A Vingança e Seus Pensamentos

1 A vingança e seus pensamentos


Notas iniciais
É uma fic bem refletiva....

Uma one-shot...

Ela estava deitada sobre o que parecia ser um tapete de palha.

Seus olhos inexpressivos se perdiam diante das nuvens passageiras.

Ela era uma garota linda de pele branca e olhos vermelhos, seus cabelos logos pretos pareciam veus que cobriam-na. Ela tinha um nome e ele era Enma Ai

Uma garota destinada a fazer vingança, de pessoas que não aguentam o fardo de viver.

Ela estava perdida em lembranças que faziam-a lembrar porque estava naquele lugar, condenada a viver naquela eterna culpa, solidão e principalmente vingança.


Vovó: Ai?


Ai Enma: Sim, vovó. -Disse sem expressar nenhum sentimento.


Vovó: Algum problema?


Ai Enma: Não, vovó.


Ela voltou concentrar-se em seus pensamentos, tudo aquilo era comum.

Ela já havia se acostumado a viver assim e a se sentir assim.

A vingança era o seu trabalho, e ela vivia com isso.

Então ela viu uma borboleta negra e sentiu inveja. Inveja, pois a borboleta não tinha rancor, ódio e era livre.

Seus olhos inexpressivos vagaram para outro local ela viu a cerejeira e se lembro dos tempos em que Sentaro era vivo e da musica que cantavam.

A música que fala sobre a cerejeira, mas também a lembrava sobre a sua vida, seu trabalho e o seu passado.

Ela fechou os olhos cuidadosamente e suspirou, mais não um suspiro qualquer um suspiro profundo e sem nenhuma emoção.


Ai Enma: "Séra que a vingança é tudo?"


Esse pensamento vagava pela sua mente em busca de alguma emoção, talvez um arrependimento, não, era mais do que isso, Ele queria liberdade, queria ser igual à borboleta.

Algumas pessoas conversavam atrás da cerejeira conscientes de estarem sendo observados.


Hone Onna: Mais o que será que a senhorita tem?


Ren Ichimoku: Ela esta mais silenciosa que o normal.


Wanyuudo: Ela só deve estar descansado.


O vento soprou, fazendo algumas folhas da cerejeira cair no chão e então o chapéu de Wanyuudo voou ao encontro da grama verde e curta.

A maquina que parecia ser um computador anuncia a chegada de um novo pedido.


Vovó: Ai? Já está na hora.


Ai Enma: Já estou indo, vovó. — Arrastou suas palavras


Após dizer isso ela se levantou, pois outra pessoa havia requerido sua ajuda para se vingar de algum male ou outro alguém.

O seu trabalho tinha que ser comprido, ela fitou mais uma vez a cerejeira que agora balançava com o vento.


Os Seres humanos são ligados por laços.

Os laços atados se enroscam...

Mas também são frágeis, tristes.

Raiva e tristeza banhadas em lágrimas

Além da escuridão da Meia noite

Nós vagaremos seu Rancor.



Você chegou ao fim do livro. Parabéns!