A Vingança
17 Capítulo 17 - Nada poderia mudar minha felicidade
Notas iniciais
Meu coração estava a mim, Susana ainda nem tinha movido um único músculo. Não, tinha que funcionar, tinha. Lagrimas estavam se formando em meus olhos.
- Susana, vamos lá, acorda.
Nada...
- Caspian. – ouvi sua voz, sua linda voz. Meu coração se encheu de felicidade. Ela abriu os olhos, eu sorri, um sorriso enorme. – Caspian. – ela disse outra vez.
- Eu to aqui. – eu disse, quase não agüentando a minha felicidade. Ela sorriu.
- Senti sua falta. – ela disse, ela queria se sentar, e eu ajudei.
- Como assim? – perguntei.
- D vez em quando as meninas vinham aqui e falavam comigo, ouvia quase tudo que elas diziam, ouvi a Lucia falando para você demorar. – ela disse, então me beijou, e eu correspondi, correspondi com todo o meu amor, tudo.
- Você precisa de um banho. –ela disse, em tom de riso. Me olhei, eu estava sujo, completamente sujo, nossa, eu precisava mesmo de um banho.
- Vai lá. – ela disse, me levantei e ela também. Fui ao banheiro, tomei o banho mais rápido que eu já tomara na vida. Eu não queria perder nem mais um segundo com ela.
- Acabei. – eu disse, entrando no quarto, já estava complemente vestido. Mais ela não estav a ali. Sai correndo, meu estomago deu um ronco, fui até a sala de jantar, talve tivesse alguma coisa para comer lá. E me deparei com ela lá, junto com todo mundo (os meninos também já tinham tomado um banho), me sentei ao lado dela.
- Todos nós unidos, outra vez. – disse Lucia, que estava sentada ao lado de Guilherme.
- Mais contem como foi. – disse ele, com sorriso enorme. – Voces descobriram quem foi?
- Sim. – respondeu Pedro.
- Então cadê? – perguntou Matheus.
- Ficou naquela floresta. – eu respondi, indiferente.
- Era a filha de feiticeira verde. – contou Pedro.
- Que? – perguntram todos, menos eu, o Pedro e o Edmundo.
- Espera, cadê o Zeon, Lonios, o Robert, a Catherine e a Taianne? – perguntei, quando notei que os cinco não estavam ali.
- Não entraram, Cath e Taianne queriam começar a vida de aventuras e os meninos foram com elas. – disse Pedro.
- Podem nos explicar como foi isso? – perguntou Thamires.
Contamos tudo para eles.
- E você deixou ela lá? E se ela quiser fazer alguma coisa? – perguntou Jessika.
- Não vai, acreditei nela. – eu disse, me lembrando da sinceridade de Runna.
- Concordo com o Caspian, pelo jeito como você contou, parecia mesmo que ela estava arrependida de tudo que fez. – disse Susana. Tínhamos comido quase todo o jantar. Eu estava morto de cansaço.
- Vou dormir. – eu disse, dei boa noite a todos, mesmo sendo de tarde. Susana me acompanhou até o quarto.
- Fiquei muito feliz por vocês terem enfrentado tudo isso só para me salvarem. – ela disse se sentando na cama, me sentei ao seu lado.
- Eu faria tudo por você. – eu disse, a olhando nos olhos. Ela me beijou.
Fui aprofundando o beijo, cada vez mais, até que fiquei em cima dela, e continuamos a nos beijar. Eu a tinha outra vez, e nada poderia mudar a minha felicidade naquele momento.
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