Notas iniciais
Sei, é como a 4ta vez que escrevo essa fic mas eu simplesmente não a achei legal, ACHO que agora já está pronta para começar :B. Curtam :)

Novembro 24 de 1900
Hoje foi um mau dia na escola, passou algo estranho enquanto dormia na classe de História. É, a senhorita McGregor é tão chata, acho que já até deveria estar aposentada. Voltando ao estranho dia... Começou com um sonho. Estava sonhando que ia por uma floresta, um pinhal pra ser mais exata; estava muito nublado, mas não fazia muito frio. Com certeza, mesmo tendo dormido estava ouvindo a classe porque do nada fui aparecer no meio da Revolução Russa. Mas, o estranho na verdade não foi o sonho, o estranho é que tudo o que me tem passado ultimamente é nada em comparação com o de hoje.


Ao chegar à escola tudo estava normal, recebi os insultos de sempre e fui-me sentar no meu lugar, essa mesma, a cadeira de canto mais distante dessas ENORMES salas de aula, minha turma me dá náuseas. Foi suficiente me voltar pra procurar meu livro que quando me voltei ao não encontrá-lo, percebi que já estava na tabela, aberto exatamente na página que a professora pediu e até com a caneta do lado. O que é o estranho? Eu não lembro ter feito isso e não acho que algum colega o fez por mim porque acredite, desde aquele acontecimento na biblioteca (quando uma prateleira cheia de livros caiu na cabeça da Melanie, e quem estava atrás? Eu. Mas posso jurar que eu não fiz isso) a escola completa simplesmente me odeia!


Depois de aulas, no almoço quando estava escolhendo o que comer BUM! Minha comida já estava servida antes que houvesse feito fila. Quando cheguei em casa a coisa seguia. Tenho certeza total que deixei a porta do meu quarto fechada com chave e a encontrei aberta. Tudo no seu lugar e como eu o havia deixado exceto pela porta. Cada vez que algo assim acontece me lembro da conversa com papai.



“Annika, não se preocupe com isso. Nossa família tem sido assim. Sempre nos têm chamado de malucos, lembre só do tio Gregorio, tudo isso acontecia pra ele, e até mais”



Já não me lembro das palavras exatas, mas nunca vou esquecer que ele não o dizia com cara de convencido, estava mais como assustado, sei lá. Talvez pensava ou pensa que tem que me levar num psicólogo, mas não quero mesmo; além disso o tio Gregorio era um mágico e nem sequer é da família, só é um amigo nosso ao qual lhe chamamos assim por carinho. Eu sei que não estou louca e que não estou imaginando coisas. Enfim, vou ir já pra cama... Espero não ter esses pesadelos raros...


Poka,

Annika Kozlov

Notas finais
Obrigada por ler *-*
O que acharam? Reviews? Fazem propaganda? Recomemdam? Vou pelo terceiro capítulo, continuo? >~
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.