Notas iniciais
GNT GZUIS ME PERDOEM Sério, me falta mt tempo, e tem tds uns problemas q eu estou passando (diminuíram bem haha). Fiquei sabendo q uma tomodachi minha, a Naomi-chan, está lendo mihas fics. Naomi, sua linda, te amo sz' Enfim, nos vemos lá embaixo...

Marcos, Ana e José conseguiram ver, nitidamente, uma menina correndo pelo pátio da escola, saindo da quadra.

– Testemunhas disseram ter visto uma menina correndo. Sua namorada disse que foi uma tal de Liz que matou o Gui. Pronto, aí está ela. – concluiu José.

– Sim. Agora é bem mais fácil reconhecê-la, correto? A imagem da câmera bate com o retrato falado? – perguntou Marc.

– Não fizemos retrato falado. As testemunhas estavam chocadas demais para isso. – afirmou Ana.

– Certo...

Um bipe de celular soou. Era uma mensagem no celular de Marc. Será que é o joalheiro, com a aliança de namoro de Bia? Não. Era a própria Bia.

“A Carla... A Carla... Liz conseguiu acertar a Carla.”

Ao ver esta mensagem, Marc tremeu. Tremeu de medo, de raiva. Desta vez, não deu para engolir o choro: lágrimas brotaram de seus olhos. Ana e José notaram a tristeza de Marc.

– O que aconteceu? – indagou José.

Marc não conseguia falar. Apenas mostrou o celular para os dois policiais. Chocados, Ana foi a primeira a falar:

– Eu sinto muito.

Foi a primeira vez que Marc olhou para a policial com um olhar de bondade. Ela não estava chorando. Mas tinha seus motivos: ela não conhecia Carla.

– Se quiser ir embora, ver sua namorada...

– Vá embora. Sério. Sua namorada precisa de você. – disse José.

Marc concordou. Pegou suas coisas e correu em direção à casa de Bia. Pensou que Ana não era tão má assim. Ela ainda queria que ele ficasse. Mas José tinha razão. Bia precisava dele.

Ele imaginava como Bia estaria agora. "Ela deve estar arrasada."

Chegando à casa de Bia, tocou a campainha. Ninguém abriu a porta. Não havia ninguém lá. Marc pensou que elas já deviam ter ido à casa de Carla. E correu para lá também.

Quando foi chegando perto da casa, viu marcas de sangue no chão. Não... Não pode ser. Em frente à casa de Carla, vários carros de policiais estacionados. Faixas de “Não entre” foram colocadas, mas isto não impediria Marc de entrar. Foi passando entre os policiais, até que foi barrado.

– Você não pode entrar.

– Posso sim, eu era o melhor amigo da vítima.

– Ele pode entrar policial! – gritou Bia, de dentro da casa.

O policial deu passagem, com cara feia. Marc entrou e abraçou Bia. Ela estava em um estado deplorável: suas roupas estavam molhadas, seu cabelo estava embaraçado, ela estava de chinelo e chorava.

Bia se abraçou ainda mais forte em Marc e chorava, sussurrando coisas como “A Carla... Minha Carla...”, “Não pode ser”, “Não consigo aceitar...”.

Marc entendia Bia. Mas o que podia fazer para confortá-la? Ele estava no mesmo estado que ela. Ao olhar para o lado, viu Patrícia, a mãe de Carla, sentada no sofá, berrando horrores, com Gabriela ao lado.

A curiosidade para saber o que aconteceu era grande, mas Marc não podia perguntar isso à Bia. Abraçando-a, foi até um policial que estava dentro da casa, e perguntou:

– Senhor, com licença. Pode me explicar o que aconteceu?

– A vítima foi encontrada morta no meio da rua.

– Como?

– Um tiro na barriga. – afirmou o policial.

– Que horror... — lágrimas queriam escapar de seus olhos, mas Marc não queria chorar na frente de Bia. Não queria entristecê-la mais. E voltou a falar com o policial — Posso ter a audácia de perguntar... Qual era o calibre do tiro?

– Nº 28. Estranho, não é? Você sabe que calibre 28 é mais usado por policiais.

– Sim, eu sei. Obrigado. – afirmou Marc.

– Não há de que.

Então José tinha razão. Ela com certeza atacou um policial e roubou-lhe a arma. Marc lembrou-se de uma pesquisa que fizera uma vez, e lembrou que policiais andam sempre com seis tiros na arma. “Liz ainda tem mais quatro... Ai meu Deus.”

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Marc passou à tarde na casa de dona Patrícia, com Bia. Ela não largava de seu corpo, e chorava sempre.

Nos pensamentos de Bia, apenas Carla aparecia. Minha melhor amiga... Minha amiga de infância... Eu a perdi.

A tarde passou. Era hora de irem para casa. Patrícia não convidou Gabriela e Bia para dormirem lá, pois ela queria ficar sozinha. Bia teve que ir para casa, e Marc a acompanhou até a porta.

– Quer que eu entre?

– Acho que tenho que ficar sozinha também. Com meus pensamentos. Obrigada por vir.

– Claro, eu entendo. Te amo, ok? – Marc tentou dar um beijo em Bia, mas Bia desviou o rosto e entrou.

Marcos estava com saudade da Bia de antes. Aquela Bia alegre, gentil, bonita. Mas os recentes acontecimentos impediam que Bia fosse a mesma. Isso irritava Marc. Ela nem mesmo me beijou. Há quanto tempo não nos beijamos?

As reclamações eram muitas, mas a culpada de todas elas era Liz. Marc já estava cansado dela. Tirou-lhe o amigo e feriu-lhe a namorada duas vezes. Liz já tinha passado dos limites.

Mas isto era prova do que Liz era capaz. Lembrou-se do que Bia disse para Carla, no dia em que ela foi atacada: “Viu só, Carla? Nós achávamos que ela era inútil, chata, boba... Que não tinha amigos. A gente a subestimou, e olha só o que aconteceu!”.

Mais uma vez, Liz provou que não podia ser subestimada.

Mostrou que ela não estava de brincadeira.

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Notas finais
A Liz é tão "treteira" HASUHAUSHUAHSUAHSU Gnt, continuem lendo, não percam os próximos capítulos o3o' Bjs, amo vcs, tchau~