A Vida Continua...

46 FLASHBACK do Neji Off: Estupro


Notas iniciais
Desculpe a demora. Quero agradecer a Mandy Benigno por sempre está comentando, agradecer ao Lee Uzumaki por suas 20 palavras no seu comentário e agradecer ao Uzumaki Gabriel pelo seu comentário e sua maravilhosa recomendação. Agradeço a vocês três do fundo do meu coração, vocês não sabem o quanto os comentários ou uma recomendação ajudar a levanta a alto estima de um escrito. Eu sei muito bem que é muito chato quando peço comentários, mais pra mim é normal, porque é basicamente um feedback, uma relação entre autor e leitor mas... Mas já as recomendações a minha historia faz esse trabalho por mim. Boa Leitura!

Continuação do FLASHBACK

Sayuri estava a espera de seu marido, que lhe disse que não demorava a volta. Ela já havia jantando e bebido um pouco, agora estava enrolada na cama com os olhos ainda abertos, não queria dormir.

Ela decidiu levantasse e ir a procura de Niko. Vestiu um vestido florido e colocou suas sandálias. Quem Niko pensava que era, para deixa-la sozinha desse jeito?

Ainda não era noite mais conforme adentrava a floresta ela ia ficando mais escura, escutava passos e risadinhas. Começou a apertar o passo e correr sem destino. Naquela escuridão jamais encontraria uma saída, começou a ser apavorar. Só parou de correr no momento em que foi derrubada por um homem forte e corpulento. Ela arregalou os olhos ao ver Midiram.

Midiram: Hum, sempre gostosinha e sozinha... -ele a catou pelos cabelos e suspendeu-lhe no ar. Revistou-lhe e continuou.- Já que não tem nada de valor, será teu corpo mesmo.

Sayuri: O que está fazendo, seu idiota? -ela resmungou irritada — Está me machucando.
Midiram: Ah, mas não é nem o começo da nossa brincadeira, querida.

Sayuri: Qual o seu problema, imbecil!! Me solta agora!!!
Midiram: Ah Sayuri, não precisa mais fingir que não gosta dessas coisas. Aposto que o Samurai nem deu conta do recado. -ela corou e ele gargalhou- Eu prometo te dar muito prazer, docinho!

Sayuri: Não ouse me tocar!
Midiram: Daqui a pouco você vai implorar para eu te comer, inteirinha.

Sayuri: SOCORROOOO!!!! SOC.... -ela se calou quando um pano foi amarrado em sua boca- HMMMMmm!!!

Midiram: Calma querida. Não queremos que ninguém nos ouça heim?! -ele pegou as pernas dela que se debatiam e as abriu, se deitando entre elas, enquanto observava encantado o desespero da mulher abaixo de si.

Os olhos verdes já estavam cheios de lágrimas, o que o satisfez ainda mais.

Midiram: Quem diria que teria você de pernas abertas pra mim. — sorriu, prendendo as mãos da mesma a cima da cabeça — Agora você vai pagar por me esnobar todos esses anos.- e para pontuar isso, ele beijou a boca dela amordaçada enquanto uma das mãos viajavam pelas curvas do corpo dela.

Ao sentir algo duro contra sua intimidade ainda coberta pela calcinha, Sayuri tentou gritar e arregalou os olhos, pedindo a todos os deuses por ajuda.

Midiram: Você sabe há quanto tempo eu quero fazer isso? Mas você está sempre com aquele mala do seu marido! Ele não merece você, baka! Você merece um homem que possa te dar tudo, e eu sou esse homem, Sayuri.

Sayuri: HMMMmmmm!!!! MAATTEEEEEE!!!- ela pediu abafado devido o pano tapando sua boca.

Midiram: Não se preocupe docinho, vai acabar rápido.- ele sorriu e sua mão escorregou para entre suas pernas, a fazendo voltar a se debater. Quando conseguiu afasta o pano da calcinha. Ele ruivo de prazer — Eu estou louco para te provar. — ele enfiou dois dedos na intimidade agora desprotegida.

Sayuri: AHHHHHHHHHHHHH — gritou de dor. Ele soltou as mãos dela e tirou seu membro pra fora.

Midiram: Cala a boca, garota estúpida!!!! ele rosnou.
Ela começou a ser debate debaixo dele tentando tira-lo de cima. Ele se esticou e pegou algo na perna, que ela só poder reconhecer como uma Kunai quando estava em seu pescoço.

Midiram: Se me bater eu te mato! — falou sério, tirando o objeto de seu pescoço.

Ela sentiu algo quente em constar na sua intimidade e viu que era um pênis, ele encostou seu membro na entrada da vagina.

Midiram: Isso vai doer. — mal essas palavras saíram de sua boca e ela pode senti a pior dor da sua vida.

Midiram era um moreno alto, bem mais alto que Niko. Sayuri era uns 15 a 20 centímetros mais baixa que Niko, o que fazia de Midiram um mostro perto da pobre mulher.

Ela gritou mas o som saiu abafado devido o pano tapando sua boca. Como suas mão estavam livres ela cravou as unhas em seus braços e as arrastou pra baixo, fazendo ele gritar de dor.

Midiram: Caralho sua vagabunda... — xingou e ela poder senti uma dor em seu rosto — Vou te dar outro soco se você me machucar de novo. — ele começou a penetra -lá com força é ela começou a chora de dor. — Isso chora vagabunda. — gemeu em seu ouvido e ela secou as lágrimas que descia. Ele começou a penetra -lá com mais força e mais força, ela começou a ver tudo ficar escuro. — Acorda porra, abre o olho. — ela sentiu o rosto arder. Ele havia lhe dado um tapa. — Quero seus olhos abertos enquanto eu gozo dentro de você. — falou com um sorriso diabólico nos lábios.

Ele voltou a penetra -lá com força é ela só conseguia ouvir o som de seu corpo se chocando contra o dele e seus intermináveis gemidos. Já chegando ao clímax ele encostou sua testa suada na dela.

Midiram: Não já mandei você abrir os olhos? — perguntou é ela não querendo morrer, com dificuldade abriu os olhos.

Ele gemeu alto, enquanto seu liquido quente preenchia o pequeno corpo abaixo do seu. Cansado ele relaxou o seu corpo sobre o dela.

Depois de descansa ele se levantou, arrumou sua calça e a levantou.

Sayuri: ME SOLTA, ME LARGA, POR FAVOR, NÃO ME MACHUCA MAIS EU IMPLORO, ME DEIXA IR. — gritou desesperada.

Midiram: FICA QUIETA CARALHO. — gritou é ela se encolheu de medo.

Ele a colocou no ombro pra carrega-la. Por impulso ela fez um movimento que nem mesmo ela prestou atenção direito é pegou a kunai que estava na cintura do moreno. Depois de fazer um pequeno corte nas costas dele, os dois foram ao chão e rapidamente ela se levantou é correu.

Sem olhar pra trás. Ela corria desesperadamente pela floresta. Mais para foder de vez sua vida, ela tropeçou e caiu de rosto no chão. Dando tempo do desgraçado a alcançar. Ele a levantou pelos cabelos e deu um forte tapa em seu rosto, fazendo a mesma desmaia. A colocou nas costas e correu pela floresta com ela pendurada em seus ombros.

Ele a carregou até uma caverna. Ela acordou ao sentir seu corpo se chocar contra o chão de um cômodo.

Midiram: Bem vinda ao inferno docinho. — começou a rir. Ela se sentou e olhou para o chão. Ele se agachou para ficar da mesma altura que ela estava. Com uma das mãos pegou o queixo dela e virou em direção ao seu rosto. — Olha pra mim quando estiver falando com você. — disse seco. Ele desceu a mão para sua perna e ela gritou.

Sayuri: Aaaah! — gritou fino e ele riu.
Midiram: Calma bebê, não vou te machucar.
Sayuri: Até por que não tem como me machucar mais do que já machucou. — disse séria o encarando é ele riu irônico.

Midiram: Own, achei que tivesse gostado bebê. — colocou novamente a mão em seu queixo, mais a mesma deu um tapa na mão dele.
Sayuri: Não me chame de bebê. — disse séria e o sorriso no rosto dele se desfez, fazendo a mesma fica com medo. É novamente outro tapa foi depositado em seu rosto.

Midiram: Eu te chamo do que eu quiser. — ele a empurrou violentamente contra a parede e deu lhe outro tapa no rosto — Você é minha, Ouviu bem? — perguntou e ela ficou calada — OUVIU BEM? — gritou e ela assentiu rápido e com medo — Caso contrario...

Sayuri: O que vai fazer comigo? — perguntou com a voz tremula.
Midiram: Me desobedeça e você terá o devido castigo que merecer.... É eu garanto será MUITO doloroso. sorriu diabólico — Pra você é claro. ele a puxou em um movimento brusco e a colocou deitada de bruços.

Sayuri: N-não d-de no-novo n-não. — suplicas misturas com lágrimas saíram de sua boca, enquanto ele abaixava as calças — Por favor...não faz isso. pediu.
Midiram Se você ficar quietinha, vai ser bom pra nós dois.- afastou seu cabelo e beijou seu ombro Se não, vai doer bem mais em você do que em mim. — Riu enquanto levantava seu vestido.

Sayuri: Eu te imploro não faz isso!! — pediu enquanto ele rasgava sua calcinha. E o que ela mais temia voltou a acontecer. — NÃO! POR FAVOR! — gritou. Gritou muito.

Midiram: CALA A PORRA DA BOCA. — puxou seu cabelo fazendo a mesma bater a cabeça no chão.
Sayuri: NÃO. — gritou quando ele enterrou fundo seu membro na sua intimidade.

Midiram: Agora si, grita cachorra, grita alto, grita. — prendeu as pernas dela com as suas e penetrou sua intimidade com mais força é ainda mais fundo.

Sayuri: Aaaaaah! -gritou.
Midiram: Grita pra mim Sah, grita. — penetrou-a uma, duas, três e quatro vezes mais forte Awwn, Sah, tão pequena.- falava e gemia ao mesmo tempo.

Sayuri: Tira isso de mim...ta ma-machucando.... machu...cando muito...- ela já estava ficando sem forças. Quando desceu a mão discretamente até o seu testículo e o apertou com a unha.

Midiram: AIIIIIII, SUA PUTA- gritou caindo no chão com a mão sobre as bolas. Ela ia se levanta quando ele a segurou pelo cabelo com uma das mãos.

Sayuri: ME SOLTA. — ela socou seus testículos fazendo ele cai novamente no chão com as mãos nas bolas. Ela correu o mais rápido que poder, pelos enormes corredores daquela caverna. Tentou entra em algumas portas, mais todas estavam fechadas, quando conseguiu abrir uma foi empurrada com força pra dentro, escutando logo depois o barulho da porta sendo trancada.

10 min depois a porta foi aberta e ela se levantou de onde estava encolhida esperando pelo pior.

Sayuri: Não faz nada comigo. — pediu enquanto as lágrimas invadia seu rosto. O medo tomava conta de seu corpo, assim que viu ele entra com uma corda na mão.

Midiram: Você merece uma bela surra, Sah. — andou em sua direção enquanto ela se distanciava. Ela andou mais um pouco até bate as costas contra parede. — Mais isso seria fácil demais...- sorriu diabolicamente — Antes tenho uma surpresa. — disse é pela porta entraram seus dois irmãos pelados com seus membros eretos.

Harry: Quando vai começar?
Sayuri: Começar? — um soluço escapou — Como...assim? Começar? — perguntou com medo do que poderia ouvir.

Style: Como assim princesa? Você não sabe? ele andou até ela é colocou a mão no seu rosto — A nossa brincadeira...- ela tremendo empurrou sua mão, eles apenas riam e a olhavam como se ela fosse uma presa prestes a fugir.

Harry: Seus amigos Harry e Style também vamos brincar com você, Sayuri! — ela chorava mais negando coma cabeça.
Sayuri: Nã...o- murmurou em pânico querendo que tudo aquilo fosse mentira.

Midiram: Shiii estão assustando ela, vão preparar as coisa que eu já levo ela. — eles saíram enquanto Midiram tentava tira-la daquele quarto. Ele a jogou no chão de outro quarto e se sentou em uma cadeira.

Harry: Vem aqui vadia.- puxou ela pelo braço.
Sayuri: ME SOLTA. começou a se debate.

Harry: Não sou o Midiram...- a jogou com brutalidade no chão — Comigo vadia só aprende de um jeito.- antes que ela pudesse falar qualquer coisa, ele a chutou, ela soltou um grito de dor não acreditado que agora também iria apanhar.

O irmão do meio, Harry, começou a dar soco e chutes, ela começou a grita desesperadamente para ele parar e por socorro, mesmo achando que ninguém ouviria seus gritos.

Style: Porra Harrry! gritou o mais novo — Não precisa de tudo isso cara. — tentou argumenta.
Harry: Se não vai ajudar, sai daqui então. o mais novo suspirou — Vaza.- mandou.

Sayuri: Pa-pa por fa-vor. disse com as poucas forças que tinha, sentindo sua garganta arranhar e um gosto de sangue. Style lançou um olhar de dó para pequena mulher, logo em seguida a deixando sozinha com aqueles doentes.
Harry: Calma vadia já estou acabando.

Midiram: Vai pegar a corda Harry. — mandou, mais antes dele ir, deu um pontapé na barriga dela. Ela cuspiu sangue, já devia ser a sexta vez que cuspia sangue, em seu corpo tinha varias marcas roxas — E você bebê. — a chamou daquele apelido ridículo que havia lhe dado — Acho que você ainda não entendeu a situação, não é? Pois bem. Eu vou fazer o que quiser com você. — ele a levou pra cama que tinha ali e a colocou deitada de bruços, armarou as mãos e as pernas dela com a corda que Harry lhe entregou. Prontinho. sorriu colocando as mãos no testículo — Espero que essa posição faça essa vadia sofrer.

Sayuri: Não.- murmurou.

Harry deitou por trás dela é abriu as nádegas de sua bunda, posicionando seu membro na entrada. Ele cuspiu no buraco de sua bunda e enterrou seu membro com força, arrancando gritos que fora abafados por ele, que empurrou sua cabeça de encontro a cama. Midiram só ficava olhando do outro lado do quarto com ódio.

Já tinha se passado duas horas e meia, desde que Sayuri estava sendo estuprada.

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Quando chegou em Yohkoha já era noite, foi pra sua casa a procura de descasar ao lado de Sayuri sua esposa, mais não a achou, ele foi na casa dos seus pais mais eles também não sabia nada dela. Desesperado foi a procura do seu sogro.

Jeto: O que foi?- perguntou o homem sonolento ao abrir a porta.
Niko: Você sabe onde está a Sayuri? respondeu com outra pergunta.
Jeto: Como vou saber? Já procurou em sua casa? ele sugeriu em tom de ironia.
Niko: Sim. Você tem certeza que não saber onde ela está?
Jeto: Claro que tenho. ele respondeu.

Eles pausaram por alguns minutos e Jeto percebeu o desespero do gero. Realmente ele estava muito preocupado, por causa das recentes brigas. Ela poderia te o seguido para obter informações ao seu respeito.

Niko: Minha última esperança é que ela estivesse com você. falou derrotado.
Jeto: Ela sumiu mesmo? Já procurou com as amigas, ou na casa dos seus pais...
Niko: É óbvio que já fiz isso! Você não entendeu ela sumiu. disse em desespero.
Jeto: Vamos procurá-la está certo? Eu ajudo.

Niko chamou seu pai e os três saíram pra procura Sayuri nas mediações de Yohkoha, não imaginavam que ela estivesse tão distante.

Depois de duas horas procurando Sayuri, os dois idosos já estavam cansados de acompanha Niko. Eles haviam saindo a procura da jovem, antes das dez, Os três já haviam desistindo e estavam voltando pro vilarejo, com a esperança dela te aparecido lá, quando viram um pouco longe deles o jovem Style, também entrando no vilarejo. O sogro de Niko, por conhecer a família do rapaz se próximou do mesmo e perguntou:

Jeto: Meu rapaz, você viu a Sayuri ? o rapaz ficou quieto, olhou para Jeto e depois para os dois que estavam atrás de si. Prendeu os olhos em Niko, que não estava com a cara nada bom. Hein? perguntou o pobre homem com a voz um pouco alterada.

Style: N-não Se- senhor. começou a gagueja, mostrado que estava mentindo.
Jeto: Tem certeza. — insistiu.

Style: T-tenho.- disse ele se afastando. Quando menos viu, o rapaz estava prensado na parede da muralha do vilarejo, com uma espada na garganta.
Niko: Preciso pergunta. — ele forçou a espada na garganta do rapaz até começa a descer um pouco de sangue.

Chiro temendo pelo pior, tenta acalmar o filho.

Chiro: Niko? Por favor não faça isso. — o senhor coloca a mão no ombro do moreno Você não é assim. o moreno olha com um desprezo para o rapaz a sua frente.
Niko: Onde? — rosnou.

Style: Numa caverna ao sul, fica a meia hora daqui.
Niko: E bom que...- antes dele continua o joVem o cortou.
Style: Eu não fiz nada com ela...- murmurou — E melhor vc ir rápido...ela tá correndo um grande perigo. — informou.

O Samurai apreensivo com a situação partiu a toda velocidade, sendo seguido pelo seu sogro. Seu pai havia ficado no vilarejo pra prende Style e pra chama reforços.

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Eles enfiavam sem pena. A dor só ia aumentando, ela não sentia seu quadril ou pernas, somente dor, dor, uma dor insuportável. Eles paravam e voltavam pior que antes, as nádegas de sua bunda estava sendo alargadas cada vez mais e as paredes de sua vagina martelavam de dor.

Midiram: Isso... ahh... assim...- seu membro sai e entrava rapidamente.
Harry: MINHA VEZ PORRA — gritou empurrando o irmão — PORRA COMO VOCÊ É APERTADA.- gritou puxando seu cabelos.
Midiram: Já pedi as contas de quanto ter fodi e mesmo assim não deixa de ser apertadinha. disse sentando ao lado de sua cabeça.

Um liquido estranho a mela e Harry tirar seu membro.

Harry: PORRA SUA VADIA FRACA. — gritou ao senti um liquido o mela, ele tirou seu pênis de dentro dela e ficou em pé Essa vagabunda tá sangrando de novo.
Midiram: Espera tenho um jeito melhor. — desamarrou o corpo fraco de Sayuri — VEM AQUI.- puxou seu braço a derrubando no chão.

Harry: Já perdeu a graça. — ele se agachou na frente dela — Ela tá parecendo morta ai jogada....e ainda por cima tá sangrando pra caralho.- olhou pra enorme poça de sangue que estava se formando ao redor da mesma.

Suas costas se chocaram contra o chão duro. Ela tentava chorar e gritar, enquanto era arrastada pelo quarto até duas barras de ferro e argolas que ficava presa no teto, mais as lágrimas tinha acabado.

Midiram: Me ajuda qui. — Chamou — Depois você tomar banho

Com ajudar de Herry, Midiram conseguiu coloca Sayuri armarada em pé.

Harry: Mais que porra e essa descendo dela? — perguntou, enquanto via um tipo de bicho descer de sua vagina.
Midiram: Sei lá. — com o pé, ele imporou o feto que havia saindo de Sayuri um pouco pra longe.

Harry: Mano ela ta muito nojenta. — fez careta.

midiram: Vamos acaba logo com isso. gargalhou segurando sua cintura a alinhando com ele atrás e Harry na frente.
Harry: Acorda vadia. — deu um tapa em seu rosto já roxo. Ela abriu um pouco os olhos e ele sussurrou em seu ouvido. — Você vai ser fodida por dois, deveria está feliz.- sorriu.

Entretanto seu sorriso não demorou muito, quando ouviu o barulho da porta se quebrando, mas antes que pudesse ao menos ter a chance de virar a cabeça para o lado, Niko se aproximou de Harry como um relâmpago, enfiando sua mão no ventre do mesmo, arrancando suas tripas lentamente enquanto Midiram assistia aterrorizado. Harry grita agonizando pela imensa dor e o Samurai farto dos gritos pega a cabeça do moreno esmagando-a com o chakra de suas mãos.

Midiram: Não, eu não quero morrer. tenta sair do quarto, mais um soco poderoso o acertou em seu maxilar, fazendo ele atravessa a parede.

Antes mesmo da visão do pobre homem volta, Niko já caminhava até ele com uma grande quantidade de chakra azul em sua volta, chakra que fazia o chão abaixo de si tremular e o ar torna-se pesado demais

Sem ter qualquer chance de escapatória, Midiram se encolheu ao sentir a presença na sua frente, e um segundo depois, ele foi arqueado para cima até seus pés não tocarem o chão, e ele sentiu uma mão apertar seu pescoço com força.

Niko: Seu verme imundo. a voz daquele homem poderoso era baixa e ameaçadora deixando Midiram cada vez mais em pânico Como você ousa tocá-la! Como você ousa...? a expressão foi cortada com uma raiva mortal e Midiram finalmente reconheceu o rosto de seu atacando.
Midiram: Sa-Sa-mu.rai...

Niko: Eu vou ter ensina a não tocar na mulher dos outros! sua voz era cortante como uma lamina fria, ele segurava o pescoço do estuprador e apertava cada vez mais e mais, até a boca de Midiram se abrir em busca de ar, e seus olhos saírem de foco
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Midiram: O.ne.gai. o rapaz conseguiu implorar, mas para seu desespero tudo o que conseguiu foi um soco em seu estômago.
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Niko: Já implorando, seu maldito! Eu vou ter o prazer de te matar.- murmurava friamente, fazendo Midira sibilar de verdadeiro medo. Em todo esse tempo, ele nunca havia visto o Samurai agir daquele jeito, ele parecia...um monstro.- Você não vai morrer assim tão fácil.- sibilo, deixando o corpo fraco do homem a sua frente cair novamente no chão.

Midiram: Você não pode me matar! — sorriu colocando a mão no pescoço- Você seria preso! Eu sou um morado de Yohkoha.
Niko: Cala a boca, seu bosta. — rosnou e então chutou o outro com tanta força que pôde ouvir o som de ossos se quebrando.

Midiram: One.gai... -ele murmurou quase sem forças, e com dificuldades devido o queixo balançando fora do lugar, mas o olhar assassino de Niko dizia que ele não pararia, mas então como uma luz de esperança, vários Samurais cobriram o lugar onde eles estavam ainda sim Niko continuava a olhar friamente para seu adversário.

Niko: O que todos estão fazendo aqui? — perguntou, voltando a esgoela o estuprador.
– Pare com isso meu filho.- disse Chiro se aproximando- Solte ele! Você não que fazer isso.

Niko: Oh eu quero sim, eu preciso, Chiro-san! -o tom frio se tornou desesperado quando pronunciou o nome de até então, seu pai.

Por um instante, o Samurai descontrolado olhou para Sayuri encolhida no colo de seu sogro e o chakra azul se fortaleceu novamente devido sua raiva crescente, e ele se virou novamente para Midiram, que choramingou de medo.

Niko: Eu quero matá-lo, Otousan! -o pedido era quase implorativo e a tensão era completa, mas Chiro se manteve sóbrio.
Chiro: Eu sei que quer, mas não importa o que aconteceu, você não vai querer ter o sangue dele nas suas mãos.

Niko: Eu não vou perder meu sono por ter matado um verme!- ele ironizou, venenoso.
Chiro: Não faça isso. — pediu. É Niko suspirou deixando cair no chão a massa de ossos que se encontrava em suas mãos.- Muito bem. disse com orgulho, tocando em seu ombro.

Niko: Desde quando virou a Okasan, preocupada? — rosnou, ainda irritado.
Chiro: Você precisa é de uns bons cacetes, seu moleque!- eles dois riram levemente.

Em um simples vira de rosto, Niko viu seu sogro cobrindo o rosto de Sayuri. Seu sorriso desapareceu é em questão de segundos enormes veias apareceu ao redor dos olhos brancos. Seus olhos não só podiam ver o coração de Sayuri, como podiam escuta seus últimos batimentos é por fim o seu suspiro de morte. Sua amiga, sua companheira, sua mulher, sua amada...Havia morrido ali diante de todos e ninguém fez nada.

Novamente a raiva tomou conta de seu corpo. Foi quando um dos Samurais que segurava Midiram caiu e viu que os braços do prisioneiro havia sido decepado. Todos gritam ao ver a cabeça de Midiram rodando pelo chão.

Quando Niko ia se mover novamente, sentiu uma pequena dor em seu pescoço é foi para no chão. Ele virou seu rosto pra ver o corpo de sua amada Sayuri é seu coração doeu como se fosse atingido por uma kunai.

– Sinto muito Niko-san.- desculpou-se um de seus soldados, enquanto prende Niko com algumas algemas.
– Ela estava gravida.- ouviu um dos médicos que estava com seu sogro informa.

Depois disso Niko desmaiou. Acordando já no vilarejo. O Samurai foi jogado numa cela ainda algemado, ele se deixou fica caído no chão pensando apenas em Sayuri, profundamente triste. Depois de alguns dias Niko foi libertado com a condição de que nunca mais aparecesse em Yohkoha, pois o mesmo havia quebro uma das regras dos Samurais Jamais matar alguém da vila.

Depois de ir no velório de Sayuri, Niko ser despediu dos seus pais adotivos é decidiu volta pra Konoha. Seu verdadeiro é único lá. No momento ele estava precisando de carinho e sabia muito bem quem poderia dar.

FLASHBACK Off

Notas finais
Espero que tenham gostado é entendido o Capitulo. Por favor comentem, se ficou uma droga me perdoem. >.