não vá embora.

— Você já tem uma noiva, Manigold. – Ela responde ríspida e sai.

Ao cair a noite Gioca ficou de olho em Temari e quando ela saiu e Gioca a seguiu, tinha que confirmar o que vira na noite anterior.

Mas o que Gioca não esperava, era que Manigold também seguia Temari. E foi aí que os dois se encontraram.

— Manigold? Você está me seguindo? – Gioca pergunta confusa.

— Mas é claro que não! Soube que Temari tem sido vista "comigo" todas as noites. Mas eu não saio do Santuário a noite a não ser que seja em missão. – Manigold se justificou.

— Então quer dizer que não era você que estava com ela ontem?

— É claro que não!

— Olha ela ali! Está cobrindo o rosto agora e... Porque ela está entrando em... Um lugar de perdição? Já sei! Tive uma ideia! – Ela diz rápido.

— O que? – Ele pergunta com medo do que seria.

— Chame os pais dela. Vamos envergonha-la em público.

— Você está louca Gioca? Isso estragaria o nome da família dela! – Manigold disse.

— E o que posso fazer? Ela quem fez isso. Agora vá logo!

E assim ele fez. Não manchar o nome da família de Temari, mas não podia se casar com alguém que aparentemente lhe enganava.

Pouco tempo depois eles havia chegado até Gioca.

— Porque você está com essa menina, Manigold? E minha filha? – A mãe de Temari pergunta indignada.

— A senhora já vai descobrir. – Gioca respondeu. – Venha comigo.

Ela os levou para dentro da casa – que era na verdade um prostíbulo –; os pais de Temari se sentiam horrorizados com o que viam lá dentro, até que entraram em um quarto e viram sua filha com um homem.

A mãe de Temari desmaiou com o que viu. Já o pai dela lhe deu uma surra e a expulsou de casa.

Com isso, Manigold já não tinha mais compromisso com ela.

Na manhã seguinte…

— Manigold, me desculpe por falar aquelas coisas pra você. – Gioca diz com um sorriso tímido.

— Tudo bem, Temari enganou a todos. – Ele responde.

— Agora posso ficar em paz. – Ela diz.

— E eu posso fazer o que quero a um tempo. – Ele diz com um olhar malicioso.

— O quê? – Gioca pergunta curiosa.

— Isso! – Ele a beija em seguida e ela corresponde.

Pouco depois Gioca o empurra e lhe dá um tapa deixando a marca de seus cinco dedos no rosto dele.

— Ficou louco? Porque fez isso? – Gioca estava brava.

— Se deu mal, Manigold. – Albafica disse rindo. – Ficou a marca.

— Isso doeu! Para de rir. – Manigold responde.

— Isso é pra você aprender ser menos assanhado! – Gioca diz.

— Olha que eu faço de novo. – Ele diz brincando.

— Nem se atreva! – Ela diz.

— Então se case comigo. – Manigold pediu.

— O que disse? – Gioca não acreditara no que tinha ouvido.

— Disse pra se casar comigo. – Manigold repetiu.

— Mas é claro que não... – Ela responde.

— Acho que estou vendo a Temari vir. – Albafica diz zombando.

— É o que!? Ela que não venha dar em cima do Meu Manigold. – Gioca diz brava.

Seu? Achei que tivesse dito não. – Albafica retruca.

— Disse que não poderia rejeitar esse pedido.

Todos riem.

Meses depois... Gioca e Manigold se casaram, e assim viveram felizes.

Fim

Notas finais
Muito obg a quem leu ♥♥
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!