Notas iniciais
Volteiiiiii.
Senti falta do nyah.
Bem curtam os novos cap. de Vida dupla.

-Olá – disse enquanto entrava em casa

Silencio mortal.

Suspirei enquanto tirava meu colete.

Subi para o meu quarto onde encontrei na porta um recado na letra de Shin com toda a certeza.

Bem-vinda garota”.

Saímos a trabalho, coisa que você tem também. A pasta com todas as informações necessárias está na mesa da cozinha. A comida está no forno, pegue e coma.

A propósito faça o favor de levar as roupas para a lavadeira. Elas estão no canto da geladeira.

Sucesso na missão.

Shin ““.

Me diz se o Shin não é homem feito para ser dono de casa?

Entrei no meu quarto, joguei tudo na minha cama.

Desci para a cozinha para ver quem seria meu alvo do dia.

Peguei a pasta e a trouxa de roupa suja.

Iria levá-las logo, antes que eu me esquecesse completamente.

-Oi nega – disse Camyla saindo do carro junto do Lins

-Oi casal – disse enquanto colocava a trouxa no banco do carona

Camyla reparou na pasta.

-Shin ou Kellan?

-Sei lá – disse – Não vão fazer besteira enquanto eu estiver fora

Lins sorriu enquanto Camyla corava.

Sorri, mandei um beijo pra eles e entrei no carro.

Após deixar as roupas na lavanderia, segui para um restaurante onde poderia ver quem seria meu alvo calmamente.

-Um bife ao molho madeira, ravióli e salada – fiz o pedido à garçonete com cara de plástico.

Após ela se afastar abri a pasta.

Alvo: Daniella Maserati Parkers.

Pagamento: 25 mil

Não havia o motivo para qual matá-la. E nem me importava com isso.

Olhei as informações que havia sobre ela.

Solteira, morava sozinha num apartamento em Dress, a família era pequena e vivia em outra cidade, mas a visitava quase todos os fins de semana, e para finalizar era assessora do senador Saul Sewton que atualmente concorria à presidência de Floress.

Agora eu posso deduzir a razão de quererem ela morta. Na real chegou quase a ter certeza!

Um caso com o senador, talvez agora o estivesse chantageando.

Ai o bonzinho senador quer tirar essa pedra do seu sapato.

Coitadinha da moça...

Pensando melhor, coitada nada, ela procurou por isso agora agüenta.

-Seu pedido – disse a garçonete colocando o prato na mesa

Olhei para o meu celular. Duas horas.

Se eu saísse agora chegaria em Dress ao cair da noite. Seria dose pegar dois aviões.

Dress mesmo a noite mantinha-se em frenético movimento, mas era plausível, era tempo de eleição, os candidatos faziam a sua propaganda não importava a hora.

Ajeitei a automática no coldre que coloquei no ombro e desci rumo ao apartamento de Maserati.

Entrei pela janela da sala, ninguém a vista por enquanto. O apê até que era jeitoso.

Ouvi o barulho do chuveiro, ela tomava banho.

Ajeitei minhas luvas e me encaminhei para o fogão.

Seria bastante trágico ela morrer por conta de uma distração domestica.

Abri o bico do gás o suficiente para povoar o ar dentro de minutos.

Fechei a janela e sai silenciosamente pela porta, ninguém no corredor. Rumei pela escada, coloquei minha arma sobre o tornozelo e retirei as luvas.

Tirei as camadas de pele falsa que usei para evitar ser reconhecida.

Joguei tudo dentro duma lata de lixo que estava distante do apê. Toda precaução não era demais.

Olhei para o relógio enquanto um casal passou a minha frente.

5 minutos já tinham se passado, presumiria que dentro de 10 a 20 minutos tudo teria acabado.

Rumei para o meu Jaguar, tinha que sair dali.

No exato instante que abri a porta, um estrondo ressoou do apartamento. Voltei meu olhar para o interior do carro, no banco do motorista havia um papel. Uma única palavra.

Empate.