A Vida Dupla de Claer
44 XLII- FIM de jogo
Notas iniciais
AVISO QUE NÃO SOU BOA PARA FINAIS, OS ESCREVO DE FORMA TÃO ROTINEIRA QUE NEM PARECE UM FINAL.
NESSE CASO, É SIM UM FINAL, AGORA NÃO SEI SE SERÁ O FINAL.
AGRADEÇO Á TODAS QUE INDICARAM A FIC, QUE ACOMPANHARAM.
MARYSHUN, YES E NANDAPORTELA.
OBRIGADA Á TODOS QUE LERAM. MUITO, MUITO, MUITO OBRIGADA MESMO.
Espero que curtam.
-Hale – ouvi Luzt gritar
Voltei meu olhar pra ele. Um filete de sangue descia de sua boca
-O que o senhor quer? – perguntei entre os dentes
-Não terminamos um assunto – respondeu ele serio limpando o sangue
O olhei por um instante confusa.
Depois me lembrei á que ele se referia.
-O jogo – disse cruzando os braços.
-Exatamente – disse ele solene
Me aproximei dele á ponto de nossos narizes quase se roçarem
-Vou dizer uma única vez, esse jogo eu vencerei – disse solene.
Ele riu torto.
-Não tenha tanta certeza disso – disse ele serio
-Idiota – disse o beijando
O olhei inexpressiva. Aquele beijo era meu decreto de guerra. O jogo eu ganharia com certeza.
Me voltei para ir embora. Mais me lembrei do estranhamento de Camyla. Será que...
Girei em meus calcanhares, fitei Luzt.
-Camyla sabia?
-Sim, sabia – disse ele serio.
Suri apareceu, pousou uma mão no ombro dele.
-Luzt, temos compromisso agora – disse ela o olhando nos olhos.
Ele a olhou. Os dois compartilhavam duma frieza que só assassino possuem.
Shin e Kellan passaram por eles e vieram até mim.
-Vamos – disse Shin
-Claro – disse
Logo saímos daquele prédio odiavel.
Queria logo acabar com toda essa onda
Ao chegar em casa, subi direto para o meu quarto. Queria ficar sozinha.
Fechei a porta e respirei fundo.
Por que quando as coisas estão ruins, elas pioram?
Luzt Jacob Tech. Kisuke.
Maldito! Que raiva! Que ódio!
Por que eu fui tão descuidada?
Mais bem feito pra mim, o que eu queria deixando meus sentimentos tomarem á frente?
Peguei minha toalha, precisava de uma banho com urgência.
Era bom sentir a água escorrendo por meu corpo. Aliviava a tensão.
Quando sai do banheiro, vi Shin sentado na minha cama com uma expressão bem seria.
-Desculpe – disse ele solene – Não podia contar, ordens.
-E nós, como cães obedientes, temos que obedecê-las – ri com escárnio – É dose.
-Claer, pretende aceitar o cargo?
-Não há nada que me impeça de não aceitar. Quero esse posto mais que tudo agora. Luzt me deve essa. – disse entres os dentes o nome dele
Ele suspirou e se levantou.
-Seu alvo – disse ele apontando para uma pasta que havia sob minha escrivaninha – Termine com isso.
Ele me olhou diretamente depois saiu fechando a porta atrás de si. Troquei de roupa primeiramente. Depois olhei a pasta.
De novo colocava meus pés em Dress, dessa vez para matar um advogado.
Seu nome?
Paolo Contarini.
O cara era popular, mandava bem. Não sabia por qual motivo tinha que matá-lo, e agora nem me importava saber.
Tinha estudado a planta de sua casa que nos fins de semana ficava repleta de gente.
Agora estava na parte norte da casa. Paolo á essa altura deveria estar na sala em frente à lareira.
Peguei a automática e engatilhei.
Ele era meu.
Voltei meu olhar por um instante para o jardim, onde vislumbrei o corpo de Luzt.
Merda.
Rumei para o jardim. Cuidaria dele primeiro.
Me aproximei de Luzt lentamente, mas logo ele se voltou pra mim.
Num reflexo rápido o chutei, fazendo-o rolar para o lado.
Aquele rosto me dava raiva que se esvais por cada poro.
Tentei aplicar um soco na barriga, mas ele segurou meu punho, girou meu braço. Usando de meu peso me levou ao chão.
Apliquei uma rasteira, fiquei em cima dele, sem hesitar acertei seu rosto. Ele merecia mais.
Luzt me empurrou. Quanta frieza havia no seu olhar!
Girei meu corpo na tentativa de aplicar um chute á altura do rosto dele. Luzt se defendeu.
Rapidamente me equilibrei, apliquei um chute no seu diafragma.
Luzt levou uma mão ao peito, acertei outro chute nas suas costelas.
Ele cambaleou.
Apliquei um golpe direto na sua barriga seguido de um soco no queixo.
Ele se desequilibrou para finalizar dei-lhe um soco no rosto.
Luzt caiu desacordado.
Estava ofegante, ele tinha me tirando uma dose de energia.
Rumei para a sala novamente.
“Mulher furiosa é pior do que o Diabo”
Encontrei Paolo Contarini sentado na sua poltrona.
Apontei minha arma pra ele que me olhava aterrorizado.
Senti alegria ao ver aquele medo da morte, mas também por saber que o jogo eu tinha vencido.
-Bingo – disse o olhando serena
Apertei o gatilho.
Fim!
Notas finais
See you!
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