A Volta: Bianca Ou Eu?
1 O sonho
Simplesmente acordo com o barulho do despertador que me acordou de um entranho sonho. Estava sonhando que estava em um acampamento, muito grande em um local onde tinha uma praia e uma bela vista para todo o mar e o horizonte. Os jovens de lá pareciam viver felizes com divertimento com os amigos e brincando uns com os outros. Eles levavam um grande sorriso no rosto e todos faziam atividades, me deu vontade de ir pra lá, como se aquele fosse o meu lugar e sentia certa saudade e lembrança desse local que jamais havia visto. Todos eles usam camisas laranja padronizadas, por isso deduzi que era um acampamento e eles iam e saiam de casa, cada uma diferente da outra. Eles eram muito pequenas para serem casa, mas me lembrei de um nome que meu pai dava para aquele tipo de construção. Sobrado? Acho que ele dizia isso, mas dentro de mim uma palavra surge: Chalé. Nunca havia ouvido essa palavra mais tinha certeza que ela era isso. Dentro de um chalé mais afastado do que os outros, perto de uma casa muito grande em comparação com as outras, um homem surgiu de dentro dele. O homem aparentava ter uns trinta anos e tinha cabelo preto e olhos verdes e logo após dele saiu uma mulher com cabelos loiros e olhos cinzas, que tinha um bebê no seu colo e na sua mão, um boné dos New York Yankees. Ela aparentava ter a mesma idade do homem mulher se aproximou do homem e falou ‘’Percy querido, peque o Edwart um pouco’’.PERCY, esse nome não era estranho, embora nunca ouvi ninguém com esse nome antes, e aquela menina, tinha uma forte lembrança dela mais eu não conseguia pronunciar e lembrar do seu nome, mas o Percy ia continuar a falar ‘’ Claro, An.....................’’ e então o despertador toca.
Acordo e meu pai está parado na minha frente:
-Vamos lá Henri, flatam 30 minutos para a gente sair e nós devemos sempre estar na hora.
Meu pai levava a condição do termo ‘’Na Hora’’ muito á sério.Ele me forçava a ter que fazer uma rotina todo o dia com todos os hórarios. Se eu não cumprisse isso ele me descontaria 1 real do meu presente de aniversário. Meu pai era engenheiro civil, que agora trabalha na marinha e estudou guerras e estratégias durante muito anos, até antes de eu nascer. Eu não tenho uma mãe, toda vida que pergunto para o meu pai sobre ela, ele me dá uma desculpa diferente e quero descobrir e senti que isso está próximo. Eu sou Henri Collins, um menino de 11 anos e estou esperando saber muitas verdades.
Eu consegui cumprir meu horário a tempo e meu pai não tirou pontos e assim fomos para a escola. Dentro do carro abri meu livro de história que estava dentro da bolsa e comecei a dar uma olhada, porque ia ter uma prova amanhã e queria me dar bem, porque se conseguisse um 10, ficaria com a média toda 10. Abri o livro e comecei a ler a parte de Grécia e comecei a ler em voz alta, porque quando fazia isso, meu pai me ajudava a estudar dando mais alguns comentários e dizendo como o professor poderia pedir. Então comecei:
-Atena, a deusa da guerra e da sabedoria grega, foi uma das principais para a Grécia, sendo assim também a escolhida para representar a cidade de Atenas.
Olhei para o meu pai e ele revirou o olhar de assustado para mim e sua pele ficou ainda mais pálida:
-Pai, você está bem?
-Claro que sim filho, foi só um doce que eu comi e está me fazendo mal- diz ele com a voz tremendo. Havia estudado como as pessoas estavam mentindo e esse foi um belo caso disso, mas permaneci queito.
-Então, você não tem nenhum comentário a respeito da deusa — digo.
-Então,.....Ela foi um deusa muito importante não é? Ela não poderia ter filhos, certo? –diz ele
-Certo, ela fez um juramento de castidade, dizendo que seria sempre virgem — Continuei desconfiando dele, mas também permaneci quieto.
Chegamos na escola e ele se despediu de mim e disse para eu ter um bom dia e assim continuei sem hesitar em olhar para trás até chegar no portão, onde depois me escondi em um pilar e olhei novamente entre as grades vasadas para o carro. Meu pai estava parado conversando com uma menina da minha sala.Eu deveria estar envergonhada mais notei que deveria ter algum motivo sério, então fui correndo para a sala.
Após a prova de história, fiquei andando pelos corredores, esperando meu pai chegar e percebi que Hellen, a garota que meu pai havia falado, estava na minha cola. Mesmo distante pude perceber que ela me seguia aonde eu fosse. Olhei distante para ver se ela ainda me seguia e ela estava lá, fingindo que passava maquiagem. Corri e passei por diversos corredores diferentes até esbarrar com a secretaria do diretor. Ela pediu para que eu sentasse na sala do diretor, para poder conversar sobre algo de errado que eu havia feito. Nunca era chamado para a diretoria mas dessa vez fui e fiquei nervoso, tanto que até esqueci de Hellen. A secretária chegou perto de mim e disse:
-Você é muito burro para ser filho de Atena – diz ela
-Filho de Atena, como assim?-digo
Ao dizer isso vejo que a pela da secretária começa a virar um tom mais verde, então vejo seus pés sendo substituídas por caudas e percebo que ela se tornou um monstro que tinha no meu livro de história.Sátiro?Não ele era um bode.Dracaena?Sim, esse era o nome.Começei a me assustar e ela começava a avançar sobre mim então a porta de abre e Hellen, com um arco, atira uma flecha e a secretária se dissolve em pó, minha cara foi de ‘’O que tá acontecendo aqui?’’ e acho que ela entendeu e puxou meu braço e disse:
-Preciso te levar pro Acampamento- diz ela e assim corremos juntos para a entrada.
Fale com o autor