A Vida de Mei
2 Onee-chan!
—AU AU!
Eu olho para baixo e percebo o cachorro Husky. Como não percebi ele alí? Ele é gigante e tão lindo,é impossível não nota-lo.
O cachorro continua à latir para mim.
—Ele está bem?
Eu pergunto.
—Eu não sei, ele nunca ficou assim com estranhos.
Eu deço a minha mão para dar carinho. Mas sem nem tocar nele ele já fica super animado.
—Aqui garoto, está tudo bem né?
—AU AU!
Ele derrete na minha mão, que fofinho!... Por alguma razão eu acho isso bem familiar. Será que eu já vi ele em algum lugar? Eu não sei...
Eu olho o dono e ele fica com uma expresão feliz e supresa.
—Uau! Eu nunca o vi fazer isso. Ele é tão tímido com as pessoas.
Eu vejo que o Husky quer me lamber e eu fico de pé. Seria estranho um cachorro que não é meu me lamber.
O homem que estava supreso virou um homem com um pequeno sorriso no lábio quando olhou algo atrás de mim.
Eu senti uma mão atrás de mim no meu ombro, e já sabia quem era. O único: Yuki Hiroshima!
—Vejo que já conheçeu o irmão mais velho da família!
—? O senhor é da família... Yuki você esqueceu de me falar tudo sobre quem vou morar.
—Você não meu perguntou.
Eu dou um soco fraco no ombro de Yuki.
—Ai ai. Esse é Kaito (Escritora:Onde será que eu tirei esse nome?) Abe. Ele é parte da família que irá morar com.
—Prazer em conheçe-lo. Sou Hiroshima Mei.
Nós seguramos as mãos.
—Prazer, sou Abe Kaito.
—AU AU!
—Ah! Me desculpa amiguinho. Esse é Hoshiko.
Eu dou uma risadinha e falo com um tom amigável:
—Haha! Olá Hoshiko.
—Eu estava indo para dentro. Hiroshima Mei irei te mostrar o lugar. Hiroshima você vai entrar também? Nós temos chá.
—N-AH!
Eu piso no seu pé, não vou entrar em um lugar que não conheço sem ele. Quem já viu um pai tão descuidoso que esse? Ele fala com um jeito que doeu muito:
—S-sim.
—Está bem. Vamos entrar.
Ele disca números que eu não faço idéia qual foram, eu realmente não presto atenção à essas coisas pequenas. (Escritora: Também Mei, também)
Nós entramos e eu paro para ver o parque de crianças. Tem poucas crianças brincando, então deu para ouvir a conversa delas. Dois meninos e uma meninas pareciam estar falando com o chão da visão que estava.
—Então essa é a criança do 12º andar?
O menino fala.
—Sim, foi ele que disse pra mamãe que eu peguei a boneca daquela menina do 11º .
A menina fala. Parece que é mais nova dos dois.
—Ei não é esse menino que a minha mãe disse pra eu usar de exemplo?
—Ha! Que piada, por que alguém queria ser que nem ele?
—Por que pessoas que nem ele são as que chegam em lugar na vida.
Eu digo colocando meus braços em volta dos meninos.
—A-Adulto!!!
—Vão logo se não eu falo para sua mães que estão brigando com um pobre menino no parque em de vez de estarem brincando.
—G-gente, eu me lembrei q-que eu esqueci de tirar o bolo do forno.
A menina fala.
—E-eu acho que esqueci de alimentar o meu gato. T-tchau!
O menino corre dali o mais rápido possível. Até vai pelas escadas. Yuki e Kaito Abe ainda estão esperando o elevador. Por que está demorando tanto? (Escritora: Por que eu parei ele pra fazer essa cena que te dá mais características!).
—Não esqueça de mim!!!
O outro sai correndo mesmo. Sei lá onde foram, mas nem me importo, acho que aprenderam a lição. Crianças são tão fáceis de lidar. (Escritora: Menos de: Another, Corpse Party, Dmmd, e praticamente todas a crianças que eu já conheci) Eu olho para o chão e vejo a criança que eu não conseguia ver antes. É um menino tem olhos azuis e cabelo marrom claro com xuquinhas com amarrador de duas bolas vermelhas. Parece um penteado feminino, mas fica super bonito em seu cabelo.
—Oi, está tudo bem?
—Sim... Uau sua pele parece aquelas que eu vi na T.V, esquesito.
Eu sabia que isso iria acontecer..., pelo menos é uma criança.
—Bem, eu acho que é um pouco estranho nesse país. Não é toda hora que se conheçe alguém com pele escura. Mas não fale que é esquesito, tem gente que ficaria bravo se dissesem isso. Ainda bem que não sou essa pessoas né?
—Me desculpe. Eu te chatiei? Não era minha intenção onee-chan. Você me salvou!
—Onee-chan? E não se preucupe, eu entendi, você não parece uma má criança.
—Hmm! Me chamo Abe Yudi!
—Abe?
Quando falo isso eu sinto alguém se aproximando.
—Yudi, você aqui? A Naomi nem está por envolta.
—Onii-chan! Ela estava aqui, mas olhe eu econtrei uma amiga.
Eu olho para trás é o Kaito, bem que pensei que eram irmãos.
—Ah, você conheçeu a Mei já. Ela é a menina que irá viver conosco.
Me lembrando de uma coisa que o Yuki disse que os japoneses falam eu digo exatamente isso:
—Por favor cuidem bem de mim!
—Uau, ela é mais bonita do que a desenhei. Falando nisso, eu deveria mudar o meu desenho!
Ele corre para o elevador. Kaito grita:
—Você sabe que a gente vem junto né?
Yudi faz uma careta super fofa. Tive que rir.
—Hahahaha. (Escritora: risada ta pior do que as do Amor Doce)
Yudi fica super feliz e diz:
—Haaaa! Que fofa! (Kawaii)
—Não é mesmo? A risada dela é muito linda.
Yuki entra na conversa. E ficou vermelha.
—Não é nada! É super comum a minha risada!
—Sim, sim, vamos logo.
Eu pego a mala que deixei no chão para ajudar Yudi. E entro no elevador. Kaito é o último a chegar no elevador com Hoshiko. Yudi é o que pressiona o botão 12.
—Eu gosto de apertar botões.
Ele dá um sorriso grande. E eu dou um de volta. Não acho meu sorriso o melhor, mas né.
Pra uma pessoas que não percebe as coisas pequenas, eu percebi que tem um monte de botões para outros lugares, e não andares. Meu deus, o Yuki realmente me mima, que lugar é esse?
—Mei.
Eu saio de meus pensamentos quando ouço Kaito falar meu nome.
—Esse botão é para ir na sala de festas.
Ele aponta para um botão escrito Ptrm. Que é patirumu (sala de festas)
—Lá tem uma piscina, e mesas para festa. Esse aqui é-
—Academia!
Yudi enterrompe Kaito.
—Sim, lá temos bem-
—Academia.
Eu o interrompo e olho o Yudi com um sorriso.
—Sim.
Kaito parece um pouco irritado, oops. Eu solto uma risada bem quieta.
—Yudi me lembra um pouco de você quando era pequena Mei.
—Sério? Quantos anos?
—10 e meio.
—Aww, eu não sou tão jovem assim. Tenho 12.
—Não parece.
Eu digo e ele fica com uma expresão de bravo.
—Foi você que começou com os insultos.
—Então você ficou chateada mesmo!
—Tava tão na cara?
Ele enche as bochechas com ar. Como se estivesse com uma cara emburrada. Mas pra mim parece um esquilo com nozes nas bochechas.
—Eu vou fazer você me desculpar!
Que fofo. E de algum jeito intimador.
—Eu não tenho nenhuma idéia do que estão falando.
Yuki diz e Kaito responde:
—Nem, eu senhor.
Eu e Yuki falamos juntos, eu com uma voz imitando o Yuki e Yuki com sua voz normal:
—Não precisamos ser tão formais, me chame de Yuki.
Eu sei exatamente o que ele ía falar, eu já o vi falar tanto isso...
—Haha! Acho que falo isso bastante não é mesmo?
Kaito também ri.
Nós chegamos.
—Nós chegamos! (Escritora: Então Kaito, a Mei já disse isso, mas tá)
Tem 2 portas acho que uma é nossa e a outra dos vizinhos.
Kaito abre a porta da direita, mas Yudi segura a minha mão e me leva para a outra.
—YUUUUDIIIII!
Eu ouço o Kaito gritando, para uma pessoa calma, aquele grito foi super alto. Parece que Kaito está sem mais paciência. Oops.
—Yudi lá não era seu apartamento?
Subimos escadas.
—As duas portas entram no apartamento. Esse apartamento é o mais grande de todos os apartamentos desse prédio. Aqui estamos no segundo andar.
—Ah. Entendi, eu já vi um apartamento assim no Brasil antes. Mas por que não fomos com o Kaito?
—Por que todo mundo está lá em baixo. E eu quero te dar uma super entrada!
—Você vai me deixar passar vergonha!
—Que nada! Você vai estar linda, se quiser eu fico no seu lado.
—Sim por favor.
Yudi me olha com uma cara daqueles homens ou mulheres de stúdios de fotografia para modelos ele me olha dos pés à as cabeças.
—Mei se abaixe um pouco para mim.
Eu abaixo meu rosto até o dele e ele solta o coque que eu tinha.
—Ei, demorou pra fazer aquele coque.
Os olhos dele abrem e parece que brilham.
—Fique aí!
Ele corre para um quarto. Eu obedeço e fico parada. Ele sai dali com vários produtos de maquiagem, batom, tic-tacs (priscilhas), um pente e blush.
—Se abaixe.
—Sabe, você é bem alto. Eu sou quase do seu tamanho. E minha costa está doendo.
—Ok, então senta nesse banco.
Ele mostra um banco azul de plástico do atrás da porta de onde entramos. (Quando eles estavam subindo os degraus tinha uma porta no fim).
—Vocês tem uma criançinha? Esse banco parece aqueles de colocar de castigo.
—Era meu, mas agora usamos para outra pessoa, depois você vê. Feche os olhos se quiser.
—Sabe, eu já estou usando maquiagem.
—Eu sei, só estou colocando mais cor. Sua maquiagem é muito natural.... Acabei!
Ele pega um espelho, eu fico supresa. De um jeito bom.
—Wow!
—Você gostou?
—Sim, está muito bom, onde que aprendeu a fazer isso?
—Onii-chan tem uma loja de cabeleiro. E eu vi uma mulher pintando as unhas e eu achei muito bonito. Eu tinha visto um filme de românce e eu vi que as meninas eram muito bonitas, então onii-chan me disse que elas usavam maquiagens. Bem, o resto já sabe.
—Wow, isso é incrível Yudi, é muito difícil achar uma coisa que você ama e virar um mestre nisso.
—Um mestre? Mei, você está me deixando envergonhado.
—Haha.
Yudi segura minha mão e me trás para uma outra escada, que vai até lá em baixo. Eu desço as escadas como uma princesa. Eu tinha que ter usado um vestido e sandália hoje?
Eu vou lá em baixo e me deparo com...
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