A Vida Continua...
40 Sem Nenhum Beijo de Amor?
Notas iniciais
“Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura.”

Já era quase noite quando Sasuke puxou-a pelo braço e perguntou:
Sasuke: Você não vai sossegar não? Eu quero ir embora.
Sakura: Ah pára, hoje é meu casamento!
Sasuke: Pelo que eu me lembre é nosso!
Sakura: Pois é, marido. – riu, abraçando-o.
Sasuke: Você está bêbada! – disse sem olhá-la.
Sakura: Quem sabe agora não sou melhor companhia do que a chinesa maravilhosa, com quem estava dançando?
Sasuke: Está com ciúmes ? – sorriu com o canto dos lábios.
Sakura: O que você acha Sasuke? Eu sempre te amei!
Ele virou de costas e seguiu deixando-a mais uma vez no vácuo, sem resposta.
Sakura saiu do salão e viu a lua alta no céu. Foi para o Distrito esperando a pior noite de sua vida. Certamente insone e em quartos separados. Caminhou lenta até acessar o local e parando frente a casa já completamente reformada, percebeu o jardim iluminado a noite, viu a fonte com um casal apaixonado esculpido na pedra. Sentiu inveja até da escultura.
Suspirou tristemente e levou um susto quando ao passar pelos primeiros degraus que levavam a casa, estava Sasuke. Ele levantou-se. Ela não conseguia decifrar o que se passava por trás de tanta frieza. Como pode ter amado Tenten se não conseguia tirar dele sequer um gesto de carinho.
Sasuke: Pensei que não viria mais, já estava indo atrás de você.
Sakura: Se quiser que eu vá...
Sasuke: Pare de frescura, Sakura. Entra, está ficando tarde.
Sakura: Vamos dormir...
Sasuke: No mesmo quarto, como um casal! – afirmou sério.
A rosada entrou, foi para o banheiro onde tirou o vestido e tomou um banho. Com a mala sua que Ino havia feito, ela olhava para as lingeries que a loira havia comprado. A mais comportada de todas era uma camisola curta e vermelha, semitransparente.
Ela olhava para a peça de roupa minúscula e amaldiçoou a amiga internamente pela compra dos produtos. Sem ter muita escolha, vestiu-a e correu para a cama onde estava o Uchiha, escondendo-se debaixo das cobertas.
Sasuke: Está com medo é?
Sakura: Eu não tenho medo de você como pessoa Sasuke, o que me aterroriza são suas palavras e o modo como as profere.
Sasuke; Fique sossegada, não falarei nada que te magoe.
Sakura: Ótimo, agora até isso, eu juro que nunca lidei com tanta indiferença em toda minha vida. Eu estou aqui na sua cama, seminua, pedindo atenção. Meu corpo implora por um pouco de amor e você... – ele a calou colocando dois dedos em seus lábios. Tocou-os após com os polegares fazendo seu contorno, enquanto os ônix seguiam onde a ponta dos seus dedos passavam, descendo pelo colo, passando entre os seios no fino tecido vermelho e transparente, afastando as cobertas grossas, deixando as pernas delineadas à mostra- Pare Sasuke.- sussurrou- Eu quero sua atenção.... mas podemos ser irmãos.- murmurou.
Sasuke: Você é como uma pintura de tão bela. – Sakura levou um pequeno susto com o comentário dele. A boca do Uchiha não procurou seus lábios que suplicavam por um toque. Ele queria, mas o contato tão íntimo e carinhoso comprometeria tudo o que foi ali fazer. A boca desceu para o pescoço. A rosada estava imóvel ao toque dele, que sussurrou a seu ouvido – Pode me tocar Sakura, não vou te morder não, não ainda.
Ela gemia a cada toque firme em sua pele que arrepiava. Sasuke desceu mais e o próprio arrancou a blusa que já estava irritando seu corpo quente de desejo. Sakura mordiscou os lábios quando o visualizou por completo. Os bíceps definidos, o peito forte e esculpido. Ele afastou as pernas dela e as ergueu pondo-as sobre seus ombros.
Sasuke: Tão cheirosa. – e pôs para o lado o pequeno pedaço de pano que cobria sua intimidade. Percebeu sua umidade somente com poucos toques sobre sua pele antes de chegar ali e caiu de boca, lambendo cada parte, beijando toda a virilha, fazendo-a tombar a cabeça para trás em prazer. Quando tocou com a língua seu clitóris, Sakura gemeu mais alto. Encontrando nela o ponto de maior prazer intensificou os toques, fazendo-a ter o primeiro orgasmo. Ofegante ela relaxou o corpo.
Sakura: Oh, isso é bom demais. – Sasuke limpou a boca com o braço lambuzado com os fluídos e lambeu-lhe a orelha, mordiscando o lóbulo.
Sasuke: Gostosa. – e apertou seus seios enquanto posicionava suas pernas sobre o corpo dela, uma de cada lado. Tirou-lhe a camisola e chupou os mamilos eriçados – Agora eu vou até fim, Sakura.
Ele desceu da cama, tirou a roupa e voltou a deitar em cima dela, arrancando-lhe a calcinha que de tão fina rasgou. O membro duro e latejante estava a roçar na sua intimidade tocando o clitóris inchado e excitado pelo primeiro orgasmo, fazendo-a ter pequenos “choques” que percorriam seu corpo.
Sasuke ergueu e colocou a pontinha de seu membro na entrada de Sakura.
Sasuke: Relaxa. – ele pediu – Vou procurar não te machucar, mas tu és muito deliciosa, me dá vontade de meter com tudo nessa bocetinha. – ele colocou com cuidado pra não machuca-la, já que a mesma não relaxava. Quando conseguiu colocar todo seu membro dentro dela, viu que estava chorando – Não chora, para de frescura.
Sakura; Por que?... Por que esta fazendo isso Sasuke?.
Sasuke: Você queria que eu fosse procura uma prostituta, Sakura?. –pergunto, se mexendo para que ela acostuma- se com a invasão – Você quem quis esse casamento. Eu devia ter te pegado de quatro e metido tudo de uma vez.
O Uchiha sentia a intimidade dela engolindo seu membro, apertando-o.
Sasuke: Delícia de boceta. Vou fodê-la todos os dias, sua cachorra! – ele começou a ficar mais insano conforme estocava. Os fluidos que escorria pela penetração faziam o pau deslizar pelos corredores vaginais de Sakura, levando-o a um grande prazer.
Sakura: Pare, está doendo... – ela pediu com a cabeça encostada a seu peito.
Sasuke: Eu falei que iria até o fim.
A rosada desistiu e se entregou. Sua vargina estava doendo, com a brutalidade com que ele a penetrava , mas não era algo insuportável. Ardia, mas doía muito mais seu coração. Imaginou sua lua de mel, romântica com flores e perfumes espalhados pelo ambiente, beijos e carinhos, não existia nada daquilo.
Quando sentiu que ia ejacular, tirou e masturbando-se mais um pouco gozou em toda a barriga dela indo quase aos seios. Não estava satisfeito, queria deliciar-se mais com aquele corpo perfeito da rosada. Vendo-a virar para o lado no travesseiro, pergunto:.
Sasuke: O que foi? – ele perguntou – Não gostou?
Sakura: Sasuke, por que você fez isso? – ela indagou olhando diretamente sobre seus ônix, envoltos em mistério.
Sasuke: Seria melhor se tomasse um banho, está toda suja.– e levantou-se para tomar um banho.
Quando ele voltou Sakura foi e vestiu depois apenas uma camiseta. Não estava a fim de ousar numa outro lingerie provocativo e sentir mais dor ainda. Ela dormiu, virada do lado contrário ao dele que bufou descontente, sentia fazer tudo errado em relação a então agora sua esposa.
Na manhã seguinte, quando os primeiros filetes de sol bateram no quarto do casal, Sasuke abriu os olhos e de inicio assustou-se com a presença feminina ali do seu lado. Ela estava encolhida de frio e o Uchiha percebeu que durante a noite havia puxado toda a coberta para si.
Antes de cobri-la observou-a num todo. Era perfeita, linda e o amava. Então por que evitava tanto sua companhia? Seria medo? Não, não era por esse motivo que havia voltado, mas outro maior o forçara a isso. E se não fosse por este densejo estaria muito longe daquele lugar.
Mas Sakura lhe tirava o foco. Era um misto de desejo e tentação na forma de uma garota inocente e profundamente ingênua. Ele achava que a tinham poupado da verdadeira face da guerra deixando-a dentro do hospital, pois nem a esperança nos homens havia perdido.
Mal sabia ele quantas lágrimas ela havia derrubado pelos amigos, pelas vidas que não conseguia salvar e até pelos pais mortos durante uma invasão. Não fazia ideia do quanto Sakura também se sentia só, embora os amigos ficassem o tempo todo a animando.
Sasuke deslizou a mão pelo corpo da bela Kunoichi, do ombro até o quadril. Ela acordou com o toque e virou-se na cama ficando de costas para o mesmo que a puxou contra seu corpo. Afastou seu cabelo e beijou-lhe o pescoço, sentindo o doce perfume de sua pele.
Passou a mão pelos seios e reteve-se no mamilo, apertando com a ponta dos dedos. Não se contentando com o toque por cima do tecido, enfiou a mão por debaixo da blusa, massageando e sentindo toda sua excitação.
A mão desceu pela calcinha branca de algodão e chegou à intimidade. Com o dedo ele estimulou seu clitóris. Queria tanto estar dentro dela, seu membro latejava de tesão e se não fosse aliviado rapidamente doeria por horas.
Sakura deixou-se envolver nos toques dele até chegar ao clímax, sentindo sua região genital se contrair num forte orgasmo. Beijou seu pescoço e foi trilhando um caminho de beijos e lambidas por seu corpo e ao chegar ao short que o mesmo trajava desceu-o. Masturbou seu membro arrancando do Uchiha quase um urro de prazer. Levou-o a sua boca.
Alternava a sucção com lambidas na glande e massageava os testículos, levando Sasuke ao delírio. Sentia a própria intimidade contrair de vontade de sentar ali, mas ainda dolorida pela relação anterior, deixou passar. Aumento o ritmo até sentir o membro inchar em sua boca e soltar os jatos de esperma que lhe escorreram pelos lábios ao pescoço.
Sasuke: Porra de boca deliciosa! – ele disse com a cabeça atolada no travesseiro – Deveria ter feito isso ontem! – e a olhou sorrindo, vendo-a corada, limpando o canto dos lábios.
Altiva ela levantou da cama, sem dizer muita coisa e foi ao banheiro.
Tomou um banho rápido e ao retornar ao quarto secando os cabelos com a toalha foi questionada:
Sasuke: Por que cortou? – ele referia-se aos cabelos.
Sakura: Por causa do Ulke. Ah, Sasuke, hoje é a entrevista com a assistente social. Por favor, não falte! Vai ser no prédio do Conselho Tutelar.
Sasuke: Quanto tempo demora essa adoção?
Sakura: Em três meses se verá livre dele e de mim! – ele consentiu com a cabeça, mas o fato é que estava bom ter alguém tão perto cuidando dele, dando carinho e atenção que pensou ser egoísmo de sua parte manter-se tão a margem de tudo.
Sasuke: Vai trabalhar hoje?
Sakura: Só pela manhã, depois tiro folga, vou ver a Ulke e não esqueça Sasuke, cinco horas!
– Hn.
Ainda na parte da manhã Sasuke resolveu alguns assuntos que tinha pendentes na Anbu e delegou tarefas e missões aos seus subordinados.
Por ordem da Hokage, passou no hospital pra fazer um exame. Assim como pediu pro Uzumaki, a Hokage pediu pro Uchiha fazer um exame, pois ela queria saber se o mesmo podia ter filhos.
Bem próximo ao quarto onde fazia os exames viu Ethan, vestido de branco e com um estetoscópio pendurado ao pescoço. Aproximou-se do mesmo:
Sasuke: Foi você que ficou dando em cima da minha esposa ontem, não foi? Não vai se aproveitar de estarem num mesmo ambiente de trabalho para repetir a façanha ou eu acabo com você. – o rapaz ficou quieto e quando ele afastou, não pode deixar de sorrir irônico.
Ethan: Então não e só o Uzumaki que quer ter filhos! O Uchiha também esta querendo. Hum, meu Mestre vai gostar muito de saber disso.
Autora Pov´s
A assistente social olhava para o rosto de Sakura e para o relógio que mostrava cinco horas e quinze minutos. Batia o pé nervosamente e ajeitava os óculos a todo momento.
Keiko:Senhora Uchiha eu não tenho o dia todo. Horário é horário e se e o seu marido não consegue chegar a ponto nem em uma entrevista o que dirá de ir buscar a escola, médico, dentista.
Sakura: Eu vou! – ela disse – Faço tudo.
Keiko: Vou esperar mais quinze minutos, depois, eu sinto muito...
Sakura: Sente o que? – indagou temerosa.
Keiko: Vou ter que colocar uma advertência em sua ficha.
Sakura: Não! – exclamou em voz alta – Ele vai chegar, senhora Keiko.
A senhora bufou e encostou-se a cadeira. Já vira passar por si centenas de casais inaptos para adoção, mas atrasados para uma conversa importante era a primeira vez. Os minutos continuaram passando e teve uma hora que irritada a jovem senhora levantou e disse:
Keiko: Sinto muito senhora Uchiha, tenho coisas mais importantes para fazer.
Sakura: Por favor... – implorou – Eu vou buscá-lo.
Keiko: Nem pense nisso. Mas por que afinal de contas quer tanto adotar esse menino? Você é uma moça jovem, acabou de se casar, está no inicio e pelo que eu soube de uma brilhante carreira médica. Um menino de três anos vai complicar sua vida e rotina de recém casada.
Sakura: Não vai complicar nada. – disse tentando não chorar, mas a voz embargada mostrava o contrário – Eu cuidei do Ucke quando ele foi tirado da floresta e trazido aqui. No tempo em que passou no hospital me apaixonei por ele e prometi a mim mesma que o adotaria assim que sua situação ficasse regularizada.
Keiko: Ele não é de Konoha, não é órfã de guerra. Olha, eu tenho que informar, Sakura, estamos lotados e algumas crianças serão transferidas. Fala para seu marido...
Sakura: Eu tenho certeza que ele deve ter se atrasado por causa de algo importante. Ele é da ANBU!
Keiko: Não me interessa o que ele faz. Agora até logo. Remarque essa entrevista para daqui uma semanas!
A senhora saiu da sala e Sakura sentiu as mãos energizarem. Se Sasuke estivesse no mesmo lugar o socaria até praticamente a morte. Só não o mataria para ele ficar sentindo a dor das fraturas que lhe causaria.
Soltando fogo pelas ventas ela saiu do prédio e passou pela sede da ANBU onde não encontrou seu marido. Aquilo aumentou ainda mais sua raiva. Quando passou por um bar e viu-o bebendo, quis morrer, ou melhor, matá-lo. Caminhou até sua pessoa. Seus companheiros, todos já embriagados riram e assobiaram para a bela kunoichi que ali entrou.
Não precisou Sasuke falar nada. Só o olhar mortal que ela lançou na direção dos mesmos os fez calarem e irem para outro lugar.
Sasuke: O que foi Sakura? Que cara feia é essa? Está com fome é?
Sakura: Seu idiota imprestável. Eu me casei com você pelo simples fato de poder adotar o Ucke e na primeira entrevista você falta para beber em um bar?
Sasuke: A entrevista. Eu sabia que estava esquecendo de algo. E nem vem com essa, casou-se comigo porque é louca por mim!
Sakura olhou-o frontalmente e seus olhares cruzaram. Não via um pingo de amor dele por sua pessoa. Nem mesmo o fato de terem dormido juntos mudara algo no coração do frio Uchiha. Ele se incomodou com aquele olhar esmeraldino repleto de lágrimas que o faziam brilhar mais.
Sasuke: Pare de me olhar desse jeito.
Sakura: Aff, Sasuke, eu não sei o que vi em você.
Sasuke: Sakura, espera.
Ela não esperou e correndo se afastou dali. Foi para casa e chegando subiu as escadas. Deitou na cama e afogou-se nas lágrimas mais uma vez. Doía aquela indiferença, machucava a falta de um amor sincero, verdadeiro.
Após meia hora Sasuke chegou. Fora para o quarto e a viu na cama de olhos fechados. Dirigiu-se ao banheiro, ainda estava um pouco alterado pela bebida. Resolveu tomar um banho. Depois de um tempo foi para cama.
Sasuke: Está acordada?
Sakura: Não!
Sasuke: Sakura, eu tenho que reconhecer que errei hoje. Não deveria ter esquecido.
Sakura: Por que aceitou se casar comigo Sasuke? – ele sabia que fora para provocar os Anciões, provando que nem a esposa lhe importava, mas não poderia dizer aquilo.
Sasuke: Acho que para te ajudar.
Sakura: Você sabe quantas propostas de casamento de verdade eu recusei só para te esperar? Quantos homens eu dispensei por sua causa? Eu imaginei que você chegaria aqui e continuaríamos de onde você partiu, mas esse Sasuke Uchiha que está a minha frente não tem nada a ver com aquele que foi embora a seis anos! – ela cuspiu nele o desabafo.
Sasuke: Ah, eu era uma criança naquela época, não queira comparar.
Sakura: Eu mudei Sasuke? Porque você me disse que continuo a mesma irritante de sempre.
Sasuke: E continua mesmo. – riu abafado.
Sakura: Ah, vai para o inferno. Estou cheia de sua arrogância e frieza. – Sasuke segurou seu pulso e impediu-a de levantar e sair. Sabia que se a deixasse ir, não a veria novamente e aquilo de alguma forma o incomodava.
Puxou-a de encontro a si e os lábios tocaram. Sakura tentou ir ao beijo, mas ele recuou, o que fez a moça envergonhar-se pela iniciativa. Ela abaixou o olhar e indagou:
Sakura: Não esta achando que fará sexo comigo depois de tudo isso, acha?
Sasuke: Eu te desejo, Sakura, você é linda e fica ainda mais excitante quando está com raiva.
Sakura: Você jura Sasuke-kun? – ela indagou de modo sedutor, sentando em seu colo e rebolando, sentindo-o já duro entre suas pernas.
Sasuke: Juro... – disse vencido, segurando a cintura dela, pressionando-a ainda mais sobre si.
Sakura: Ora, querido, então pense melhor quando for me tratar com sua gentileza habitual. – falou saindo de cima dele e caminhando rumo ao banheiro – Boa noite, Sasuke-kun, durma bem.
Sasuke: Sakura! – ele exclamou embravecido, erguendo seu corpo para visualizá-la – Volte aqui e termine o que começou.
Ela nem deu bola e foi tomar banho.
Quando se deitou na cama o encontrou dormindo. Deitou ao seu lado e virou-se de costas.
Sasuke abriu os olhos e pela luz ainda acesa do abajur pode ver a jovem com a camisola semitransparente e branca, marcando as belas formas de seu corpo.
Tudo nela era certo, nada demais e nem de menos. A calcinha pequena que usava também o excitava, mas ele não queria investir. Virou na cama tentando pensar em outra coisa e não conseguia.
Era sua esposa, queria tê-la como mulher. Fechou os olhos, espremendo-os. Mexia sem parar na cama. Ela percebeu sua inquietação, sorriu com o canto dos lábios – já que estava de costas – e dormiu quando ele se levantou e foi para o banheiro tomar uma ducha fria.
Voltando do banho, ele disse para a jovem:
Sasuke: Perdoe-me Sakura.
Sakura: Que? – ela perguntou sonolenta.
Sasuke: Estava dormindo?
Sakura: Sim... O que você quer?
Sasuke: Deixa pra lá. – deitou na cama e dormiu.
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