A Vida e a História de Melissa Carter
3 Capítulo 3 ( você também deveria olhar por onde anda )
Notas iniciais
Flórida terça-feira,09:30 da manhã Orlando.
Acordei com uma Cler louca gritando e pulando em cima de mim,tentei empurrar ela e volta a dormi mais não deu certo,então tive que levanta a contra gosto.
— Aí Cler..ficou louca?se bem que louca você já é,o que aconteceu?tem um furacão lá fora,o Stefan está aqui?.Perguntei sem paciência me sentado na cama,a cler ficou me olhando como se eu fosse uma doida.
— É bem melhor que isso Mel,se bem que o Stefan aqui não seria nada mal.Disse fazendo uma cara de maliciosa,revirei meus olhos ainda sem paciência,queria dormi mais um pouco.
— Então o que é Cler,fala logo.Falei voltando a me joga na cama.
— Hoje vamos fazer a festa de despedida da Sofi,já mandei mensagem pra Carol e pra Patrícia.Falo empolgada batendo palma.
— Hum...a Sofi vai segunda-feira ainda Cler,pra que essa pressa toda poderia fazer a festa no sábado a noite.Falei me levantando e indo até o banheiro a Cler veio atrás de mim.
— Você tem razão vai ser melhor mesmo,e que estou tão empolgada.Disse rindo e se olhando no espelho,terminei de fazer minha higiene e fui procura uma roupa.
— lsso que dá ser desesperada demais.Falei rindo ela me deu língua e foi pra varanda fazer uma ligação.Peguei um cropped de alcinha todo florido e com bojo,e um short jeans azul escuro de cintura alta,e fui pro banheiro pra toma um banho aproveitei pra lava meus cabelos,terminei e fui me vesti a Cler ainda estava ao celular rindo igual uma louca,aposto que os vizinhos fofoqueiros já estão olhando pra minha varanda,fui até a penteadeira,fiz uma maquiagem leve e deixei os cabelos soltos,escutei a porta de vidro ser fechada.
— Uau...nossa que morena linda e cheirosa.Disse cler assobiando.
— Só você mesmo né,mais obrigada você também esta um arraso,falei me levantando e pegando meus óculos e meu celular e colocando dentro de uma bolsa preta de franjinha.
— Vai sair?.Perguntou Cler curiosa me observando.
— Vou sim,tenho que pagar umas contas e fazer compra,a dispensa já esta praticamente vazia.Falei me sentando na cama pra coloca minha rasteirinha branca.
— Posso ir?.Perguntou fazendo a carinha do gato de botas.
— É claro que sim né quem disse que você não iria.Falei rindo e saindo do quarto com a Cler me seguindo,realmente ela estava um arraso usava um cropped preto de manga curta que deixava os ombros a mostra,estava com um cordão prata de franjinha um short de cintura alto marrom claro e com um tênis baixo branco,seu cabelo estava com um coque meio frouxo e uma bolsa de lado também na cor marrom.
Descemos a escada e meu pai estava na sala assistindo um jogo de basquete,acho que estava bom pois ele estava muito concentrado.
— Bom dia,o jogo parece bom.Disse indo até ele e dando um beijo na sua bochecha.
— Bom dia filha,esta bom sim o Miami Heat esta ganhando de 16 a 2 em cima do New York knicks.Disse rindo e me devolvendo o beijo na testa.
— Bom dia Cler,cadê meu beijo.Ela veio até ele com um sorriso travesso e deu um beijo em sua bochecha.
— Bom dia tio querido do meu coração.Disse abraçando meu pai que estava meio desconfiado de tanta bajulação,eu ri e fui pra cozinha pois estava morrendo de fome,Cler veio logo atrás,me sentei me servindo de um pouco de suco de laranja e torrada com geléia que eu amava,peguei um pão que estava com a cara ótima.A Cler se serviu de tudo um pouco que estava na mesa,não sei pra onde vai tanta comida,escutei passos e logo meu pai entrou na cozinha indo até a geladeira pega a jarra de água.
— E então vão sair?.Perguntou se servindo de mais um copo de água.
— Eu vou até o centro paga as contas e fazer compra,vai querer alguma coisa?.Perguntei me servindo de mais suco que aliás estava uma delícia.
— Não vou precisa de nada,então esta bom..quando termina me liga que vou me encontrar com vocês,eu e o Afonso.Falo indo até a pia lava o copo.
— Está bem eu ligo sim.Falei me levantando e indo até a pia coloca o copo e as coisas que sujei,a Cler ainda estava comendo pão.
— Bom...vou terminar de vê meu jogo.Disse indo em direção a sala,quando a Cler termino lavei e guardei as coisas do café e subi pra escovar meus dentes e passa batom,quando desci falei com meu pai e saimos,antes da Cler fecha a porta ouvimos um juizo,vindo do meu pai e caímos na risada.Fomos de uber até o centro quando chegamos eu fui direto para o banco pagar as contas,a Cler inventou de para pra toma um sorvete e até que vou bom estava fazendo calor,depois fomos para o mercado fazer compra,a Cler pegou um carrinho só de besteira chocolate,pipoca,refrigerantes e etc... .Também ela podia fazer isso tranquila,a família dela não era rica mais tinha uma vida boa,o tio Afonso era dono de uma carpintaria na cidade vizinha e tia Ana
era gerente em uma loja de conveniência.
Meu pai e o tio Afonso vieram pega as compras,mais a gente ficou mais um pouco olhando as lojas e babando nos looks das vitrines,recebemos várias cantadas pra lá de sem vergonha,depois fomos para o shopping pois a Cler insistiu em pagar um almoço pra gente,estavamos a caminho de lá estava distraída falando com a Cler sobre um vestido que tinhamos visto em uma vitrine,quando esbarrei em alguém e só ouvi o som de algo se chocando contra o chão,olhei e era um celular não qualquer um,mais parecia ser muito caro e de última geração era na cor dourada e tinha se espatifado todo no chão,a tela estava trincada em mil pedacinhos,entrei em desespero levantei a cabeça pronta pra me desculpa quando encontrei um par de olhos castanhos escuro me encarando,e parecia bravo e muito,cler ao meu lado parecia em choque olhando do celular para o homem,abri a boca pra fala mais fui interrompida.
— Deveria presta mais atenção por onde anda,faz idéia de quanto custo esse celular?.Perguntou me encarando,estava tão nervosa minhas mãos tremiam com muita luta consegui fala.
— Não eu não sei..não faço a menor idéia e você também deveria presta atenção na rua não no seu celular,poderia ter sido assaltado.Falei um pouco alto chamando atenção de algumas pessoas que passava.
— Já era de se espera,bom...estou muito atrasado e com certeza se meu celular fosse levado por algum assaltante ele estaria melhor.Disse se abaixando pra pega o celular.
— E não soa bem um homem como eu discutindo no meio do calçadão.Disse guardando o celular no terno.Revirei meus olhos e respirei fundo.
— Bom não tenho como te paga outro celular então,se quiser chama o guarda tudo bem.Falei cruzando os braços.
— Pode fica tranquila não vou chama ninguém se não isso daqui vai vira um circo completo.Falo ajeitando o terno,eu tive que ri e me segura pra não dá um soco na cara daquele cara.
— Eu não vou discutir com você.Falei rindo.
— Eu acho ótimo já basta meu celular,ainda arma uma cena em pleno calçadão não seria nada bonito.Falo me olhando sério.
— Eu não tenho culpa de você esta com a cabeça na lua falando ao celular,então agora sofra as consequências.Falei com ar de deboche.
— Pode dizer o que quiser a culpa ainda vai ser sua.Falo com um sorriso pra me provoca.
— Eu não acredito nisso,admiti logo que a culpa também foi sua.Falei me alterando,eu não iria deixa ele me culpa sendo que a culpa também foi dele,uma mulher passou olhando pra mim como se eu fosse uma louca.
— Bom...deixa eu ir estou relmente atrasado disse olhando o relógio que com certeza era de ouro.
— Vai mesmo,e presta atenção no caminho se não vai se abduzido por um esgoto.Disse prendendo minha risada.
— Não irei me estressar com você.Disse se virando pra Cler.
— Senhorita você é uma verdadeira princesa.Disse beijando a mão da Cler que faltava pouco se derrete igual uma manteiga,revirei meus olhos sem paciência e pude perceber que o homem usava um terno
preto que devia ter custado uma baba,o sapato estava brilhando ele era branco e alto,tinha os cabelos pretos meio bagunçado,mais de um jeito elegante que dava um charme e tanto,tinha a barba por fazer que ficava ainda mais bonito e sex ele até que era lindo,mais era um metido,chato e arrogante e nariz em pé e também me parecia familiar.
— Me desculpa eu realmente estava distraída espero que ainda esteja funcionando.Falei tentando deixa as coisas amigáveis.
— Esse já era,mais me desculpa também,embora a culpa seja mais sua que minha.Falou com um sorriso provocativo nos lábios e que lábios...opa realidade chamando melissa.
Ele parecia disposto a me vê irritada.
— A culpa não foi só minha,ela esta aqui de prova apontei pra Cler que parecia esta nas nuvens olhando o homem a nossa frente.Não acredito nisso dei um beliscão na cintura da Cler que pareceu volta pra realidade.
— Aí mel isso dói.Disse massageando o lugar,o homem a nossa frente abaixou a cabeça com um sorriso discreto,mais logo levanto olhando pra mim tão fixamente que cheguei a fica sem graça,senti minhas bochechas esquentarem,com certeza estavam igual a um tomate pude perceber ele me medindo discretamente dos pés a cabeça.
— Bom...acidentes acontecem não irei te força a paga outro celular,tenha um bom dia.Disse ainda me olhando.
— Verdade a diferença e que algums admitem seus erros logo de cara,já outros.Falei levantando uma sobrancelha,seus olhos pareciam ferve de raiva.
— Eu não irei fala mais com você com licença.Disse se aproximando da Cler novamente.
— Você é uma verdadeira dama.Disse apertando a mão da Cler e dando uma piscadinha discreta e um meio sorriso,olhou com um olhar provocativo pra mim e entro no restaurante.
Só então pude perceber que estamos em uma calçada em frente a um restaurante que parecia ser bem chic e caro,olhei com raiva pro caminho que ele tinha feito.
— idiota,arrogante,metido...falei alto e um casal passou me olhando,virei pra Cler semicerrando os olhos.
— O que foi?.Perguntou me olhando fazendo cara de medo.
— O que foi..o que foi que você deveria ter me devendido e não ter ficado babando por aquele idiota,filhinho de papai,metido aí que raiva.Falei começando a anda rápido.
— Desculpa amiga é que eu fiquei sem ação,e ele era um gato se você não percebeu,que mãos...ainda estou com o cheiro do perfume dele.Disse cheirando a sua mão e viajando,realmente a Cler tinha razão quanto a beleza do tal homem,mais eu nunca vou admitir em voz alta.
— Valeu mesmo,falei fazendo drama.
— Hein..Mel,quem é a garota mais guerreira que conheço e mais linda e gata de toda Orlando.Perguntou me enganbelendo,me abraçando e me dando um beijo na bochecha.
— Sou eu,mais nem adianta puxa meu saco.Falei rindo e entrando no shopping fomos almoçar na área de alimentação eu pedi um macarrão com molho branco,uma salada verde pedi também um suco de laranja,eu já falei que sou viciada em suco de laranja é meu favorito,a Cler pediu uma macarronada que parecia esta muito,boa por sinal e pediu uma coca-cola,estavamos comendo quando a Cler começou a ri,olhei pra ela sem entender.
— O que foi? Tem alface no meu dente? Perguntei preocupada pegando meu celular pra me certifica.
— Não..só me lembrei da cena que você e o bonitão deram no meio da calçada.Disse rindo ainda mais realmente eu fiquei muito nervosa e perdi minha paciência,mais agora lembrando até que foi engraçado,mais ainda estou com raiva daquele idiota.
— Pensando bem foi engraçado mesmo,mais ainda não me esqueci de você toda derretida pro lado dele,e ainda estou com raiva dele.Falei tomando meu suco.
— Está com ciúmes Mel,eu bem que notei o jeito que ele estava te olhando.Disse rindo e fazendo uma cara de maliciosa,revirei os olhos e fiquei quieta.
— Mel..você noto que ele parecia ser familiar,eu acho que já vi ele em algum lugar mais não me lembro agora.Disse pensativa.
— Realmente eu também tive essa sensação mais também não me lembro de onde,bom..vamos muda de assunto qualquer hora a gente lembra.Falei terminando meu almoço,a Cler já tinha terminado repetido e já estava na sobremesa,não sei como não engorda,eu terminei minha sobremesa que estava ótima,era um petit gateau e ficamos rodando no shopping olhando as lojas e depois voltamos pra casa,cheguei em casa indo direto tomar um banho,meu pai não estava em casa,com certeza tava na garagem do tio Afonso,a Cler foi pra casa pois estava com dor de cabeça.Desci e me joguei no sofá colocando qualquer coisa na televisão,logo a lembrança de um par de olhos castanhos escuros invadiram minha mente não consegui conter um sorriso,aquela barba por fazer...tinha ombros largos e o seu terno deixava um pouco evidente sua boa forma e sua voz,só de lembra me deu um arrepio na nuca,que homem..e parecia ser rico,não que isso me interessasse por mim tanto faz,como era lindo..voltei pra realidade quando alguém pigarreou próximo do sofá,tomei um susto com meu pai.
— Aah..oi pai,nem escutei você chegar.Falei sem graça olhando pra televisão.
— Percebi...Disse tentando disfarça um sorriso.
— Não quis te assusta,como foi o passeio?.Perguntou se sentando na sua poltrona.
— Foi..ótimo e você e o tio Afonso como esta o projeto secreto de vocês?.Perguntei olhando pra ele.
— Vai bem mais ainda temos muito trabalho,sabe filha...eu estava pensando em volta a trabalhar,eu estava conversando com o Afonso sobre sermos sócio em uma carpintaria o que você acha?.Disse com um sorriso no rosto se virando pra mim.
— Bom..eu acho uma ótima idéia o senhor esta tão bem,mais acho melhor conversar com o médico antes.Falei feliz por ele esta tão bem,mais um pouco preocupada tem bastante tempo desde a ultima vez que ele teve uma crise,quase morri de susto nessa noite,meu pai acordou não se sentindo muito bem nesse dia,nem na casa do tio Afonso ele foi,mais tarde teve uma dor de cabeça forte,mais tomou remédio e foi dormi mesmo eu insistindo pra ele ir no médico,ele não quis ir,a noite a dor ficou pior e ele teve uma crise e muita dor no peito,o médico disse que por muito pouco ele não infarto,lembro de ter ligado desesperada pro tio Afonso ele foi muito rápido até o hospital, desde que passou esse dia não paro de me preocupa com meu pai,o médico passou remédio e repouso e desde esse dia também ele nunca mais passou mal,mais eu estou sempre de olho.
— Você tem razão filha,vou ao médico se ele autoriza,abriremos nossa loja.Disse com um sorriso largo no rosto.
— Fico muito feliz por vocês,fui até ele pra dá um abraço e depois fui pra cozinha prepara a janta,liguei pra Sofi ela me disse que estava tudo bem,que já estava quase tudo pronto pra ir,fiquei feliz e contei sobre o ocorrido,Sofi riu tanto e fico me zoando,depois desliguei e fui jantar com meu pai que contou todos os planos e projetos pra nova loja,ouvi tudo com atenção dando minha opinião em algumas coisas terminamos e fui pro meu quarto,me joguei na minha cama,logo apaguei realmente eu estava muito cansada,mais eu não contava que entre meus sonhos teria um certo alguém,alto e de terno,dono de um par de olhos castanhos escuros e intenso pra me perturbar,o que estava acontecendo comigo...
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