A Vida De Lucy Homura
3 Capítulo 3 - Supermercado
Notas iniciais
"O destino ama brincar com as pessoas... Principalmente com a vida de Lucy..."
Abri o guarda-roupa e coloquei uma saia preta e um casaco vermelho, bem confortável e fui até a cozinha em busca de comida. Mas, quando abri a geladeira, não tinha nada, estava vazia. Então peguei minha bolsa, coloquei um tênis e fui em direção ao supermercado. Que ficava bem perto do apartamento.
Entrei e peguei um carrinho, estava indo em direção aos corredores vazios, com muitas prateleiras, cheias de comida, tão deliciosas, parecia o paraíso, era perfeito. Até que...
- AAAiii!!! – Gritei quando bati o carrinho de frente com outro carrinho.
- Desculpe! Eu te machuquei? – Falou um garoto que parecia ter a mesma que idade que eu. Um pouco mais alto e loiro. Era muito bonito e parecia ser muito simpático. – Você está me escutando? – Perguntou preocupado.
- Sim, eu estou bem, não se preocupe. – Falei rapidamente – Eu só gritei de susto.
- Ah, entendi. – Perguntou olhando todo o meu corpo, meu rosto, até parar nos meus olhos.
- O que foi? Por que está me olhando assim? – Perguntei um pouco envergonhada.
- Hah?! Ah... Não é nada. É que você é muito bonita – Falou, também ficando envergonhado.
- Hah?! Ehh... Obri... Obrigada. Eu... eu... acho... – Já estava no meu nível Maximo de vergonha. Quando eu olho no relógio e percebo que estava na hora de ligar para a minha mãe. Eu comecei a fazer isso todos os dias, depois da minha mãe ter viajado. – Com licença... Eu tenho que ir! – Falei ainda um pouco envergonhada e com pressa.
- Tudo bem! Até a Próxima! – disse com um lindo sorriso no rosto. – Espera... Eu não sei seu nome! – Falou vindo à minha direção.
- Até... hah?! Meu nome? – falei andando rapidamente.
- Sim. Você me fala seu nome, e eu falo o meu. É um bom acordo não? – Perguntou sem tirar o sorriso do rosto.
- Sim. Concordo. Bem... Meu nome é Lucy... Lucy Homura! – Retribui o sorriso sem parar de andar.
- Nome bonito! O meu nome é...
- Ok! Mas, eu não consegui ouvir seu nome. – Falei ainda correndo, e tentando adivinha qual seria o nome dele. Estou me sentindo culpada por não ter ouvido o nome dele, com certeza ele deve estar bravo comigo.
Cheguei em casa e falei muito pouco com a minha mãe, no telefone. Ela esta muito preocupada com a minha irmã que ainda não deu sinal de vida. E o meu pai está me culpando como se eu fosse a responsável pela a vida da Aiko. Eu estou muito nervosa, a Aiko é a irmã mais velha e é maior de idade, e ela é totalmente responsável pela sua própria vida. Alem disso eu tenho minha própria vida para cuidar, tenho que estudar e arrumar um emprego, fazer amigos, tenho que viver a minha própria vida. Mas tudo bem, ela vai dar sinal um dia. Tenho certeza, é sempre assim, ela some e depois de uns dias ela liga para dar noticia. Garota mais irresponsável.
Agora vou fazer um hambúrguer e vou dormir para meu primeiro dia de aula amanha. Estou muito cansada!
Notas finais
Espero que tenham gostado...
Beijos de batom cor de rosa...
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