A Versão De Karin.
12 Hinoumi! A chegada.
Notas iniciais
Tudo bem que eu to uma semana atrasada, eu peço desculpas, eu escrevi essa p**** desse capítulo de madrugada entón... se tiver alguma coisa muito dorgada me avisem que eu mudo aheuehueh' meu Deus eu preciso me tratar...
MAS EU POSTEI ESSE FIM DE SEMANA MUAHAHAHA, EU CONSEGUI! ME VENER... parei
Bom, espero que gostem apesar de ter ficado pequeno >_> eu achei que a minha capitcha ficou fuck yeah e.e
Like a boss
Mas em fim, eu decidi andar logo com isso, porque eu já enrolei vocês demais u.u
Boa leitura... Qualquer erro avisem!
Karin abriu os olhos lentamente, ainda estava escuro, mesmo com a imagem embaçada do ambiente pode constatar que aquele não era seu quarto. Levantou lentamente, deu dois passos adiante da cama e voltou a desmaiar.
Subconsciente de Karin:
Seu mundo interior tinha um céu alaranjado, um mar de um tom vermelho que parecia queimar seu corpo só de olhá-lo. Fora o mar vermelho e o céu alaranjado, o que havia ali era areia. Era um imenso deserto.
_Ohayo, Karin-dono. – sorriu uma garota de cabelos vermelhos e vestes pretas.
_Yo, diga logo o que quer... – encarou-a longamente. – Hinoumi. (nota: Hinoumi: Hi no umi: Mar de fogo).
_Hai, hai, calma. Pra que tanto estresse?
_Já disse que não me sinto confortável no meu mundo interior. – suspirou. – Não me traz lembranças boas. Além disso, a noite inteira não foi suficiente para você?
_Hum... – pensou. – Não.
_Tsc, vamos direto ao assunto, o que você quer afinal? – perguntou.
_Ah, deixe de ser chata, só porque quero lhe apresentar ela.
_Então você resolveu apresenta-la para mim né? – perguntou sarcástica.
_Você... – olhou-a melhor. – Já havia notado?
_Mas é claro, como eu não iria notar que havia mais alguém no meu mundo interior?
_Você é incrível Karin-dono! – comemorou a baixinha.
_Yare, onde ela está? – perguntou sem paciência.
_Ali. – apontou para a sombra de uma árvore. – Você ainda não consegue ouvi-la não é?
_Não... – bufou. – Voltarei aqui amanhã.
_Está bem... Sayonara Karin-dono!
Toushiro acordou com dor nas costas por não ter dormido em sua cama, levantou e quando ia para o banheiro fazer sua higiene viu um corpo caído no chão. “Karin!”. Pegou a menina nos braços e depositou na cama novamente, sentiu a pele dela oscilar entre temperaturas altas e baixas.
_Mas o que raios está acontecendo com você Kurosaki? – pesou alto.
Suspirou pesadamente, não poderia ficar o dia inteiro cuidando da garota. Chamou Rangiku e disse que ia trabalhar, e como ela não fazia nada mesmo, deixou-a cuidando da morena. Toushiro foi até seu escritório e trabalhou o tanto que pode.
Mas sem alguém para ajudar, aquilo se tornava mais devagar, estava preocupado com a portadora dos olhos ônix. Terminou o trabalho o mais rápido que pode e voltou pra casa por volta das 15 horas. E ao invés de encontrar a Kurosaki na cama encontrou-a no pátio com a Zanpakutö em mãos, treinando.
_Kurosaki! – gritou, ela viu-o e sorriu abertamente. – Porque não está na cama?!
_... – pareceu pensar. – Porque estaria?
_Não estava passando mal?! – se aproximou para poder parar de gritar. – Você desmaiou hoje mais cedo.
_Ah, aquilo... – sorriu levemente. – Era a Hinoumi enchendo a paciência...
_Quem? – perguntou confuso.
_Minha Zanpakutö.
_E você já consegue ouvir o nome dela?
_Claro né Toushiro?! Achou que eu iria ao Hueco Mundo sem ao menos uma shikai? – perguntou sarcástica.
_Tsc, porque não me falou antes?
_Você não perguntou...
O garoto bufou, e ela riu.
_Quer treinar comigo? – perguntou sorrindo.
O garoto deu de ombros, sério, se afastou. Ficaram na posição de luta, e começaram. Karin fez a primeira investida, atacando-o em direção ao estomago. Ele defendeu com uma diferença de milésimos. Eles se afastaram e ela pode observar qualquer ameaça de ataque dele.
A distância era aceitável para uma defesa segura, uma hora ou outra alguém teria que atacar inutilmente. Então ela pensou em uma distração, usou o shunppo e apareceu ao seu lado, ele notou a presença da mesma e preparou a defesa, mas ela não atacou.
Desapareceu, aparecendo novamente atrás do grisalho, e atacou. Percebeu uma presença atrás de si e quando se deu conta, Toushiro não estava mais no lugar de antes, virou-se rapidamente para trás, mas estava com a guarda baixa, sentiu a Zanpakutö ser tirada de suas mãos.
Abaixou a cabeça, havia sido derrotada em menos de quinze minutos.
_Parabéns Kurosaki. – aprovou a voz rouca. – Normalmente ninguém que é shinigami há algumas semanas, consegue durar nem dez minutos comigo.
_E-eh?! – gaguejou encarando-o. – Então eu estou bem?
_Claro, sequer usou sua shikai...
_Não houve tempo... – comentou.
_Sim... – sorriu. – Vamos para casa?
_Não. – vendo a cara de confuso, gargalhou bem alto. – Vá você, tenho que falar com a Rukia-chan.
_Ah, sim. – respondeu.
_Eu faço feijões doces pra você quando voltar, o.k.? – sorriu.
_Está bem Kurosaki... – riu levemente.
_Mas com uma condição... – se aproximou dele o encarando. – Karin, não Kurosaki.
_Hã?
_Me chame de Karin sim? – sorriu novamente. – Jya ne Toushiro.
Foi pra casa tomar um banho e esfriar a cabeça, mais tarde teria que aturar a loira.
[...]
_Rukia-chan, eu não sei o que está acontecendo... – suspirou se não fosse uma garota forte estaria em prantos. – Eu tinha certeza sobre meus sentimentos, eu sabia o que sentia...
_Karin... – suspirou também, aquela era uma situação realmente delicada. — Eu sei o que você está sentindo... – murmurou.
Karin se despediu de Rukia e foi para casa, tinha prometidos feijões doces, e feijões doces teria que fazer. Chegou e escutou barulho de chuveiro, Matsumoto devia estar no banho. Foi direto para a cozinha e fez o jantar, já começando a preparar os feijões doces.
_Então vai cumprir a promessa? – perguntou o grisalho assustando-a.
_AHHH, você tem problema? Desde quando está ai? – perguntou sobressaltada.
_Tempo suficiente pra ouvir você cantarolar. – comentou.
_Teme... – bufou.
Ele soltou uma risada gostosa. Ela terminou o doce, e pôs o jantar.
_Vai chamar a Rangiku-san. – falou.
_Porque eu? – perguntou.
_Porque eu fiz o jantar! – justificou.
_Yare. – levantou e foi chamar a loira.
Karin suspirou e terminou de por a mesa. Toushiro desceu e disse que Rangiku capotou na cama e não ia comer nada. Então apenas os dois comeram.
_Né Toushiro, me desculpe por ontem, não queria fazer você dançar, ainda acho que a Rangiku-san conseguiu colocar algo no meu refrigerante... – desculpou-se.
_Ah, aquilo? Não tem problema...
[...]
Nos dias que se seguiram antes da partida para o Hueco Mundo, Karin treinou o tanto que pode, e falou o máximo com sua zanpakutö. No dia da partida, estavam todos em frente ao sekaimon.
_Soi Fong taichou, está no comando da missão. – disse Karin, a capitã assentiu.
_Vamos, não fiquem para trás. – disse.
Quando chegaram a terra, Urahara já estava pronto para ativar o portal para o Hueco Mundo, chegando lá simplesmente voltaram a partir, mas Karin pediu para Urahara ligar para Yuzu. Seguiram caminho pela garganta, não foi difícil, afinal, todos ali conheciam sobre reiatsu.
Quando chegaram ao Hueco Mundo deram de cara com a areia. A partir dali, Karin se concentrou para tentar achar a reiatsu de Roki, quando o fez, disse que estava na direção de Las Noches, mas não exatamente lá, sendo assim, Rukia os guiou.
_Apenas tomem cuidados, e Hitsugaya Taichou, como ambas nossas zanpakutös são do elemento gelo, neve, vamos precisar de esse poder. – aconselhou.
Notas finais
Bom mesmo assim, espero que tenham gostado
Comentem, eu preciso de opiniões.
Críticas e sugestões serão sempre bem vindas!
Kissus, jya ne o/
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