A Volta de Gioca
3 A Vitória do Verdadeiro Amor
Notas iniciais
Gioca estava muito triste com as coisas que tinham ocorrido nos últimos dias e estava prestes à ir embora de Rodório, mas algo a atormentava, se o Manigold não queria estar com a Temari, porque estava com ela aquele dia?
Com essa dúvida Gioca voltou para a pensão onde estava aqueles dias para desmascarar toda essa história.
No Santuário/ Casa de Câncer
— Sério mesmo que a Gioca vai embora e você vai permitir isso Manigold? – Albafica perguntou ao seu amigo.
— O que você quer que eu faça Albafica? Ela me odeia e eu nem sei o porque. – Manigold explica.
— Por isso mesmo você não pode deixar ela ir assim! – Albafica retruca.
— ... – Manigold não diz nada.
Manigold foi até a casa de Temari para terminar o compromisso que eles tinham firmado, quando viu Gioca.
Os pais de Temari eram donos da pensão onde Gioca havia se hospedado, por isso moravam lá com a filha.
Manigold vai até Gioca para para resolver a discussão que tiveram mais cedo.
— O que você quer? – Ela pergunta ao ver ele se aproximar.
— Eu quero me desculpar com você por seja lá o que foi que eu fiz a você. – Ele diz.
— Você tá zombando de mim é isso? – Ela pergunta num tom irônico.
— Eu te juro que não! Gioca, eu estimo muito você, jamais te faria mal.
— Mas fez. Quer saber? Vai viver sua vida com sua noiva, porque vocês se merecem. – Ela faz menção em sair, mas ele a segura pelo braço.
— Eu gosto de você, Gioca. – Ele revela. – Por favor, não vá embora.
— Você já tem uma noiva, Manigold. – Ela responde ríspida e sai.
Ao cair a noite Gioca ficou de olho em Temari e quando ela saiu e Gioca a seguiu, tinha que confirmar o que vira na noite anterior.
Mas o que Gioca não esperava, era que Manigold também seguia Temari. E foi aí que os dois se encontraram.
— Manigold? Você está me seguindo? – Gioca pergunta confusa.
— Mas é claro que não! Soube que Temari tem sido vista "comigo" todas as noites. Mas eu não saio do Santuário a noite a não ser que seja em missão. – Manigold se justificou.
— Então quer dizer que não era você que estava com ela ontem?
— É claro que não!
— Olha ela ali! Está cobrindo o rosto agora e... Porque ela está entrando em... Um lugar de perdição? Já sei! Tive uma ideia! – Ela diz rápido.
— O que? – Ele pergunta com medo do que seria.
— Chame os pais dela. Vamos envergonha-la em público.
— Você está louca Gioca? Isso estragaria o nome da família dela! – Manigold disse.
— E o que posso fazer? Ela quem fez isso. Agora vá logo!
E assim ele fez. Não manchar o nome da família de Temari, mas não podia se casar com alguém que aparentemente lhe enganava.
Pouco tempo depois eles havia chegado até Gioca.
— Porque você está com essa menina, Manigold? E minha filha? – A mãe de Temari pergunta indignada.
— A senhora já vai descobrir. – Gioca respondeu. – Venha comigo.
Ela os levou para dentro da casa – que era na verdade um prostíbulo –; os pais de Temari se sentiam horrorizados com o que viam lá dentro, até que entraram em um quarto e viram sua filha com um homem.
A mãe de Temari desmaiou com o que viu. Já o pai dela lhe deu uma surra e a expulsou de casa.
Com isso, Manigold já não tinha mais compromisso com ela.
Na manhã seguinte…
— Manigold, me desculpe por falar aquelas coisas pra você. – Gioca diz com um sorriso tímido.
— Tudo bem, Temari enganou a todos. – Ele responde.
— Agora posso ficar em paz. – Ela diz.
— E eu posso fazer o que quero a um tempo. – Ele diz com um olhar malicioso.
— O quê? – Gioca pergunta curiosa.
— Isso! – Ele a beija em seguida e ela corresponde.
Pouco depois Gioca o empurra e lhe dá um tapa deixando a marca de seus cinco dedos no rosto dele.
— Ficou louco? Porque fez isso? – Gioca estava brava.
— Se deu mal, Manigold. – Albafica disse rindo. – Ficou a marca.
— Isso doeu! Para de rir. – Manigold responde.
— Isso é pra você aprender ser menos assanhado! – Gioca diz.
— Olha que eu faço de novo. – Ele diz brincando.
— Nem se atreva! – Ela diz.
— Então se case comigo. – Manigold pediu.
— O que disse? – Gioca não acreditara no que tinha ouvido.
— Disse pra se casar comigo. – Manigold repetiu.
— Mas é claro que não... – Ela responde.
— Acho que estou vendo a Temari vir. – Albafica diz zombando.
— É o que!? Ela que não venha dar em cima do Meu Manigold. – Gioca diz brava.
— Seu? Achei que tivesse dito não. – Albafica retruca.
— Disse que não poderia rejeitar esse pedido.
Todos riem.
Meses depois... Gioca e Manigold se casaram, e assim viveram felizes.
Fim
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