A Volta - La Madrasta

6 capítulo sexto - Ana Rosa


Como prometeu ao filho ele foi as empresas no dia seguinte, entra, e enquanto andava até sua sala lembrava do primeiro dia que entrou nas empresas para trabalhar,o quanto se dedicou ao trabalho... Ao entrar na sala, Estevão sentou no sofá e esperou que uma das secretarias entrasse, mas ao contrário do que ele imaginou a mulher que entrou foi Ana rosa, loira jovem e sensual...Sentou ao lado dele e começou a olhar todo o corpo de Estevão com luxuria e aos poucos subiu o olhar se perdendo na boca e depois nos olhos, tocou o peitoral musculoso dele e foi subindo até o pescoço e...

Estevão: ei menina! — se afasta — quem é você e o que faz na minha sala?

Ana: sua? — sentou no colo dele — o que um bonitão ta fazendo na sala do Heitor?

Estevão: tirou ela do seu colo — sou Estevão San Roman, dono da empresa e exijo respeito.

Ana: e eu respeito o chefe e trato ele muito bem — ela beija o pescoço subindo até a bochecha — huuumm... Você é muito cheiroso senhor San Roman.

Estevão: levanta — SAI DA MINHA SALA SUA VAGABUNDA, EU SOU CASADO — falou nervoso.

Ana: se levanta assutada — eu não sabia senhor...

Estevão: SAI DAQUI IMEDIATAMENTE... — respira fundo.

Ana: sim senhor — sai assustada com Estevão transtornado.

Estevão: ELA VOLTOU DESGRAÇADA... MÉDICA DO INFERNO...

Ele perde o controle e começa a quebrar toda a sala virando o sofá e jogando tudo que tava em cima da mesa no chão... Vai até a parede e dá uma cabeçada nela como se fosse parte de uma punição.

Estevão: NÃO... NÃO... ELA QUER FAZER ISSO NOVAMENTE... EU NÃO VOU DEIXAR... A MINHA MARIA NÃO MERECE... — tira o palito e a camisa — OS REMÉDIOS... ELA NÃO VAI ME DAR — tira a calça, o sapato e as meias.

Ele começa a andar totalmente transtornado pela sala que estava revirada... As palavras sem sentido e o olhar perdido enquanto ele falava não parecia com o homem que entrou naquela sala a minutos atrás... Ele pegou um caco de vidro e no momento que ele ia rasgar seu punho a porta se abre e entra uma Maria tão desesperada tirando o vidro dá mão dele.

Maria: Estevão o que ia fazer... — o abraça forte.

Estevão: ela ia fazer aquilo de novo Maria, eu não ia deixar, mas ela me drogava — falou ainda transtornado.

Maria: quem meu amor?

Estevão: Débora... Doutora Débora... Aquele demônio me drogava e tocava em mim.

Maria: tocava em você?

Estevão: ela era a minha psiquiatra e sempre conversava comigo e não me dava remédio — olha as mãos — isso faz uns três anos, mas ela já era minha médica há quase dez.

Maria: o que ela fazia meus amor?

Estevão: ela um dia chegou e me disse que... Que tava gostando de mim e que se eu fosse o macho dela eu ia ter uma vida melhor naquele lugar, eu me neguei falando que era casado.

Maria: ela não aceitou — o olhou e suspirou — fez algo muito ruim contigo?

Estevão: riu nervoso — ela me falou que se eu negasse iria ser pelos métodos dela e que eu teria que aguentar tudo calado — olhou o vazio — ela começou a me drogar, e cada vez mais eu entrei em um estado de demência efeito dá medicação, já estava sem movimentar o corpo, minha consciência tava normal, mas não podia me mexer.

Maria: ela fez isso com você... A desgraçada queria te matar já que você não foi dela.

Estevão: não era isso...

Maria: não?

Estevão: ela abusava de mim sexualmente, eu não tinha o movimento e ela fazia o que quisesse comigo.

Maria: o que ela fazia?

Estevão: as vezes ela trazia um enfermeiro pra participar dessa perversão sexual dela.

Maria: ele também te tocava Estevão?

Estevão: sim...

Maria: o que fizeram com você meu amor — puxou ele pra um abraço.

Estevão: ainda lembro de tudo, cada vez que ela me tocava e o que fazia — falou com nojo — eu não sei onde ela foi parar, mas se um dia achar aquele demônio vou matar.

Maria: como você sofreu naquele lugar meu grandão.

Estevão: sofri muito Maria...

Lembrança Estevão...

Débora: oi amorzinho

Estevão: olha assustado pra ela.

Débora: fica tranquilo que hoje não veio ninguém comigo, porque hoje eu quero seu mastro só pra mim — tira a roupa e fica nua na frente dele — agora vamos pra nossa maratona de sexo selvagem — tira o lençol e abre a bata dele — huuumm... A medicação foi pouca porque quero você bem duro to louca pra dar e você tem o pau que eu queria ter todos os dias.

Ela começa instimulando o membro dele que só conseguia mexer os olhos com aflição...Ela foi beijando todo corpo dele com tesão e em algumas partes deixava mordidas que na maioria das vezes saia sangue de tão forte e violenta, ela queria machucar Estevão cada vez que transavam e já que ele estava imóvel ela sempre machucava, mordidas e arranhões eram o de menos, uma noite ela trouxe um chicote e passou a noite inteira batendo nele, já queimou os testículos dele com bitucas de cigarro... O castigo dele era transar com uma mulher que não era sua esposa e ser torturado tão cruelmente.

Débora: sei que tá gostando meu escravo... — sentou no membro dele e começou uma cavalgada frenética, dando socos no peitoral dele cada vez que descia — vai apanhar escravo, quero você bem duro pra mim.

A respiração ofegante e o olhar de desespero de Estevão em estar sendo tocado por sua médica fazia aquele pesadelo ser ainda pior.

Débora: isso escravo... Oooooh — rebolava em cima do membro dele — eu já gozei, agora quero sentir você.

Estevão goza mas deixa as lágrimas cair olhava pra ela com nojo e desprezo.

Fim da lembrança.

Maria: abraçou ele e afagou seus cabelos — meu amor o que fizeram com você... Isso não existe.

Estevão: mas fizeram — levantou e a olhou — você não ia querer mais nada comigo se eu falasse isso e agora que já sabe eu entendo se não quiser nada.

Maria: suspirou — tranca a porta e ajeita o sofá pra gente conversar.

Estevão: faz o que ela pediu — o que quer falar comigo — olhou o corpo e tentou se tampar com vergonha.

Maria: pega as roupas dele e coloca no sofá — você está bem agora?

Estevão: me sinto envergonhado por ter permitido que alguém me tocasse.

Maria: você não permitiu, ela te drogava e fazia sem seu consentimento.

Estevão: então o que quer falar comigo?

Maria: não é falar grandão é fazer — o abraça e começa a beijar o peitoral nu dele — você agora é meu e todos os toques que receber vai ser dá sua mulher — massageia o membro dele por cima da cueca — então você pode se animar que vamos fazer naquele sofá — vai guiando ele.

Estevão: mas eu quero na mesa — suspende ela pela cintura e a coloca em cima da mesa — agora eu vou ser seu como sempre deve ser.

Maria: sim meu grandão, vem cá — sobe a saia e revela sua intimidade — eu to sem se não se importa.

Estevão: acho até melhor minha gata — tira a cueca e sobe na mesa se ajoelhando — que saudade amor.

Ela riu e puxou ele pra um beijo, sentiu quando Estevão colocou dois dedos em sua intimidade e começou massagear seu clitóris com cuidado por ela ser pequena ele tinha que ter calma.

Estevão: eu te quero muito minha gatinha — abre as pernas dela — você ficou muito mais mulher nesses vinte anos — tocou os seios dela com a ponta dos dedos e foi descendo até seu umbigo — temos que ir a praia ou a nossa piscina pra eu te ver de biquíni.

Maria: riu — meu amor me ame, eu sei o quanto estou diferente, mas vamos ter toda a vida pra aproveitar.

Estevão: mas é que...

Maria: é menos conversa e mais sexo meu amor — rodeou suas pernas na cintura dele.

Ele dava arremetidas fortes e rápidas cheias de desejo, paixão... Ele arfava a cada estocada e a cada gemido dela, ele sentia que o prazer só aumentava.

Continua...