A Verdade por trás desse Meu Jeito
8 Anjo da Guarda
Elo entre a coragem e a sabedoria
Não basta apenas viver
Fazer perguntas a si mesmo
Pensar demais e não agir
Mas também aprender a sobreviver
Estar apto quando tiver que mudar
Perante as colinas, nunca desistir
Equilibrar o comum e o opcional
Estudar para ensinar; mestre
Líder pelo destino, não por escolha
Um ser de pureza em atos
Inigualável em bondade e compaixão ao próximo
Zangado quando regras são descumpridas
Intimidador ser agressividade alguma
Fez me refletir sobre meus comportamentos
Aquele cujo até os docentes temem
Hoje, vejo quanto progredi e agradeço pela ajuda
Ao abrir de tua boca, vidas são mudadas
Com paciência, demonstra teu ponto
Preso em um frágil corpo, está sujeito à nossa dor também
Mas nunca me abandonou quando precisei
O céu clareia quando recolhes o ar
Vento ambiente fica mais sutil
Pessoas percebem uma positividade diferente
Mas não conseguem dizer que és tu
Enquanto medalhistas recebem aplausos
Tu só te preocupas em ser prestativo
Sem querer se sobressair aos demais
Apenas estar presente
E eu só queria ser "invisível"
Ao tirar teu óculos, petrifica-nos
Um dos verdes mais belos em íris
Lindo como um anjo da guarda
Apesar de só ter me protegido desde que cheguei
Majestoso sem nem mesmo ser da realeza
Íntegro para compreender
Guardião da amizade verdadeira
Único em sabedoria
Exemplar nos estudos e ciências éticas
Leal; meu melhor amigo
Símbolo de força e generosidade
Ferido por seu próprio ego usurpador
Reflexo da autoridade responsável
Último diálogo: 4 horas
Peculiaridade do questionamento é o diferencial
Pergunta retóricas que me lembro até hoje
Abstração do comum para atingir os mistérios da criatividade
Divino ser, infelizmente letal
O artífice da memória faz-me ignorar
A inveja lentamente corrói
Sei que devo criar as próprias asas para voar
Mas a futilidade da preguiça me destrói
E apesar de tudo, houve traição
A humildade aumentou no índice, assumida
Com a espada, feriu minha perna esquerda
Dignidade de ambos, repartida
Agora, não mais solidão
Mesmo não escolhendo, decidiu guiar
Um tão pobre andarilho de francas mãos
As quais, com suas ervas resolveu curar
Guardarei lembranças de contar aos netos
"O Bom Luiz", intitulei no testamento
Assinei seu último cheque com um sorriso
Sem ganância, só gratidão pela experiência
Agarrou todo o bagageiro
Conferiu as horas em seu montblanc 1858
Botou o pé no deck e foi elevado aos céus
Por anos usando as mesmas asas, repousou
Assim sendo levado em outros braços à terra distante.
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