A Vida Continua...
36 Deslize
Notas iniciais
"Esta vida é um punhal de dois gumes fatais: Não amar é sofrer, amar é sofrer ainda mais..."

Autora Pov´s
Sasuke foi em direção a casa de Karin, ainda pensando em esquecer a rosada. Bateu a porta da casa da mesma e quando ela abriu a porta ele perguntou:
Sasuke: Quer casar comigo? a ruiva caiu desmaiada para trás no mesmo instante. Ele a socorreu e levou-a para dentro, batendo em seu rosto para que acordasse Hei, Karin, acorda! Era só o que me faltava. ela não acordava de jeito algum.
Ele foi para dentro da casa e procurou por alguma bebida disponível no armário. Encontrou um wísque envelhecido e mandou ver. Bebeu quase meia garrafa num gole só. Aquilo desceu rasgando pela garganta, mas a dor que mais lhe afetava era na alma, no coração dilacerado. O amor que a seu ver, era impossível.
Sentou-se numa cadeira a mesa da cozinha e quando Karin acordou dirigiu-se ao mesmo:
Karin: Estava falando sério?
Sasuke: Eu sou do tipo que brinca?- a olhou serio.
Karin: Por que quer casar comigo?- perguntou pulando de alegria- Você descobriu que me ama?
Sasuke: Não, está louca? ele tentou buscar nela algo que o atraísse, mas desistiu Desculpe, eu me precipitei.
Karin: Está me pedindo desculpas? ela parecia surpresa Não vá, seja lá o que for que aconteceu, posso ajudá-lo a superar!
Sasuke: Eu amo a Sakura!- foi direto.
Karin: Ah, bem... E o que isso tem a ver comigo então?
Sasuke: Ela pode ser minha irmã de sangue.- explicou.
Karin: Isso é um problema... disse aproximando-se dele, acarinhando seu cabelo. Ele jamais, numa condição normal, a deixaria fazer aquele carinho.
Sasuke Pov
Sasuke: Eu não sou mais virgem. ela disse como se isso me importasse de alguma forma. Eu não estava nem aí para sua condição pura ou não, só queria esquecer a Haruno.
Só não esperava que ela fosse tão tarada. Puxou-me para seu quarto e lascou um beijo em minha boca sem aviso. Eu ia levando a garrafa de uísque buscando algum tipo de prazer em estar com ela. Procurava algo que não havia ali.
Ela me jogou na cama com violência e tirou minha roupa tão rápido que nem tive como reagir. Ficou se esfregando em mim, até conseguir me excitar. Eu tive um breve momento de lucidez e tentei levantar.
Sasuke: Acho melhor eu ir embora, antes que aconteça algo que não pretendo e não estou no meu bom dia... ela me deu outro beijo, calando-me. Ela agia insanamente, diferente (completamente) da Sakura, que podia às vezes não ser tímida, mas era sutil, delicada. Porra, eu estava fazendo tudo errado Karin, me deixa ir, prometo que não te procuro mais.
Karin: NÃO! ela gritou Agora que o tenho aqui, não o deixarei ir!
Ela tirou a roupa veio por cima e meteu a sua parte íntima na minha cara.
Debruçou-se sobre meu corpo e caiu de boca no meu membro. Ela fez um sexo oral digno de atriz pornô. Tive que me segurar para não chegar ao orgasmo. A ruiva sentou-se sobre mim e eu não esperava que aguentasse subir e descer com tanto vigor, por tanto tempo. Então pude apreciar seus seios fartos, balançando acompanhando seus movimentos.
Ela gozou e desencaixou-se de mim para deitar-se de bruços ao meu lado. Fui por cima e penetrei sua intimidade por trás. Ela rebolava sob meu corpo, gemendo feito louca. Pedi para ela ficar de quatro e a invadi vigorosamente.
Karin rebolava ainda e avisou que iria outra vez gozar. Desta vez eu não aguentei e cheguei ao orgasmo junto com ela.
Ela chegou ao meu lado e falou:
Karin: Quando será nosso casamento, Sasuke? No que eu fui me meter. Não era ela quem eu queria.- pensei
Sasuke: Karin, eu... É...
Karin: Não sou garota de uma noite só, Uchiha! ela falou firme Você não vai me usar e depois descartar. Por que veio me procurar? Procurasse uma prostituta então!
Sasuke: Ah não enche! Você estava pedindo por isso faz tempo. Você se jogou em cima de mim, Karin! exclamei me levantando da cama.
Karin: Fica comigo! ela disse, jogando-se aos meus pés. Por um segundo fiquei com pena dela.
Sasuke: Não dá. virei-me de costas.
Foi quando senti uma dor muito forte na cabeça e tudo se apagou pra mim.
Sakura Pov´s
Acordei no hospital. Fiquei por alguns minutos pensando nas vítimas de Sasuke, coitadas. Se ele sem ao menos querer eu acho me feriu, imagine quem ele queria golpear.
Não estava com pique para trabalhar naquele dia, poderia até errar e na minha função, não se admite erros. Andei para fora da vila, até atingir a floresta. Procurei por um rio que corria e sentei-me a sua margem. Fiquei relembrando a última conversa que tive com Sasuke, seus dizeres, sua agressividade, seu descontrole.
Mas nada disso impedia que eu gostasse dele. Por que esse amor sem medida? Seria mesmo alguma coisa de sangue? Aquilo martelava na minha cabeça, sem explicação.
Escutei alguém se aproximar. Virei e enxerguei Gaara. Fiquei me indagando se ele já sabia e cheguei ao óbvio, Ino Yamanaka e sua boca enorme. Rainha das fofocas e espalhadora de boatos.
Sakura: Se está aqui suponho que já sabe...
Gaara: Você é mesmo irmã do Uchiha? indagou sentando ao meu lado.
Sakura: Sinceramente não sei. e senti uma lágrima escorrer por minha face.
Gaara: Estou aqui, Sakura, como amigo. Eu sei que deve ter muitos na vila, mas vim convidá-la a passar uns tempos em Suna, até passar toda essa turbulência e o resultado do exame sair. A Temari vai estar lá. Apesar dela ser um tanto louca, sabe divertir alguém entristecido.
Sakura: Vou contar que chamou sua irmã de palhaça. sorri.
Gaara: Não conta não. ele riu abaixando o olhar, que moço simpático e lindo Quer ir comigo?
Autora Pov´s
Pouco antes de amanhecer, o trio já estava preparado para partir. Com um aceno de cabeça partiram e em poucas horas chegaram à muralha de pedra que guardava o vilarejo e escondia o feudo. Era rústica e muito bem protegida, com guardas vigiando em pontos estratégicos.
Hinata: Vamos nos identificar e curar logo quem precisa. disse
Naruto reparou na quantidade de guardas e ninjas em frente ao muro e cutucou Kiba para que o mesmo reparasse. Algum tempo depois o portão se abriu.
Kiba: Estamos dentro! disse, mais aliviado Será que eles serão gentis e nos servirão um delicioso café da manhã?
Hinata sorriu para o amigo e respondeu:
Hinata: Acho que não.
Um tipo de samurai de mascara se aproximo deles, era o guarda costas do senhor daquelas terras.
– Sejam bem vindos a nossa cidade! É um prazer receber quem salvará nossos cidadãos!
Hinata: Obrigada. se adiantou Leve-me até eles, eu os tratarei na maior rapidez possível. o samurai olhou-a de cima embaixo, não depositando muita confiança na jovem.
– Você não é muito novinha, não?
Hinata: Vai me mostrar onde eles estão ou terei que descobrir?
– Imagine... disse Vamos por aqui.
Hinata foi levada até um casarão aonde aviam varias pessoas agonizando de dor, em cima de camas, cercados por médicos e nenhum deles sabia realmente mais o que fazer.
Do lado de fora Naruto e Kiba aguardavam.
Kiba: Eu realmente preciso comer alguma coisa. disse o moreno sentindo a barriga roncar.
Naruto: Não estou com fome agora!
Enquanto os meninos procuravam descobrir o que avia acontecendo com aquelas pessoas, Hinata tentava cura o máximo de pessoas que podia. O dia tinha sido longo, os jounnins de Konoha foram hospedados em um hotel no centro da cidade, afinal não tinham necessidade de ficarem em um acampamento.
Já no quarto, Hinata conversava com Kiba.
Kiba: Você conseguiu cura todos?
Hinata: Não . Mas os que curei precisam fica em observação.- passou a mão na testa um pouco cansada.
Kiba: Descobrimos que eles são empregados da casa do senhor dessas terras.- explicou- Depois que comeram uma comida roubada lá, eles começaram a passa mal.
Hinata: Faz quanto tempo, isso?
Kiba: Pelo que me disseram, dois dias.
Hinata: Por isso estava difícil remover o veneno.
Kiba: Os médicos do vilarejo tentaram resolver a situação, como não conseguiram nós chamaram.
Hinata: Que bom quer o veneno era fraco.- comentou
Kiba: Esta muito cansada?- perguntou, um pouco preocupado com a aparecia que a morena estava.
Hinata: Um pouco.- sorriu- Onde Naruto está?
Kiba: Ele foi dar uma volta.
Hinata: Já faz muito tempo que ele saiu?
Kiba: Sim. Faz um tempinho.
Percebendo que a morena estava no mundo da lua, Kiba resolveu acorda-la dos próprios pensamentos.
Kiba; Eu vou andar por aí para ver se consigo alguma informação.
Hinata, tirada de seus devaneios, ficou constrangida com a falha de atenção na missão e logo sorriu fracamente para o amigo.
Hinata: Hai, Hai, Kiba-kun.- sorriu- Miais volte cedo.
Kiba: Hai. — quando ele se afastou o suficiente da morena, suspirou longamente. Aquela missão estava lhe cansando e começava a se arrepender de tê-la aceitado.
OoOoOoOoOoOoOoO
O vilarejo era pequeno, com casas feitas de pedras, e com a muralha ao seu redor, um grande numero de samurais vigiavam de cima da muralha a pequeno vilarejo, seu clima era frio e as pessoas não pareciam tão hospitaleiras e animadas como os habitantes de konoha, ou talvez, naquele momento estavam traumatizadas demais com o ataque estranho de um assassino frio contra os criados do senhor feudo, e se Naruto estivesse certo em suas suspeitas, provavelmente elas sabiam que na verdade o ataque era contra o senhor feudo e não contra os criados.
Mas ele não ligava, enquanto andava pelas ruas estreitas do vilarejo, apenas tentava se acalmar e refletir um pouco sobre as poucas informações que tinha.
Continuou andando até chegar em um bar qualquer, sentado em uma das cadeiras altas do balcão, pediu uma bebida. Não sabia o que tinha ido fazer ali, e nem se importava, queria mesmo estar ali, desejou aquela bebida forte durante todo o dia, e o fato do local ser mal cheiroso e os outros clientes serem porcos sujos e bêbados não o incomodava.
Talvez por que, sem querer ficara bêbado. Talvez por que ele quisera ficar bêbado.
Então meu chapa, vai querer mais uma ou vai pagar a conta de uma vez? o dono do bar gorducho e carrancudo tinha um olhar de ameaça e o ninja considerou a ideia de uma boa briga, mas depois desistiu, olhando ao redor os corpos magrelos e fracos e sabendo que não teria nenhuma por ali. Pegou o dinheiro do bolso, sem saber exatamente quanto, e depositou perto do copo, pegou a garrafa com o resto do conteúdo ardente e relaxante ,e saiu de lá sem esperar por resposta ou troco.
Ao sair do bar, o cheiro puro do oxigênio encheu suas narinas quase o sufocando, e ele bebeu mais um gole da bebida amarga. Já era de noite, quanto tempo deveria ter ficado lá dentro?
Viu uma mulher de roupas apertadas e com lindas curvas, lhe sorrir provocante. Sorriu de volta.
Mais um gole em sua bebida e seu mundo girou um pouco o fazendo parar de andar para não cair no chão, e foi nesse momento que o viu.
O Samurai de logo cedo, estava em frente a uma casinha conversando com dois idosos. O loiro começou a se aproxima sorrateiramente, enquanto o via se afastar dos idosos que entraram na pequena casa.
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