A Vida Continua...

43 A vida de Neji fora de Konoha.


Notas iniciais
Yoo! Minna. Eu sei, eu sei... estou atrasada como sempre rsrs, mais me desculpem por isso. Agradeço do fundo do coração a todos aqueles que ainda estão acompanhando a Fic. É me desculpe mesmo pela demora, mais estou sem tempo pra fica escrevendo o que acaba ocasionando a demora das postagem, afinal eu só gosto de posta o capitulo quando já tenho pelo menos outros dois já escrito. Sem mais delongas... Boa Leitura!

FLASHBACK DO NEJI ON *
AUTORA POV´S

Depois que Naruto derrotou Sasuke e o juntsu Tsukuyomi Infinito foi cancelando, Neji e todos os moradores do vilarejo Yohkoha acordaram do sono eterno.

Depois de três dias, Neji foi salvo por uma idosa na praça da cidade em um dia frio de chuva, com vários machucados, sem memoria e pedido esmola pois estava com fome.

Neji: Uma moeda por favor.- pedia enquanto tentava se protege da chuva- Estou com fome, com frio.- dizia.

– Sai fora...
–Vai trabalha, vagabundo...

Akira Ultake uma senhora de 40 anos, que vive numa pequena casa com seu marido Chiro Ultake de 43 anos, chefe da guarda do Sr. Feudal. O casal não aparentava te seus quarenta anos, na verdade pareciam um casal de trinta e poucos anos.

Akira: Quando será que vai parar de chover? — a idosa se perguntou olhando na direção da janela , os pingos escorriam apressadamente pela janela.

Não que não gostasse da chuva, muito pelo contrário, adorava o barulho dos pingos, mas fazia mais de uma semana desde a guerra, que a chuva não cessava e isso perturbava a mulher.

A senhora levantou do sofá e andou na direção da janela, seus olhos se centraram na imagem de um rapaz, ele estava em pé na praça tentando se esconde da chuva. A senhora franziu o cenho, não era o mesmo rapaz de ontem? E de anteontem? E de antes de antes de ontem?

Akira: Muito estranho — concluiu ela andando na direção da cozinha, pegou uma xícara branca, colocou um pouco de café.

– O que é estranho mulher?.- perguntou. Chiro se sentando no sofá pegando o controle e ligando a televisão.

Akira: Tem um rapaz, parado na praça a três dias.- informou, levando o café pra ele.
Chiro: O mendigo?- pergunto se concentrando em tomar o café quente, recém-feito pela esposa.

Akira: Sim. Ele lembra muito o Niko.- a senhora estava prestes a chorar Meu pequeno Niko... Por que? Por que ele se foi?- ela balbuciou entre soluços enquanto cobria os olhos com as duas mãos, desolada Por que, Chiro?- seu amado filho Niko, havia morrido na guerra.

Chiro: Não chore Akira...- suspirou abraçando a mulher- Isso não trará Niko de volta.- suas palavras fez com que os olhos de Akira se enchessem de lágrimas mais uma vez- Eu preciso relaxar um pouco... comentou pra si mesmo.

Akira: Você é um idiota! — acusou com raiva Que não se importa com meus sentimentos! — esbravejou e lhe deu um leve empurrão que ele não revidou ou pelo menos o afastou.

Chiro: Por que está tão brava afinal? -ela novamente o empurrou e de novo e de novo, até que ele finalmente reagisse e a segurasse pelos pulsos O que você quer!?

Akira: Que você pare de ser assim! — disse com sinceridade e fúria, o pegando desprevenido com tamanha confissão
Chiro: Eu não... — mas ela o cortou lhe dando outro empurrão e se afastando dele.

Akira: Me poupe!.- o encarou seria, enquanto o mesmo se sentava no sofá Você andar me tratando mal, desde que Niko morreu!- ela não esperou ele responde pegou a xícara de café na mesinha de centro e andou até a cozinha, colocou a xícara dentro da pia e voltou para a sala a passos lentos e decidiu observar mais um pouco a chuva.

O senhor irritado com a reação da mulher, se levantou do sofá deixando a televisão ligada e foi para o quarto.

Akira observava o rapaz na praça, ele continuava embaixo da chuva, molhado e na mesma posição. Se pegou curiosa em saber o que se passava com ele.

Andou até a televisão e a desligou no botão mesmo, vestiu uma capa de chuva que estava no banheiro e andou na direção da porta, pegou o guarda- chuva e saiu de casa.

Akira: O padeiro com certeza sabe o que se passa com ele, por isso ele é considerado o fofoqueiro número um de Yohkoha .- saiu e andou calmamente na direção do mercadinho. Quando entrou no mesmo deu de cara com o padeiro conversado com duas mulheres- Sobre o que estão falando?

— Sobre o rapaz da praça, ele nunca sai de lá, será que não tem família? — perguntou May preocupada
–Ele devia ir para casa.- Disse Gumy

– Soube que ele não tem casa, está sem memoria e todo machucado.— comentou o padeiro, impressionava Akira, o fato dele sempre saber de tudo sobre todos, por isso era considerado o fofoqueiro número um de lá.

Akira:Vou resolver isso.— comentou dando fim ao assunto,
Andou até a porta principal do mercadinho e pegou seu guarda-chuva que estava em um canto qualquer, abriu a porta do lugar saindo para fora e logo abriu o guarda-chuva.

Sentiu os pingos fortes baterem contra o objeto . Caminhou até o rapaz e o escondeu da chuva com seu guarda-chuva, ficando assim os dois embaixo do objeto preto.

Akira: O que houve? — perguntou calmamente para o rapaz, ele apenas a encarou profundamente. Um arrepio passou pelo corpo da senhora por causa do olhar intenso dele. — Vem, pode tomar um banho na minha casa ou vai pegar um resfriado — ele somente afirmou com a cabeça e a acompanhou embaixo do guarda-chuva.

Neji a seguia sem reclamar, parecia um sonâmbulo seguindo seus instintos.

Entraram na residência da idosa. Akira conduziu o desconhecido até o banheiro e lhe deu algumas coordenadas.

Akira: Tudo que precisar você achará no banheiro, trarei algumas roupas do meu filho e deixarei na porta — ditou séria, Neji apenas afirmou com a cabeça e entrou no banheiro encostando a porta.

Era loucura, o que estava fazendo, mas seu velho estava em casa pra protege-la caso precisasse.

A roupa era apertada deixando marcado o corpo esbelto do rapaz , mas ele não parecei liga. Ele passou pela sala, e foi até a cozinha, de onde podia ouvir alguns sons. Aproximei-se do cômodo, foi quando deparou-se com a senhora,que encontrava-se próxima ao fogão, observando a comida ficar pronta. Neji encostou-se levemente na porta da cozinha, ainda sem fazer barulho. Akira preparava a jantar tão distraída e envolvida em seus próprios pensamentos, que não o notou ali.

Neji: Você deveria tomar mais cuidado. — proferiu, no seu tom frio habitual. A senhora, por sua vez, pareceu acordar de seus pensamentos e voltou seu olhar para a porta, um pouco surpresa.
Akira: Hm? — ela disse, surpresa. Mas logo sorriu. —O que faz ai parado?

Neji: Só estava me perguntando....- pausou, não queria assustá-la, afinal foi ela quem o tirou da chuva- Como pôde abrigar uma pessoa que nem conhece em sua casa?- perguntou ele calmamente.
Akira: Você não tem cara de bandido ou assassino.- disse ela com sarcasmo.

Neji: Mas eu não te contaria se fosse um bandido ou assassino.- respondeu ele rindo, vendo ela fazer uma careta de desgosto pela resposta óbvia dele.
Akira: Me chamo Akira Ultake— disse ela andando na direção do moreno. Neji pegou a mão da senhora e beijou educadamente, mostrando que era um cavalheiro E você é?

Neji: De- Desculpe- me senhora, mais não me lembro do meu nome.- disse sem jeito.
Akira: Hm. Não precisa se desculpa.- pausou- Passe essa noite aqui.

Chiro: Akira, quem é esse? — uma voz disse ao fundo, Neji virou -se para ver quem era, deparando-se com um senhor- Ah, você!? O que faz na minha casa?- pergunto em um tom rude enquanto se sentava a mesa.

Akira: Ci-Chiro!- o chamou envergonhada pelo tom rude do marido- Não trate assim a visita.-perdiu
Chiro: Visita? Não me lembro de te convidado ningué!.- continuo com seu tom rude.

Akira: Se você não para de agi assim, você não ira jantar.- o olhou furiosa.
Chiro: O que foi? Não posso dizer nada dentro da minha casa? — indagou, inocentemente.
Neji: Hn... Tudo bem, Akira-san. — deu de ombros, percebendo que a senhora parecia incomodada sobre o assunto.

Akira: Kodomo, se quiser, pode almoçar conosco. —disse voltando sua atenção para a panela que estava no fogão.
Neji estava morrendo de fome e não recusaria uma comida nem que fosse os restos.
Neji: Hai. — concordou.
Akira: Sente-se, por favor, já está quase pronto. —falou sorridente.

Assim o fez, sentou-se em uma das cadeiras da mesa, mais precisamente, em frente ao senhor.

Chiro: É o que temos para o jantar? — perguntou curioso, o cheiro estava ótimo. Adorava a comida da mulher.
Akira: Lasanha. — respondeu animada Está pronto!

Fazia tempo que ele não comia uma comida com um cheiro tão bom, na verdade quatro dias pelo que se lembra. Não se lembrava de nada antes desses quatro dias. Não se lembrava nem que estivera na guerra, quanto mais, como teria ido para na quele vilarejo. Ela serviu a jantar rapidamente sobre a mesa. Os três degustarão a refeição tranquilamente. A comida estava boa, pelas refeições que tivera Neji esses dias, diria que Akira era ótima quando se tratava de culinária.

Akira: Chiro, ele ira dormi aqui esta noite, tudo bem?

Chiro nada disse apenas encarou o rapaz a sua frente, em seguida se levantou da mesa e retirou- se do cômodo. Depois de termina de jantar a Akira mostrou o quarto que Neji iria dormi e foi para o seu quarto. Depois de uma discussão que Akira teve com seu marido, ele aceitou que o rapaz morasse na casa deles.

Neji muito grato, não entendia o por que da gentileza, daquela humilde mulher . Então ela o explicou, que ele se parecia muito com seu amado filho Niko, que havia morrido na guerra. Aproveitado o momento de gratidão de Neji, Akira lhe fez um pedido:

Akira: Onegai, seja meu filho?- pediu aos pratos.
Neji: Mas...seu filho não morreu?
Akira: Sim. Mas...- parou pra pensa Podemos dizer que eles ser enganaram e que você não morreu.

Neji: Mas eu não morri.
Akira: De agora endiante, você será meu filho. E ser chamara Niko.
Neji: Mas...
Akira: Onegai...- pediu de joelhos diante dele.

Continua...

Notas finais
.... Críticas são sempre bem vindas...entanto não aceito falta de educação! .... Se quer uma autora feliz e inspirada...deixe sempre um comentário;)