Notas iniciais
Oie meus amores... Primeira história aqui no Nyah espero que gostem... Quero fazer uma historia um pouco diferente, mais claro com romance...

Vou tentar postar uma vez na semana dependendo da aceitação da fic... Qualquer duvida pode me perguntar...

Sakura on

Meu nome é Sakura Haruno, tenho 17 anos, um 1,60 de altura, olhos cor de esmeraldas, cabelos cor de rosa e por incrível que pareça são naturais e um corpo escultural pelo menos é o que os garotos da minha escola costuma dizer, estou no 2° ano do ensino médio da escola High School Konoha, faço parte da torcida da escola na realidade sou a capitã do time, sou muito popular e tenho vários garotos atrás de mim, mas meu coração teima em querer quem não me quer, sou apaixonada por Sasori Akasuna desde o fundamental, mas ele nunca me deu a menor bola, minhas amigas dizem que ele é afim de mim, mais que não tem coragem de se declarar. Sou uma garota de personalidade forte, e tenho minha própria opinião sobre as coisas, odeio ser contrariada pelos outros, e sempre falo a primeira coisa que vem a cabeça, todos dizem que eu sou muito tagarela, mas no fundo sou uma pessoa muito carinhosa e dedicada. Falo com todos na escola mas tenho três melhore amigos.
Conheço Ino Yamanaka desde que eu era criança, ela também faz parte da torcida, é uma loira super espevitada e gosta de falar super alto, ela faz muito sucesso com os garotos, não existe uma pessoa no mundo que não sorri ao lado dela.
Já Hinata Hyuuga conhecemos no fundamental ela é super linda, fofa e meiga, em minha opinião ela deveria mostrar mais aquele corpo maravilhoso que só ela tem, mais ela é tímida demais, fica vermelha com tudo, e não é de falar sobre seus sentimentos, ela não faz parte do time, porque diz que tem vergonha de usar aquelas roupas vulgares e dançar daquele jeito.
E por último o primo de Hinata, o lindo e desejado Neji Hyuuga, ele é o capitão do time de futebol americano do colégio, tem um corpo lindo, não existe uma garota que não sonha com ele a noite, mas por incrível que pareça nenhuma garota parece ser boa o suficiente para o grande Neji Hyuuga, eu adoro conversar com ele, o vejo como um irmão mais velho, já que não tenho nenhum irmão.
Moro com meus pais, em um lindo casarão, meu pai e dono da segunda maior empresa no ramo de automobilismo, e minha mãe e dona de um luxuoso restaurante situado no centro da cidade. Eles são meios pirados, na realidade são 100% pirados, mas quem reclamar deles está reclamando de mim, já que eu também sou meia pirada.

[...]

Quinta-feira — 19/03

Me espreguicei na cama com um pinguinho de preguiça, mas o relógio já marcava 5hr da manhã, o que significa que já era hora de me levantar, sou uma pessoa muito vaidosa e preciso de muito tempo, para poder ficar impecável, caminhei a passos lentos para o banheiro, tirei minhas roupas e entrei embaixo do chuveiro, era ótimo tomar aquele maravilhoso banho demorado logo de manhã, hoje estava fazendo um insuportável calor, então optei por colocar o mini shorts preto com uma regata vermelha, prendi meus cabelos em um rapo de cavalo e peguei minha bolsa que estava em cima de minha penteadeira, desci as escadas e foi para cozinha, como todos os dias meus pais já tinham saído para o trabalho. Eu já nem me importava mais com isso, era sempre a mesma coisa, a carreira deles vinham sempre em primeiro lugar, caso sobrasse algum tempo eles lembravam de mim.

—Bom dia senhorita Haruno. — uma das empregadas sorriu para mim. — seu café já está pronto.

—Obrigado. — falei me sentando na mesa, e começando a comer, eu adorava panquecas com mel. Na realidade eu adorava comer tudo que fosse doce… ouvi passos e me virei para ver quem era, Hinata vinha com seu sorriso tímido em minha direção.

—Bom dia Sakura! — ela disse com a cabeça baixa.

—Oi Hina, já tomou café da manhã? — perguntei mostrando a mesa, e ela disse que sim com a cabeça. — só vou escovar os dentes e já vamos.

—Tudo bem. — ela me seguiu até a sala, se sentou no sofá, enquanto eu subia para terminar de me arrumar.
Depois de mais ou menos uns 20 min eu comecei a descer as escadas, pode ver que Hinata estava mexendo no celular, mas quando me viu sorriu para mim e se levantou.

—Demorei muito? — falei arrumando minha bolsa no ombro. Hinata negou com a cabeça. E por isso que eu amava minha amiga ela já estava acostumada com minha demora, e nunca reclamava. Se fosse Ino já estava me xingando.

[...]

Andamos até o colégio já que ele não era tão longe de minha casa, eu poderia até ir de carro, mas não gosto de ir com o motorista, e adoro andar e ver a paisagem, toda vez que ando fico vendo as pessoas e imaginando se são tão felizes como parecem ou se pelo menos conseguiram realizar seus sonhos.

—ATÉ QUE ENFIM! — Ino gritava na frente do portão do colégio. — aposto que foi você né Sakura que enrolou. Meu Deus tudo isso para chamar a atenção do Sasori. — ela sorriu maliciosa.

—Bom dia para você também. — eu a abracei, e Hinata sorriu.

—Estou ansiosa para excursão. — Ino falava enquanto caminhávamos até o pátio da escola. — será que vai ter algum gatinho por lá. Estou afim de conhecer pessoas novas. Quero aproveitar que estou solteira de novo.

—Você só pensa nisso Ino. — Hinata cutucou ela. — a sociedade precisa entender que ninguém precisa de homem para ser feliz na vida.

—Pelo menos não sou a Sakura que só pensa em um certo ruivinho. Eu sou um pássaro livre. — ela me empurrou o que me fez esbarrar em Sasori.

—Des… descu… desculpa… — eu gaguejei que merda, porque eu sempre ficava nervosa quando estava na frente dele? Porque eu não conseguia ser mais determinada?

—Que isso a culpa foi minha rosada. — ele sorriu de canto, que sorriso lindo... aposto que fiquei completamente vermelha. Perai ele me chamou de rosada? Ele sorriu para mim? Ahhh… como ele é perfeito. Ele deu meia volta e se juntou com seus amigos.

—Bom primeiro passo. — Ino me puxou para ela. — pelo menos você conseguiu falar dessa vez. — ela fez expressão de pensadora. — será que ele não sabe o seu nome Sakura? Ou ele te ama demais, que já até colocou um apelido carinhoso em você? Ahhh logo, logo estaremos namorando com ele.

—Merda Ino, para com isso. — falei me afastando dela, ela tinha cada ideia louca.

[...]

Hoje era o dia de excursão, iríamos para o museu da cidade, de acordo com nossa professora Kurenai, isso seria de grande ensinamento para nosso futuro, porque nesse museu conheceremos a verdadeira história de nosso país.

—Ouvi dizer que nesse museu, tem uma fonte dos desejos. Acho que o nome dela é… — Hinata pareceu pensar por um momento. — fonte passion. — ela falou se sentando ao meu lado no ônibus.

—Sério? — falei sorrindo para ela, eu adorava esses contos de fadas, onde a mocinha indefesa, conhece um lindo cavalheiro de cavalo branco… ahhh… será que é sonhar alto demais, querer um cavalheiro assim para mim também? Se bem que eu já conheci o meu lindo cavalheiro… Sasori Akasuna…

Fomos o percurso todo ouvindo Ino que sentou atrás de nós com o Neji reclamando, que queria sentar na janela, que o Neji era muito chato, que não dava para conversar com ele, que ela não gostava daquele lugar, que queria sentar comigo, que não sabia porque eu sentei com Hinata, sendo que ela que é minha melhor amiga. Acho que Hinata não aguentou a reclamação dela, porque depois de muita insistência ela trocou de lugar com Ino. Está para nascer uma pessoa que aguente essa minha amiga.
Finalmente chegamos ao Museu, ele estava hiper lotado, com vários alunos de outras escolas. Era bom sair um pouco dos ares e conhecer novos lugares às vezes. Começamos a andar para dentro do museu sendo acompanhado de um instrutor que falava muito, na realidade ele não parou de falar um minuto sequer.

—Vejam a palavra “MUSEU”, vem de origem grega, que significa “templo das musas”, e já era usado em Alexandria para designar o local destinado ao estudo das artes e das ciências… — um homem alto e muito atraente de acordo com Ino falava.

—Sério isso, não pensei que fosse ser tão chato… onde está as garotas bonitas? Eu só estou vendo esculturas e mais esculturas. — Neji bufou andando em direção a um grupo de garotos.

—Olha tenho que concordar com Neji. — Ino pegou em meu braço. — isso é muito, mais muito chato. — na realidade estava sendo um pouco chato, tudo aquilo que estávamos ouvindo, já tinha sido estudado na escola, porque saber tudo de novo.

—Infelizmente muitas informações sobre o museu se perderam com os incêndios, saques entre outros motivos… — o instrutor continuava a falar sem parar. — e aqui que nós nos separamos galera…


—Graças a Deus… — Ino gritou ao meu lado me fazendo soltar um sorriso involuntário. Começamos a andar pelo museu, tinha obras que em minha opinião eram muito bonitas, sempre adorei ver arte.

—Meninas olha só a fonte que eu falei para vocês. — Hinata apontou para o jardim, onde tinha várias flores, tudo muito colorido e no meio tinha uma grande fonte de água ela era toda de mármore, e em cima da fonte tinha uma estátua de uma linda mulher, de acordo com Hinata, existe uma lenda de muitos anos atrás, de uma linda jovem que por amor sacrificou a sua própria vida, depois desse ato grandioso todos aqueles que lhe oferecem uma moeda eram abençoados com o amor verdadeiro.

—Eu não acredito nessas bobagens, isso que a Hinata acabou de falar é só história para criança dormir. — Ino deu de ombros. — se for para eu ficar esperando por uma fonte que realiza desejos, eu morro sozinha e não encontro amor nenhum. — bufei alto. — sou mais de atitude, chego e faço a diferença…

—Argh… Ino você é tão sem graça. Não custa nada tentar. — procurei uma moeda na bolsa, mas não achei nenhuma, esse era o mal de sempre andar com cartão de crédito, nunca tinha uma moeda comigo, só consegui encontrar um botão vermelho que era da minha blusa favorita, “ahh vai isso mesmo”, fechei meus olhos e joguei na água, mesmo que nada aconteça, eu não ia estar perdendo nada mesmo.

—Você é uma boba mesmo Saky. — Ino se virou. — como pode acreditar nessas coisas? O que você pediu? Ahh não precisa nem me responder eu poderia apostar que você estava pensando num tal de Sa-so-ri. — ela gargalhou alto, chamando a atenção de outros alunos que passavam.

—Eu não pensei nele. — senti minhas bochechas ficarem quentes. Na realidade eu tinha pensado nele, mas não iria admitir isso em voz alta nunca.

Caminhamos até o pessoal e ficamos conversando sobre coisas banais. Até que os professores se aproximaram de nós dizendo que já íamos embora. Fiquei com uma sensação estranha no estômago, não sei porque, talvez um mau presságio.

[...]

E lá estava eu e Hinata sentadas na praça da cidade, como todos os dias depois da escola, a gente vinha para cá, no início era só para tomar chá e conversar, mais depois de um tempo Hinata se encantou por um loirinho que sempre passa por nós sozinho correndo.

—Olha ali Hina. — apontei para trás mostrando o loirinho. — porque não aproveitamos para falar um oi para ele hoje.

—Não… Não… — ela falou ficando corada. — olha para ele Sakura é tão lindo, nem vai olhar para mim.

—Podemos mudar isso agora. — falei me levantando, mas Hinata pegou em meu braço. — Hina você não pode só ficar olhando para ele todos os dias. Temos que tomar uma atitude amiga. Ino tem razão, precisamos correr atrás do que queremos…

—Por favor Saky. — ela me olhou melosa. — não quero levar um fora... aposto que ele pode conseguir a garota quiser. Porque ele iria se interessa justo por mim, que sou tão sem graça?

—Tudo bem Hina. — falei abraçando ela, que sorriu. — mais saiba que você não é nada sem graça. — depositei um beijo em sua bochecha.

[...]

Já passava da meia-noite e eu ainda não tinha conseguido pegar no sono, aquela sensação ainda estava me perturbando muito e para piorar esse enjoo estava me matando. Olhei no relógio do meu criado mudo e já era 1:40h da manhã, isso era muito estranho eu nunca tive problemas para pegar no sono. Derrepente ouvi um estrondo no céu, me encolhi na cama, rezando para que aquela barulheira toda parasse de uma vez, eu odiava dias chuvosos, quando eu era pequena eu corria para o quarto deles, e assim eu me sentia segura, mas agora eu só tinha a mim mesma para me proteger. Puxei a coberta até a cabeça, fechando meus olhos com força torcendo para que aquela chuva passasse logo, eu não tinha medo, eu tinha pavor… Amanhã seria um dia longo, já que temos um jogo decisivo… aposto que essa sensação era só ansiedade…

Notas finais
Então minha gente linda o que acharão? Boa? Ruim?
Aceito qualquer tipo de críticas e feedbacks...

Beijinhos da SenjuMira para vocês...
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.