A Usurpadora -cinco Anos Depois
27 Capítulo 27 Agonia
Notas iniciais
bjinhos e comentem bastante.
Julio:De onde nós paramos princesa?
Paulina:NÃO DE NOVO NÃO.
Paulina saiu correndo pela casa para se esconder de Julio. Enquanto Paulina tentava se esconder Julio trancava todas as portas.
Julio: Sabia que eu adoro esse jogo princesa, quando eu te achar vou cobrar meu prêmio.
Paulina subiu para um dos quartos, procurava se esconder, mas também queria alguma coisa com a qual pudesse se defender.
Paulina: Meu Deus como eu vou sair daqui, a qualquer momento ele vai me achar, mas agora eu posso lutar ele não pode fazer nenhum mau para as crianças.
Paulina encontrou um alicate de unha perdido dentro de uma das gavetas, com todo o cuidado ela arrastou a cômoda para bloquear a porta e ficou escondida embaixo da cama com o alicate na mão.
Julio arrombava porta por portar atrás dela, até que encontrou o quarto com a porta bloqueada pela cômoda.
Julio: Princesa, sabia que você é muito esperta, mas nem tanto assim.
Julio começou a chutar a porta e aos poucos a cômoda ia deslizando até que ficou uma abertura na qual Julio entrou sem nenhuma dificuldade.
Julio: Princesa, eu sei que você está aqui, só está conseguindo me deixar mais excitado ainda.
Nisso Julio tirou a camisa e jogou no chão perto de Paulina, ele ameaçou se aproximar perto da cama e Paulina cravou o alicate de unha no pé dele.
Julio: SUA VAGABUNDA, ISSO NÃO FICA ASSIM.
Enquanto Julio tirava o alicate do pé, Paulina saiu correndo e conseguiu sair do quarto, Julio mesmo com o pé sangrando e mancando um pouco foi atrás dela.
Paulina correu para a cozinha, todas as janelas da casa tinha grade e as portas estavam trancadas, não tinha nenhuma faca a vista, no final da cozinha Paulina encontrou uma pequena porta e para seu alivio estava destrancada ela abriu, era um porão, Paulina correu para o porão e se escondeu atrás de uma estante cheia de livros.
Julio: Princesa, não torne as coisas mais difíceis para você, apareça.
Julio chegou até a cozinha e viu que a porta do porão estava encostada, sem fazer barulho nenhum ele entrou no porão e foi se aproximando, Paulina no momento do desespero empurrou a estante de livros em cima dele e saiu correndo.
-
O delegado foi até o aeroporto verificar se Paulina tinha embarcado.
Atendente: Senhor no sistema não tem nenhum passageiro com esse nome.
Carlos Daniel: Posso te mostrar uma foto?
Atendente: O senhor pode tentar, mas vem tantos passageiros que vai ser difícil reconhece-la.
A atendente viu a foto de Paulina, parou e pensou um pouco e por fim disse.
Atendente: Sim eu me lembro dela, porque ela estava com dois homens e um deles não desgrudava dela, ela parecia estar chorando, mas achei que eram problemas pessoais não pensei que se tratava de um sequestro.
Delegado: Eu preciso ver os vídeos de segurança.
Atendente: Pois não, vou chamar meu supervisor.
O delegado e Carlos Daniel estavam na sala de vídeo, assistindo a tudo até que eles avistam Paulina chegando com Julio e Pablo.
Delegado: Conhece eles, senhor Bracho?
Carlos Daniel: Sim é o canalha do Julio e o canalha do Pablo irmão da Raquel.
Delegado: eu preciso saber para onde eles foram imediatamente.
Supervisor: Vou providenciar.
Meia hora depois o supervisor apareceu com a listagem e descobriram que eles tinham ido para o Brasil.
Carlos Daniel: Quando sai o próximo vôo?
Delegado: Senhor Bracho por favor se acalme, terei que entrar em contato com o embaixador isso não está na minha ossada, é outro pais, outra jurisdição.
Carlos Daniel: Com todo o respeito senhor delegado, eu vou para o Brasil e ninguém vai me impedir.
Delegado: Senhor Bracho, o Brasil é um pais grande o senhor não sabe onde eles estão.
Carlos Daniel: Mas também não vou ficar aqui de braços cruzados, minha esposa está em perigo nas mãos daqueles psicopatas.
-
Julio se levanta, estava com o pé machucado e um corte na cabeça, agora mais que nunca queria encontrar Paulina, estava com tanto ódio que até seu olhar o denunciava.
Paulina não sabia mais para onde correr mais também não ia se entregar para Julio, um arrepio tocava sua espinha só de pensar em Julio dominando-a outra vez, mas não podia negar que estava cansada e sem forças, por fim escondeu-se dentro de um baú em um dos quartos do primeiro andar.
Julio caminhava com um pouco de dificuldade segurando um pano com gelo sob a cabeça, procurando Paulina por todos os lados.
Até que ele encontrou Paulina. Ele puxou Paulina pelos cabelos e lhe deu uma bofetada tão forte que na mesma hora o nariz de Paulina começou a sangrar.
Julio: Agora você vem comigo.
Paulina: ME LARGA, SOCORRO, ALGUEM ME AJUDE.
Julio: Como és tola princesa, ninguém vai te ouvir, pode gritar a vontade sabe que eu até gosto quando você luta, quando você grita, torna o jogo mais divertido.
Julio agarrou Paulina por trás e ela começou a chorar.
Julio: Que saudade desse teu cheiro(cheirando o pescoço dela).
Paulina começou a se debater e pisou bem forte no pé de Julio que estava machucado.
Julio: AI, SUA VADIA( soltando Paulina).
Paulina tentou correr mais uma vez mais foi em vão, Pablo entrou e a segurou pelo braço.
Pablo: Demorei?
Julio: Não, chegou na hora certa.
Enquanto Pablo segurava Paulina Julio ia se aproximando.
Paulina: NÃO, NÃO, ME DEIXEM EM PAZ...
Julio chegou perto de Paulina deu um soco em seu rosto tão forte que ela caiu desacordada no chão.
Julio: Leve-a e tranque em um dos quartos, depois eu dou um jeito nela.
Pablo pegou Paulina no colo e a trancou em um dos quartos.
Pablo: Quando vamos mata-la?
Julio: Em breve, primeiro quero me divertir bastante.
Pablo:Ela é bem bonitinha mesmo, vai ser um desperdício.
Julio: Vai, por isso que vou aproveitar bastante, agora deixe eu fazer um curativo, a gatinha mostrou as garras hoje.
Pablo: Não acredito que ela fez isso com você(olhando para os ferimentos tanto do pé como da cabeça de Julio).
Julio: Ela me pegou desprevenido, mas eu gosto, quanto mais brava, mais excitado eu fico e amanhã ela vai pagar o dobro.
Pablo: Já avisou a Leda?
Julio: Ainda não, mas a essa altura todos já sabem do desaparecimento dela.
Pablo: E você acha que Carlos Daniel conseguirá nos encontrar?
Julio: Não sei, com certeza ele virá ao Brasil procurá-la,mas se nos encontrar acabo com ele também, ele vai me pagar pela surra que me deu.
Pablo: Os dois vão me pagar pela vida da minha irmãzinha Raquel.
Fale com o autor