A Vocalista Da Banda Do Meu Irmão

28 Capítulo 27 - Meu Primeiro Amor


Notas iniciais
Olá meninas! Eu decidi que já que não estou conseguindo postar as terças, essa fanfic será atualizada sempre que eu conseguir. Não terá um dia fixo justamente por causa dos imprevistos que eu tenho e porque essa é a fic que eu mais escrevo. Os capítulos dela tem sido enormes e minha mão dói, mas vale a pena o sacrifício!
Esse capítulo está recheado de romance. Considerem ele um especial de dia dos namorados de outros países KKKK Sim, dia 14 foi dia dos namorados lá nos EUA e esse capítulo tá cheio de romance e 100% Michael & Ever awwn ♥33 puro amor!
Aproveitem, porque confusões gigantescas estão por vir nos próximos capítulos!
Esse está beeem light!
Eu ia postá-lo antes mas como os capítulos são grandes e pra digitar é barra, eu tenho um problema na coluna e se eu ficar muito tempo sentada no pc, ela começa a doer então, eu tenho que maneirar se minha coluna não reclamasse, eu ficaria mais tempo aqui digitando. Sorry.
Ah, meninas, curtam ai a minha página no facebook. Lá vcs poderão se atualizar se eu tiver que dar alguma notícia pra vocês, spoiler e outras coisas, vcs podem ir lá. Não tenho atualizado muito a page por causa da droga da minha net mas se vcs curtirem, posso fazer um esforço extra SHAUSHAUSA
Estou tagarela hoje -q
Tenham uma boa leitura!
LINK DA MINHA PAGE: http://www.facebook.com/LarissaCristinaFanfics?ref=hl
PS: SE QUISEREM, PONHAM PRA TOCAR RED DA TAYLOR SWIFT E AFRAID DA VANESSA HUDGENS NESSA ORDEM QUANDO A TRADUÇÃO DA MÚSICA APARECER EM ITÁLICO (LEMBRANDO QUE RED VEM PRIMEIRO E DEPOIS, AFRAID) É OPCIONAL, NÃO PRECISA FAZER SE NÃO QUISEREM!

Bufei de tédio mais uma vez naquele dia. Já tinha varrido tudo o que eu podia varrer, mas ainda tinha muita poeira espalhada pelo chão. Eu não servia para ser dona de casa.

Meu pai deu para cada um uma função. Eu estava encarregada de cuidar do salão de festas e Michael dos corredores, que estavam realmente sujos. Caroline estava limpando a entrada da Escola de Artes e minha mãe estava passando pano em uma sala que ela disse que estava "repleta de imundície."

Jeremy, Jack, meu pai e Alfonso revezariam as atividades conosco, já que agora eles estavam em alguma sala tendo uma reunião que eu não faço a mínima idéia do que seja.
Eu não aguentava mais limpar aquele salão. Eu tinha ficado com a pior tarefa, pois foi aqui que ocorreu a festa e portanto, a maioria da sujeira e porquice das pessoas estava concentrada nesta porcaria de sala!

Chris e Yuri disseram que não sabiam varrer o chão e que por isso, não viriam ajudar. No entanto, eu tenho certeza de que os dois estavam era querendo fugir do trabalho pesado mas eu não ligava, os dois eram um bando de frouxos mesmo...

Eu queria muito estar limpando isso na companhia de alguém. Seria muito mais divertido. Eu nem vi o Michael direito hoje, pois quando ele chegou, eu já estava aqui dentro trabalhando. Só soube que era ele porque ouvi o som de sua voz, que acatava as ordens de meu pai veêmente.

Se eu estivesse com ele ou com Caroline agora, limpar não seria tão chato. Nem música eu pude colocar, já que eu tinha esquecido meus fones de ouvido em casa e meu celular estava descarregado.
Meu azar constante ainda me acompanhava por aí. Não é porque estou namorando um cara bonito e legal que o azar vai me abandonar, não mesmo.

- Nossa, Ever! Quanta poeira! — Minha mãe entrou no salão, olhando boquiaberta para o chão que eu varria.

- Tá sujo, né? — Olhei para minha mãe irônicamente.

- Vou pegar o aspirador de pó. Não saia daí! — Antes que eu pudesse dizer que eu não sei mexer no aspirador de pó, ela se retirou da sala, me deixando com cara de tacho e segurando a vassoura.

- Aqui, Ever. Passa o aspirador pra poeira sair. — Mamãe voltou tão rápido quanto foi, carregando com dificuldade o aspirador de pó.

- Mãe, eu não sei usar esse treco. — Apontei com a cabeça na direção do aspirador de pó.

- Pois aprenda! É fácil querida...

- Mas...

- Nada de "mas!" Quando você e o Michael se casarem, como é que vai ser hein? Aposto que ele quer que você seja uma ótima dona de casa. Usar o aspirador de pó é uma das coisas mais fáceis do mundo. — Parei de ouvir o que a minha mãe dizia quando ela disse casamento, Michael e eu numa mesma frase.

Eu não tinha pensado se iria querer me casar algum dia. Michael e eu estávamos juntos há pouco tempo e minha mãe vinha falar de casamento? Aposto que ela já estava procurando vestidos de noiva para mim e tudo. No quesito precipitação e viagem na maionese, minha mãe era a campeã.

Por outro lado, se eu fosse mesmo me casar, eu só via uma única pessoa capacitada para me levar ao altar e era essa a mesma pessoa que eu via me esperando nele: Michael Salvatore.

- Tudo bem, mãe. Deixa comigo, eu aprendo. — Ela sorriu pra mim, aprovando a minha atitude.

- É assim que se fala meu amor! — Mamãe beijou minha bochecha e saiu, deixando-me sozinha com o aspirador de pó.

- Mãos à obra. — Falei sozinha, ligando o aparelho na tomada.
Respirei fundo, apertando o botão ligar e o aspirador emitiu um barulho e começou a se movimentar. O segurei e comecei a empurrá-lo pelo salão de festas, vendo que ele aspirava toda a poeira.

- Não é tão difícil... — Ri sozinha e comecei a dançar enquanto andava para lá e para cá com o aspirador de pó até que ele escapou da minha mão e começou a andar por aí desgovernado.

- Volte aqui, seu robô do mal! — Juro que nessa hora me achei mais estúpida do que o Jack.

- DROGA! — Bufei, correndo atrás da máquina mortífera desgovernada, mas parecia que ele tinha criado vida e andava feito um doido por todo o salão de festas.

Eu corria muito, mas parecia não adiantar.

Tive a brilhante idéia de correr e pular em cima do aspirador para fazê-lo parar. Fiquei olhando para onde ele estava indo e corri e pulei em cima dele, mas aquela porcaria desviou e eu caí de cara no chão, batendo minha barriga de forma violenta no assoalho. Juro que vi estrelinhas sobre a minha cabeça nessa hora.

Eu me preparava para levantar quando vi a máquina mortífera vindo em minha direção. Olhei assustada para o robô e me sentei, andando para trás com a ajuda de minhas mãos aterrorizada.

- SOCORRO! — Gritei, assustada. — O monstro do aspirador de pó quer me matar! AAAAAAAAAAH. — Dei um berro e comecei a engatinhar pelo chão, escorregando ao mesmo tempo, pois o chão estava liso e minha mão suava frio.

Amá-lo é como dirigir um Maserati novo por uma rua sem saída
Mais rápido que o vento, apaixonante como o pecado
Terminando tão de repente
Amá-lo é como tentar mudar de ideia
Uma vez que você já está voando em queda livre
Como as cores no outono, tão brilhantes, antes de perdê-las

- AAAAAAAAH! — Soltei outro berro ao ver o aspirador ainda atrás de mim enquanto eu engatinhava a escorregava como se eu estivesse em uma esteira em movimento.

- Ever! — Michael entrou no salão de festas e eu quis ser abduzida ou sugada pelo aspirador de pó. Tem coisa mais humilhante do que ser pega pelo seu namorado engatinhando e escorregando desesperada por estar fugindo de um aspirador assassino? Acho que não.

- Me ajuda! — Pedi, sentindo minhas forças se esvaindo. Michael começou a rir da minha desgraça.

Perdê-lo foi azul como eu nunca soube

Sentir a falta dele foi cinza escuro, totalmente só

Esquecê-lo foi como tentar conhecer alguém
Que você nunca encontrou
Mas amá-lo foi vermelho
Amá-lo foi vermelho

- Como isso foi acontecer? — Perguntou ele em meio as risadas.

- Podemos deixar as perguntas para depois, por favor? — Eu estava impaciente e desesperada. Aquele negócio parecia estar possuído. — Anda logo, Michael! — Ele saiu correndo e logo em seguida, o aspirador parou bem na hora em que ele ia me alcançar.

- Como fez isso? — Eu estava atordoada demais para pensar.

- Existe um negócio muito legal chamado tomada você sabia disso? — Ele parou em minha frente com um sorriso sacana. Legal, além de ser azarada, eu sou burra!

Tocá-lo era como entender que tudo que você queria
Estava bem ali na sua frente
Memorizá-lo foi tão fácil como saber todas as palavras
Da sua velha música favorita
Brigar com ele foi como tentar resolver uma palavra cruzada
E perceber que não há resposta certa
Me arrepender dele foi como desejar
Que você nunca tivesse descoberto
Que o amor poderia ser forte desse jeito

- Puxa vida... — Enxuguei o suor que escorria pela minha testa, pensando no quanto eu devia estar suada e descabelada.

Aquele não era o meu dia, não mesmo!

Abaixei a cabeça envergonhada. Não conseguia olhar para Michael. Era muita humilhação para um dia só.

Vi Michael se agaixar ao meu lado e senti suas mãos pegando meu queixo e virando meu rosto carinhosamente para si. Nossos olhares se encontraram e todo o constrangimento que eu sentia, desapareceu. Ele sorriu sem mostrar os dentes e eu acabei sorrindo também.

Perdê-lo foi azul como eu nunca conheci
Sentir a falta dele foi cinza escuro, totalmente só
Esquecê-lo foi como tentar conhecer alguém
Que você nunca conheceu
Mas amá-lo foi vermelho
Amá-lo foi vermelho

- Não precisa ficar com vergonha. Acidentes como esse ocorrem com você todos os dias. — Nós dois rimos ao mesmo tempo. Eu deveria ter ficado brava com a piadinha mas eu não conseguia.

- É, eu já deveria estar acostumada. — Silêncio. Ficamos inundados em um súbito silêncio. Eu deveria dizer mais alguma coisa, mas ficava cada vez mais difícil pensar com clareza quando Michael estava me olhando.

Oh, vermelho
Vermelho ardente

- Franjinha... sei que deve estar se passando pela sua cabeça que eu devo estar te achando patética mas eu não estou. E sabe porque? Porque isso faz de você uma garota especial. Eu conheci muitas garotas e nenhuma delas era como você. Elas tinham um estereótipo e suas mentes eram totalmente limitadas e artificiais. Eu gosto de você, Ever, porque você não tem medo de ser quem você é. Não tem que ter vergonha disso, Ever é até divertido presenciar essas suas trapalhadas. — Eu estava comovida e encantada com tudo o que Michael me dissera... parecia... surreal.

- É divertido? — Franzi o cenho, sorrindo.

- Claro que é. — Anjinho se aproximou lentamente de mim e eu senti meu corpo todo tremer. Nossos lábios se tocaram de forma lenta e apaixonante.

As lembranças dele vêm em flashbacks e ecos
Digo a mim mesma que agora é a hora, preciso esquecer
Mas me distanciar dele é impossível
Quando ainda vejo tudo em minha cabeça
Vermelho ardente
Ardendo, era vermelho

Nenhum de nós se moveu. Ficamos com os lábios encostados por um bom tempo, apenas sentindo, tocando um ao outro, apenas apreciando aquela sensação. Michael abriu os lábios lentamente e eu fiz o mesmo, sentindo o gosto de seus lábios ao mesmo tempo em que eu sentia meu corpo inteiro formigar. Minhas mãos como sempre, se perderam em seus cabelos e as dele acariciavam a minha nuca de forma carinhosa. Sorrimos entre o beijo e mordi seu lábio inferior lentamente.

Partimos o beijo e sorrimos ao mesmo tempo. A paz que eu sentia sempre que eu o via se intensificava quando nos beijávamos, me deixando serena, calma, instável.

Perdê-lo foi azul como eu nunca soube
Sentir a falta dele foi cinza escuro, totalmente só
Esquecê-lo foi como tentar conhecer alguém
Que você nunca conheceu
Porquê amá-lo era vermelho

- Minha mãe falou com você alguma coisa sobre casamento? — Me achei estúpida por estar fazendo uma pergunta como aquela.

- Não, porque?

- Nada não, esquece! — Ele deu de ombros e se levantou, me ajudando a levantar logo em seguida.

Yeah, yeah, vermelho
Vermelho ardente

Michael resolveu me ajudar com o aspirador de pó e eu o deixei encarregado dessa tarefa. Queria distância daquela máquina mortífera.

E é por isso que ele fica rodando na minha cabeça
Volta pra mim, vermelho ardente
Yeah, yeah
O amor dele foi como dirigir um Maserati novo por uma rua sem saída

(...)

- Caroline, eu já disse mil vezes que não tem chance de que eu use esse vestido rosa! — Esbravejei irritada com a insistência de minha amiga para que eu usasse um vestido rosa cheio de babados.

Caroline estava me ajudando a escolher uma roupa para o encontro que eu teria com o Michael mais tarde, mas ficava difícil escolher algo sem saber pra onde ele me levaria.

- Use essa blusa branca com essa calça e mais essas botas e você arrasa! — Caroline saiu pegando as peças dentro do meu armário e despejando-as em cima de minha cama. Impressionante como eu acabei gostando do look que minha amiga montara.

- Agora sim eu gostei! — Bati palminhas. — Agora me conta o que rolou no baile ontem entre você e o Jeremy! — Eu não sabia se estava mais ansiosa pelo encontro ou pelo que a minha amiga iria me contar. Eu tinha um breve palpite que minha ansiedade era pelas duas coisas.

- Ai amiga foi perfeito! Jeremy se comportou como um perfeito cavalheiro... disse que não me pediu em namoro ainda porque quer esclarecer tudo com a Stacy de uma vez por todas. Nós não nos beijamos, mas é quase como se fôssemos namorados. Eu estou muito feliz, parece que estou dentro de um sonho muito lindo ou estou sendo a protagonista de um novo conto de fadas. Quando estou com o Jeremy, é como se ele me deixasse tirar todos os muros de proteção que existem em sua volta e que o impedem de ser ele mesmo. Quando estamos juntos, Jeremy é apenas o Jeremy. — Eu sorri com as palavras de minha amiga. A minha teoria estava certa desde o começo.

- Estou muito feliz por você amiga. — Peguei nas mãos da minha amiga e rimos uma para a outra.

- E eu também estou muito feliz por você e o Michael amiga! Vocês fazem um casal lindo. — Nós não conseguíamos parar de sorrir.

Olhei para o lado e quando vi a hora no relógio, quase pulei de susto.

- Tenho que tomar banho! — Me levantei da cama apressada. Não queria me atrasar e não queria deixar Michael esperando.

- Vai logo, amiga! — Caroline me empurrou na direção do banheiro e eu ri, mesmo tremendo de nervoso por dentro.


(...)

Depois do banho, Caroline me maquiou e penteou meus cabelos. Minha maquiagem não era totalmente leve, mas também não era muito forte. Estava na medida certa.

Ouvi a campainha tocar e meu coração começou a bater 1000 vezes mais rápido. Tinha certeza de que era o Michael. O relógio marcava 17:59, o que só evidenciava o fato de que ele era um cara pontual.

- Relaxa, você está linda. — Voltei meu olhar para meu reflexo no espelho após as palavras de Caroline.

Eu usava uma blusa branca com estampa de caveira com um ombro caído, calça preta de couro daquelas justas na medida certa. Nos pés, eu usava botas pretas, mas nada de saltos e meus pulsos estavam adornados de pulseiras.

- Coragem! Não seja tão infantil. — Murmurei para mim mesma quando senti a vergonha me dominar. Será que o Michael iria gostar das roupas que eu estava usando?

- Ever, o Michael está te esperando lá embaixo! — Informou Jack.

- Diga a ele que já vou descer. — Meu irmão assentiu saindo do quarto no mesmo instante.

- Vou descer primeiro, quero ver isso de perto. — Caroline saiu do meu quarto de forma afobada. Respirei fundo, obrigando minhas pernas a se mexerem.

Desci as escadas lentamente, vendo Michael conversando com meu pai de costas para mim, Sorri para ele quando percebi que meu pai já havia me visto e ele retribuiu o sorriso, me olhando com grande orgulho. Michael se virou na mesma hora e petrificou quando me viu.

Continuei descendo as escadas, tentando ignorar o tremor que se manifestava em minhas pernas devido ao nervosismo. Eu sentia o mundo parar em minha volta e tudo o que parecia importar era o olhar de Michael em cima de mim, admirando-me e cativando-me de uma maneira que ele nunca tinha feito antes.

Andei até ele timidamente e reparei no modo que Michael estava vestido.

Ele usava calça jeans rasgada nos joelhos, All Star preto e blusa preta de manga cumprida. Reparei também no longo cordão de prata que usava com uma cruz na ponta. Todo aquele ar de rockeiro me deixou com falta de ar.

- Filha... você está linda! — Papai sorriu para mim todo orgulhoso.
Caroline que estava do lado de Jeremy fez sinal de joinha com a mão seguida de uma piscadela marota. Prendi a risada na hora.

- Ah, que nada pai. — Ruborizei.

- Seu pai está certo. Você está... divina. — Anjinho me olhava de um jeito encantado que acabou me deixando com mais falta de ar do que eu já estava.

- Obrigada. Como não sei aonde vamos, eu não sei se estou vestida apropriadamente e...

- Você está perfeita. De verdade, Ever. — Michael me interrompeu de forma doce. — Rodolfo, nós já estamos indo.

- Vão com Deus e juízo por favor! — Nós dois rimos ao mesmo tempo com a frase de meu pai.

- Pode deixar! — Dei tchau para Carol e Jeremy, que não viu a loira fazendo gestos malucos que diziam: "Agarra ele!" que eu ignorei prontamente.

Entrei no famoso carro de Michael, que me surpreendendo, pegou em minha mão e acariciou a mesma com o polegar. Esbocei um sorriso condescendente em sua direção e ele se inclinou em minha direção para me beijar apaixonadamente.

Eu nunca me cansaria de sentir os beijos de Michael e muito menos todas as sensações que ele estava sempre me proporcionando. Cada toque, cada beijo, cada sorriso e carícia, estavam marcados em mim como ferro em brasa. E era esse mesmo ferro em brasa que me fazia arder de amor, pelo Michael.
Partimos o beijo e sorrimos ao mesmo tempo e logo, estávamos na estrada.

- Você não vai mesmo me dizer pra onde está me levando? — Questionei, cansada de tanto mistério.

Eu não fazia a mínima idéia do que Michael estava pretendendo e suas roupas não me davam nenhuma pista, o que era frustrante demais ou óbvio demais ou talvez eu fosse burra demais para notar alguma coisa.

- Já disse que isso é segredo. Já estamos quase chegando, franjinha. — Bufei, me afundando mais no banco do carro.

A música Red da Taylor Swift tocava na rádio. Eu podia até não ser chegada no ritmo de suas canções, mas existiam exceções e esta música era uma, por ser bem animadinha.

Comecei a cantarolar a música baixinho e balançar a cabeça no ritmo da música e vi Michael ao meu lado se acabar de rir enquanto dirigia.

- Que foi? — perguntei.

- É esquisito ver você cantando músicas assim. Pensei que não gostasse da Taylor Swift.

- Eu gosto desta música. E também de outras. Não é porque o meu forte é rock que eu não posso ouvir outros gêneros musicais. — Revirei os olhos.

- Eu sei, Ever. Só achei que não gostasse dela. — Deu de ombros.

Olhei pela janela quando percebi que Michael estava diminuindo a velocidade e foi quando eu vi uma multidão na rua e quando digo multidão, é multidão MESMO! Tinha pessoas acampando na calçada com direito a barracas e tudo.

- Onde estamos? — Eu não conseguia reconhecer o lugar.

- Vamos assistir a um show de rock. — Arregalei os olhos, sentindo a euforia me dominar por completo.

- Show de quem? — Minhas mãos tremiam.

- Linkin Park. — Michael estacionou o carro e eu permaneci olhando-o petrificada antes de começar a gritar feito uma louca.

- AAAAAAAAAAAAH! — Comecei a dar uns soquinhos no ar e Michael olhou para mim ligeiramente assustado.

- Eu nunca fui a um show de rock antes! — Ele olhou para mim perplexo.

- Tá brincando né?

- Não, é sério! Se bem que, eu já fui em um quando eu tinha 13 anos escondida dos meus pais com Chris e Caroline. Não era uma banda famosa, apenas um cover do Evanescence. Acabei ficando de castigo quando cheguei em casa por ter saído escondido. — Anjinho riu com minha história enquanto saíamos do carro. — Meu pai sabe que estamos aqui?

- Claro que sabe. — Respondeu, entrelaçando nossos dedos.

Olhei para ele e sorri, querendo gravar cada mínimo detalhe de seu rosto perfeito em minha memória. Sempre que eu o via na minha frente, eu me sentia mais viva, mais feliz... tinha certeza de que isso se devia ao fato de que meu coração batia cada vez mais forte dentro do meu peito sempre que eu o via.

- Porque está me olhando assim? — Ele parou de andar assim que percebeu que estava sendo observado.

- Obrigada por me fazer feliz. — Michael sorriu abertamente e mordeu os lábios, meio nervoso, incerto, antes de me puxar para si e me abraçar apertado.

Abraçar Michael era como abraçar um mundo inteiro. Ou pelo menos, a melhor parte dele. A mais bonita, a mais ensolarada, como as profundezas de um oceano ou a brisa leve da manhã. Eu me sentia segura, aquecida, confortada, como se naquele momento, tudo estivesse completo.

Me separei de Michael apenas o suficiente para poder olhá-lo e lhe dei um selinho demorado.

Com tantos momentos bons como aquele, estava sendo difícil escolher o melhor. Todos estavam sendo perfeitos.


(...)

O show estava prestes a começar e o alvoroço ao nosso redor era enorme. Dezenas de pessoas estava inquietas e ensandecidas, querendo que os integrantes do Linkin Park subissem logo naquele palco. Eu não estava diferente.

Depois de mais 15 minutos de espera, o show finalmente começou. O alvoroço se tornou ainda maior quando começaram a tocar uma introdução de abertura. As pessoas se empurravam e muitas passaram mal. De onde eu estava, não dava para ver direito os caras do Linkin park então, pedi para Michael me levantar de forma que eu ficasse sentada em seus ombros. Ele concordou e pude ver extasiada Chester cantando Numb, uma das canções que eu mais amava.

Comecei a me esgoelar, cantando a plenos pulmões todas as canções, sorrindo orgulhosa por conhecer todas.

Michael se divertia tanto quanto eu, mesmo tendo que me carregar em seus ombros. Ele não havia reclamado em nenhum momento. Depois que o show acabou e nos direcionamos a saída, eu ainda estava eletrizada pelo show.

- Cara, que show! Que show! — Michael gritou, extasiado.

- Nem me fale! Tô até rouca de tanto gritar. — E eu estava rouca mesmo e não me importava nenhum pouco com isso. — Nós vamos para casa? — Perguntei desanimada.

- Seu pai não quer que você volte muito tarde. — Meu namorado era do tipo que seguia com afinco as instruções que meu pai dava. — Mas antes de irmos, vamos comer alguma coisa. — Estava tão distraída que nem vi a pedra no meu caminho e tropecei, segurando no braço de Michael para não cair.

- Ops! — Ele deu uma sonora risada.

Paramos em uma lanchonete. Enquanto Michael fazia os pedidos para uma garçonete super assanhada, eu pensava no quanto eu queria ter mais tempo com Michael para conversar com ele. Saber como ele se sente em relação a sua mãe que morreu, como ele costumava ser quando era menor, coisas desse tipo.

- Vamos. — Michael me despertou dos devaneios que eu tinha enquanto pegava nossos lanches e saíamos da lanchonete.

Entramos em seu carro novamente mas ao invés de Michael comer seu lanche, ele ligou o carro e deu a partida.

- Pra onde vamos?

- Quero que conheça um lugar.

Michael dirigiu para um lugar muito bonito. Uma floresta crescia dos dois lados. Parecia que estávamos subindo uma serra. Poucas luzes iluminavam o caminho, o que deixava tudo mais bonito, sombrio e misterioso. Combinação que eu adorava.

Somente quando está ficando bom
Eu lentamente começo a congelar
Logo quando eu começo a sentir que é real, eu coloco meu coração para dormir
É a memória que eu posso ver
Então esse medo vem sobre mim
Entenda que eu não pretendo
Afastar você de mim

Anjinho fez a curva e diminuiu a velocidade até parar em frente a um mirante. Desci do carro na hora, querendo olhar tudo de perto. A paisagem em minha frente era tão perfeita, que parecia a imagem de um quadro famoso. Era tudo tão lindo, que não tinha como não perceber. Eu estava admirada.

A cidade parecia pequenina demais se vocês estivesse olhando do mirante de onde eu estava. Eu podia ver as luzes da cidade parecendo pequenos vagalumes que não piscavam. Abaixo de mim, uma pequena floresta habitava. Sem sombra de dúvidas, aquele era o lugar mais lindo que eu já havia visto em todos os meus míseros 16 anos de vida.

A noite estava quente e iluminada aquele dia. As estrelas pareciam brilhar mais do que o normal e a lua parecia acompanhá-las, iluminando tudo a sua volta. Eu sorria feito uma boba, quase como uma criança curiosa que vai explorando o mundo ao seu redor e a cada descoberta que faz, fica mais maravilhada.

- Se eu soubesse que iria gostar tanto daqui teria lhe trazido antes. — Eu ri, olhando para o perfil do Michael parado bem ao meu lado.

- Isso aqui é lindo! Como descobriu esse lugar? — Ele sorriu de lado, orgulhoso por ter me agradado mais uma vez naquele dia.

Seus olhos assumiram uma frieza estranha e um silêncio pairou no ar. Fiquei olhando para ele por algum tempo antes de ouvir sua voz melódica preencher meus ouvidos mais uma vez naquele dia.

- Quando eu tinha 15 anos, eu ainda estava muito abalado pelo que aconteceu com minha mãe. Ela faleceu quando eu tinha 13 anos mas todas as vezes que eu acordava, a cada novo dia, era como se ela morresse de novo. E de novo. A morte dela me deixou mais abalado do que qualquer outra coisa. Meu pai estava infeliz e eu também estava. Eu tinha uma melhor amiga, a Lindsay. Ela era a única pessoa que me entendia de verdade até o dia em que meu pai e eu tivemos que nos mudar. Ela ficou arrasada e eu também. Eu não queria ir, mas era necessário. Eu e meu pai brigamos feio devido a isso, eu não queria entender seus motivos para querer se mudar de nossa antiga cidade então eu peguei o carro dele e dirigi feito um louco até parar aqui, exatamente onde estamos agora. Foi esse lugar que me acalmou e fez com que eu entendesse que eu só tinha o meu pai e que me mudar seria bom para mim. Voltei para casa naquele mesmo dia e fiz um trato com meu pai. Nos mudaríamos só depois de 1 ano pois eu não me sentia pronto para abandonar a casa onde vivi os melhores momentos de minha vida ao lado de minha mãe. Depois de 1 ano, eu me despedi da Lindsay e vim morar aqui, na sua cidade. Sempre que estou mal ou querendo ficar isolado, eu venho pra cá. Sempre ajuda. — Fiquei processando as palavras de Michael por um bom tempo. Ele tinha sofrido muito, eu podia imaginar a dor que ele deveria ter sentido e me sentia importante por saber que ele confiava o bastante em mim para abri seu coração e compartilhar comigo a sua dor, uma parte de sua história.

- E Lindsay? Você nunca mais a viu? — Eu estava curiosa. Ela aparentava ser uma menina legal, apesar de não conhecê-la. Não havia ciúmes.

- Não, acabamos perdendo o contato, mas soube que ela e a família se mudaram pra Inglaterra. — Suspirei quando senti uma leve brisa batendo em meu rosto, fazendo com que eu relaxasse instantâneamente.

- Sei que isso já passou mas me desculpe por ter infernizado a sua vida. — Me pegando de surpresa, Michael começou a rir, eram risadas altamente estrondosas.

- Você não precisa se desculpar, Ever. — Ele passou o polegar pela minha bochecha lentamente. Ainda podia enxergar vestígios de sua risada em sua boca.

- Quando meu tio morreu... eu me senti um lixo. Por mais que pudesse parecer que eu estava bem, eu ainda sentia muita tristeza e não sabia como lidar com ela. Infernizar a banda quando meu pai estava procurando um novo sócio para a Escola de Artes um dia depois da morte do meu tio foi tão... infantil! — Céus! Parando pra pensar no assunto, eu agora me sentia a pior garota do mundo. Sério, eu tive muitas atitudes infantis e nem me importei com as consequências.

- Pelo menos agora você sabe que aquilo foi errado e não vai fazer de novo. — Quando ele percebeu que eu ainda estava banhada em vergonha e remorsso, Michael me virou de frente para si, me segurando pelos ombros e completou: — Ever, não adianta se martirizar por isso agora. Você mudou muito e para melhor. Todos cometem erros e não se amadurece da noite para o dia. — Soltei um suspiro, absorvendo suas palavras lentamente e concordando com todas elas.

- Você tem razão. — Envolvi seu pescoço com meus braços e Michael pousou suas mãos em minha cintura. Nossos rostos foram se aproximando lentamente até que eu pude sentir o hálito quente de Michael batendo em meu rosto. Abri os lábios num impulso desenfreado e quando percebi, os lábios de Michael já tinham se unido aos meus.

Por que eu estou com tanto medo de me machucar e perder meu coração outra vez
Eu não sei, eu não posso ver, o que acontece comigo
Por que eu estou com tanto medo de quebrar e perder a razão de novo
Eu não sei, eu não posso ver, o que acontece comigo

A cada suspiro que eu dava, me fazia ter a certeza de que o sentimento que nos unia era tão forte, que se expandia através de nós.

Estávamos ligados um ao outro. Uma ligação profunda que apenas nós dois podíamos senti-la. Era forte como cada batida acelerada do meu coração, intensa como cada caríca que trocávamos e tão bonito quanto os raios de sol que iluminavam meus dias e aqueciam meu coração.

Era amor. Eu tinha certeza disso.

Nos separamos apenas para respirar e colamos nossas bocas novamente. O momento crescendo, nossas mãos querendo explorar cada pedacinho de pele que tínhamos, nossas bocas ávidas e sedentas e meu coração batendo como nunca havia batido antes e eu tinha certeza de que Michael podia ouvi-lo.

Tudo era intenso entre nós, mágico, hipnótico.

Michael mordeu meu lábio inferior e o puxou e eu, segurei seus cabelos com mais força, querendo que ele se lembrasse de mim sempre que estivesse sozinho. Queria fazê-lo sentir tudo o que eu sentia, queria que aquele momento não acabasse nunca.

Eu tinha medo do futuro. Tinha medo de que tudo o que tínhamos fosse destruído, que acabasse. Tinha medo de nunca conseguir verbalizar o que meu coração e minha mente já gritavam dentro de mim: Eu amava o Michael e o queria perto de mim. Para sempre.

Por mais próximos que pudéssemos estar, eu sempre sentiria que não era o bastante. Eu sempre pediria por mais.

Você tem um jeito de fazer eu me soltar
Eu não posso ficar, mas eu não posso ir, eu sou minha pior inimiga
Por favor, entenda que não é você, é o que eu faço
Só quando estou para fugir, eu percebo o que me tornei

Continuamos nos beijando, perdendo lentamente a noção do tempo. Nossos lanches intocados deveriam estar frios e eu não estava dando a mínima. O mundo podia explodir a nossa volta e eu não iria notar.

Nos separamos ofegantes, mas continuamos abraçados. A respiração de Michael batendo no meu pescoço me proporcionava leves arrepios.

- Nosso lanche deve ter esfriado. — Eu sorri ao ouvir o som de sua voz soar descontraída.

- Com a fome que eu estou eu como até cru! — Ele riu, me soltando com certa relutância.

Fomos até o carro e comemos nossos respectivos lanches até nos darmos por satisfeitos. Não paramos de conversar um só minuto e em todo o tempo, eu descobria coisas sobre o Michael que eu talvez nunca soubesse.

Sua cor preferida, por exemplo, é azul claro mas ele também ama preto. É viciado em vídeo-game e tem uma coleção gigantesca de CD's e quando ele era pequeno, tinha vontade de entrar nas histórias em quadrinhos que lia e virar um personagem. Sonha ser um grande músico e compositor algum dia e disse que vai lutar por esse sonho, entre outras coisas. Ele era adorável.

- Sabe, eu gosto muito de cantar, mas tenho a maior vontade de estudar dança. — Confessei, deitada no peito de Michael. Era muito bom estar ali, eu podia ouvir seu coração bater e sentir seu peito subindo e descendo com sua respiração calma que parecia ditar o ritmo da minha.

- E porque não estuda dança?

- Eu não sei... talvez algum dia eu tenha a oportunidade de fazer tudo o que eu tenho vontade. Ou pelo menos a maioria delas. — Dei de ombros.

Um silêncio se instalou no carro e eu senti que deveria quebrá-lo.

- Michael?

- Hum? — Fiquei mexendo na costura da minha blusa que estava desfiando, insegura.

- Você se imagina daqui há uns anos comigo? — Ele demorou um pouco para responder e soltou um suspiro antes de começar a falar.

- É complicado porque nós nunca sabemos o que vai acontecer. Eu procuro não pensar no futuro e sim no presente. Sabe como eu me imagino agora?

- Não.

- Dentro desse carro, distribuindo beijos pelo rosto da minha namorada. — Antes que eu pudesse responder, senti Michael se debruçar sobre mim e começar a distribuir beijos pelo meu rosto. Eu comecei a rir, sentindo cócegas quando ele beijou meu pescoço até que Michael parou de repente e passou a me olhar. Eu continuava rindo antes de perceber que eu estava sendo observada.

- O que foi? — Minhas bochechas estavam vermelhinhas.

Por que eu estou com tanto medo de me machucar e perder meu coração outra vez
Eu não sei, eu não posso ver, o que acontece comigo
Por que eu estou com tanto medo de quebrar e perder a razão de novo
Eu não sei, eu não posso ver, o que acontece comigo

- Franjinha... você me amarrou. Estou totalmente vidrado em você. — Ele deu uma piscadela e sorriu maroto para mim. A risada que escapuliu de nossos lábios foi inevitável. Foi a frase mais cafona que já me disseram e parecia tão adorável quando dita pelo Michael...

- Eu deveria te mandar ir pastar depois dessa! — Empurrei seu peito de leve.

- E perder a carona pra casa? Você não faria isso. — Dei uma estrondosa gargalhada.

- Não faria mesmo. — Sorrimos um para o outro e o puxei pela gola de sua camisa, beijando-o logo em seguida.

Ficamos assim por um bom tempo. É incacreditável pensar em como a minha vida tomava um rumo diferente a cada dia.

Eu, Ever Williams encontrei o amor aos 16 anos! Em outra época, diria que isso é uma estupidez sem tamanho mas que com o Michael, acabava se tornando totalmente certo.

Agora eu me pergunto o que você pensa de mim
Não sei por que eu me machuco tão facilmente
Todos os meus medos estão armados e me cercando
Eu não consigo nem dormir
Eu fico correndo em círculos ao seu redor
Você é a armadilha que eu quero cair

Não sei se a felicidade que emanava de dentro de mim se devia ao fato de que finalmente eu e o Michael estávamos juntos ou se era porque eu tinha descoberto que o amava. Era tão estranho pensar que eu estava amando alguém e ao mesmo tempo era tão... bom. Era extraordinário, pois eu pensava que meu destino estava selado e que eu ficaria sozinha para sempre.

A vida é uma caixinha de surpresas. Ela trouxera Michael para mim. Por mais que eu seja uma das garotas mais azaradas que conheço, sei que a única parte dentro de mim que está imune a toda a falta de sorte é o amor que eu sinto pelo Michael.

A convicção que eu tinha era que eu o amaria por toda a minha vida. Não sei porque, eu apenas sentia isso dentro de mim. Era algo tão gritante que era impossível de ser ignorado.

Michael é meu primeiro amor e tenho certeza de que ainda será pelo resto da minha vida.

Independente do que acontecer daqui pra frente.

Por que eu estou com tanto medo de me machucar e perder meu coração outra vez
Eu não sei, eu não posso ver, o que acontece comigo
Por que eu estou com tanto medo de quebrar e perder a razão de novo
Eu não sei, eu não posso ver, o que acontece comigo

Notas finais
Essa música do final é perfeeeeeeeita, assim como a Red, mas Afraid combina muito com esses dois. Eu to montando a tracklist da fanfic, e essa música será o tema da Ever e do Michael portanto, ela aparecerá aqui na fanfic mais uma vez em outro capítulo mas não agora. Depois vocês entenderão o quanto essa música tem a ver com os dois, com o desenrolar do romance dos dois.
Esse capítulo foi bem fofinho mesmo porque tô no clima do dia dos namorados americano até agora (apesar de eu não ter um namorado. Nem brasileiro e muito menos americano kkkkk) mas meus personagens estão in love ♥3
Sobre o capítulo, não tenho muito a falar só que preparem seus corações novas confusões estão por vir e uma nova aliança será firmada entre Mandy, Stacy e Daniel sou só eu que acho que isso não vai prestar? Ever/Claire e também Caroline estarão na mira do trio! E vou ficar quieta antes que eu diga mais alguma coisa HSUAHSUA
Bom, como eu sempre faço, peço que comentem! Vejo muitos favoritando a história mas não tem a boa vontade de deixar um review de vez em quando só pra mim saber que lê a fanfic. Não custa nada postar um comentário gente!
E eu to sentindo falta das recomendações =( se alguém quiser me mandar uma, ficarei MUUIIIITO feliz HSUAHUSA
Sem mais delongas, me despeço de vocês. Tenham um ótimo fim de semana meninas e muito obrigada por estarem comigo, não sabem o quanto eu amo ler e responder os comentários de vocês e as lindas MPs que recebo. Vocês são perfeitas ♥3
Só pra lembrar: LINK DA MINHA PAGE: http://www.facebook.com/LarissaCristinaFanfics?ref=hl
CURTAM AE SE QUISEREM E TIVEREM FACE HSAUHSUA
BEEEIJOS ;*