A Volta - La Madrasta
11 capítulo décimo primeiro - Na agonia de um homem sua salvação é a mulher...
Estevão: olha o homem a sua frente assustado, tentava recuar o máximo — Dário? Você não... Sai daqui... — olhou ao redor e viu Débora saindo de trás dá cortina e indo pra frente dele — saiam de perto de mim.
Débora: San Roman, não se faz de difícil meu amor, vai ser pior pra você agora — viu a resistência de Estevão e acenou a cabeça positivamente pra Dário.
Dário: zero vinte não aprende nunca — puxou Estevão e o colocou na cama amarrando seus punhos e calcanhares, rasgou a bata e a tirou do corpo de Estevão o deixando completamente desnudo.
Estevão: não faz isso — tentava se soltar de todas as maneiras sentia seus punhos sangrarem de tanta força.
Débora: que merda Teb, eu vou ter que te aplicar aquele negócio que te deixa mais leve meu amor... — soltou uma risada maléfica — e viu Dário aplicar a injeção — agora vamos começar com a diversão.
Dário: vai ser eletrochoque? Posso pegar doutora?
Débora: sim, mas preciso que me ajude, ele vai sofrer um pouco, se aquela mulher quer o marido, vou entregar um farrapo humano.
Mansão San Roman...
Maria acordou e não viu o marido ao seu lado, levantou e fez sua higiene pessoal, colocou um vestido leve e foi até o escritório onde não viu Estevão, procurou a casa inteira e não viu nenhum sinal, ficou muito desconfiada e ligou pra o escritório dá empresa, ele não tinha chegado, horas depois estava preocupada, não tinha contado nenhum com ele.
Maria: seu pai sumiu — andava angustiada olhando o filho mais velho — Heitor eu preciso achar ele, se estiver em crise?
Heitor: mãe deve ter tido uma reunião de emergência, quando isso acontece ficamos incomunicável.
Maria: um dia inteiro? Não Heitor, algo aconteceu com seu pai e eu vou descobrir — pegou a chave do carro e vai saindo.
Heitor: mãe pra onde a senhora vai? — saiu atrás dela — vai procurar ele aonde?
Maria: eu já sei onde Heitor — deu partida no carro — vou trazer seu pai não se preocupe.
(...)
Débora: vamos começar? — estava apenas de lingerie e se aproximou tocando o membro de Estevão e começou a estimular — olá San Roman.
Estevão: não faz isso — falou rindo, ele tinha sido drogado e estava sem resistência e controle no corpo — eu te odeio vagabuda... — gritou sentindo a primeira onda de choque.
Débora: ótimo Dário, cada vez que me xingar eu vou te machucar seu idiota — sentou nas pernas de Estevão e levou a boca até membro dele começando com movimentos fortes e violentos.
Estevão: para...Com isso... Eu não quero... — não tinha controle, estava excitado infelizmente era algo biológico, ele estava sendo instimulado, um homem daquele tamanho e com uma vida sexual ativa, mas a droga deixava o caminho mais fácil.
Débora: chupou mais um pouco até fazer ele gozar em sua boca e quando engoliu o olhou com luxúria e maldade — adoro quando você tá fácil desse jeito Teb — dá uma gargalhada.
Dário: a senhora,ainda vai precisar de mim?
Débora: fica Dário, eu quero que você comece com os eletrochoque, vamos ver se ele aguenta — desceu dá cama e foi colar a roupa novamente.
Dário: zero vinte, me fala uma coisa? — colocou mais alguns eletrodos no corpo dele — ainda aguenta uma alta voltagem?
Estevão: não... Me tira daqui... Eu quero ir embora me deixa... — gritou desesperado, sentiu a primeira onda de choque um pouco mais fraca.
Dário: por favor, zero vinte — rir com deboche e vai aumentando o nível de eletricidade no corpo de Estevão já se debatia e gritava.
Estevão: PARA...PARA...ME DEIXA SAIR... -ele se contorcia na cama sentindo perder os sentidos ele revira os olhos, respirou fundo sentindo o cheiro da sua carne queimando.
Dário: VAI...GRITA ZERO VINTE, EU ESTOU ADORANDO ESSE SEU SOFRIMENTO — gritava bem perto do ouvido de Estevão que já tinha fechado os olhos desmaiado.
Débora: coloca a roupa dele e quando eu mandar, você leva ele daqui — saiu do quarto.
Dário: sim senhora, vou fazer isso sim.
(...)
Maria entrou com ódio no apartamento de Alba e Carmen, olhou as duas fuzilando com o olhar.
Alba: Maria há quanto tempo querida — riu falsamente e aproximou tocando os braços de Maria.
Maria: me solta sua odiosa — se afastou rudemente — quero meu marido, se ele não aparecer por bem, vai ser por mal — se aproximou com a respiração forte e os olhos cheios de raiva — cadê o meu marido? Eu quero ele aqui e agora.
X: Alba e Carmen, serviço completo — encarou Maria, sabia quem ela era e soltou uma risada com desdém e deboche — essa é a mulher do meu paciente zero vinte?
Alba: é essa mesmo Débora, mas se o serviço está feito ela já pode levar meu amado sobrinho.
Débora: mas eu não me aproveitei Alba, ainda falta aquela transa gostosa — falou debochada.
Maria só escutava, olhou a mulher e sentiu seu sangue ferver, não era apenas ciúme que ela sentiu, mas foi raiva de ouvir como ela falava do seu marido, Estevão era seu homem é enquanto ela estivesse viva iria defender ele de tudo, olhou friamente Débora e partiu pra cima dá mulher e a derrubou no chão batia com toda força que tinha, eram tapas e as vezes socos no rosto, queria arrancar sangue daquela que maltratou o marido, o seu amor, segurou os cabelos dela e começou a bater a cabeça dela no chão... Heitor tinha seguido a mãe e chegou junto a o irmão Ângelo.
Heitor: mãe! Sai daí — pegou nos braços dá mãe e tirou ela de perto com a ajuda de Ângelo.
Ângelo: se acalma mãe.
Maria: me solta eu vou matar essa desgraçada, eu vou te mostrar o que eu aprendi na cadeia.
Débora: ela sentou no chão ainda zonza, sangrava e tinha alguns chumaços de cabelo no chão — eu vou te denunciar por violência sua maluca, queria me matar sua assassina.
Maria: me denúncia sua idiota, faz isso sabendo que vai pra cadeia comigo sua cachorra, eu só seria assassina se meus filhos não tivesse chegado, eu ia amassar a sua cabeça de puta até não sentir sua respiração.
Débora: vem aqui que eu vou te mostrar quem é cachorra — foi pra cima de Maria mas é impedida por Alba — me solta que eu vou acabar com a marginal.
Alba: você fica tranquila, pra não apanhar mais, pede pró seu lacaio trazer o Estevão pra cá – por dentro era só raiva, queria ter torturado mais o sobrinho e assim atingir Maria também.
(...)
Estevão: acordou assustado na cama, mas ao ver Maria ele logo a abraça, sentia a proteção e o cuidado que sua esposa tinha por ele – obrigado por me salvar daquele inferno, eu te amo tanto Maria, você é meu tudo – beijou ela de forma lenta e vagarosa, sua língua explorava cada espaço da boca de Maria apertava os braços, prendia o corpo dela ao dele.
Maria: se afastou um pouco sem ar — eu também te amo, nunca te deixaria com aquelas loucas.
Estevão: queria fazer amor com você — passava as mãos nas coxas dela com desejo.
Maria: e porque não faz? Eu também tô louca por você passou a mão por cima do membro dele o olhando com uma carinha sapeca.
Estevão: eu preciso tomar um banho antes e tirar o cheiro daquela maldita do meu corpo.
Maria: ficou por cima dele e se aproximou do ouvido dele — por isso que eu enchi a banheira, vamos tirar juntos — falou e deu uma mordida de leve na pontinha da orelha dele — o que acha meu grandão?
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