A Vida Continua...
12 Indiferente
Notas iniciais
Dia seguinte, Hospital de Konoha:

Hinata Pov*s
Hinata: Tsunade –sama só pode esta louca ser pensa que eu vou fica de olho naquele baka.- estava entrando na minha sala quando vem Ino me traze o relatório daquele baka.
Ino: Adivinha quem perguntou de você?
Hinata: Quero que ele se exploda.- tirava meu jaleco, enquanto a loira se sentava na minha cadeira.
Ino: Não vai querer saber o que ele perguntou?- colocou os pés na minha mesa.
Hinata: Ah!- fiquei confusa, aquele baka avia perguntado de mim.
Ino: Aff Hinata, ele queria saber se você estava bem.
Hinata: Que interessante. – fui ate a janela -Depois de me lagar aqui é me iludir com uma rosa, ele quer saber se estou bem?- olhava pra janela do quarto dele.
Ino: Aposto que você guarda aquela rosa no seu livro preferido.- se levantou.
Hinata: Eu a queimei para que não sobrasse nada!- a encarei seria.
Ino: Hum... Já vou indo, qualquer coisa me dê um grito. Ele está bastante ferido.
Hinata: Não perguntei nada Ino.- sentei na minha cadeira e abri a gaveta- Aposto que a loira fuçou aqui, enquanto estive fora. -abri o livro e vi a rosa ganhada dele há tanto tempo seca num livro de romance.
Sakura Pov*s
Sakura: Boa tarde, Sasuke. – sem kun como prefixo para parecer formal.
Sasuke: Hn. – olhei os dados médicos anotados à base da cama.
Sakura: Terá alta amanhã. – falei sorrindo.
Sasuke: Hn. – que vontade de saltar no pescoço dele e terminar o serviço de alguns incompetentes que não conseguiram.
Sakura: Está com dor?
Sasuke: Não. – ótimo, um progresso.
Pela primeira vez na minha vida, deixei a timidez de lado, pus a prancheta numa mesa e subi na cama dele, coloquei minha cabeça em seu peito, como se estivesse me aninhando e fui empurrando-o mais para o lado, colocando o restante do meu corpo encostado ao dele. Seus batimentos cardíacos estavam a “mil” por hora. Até a maneira dele respirar, mudou. Ah, que legal, consigo o fazer pirar em dois minutos.
Sasuke: O que você está fazendo? – ele perguntou sem tocar em mim.
Sakura: Estou descansando. – falei num bocejo – Sentiu minha falta, Sasuke-kun?
Sasuke: Você bateu a cabeça enquanto estive fora?
Sakura: Não, acho que foi a kunai que enfiou em mim... Deve ter cortado alguma ligação cerebral, sabe?
Sasuke: Hn.- eu movi meu nariz no peito dele, cheiroso, forte. Ele ficou incomodado- Pare, está fazendo cócegas. – eu olhei e o vi emitir um sorriso leve.
Sakura: Ah! – disse dando um pulo da cama – Arrumei um jeito de fazer Sasuke Uchiha rir?
Sasuke: Nem pense nisso! – ele falou sério, eu não estava nem aí para o que ele achava.
Sakura: Você não é forte o bastante para suportar “cocegas”! – ele me olhou mais sério ainda, tipo falando, “vaza daqui, ou mato você”.
Cutuquei-o com a ponta dos dedos, ele não se moveu. Fui movimentando até chegar debaixo do seu braço e vi que ele respirava forte. Quem diria que ele seria sensível a isso. Suporta dez kunais cravadas no corpo, mas não capaz de resistir à ponta de dedos. Aí eu me aproveitei dele. Deslizei os dedos pelo braço, subi o pescoço, a face e desci de novo até chegar ao abdômen. Rodeei o umbigo várias vezes. Ele espremia os lábios controlando o riso e quando abriu os olhos, estava com o Sharingan ativado. Dei dois passos para traz e pensei, “morri”.
Sakura: Creio que não é para tanto. – ri sem graça.
Sasuke: Não vou usar o sharingan em você, irritante, é que você me deixou... deixou...- olhei para a parte debaixo do corpo dele e vi o volume no lençol, estava excitado pelo meu toque. Ele colocou o travesseiro por cima e me olhou de novo com raiva.
Sakura: Então toda vez que você faz sexo, seu Sharingan é ativado?
Sasuke: Não! – ele exclamou com certa vergonha – É que fui pego de surpresa!
Aí que eu parti para cima dele mesmo, fazendo desta vez cócegas sem embromação, cutucando forte. Como foi bom escutar uma risada dele, quando ele começou a fazer em mim, eu caí no chão, porque sou uma fraca mesmo, perco até o fôlego. Ele veio por cima, mas parou. Eu fiquei o olhando enquanto recuperava o ar, aquela aproximação entre nossos lábios estava perigosa, com ele ali seminu tocando meu corpo também. Estávamos a milímetros de distância, quando escutamos duas vozes falarem ao mesmo tempo:
– O que está acontecendo aqui?
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