A Vida
8 Caça ao Ovos (Parte I)
Notas iniciais
O Vítor tinha sido raptado. Mal o tinha convidado para entrar nesta minha Vida, tinham-no raptado! Adormeci quase a chorar.
De repente, eu estava numa clareira. Deviam ser quatro ou cinco horas da tarde. Lá estava ele, de joelhos. Corri para ele, mas apareceu um homem gordo que o decapitou. Apenas consegui gritar e chorar. Então, apareceu a imagem do meu pai, muito calmo a falar comigo.
P- É amanhã, filha... Tens de te preparar.
C- Eu sei... Preciso de salvá-lo...
P- Sim, claro. Mas também pode ser um clone, só para te fazer sofrer, sabes?
C- Sim. Onde posso encontrá-lo, pai?
P- Tem uma clareira enorme, no meio da floresta. A ela estão ligadas outras três, mais pequenas, por caminhos estreitos.
C- Qual delas é?
Nesse momento, ele desapareceu, pois eu tinha acordado. Caí da cama outra vez. Tinha sido uma visão, visto que o meu pai apareceu.
Ele tinha sido decapitado, ou ele ou um clone. "Como vou saber?" Lembrei-me de uma coisa mágica que só alguém muito poderoso consegue imitar. Eu é que a fiz para o proteger. Era uma pulseira preta com a letra V em vermelho.Tinha de esboçar um plano. Na manhã do dia seguinte tinha de ir investigar o ponto de encontro das clareiras, aquela maior. Os "maus" com certeza iriam analisá-la para escolher qual a clareira com melhor saída para o seu plano.
A Bia iria ajudar-me, apesar de não gostar do Vítor. A Maria, uma rapariga que está sempre comigo, também deveria vir. Talvez nós as três conseguíssemos convencer o Jace. Só faltava escolher para que clareiras iríamos e com quem.
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