A Todo Custo Ser Beijada!

5 Entre Aproximações e Rosnados!


Notas iniciais
A narrativa diversifica entre os personagens e o narrador.
A apresentação dos personagens estão entre '( )'.
E a fala inicia-se sempre com ' - '.
A história é totalmente de minha autoria sem fins lucrativos, a maioria dos personagens pertence ao grupo CLAMP! Outros que não são do anime foram criados por mim.
Enjoy...

A todo custo ser beijada!

5º Capítulo: Entre Aproximações e Rosnados!

By Sula-sama

O final de semana chegou tão rápido que Sakura nem se quer deu conta. Desde a quarta não vira mais o ator nem mesmo em algum comercial inútil que ele fizera. Sim estava extremamente estressada por causa do seu último ‘encontro’! Afinal o que aquele homem tem na cabeça? Encontraram-se por mera coincidência e ele chegou tomando conta da situação sem mesmo dar tempo da morena reagir, o que mais ela detestava, pois ela é uma pessoa que adora ter a situação sob seu controle.

E o que foi aquela despedida? Muito desaforo dele, se bem que sem admitir quando ela ouviu daquela boca sedutora sair à palavra ‘beijinho’ ela teve incontrolavelmente um arrepio na espinha. Como ele pode ser tão hipócrita e ‘quase’ irresistível ao mesmo tempo. Sakura nesse momento desejava com todas as forças que não se encontrasse com ele uma terceira vez e principalmente agora que ele sabe onde é a sua casa, porque dessa vez ela não responderia por si.

O que a enfermeira ou onça branca como o ator a chamava (por enquanto secretamente) não sabia que esses dias ao qual não aparecera era por que se encontrava em um luta feroz com seu empresário. Desde quarta que chegara a seu apartamento e tivera uma idéia impressionante. Tiraria suas férias atrasadas! Há meses perdera a oportunidade por estar terminando as filmagens de um filme que já estava saindo de cartaz. Então agora tiraria um ou dois meses, o problema era convencer o seu empresário de que seria uma boa idéia.

- Não concordo Shaoran! Sair de férias agora? O que deu em você?

“Um anjo de branco caiu no meu quintal!” – pensou rindo.

Eriol dirigia seu carro enquanto seu cliente ia no banco do lado lhe tirando a paciência, aproveitou o sinal vermelho para olhar bem para ele.

- Shaoran até um tempo atrás eu perguntei a você se gostaria que depois do filme fosse querer descansar. E o que você me respondeu? – fez o ator olhar contrariado de braços cruzados para a sua janela – Que não queria porque descansar é para fracos! Shaoran pare de fazer birra e olhe pra mim!

- Eu só tenho a dizer mais uma coisa! – olhou para o empresário irritado – É um direito que me cabe!

Eriol suspirou e seguiu o carro em frente, não entendia nada que seu amigo estava passando apesar de que uma vozinha insistente em seu subconsciente dizia que isso tudo, essa distração, esses sumiços, essas ligações e esse comportamento eram por causa de uma mulher. Mas será mesmo? Será que o grande e famoso Shaoran Lee estaria apaixonado? E quem será ela se isso for verdade? Eriol começou a fazer umas expressões engraçadas enquanto dirigia que logo começaram a assustar o ator. Certo então! Se ele quer férias... Ele terá férias!

- Tudo bem! Organizarei suas férias para esse mês. – disse sorrindo misteriosamente fazendo o ator sorrir feliz sem perceber esse detalhe.

- Ótimo! Obrigado amigo. – falou sinceramente assustando o empresário.

Agora era só dedicar seu tempo livre para atormentar sua nova presa.

Sakura acordara muito disposta naquele sábado de manhã e com uma disposição assustadora arrumou todo seu quarto, que não era bem um quarto para começo de história! Tinha três cômodos: uma sala, uma cozinha e um quarto apesar de que os dois primeiros eram bem pequenos, mas a morena adorava o lugar afinal chegara ali quase um ano depois do incidente com Yukito! O Senhor Pasquale praticamente a adotou e foi muito generoso com ela. Seu quarto ficava no terceiro andar.

Esses últimos dias Sakura e Tomoyo estiveram organizando o festival que daria início na próxima sexta-feira. As duas tiveram uma reunião com todos os funcionários e explicaram a situação que apesar de que alguns ficaram relutantes acabaram todos se disponibilizando para ajudar. Esses dois dias fora bem cansativos, afinal estavam todos — com exceções de alguns – saindo quase umas duas horas a mais no final do expediente. Mas as coisas já estavam saindo como o planejado. Fizeram cartazes, entraram em contato com programas de rádios e televisivos conseguindo a divulgação de graça. Estava tudo ocorrendo bem.

Sakura não usava nada mais do que um shortinho jeans e uma regata branca – um pouco curtos – quando ouviu algumas batidas na porta.

- Já vai! – gritou do quarto – Mas quem será uma hora dessas? – disse olhando para o relógio de parede que ficava na cozinha marcando as 8h32 da matina.

- Buon giorno Sakurita!

- Ah bom dia senhor P! – a jovem sorriu para o mais velho, realmente não esperava que fosse ele, mas ficou ainda mais feliz por isso – Em que posso ajudar o senhor?

- Em nada minha bambina, mas só vim aqui avisar que tem um rapaz que quer ver você posso mandar subir? – disse sorrindo ao ver o olhar assustado da enfermeira – E se me permite dizer é molto bonito! – concluiu rindo alto.

Sakura nada respondeu estaria sonhando? Seria realmente ele? Mas não tinha como... Quer dizer depois de quarta não duvidaria que fosse ele. Mas por que essa insistência nela? Ela deixou bem claro que não tinha gostado dele e também como já repetidas vezes explicou para Tomoyo ele poderia ter qualquer mulher que quisesse.

- Droga! – esbravejou em um conflito interno.

- Algo de errado? – Sakura nem percebera que o senhor P deixara ela sozinha pensando e quem estava a sua frente agora dono daquela voz grossa e sedutora era seu pior e melhor pesadelo – Isso é comum? Você ficar parada com a porta aberta fazendo essas caretas? – disse rindo.

- Você só pode estar de brincadeira, não é? – disse enrubescendo afinal tivera outro devaneio bem na frente de quem não queria – Para me isso já é conspiração! Primeiro nos encontramos no programa, depois na lanchonete e agora você está aqui parado bem na minha frente... – deu uma pausa para respirar – na minha casa!

- E realmente esta valendo à pena! – falou olhando ela dos pés a cabeça fazendo enrubescer mais ainda – Não sabia que enfermeiras usavam esse tipo de traje... – disse apontando para o short em seguida da camiseta.

- Você é louco ou o que? – esbravejou parecendo um pimentão de tão vermelha – O que tem haver minha profissão com meus trajes de sábados de manhã? – o questionou com as mãos na cintura muito irritada.

- Nada! É perfeita! – disse simplesmente – Posso entrar? – falou entrando – Eu trouxe isso para você! – entregou a ela uma caixa de bombons suíços dentro de uma sacola que tinha um emblema de uma loja chique.

Sakura relutou um pouco, mas era tão compulsiva por chocolate como Tomoyo era por cigarro. Pegou a sacola das mãos forte do ator imaginando o gosto daquelas delícias. Se fosse qualquer outra coisa nunca que ela aceitaria, mas estamos falando de chocolate e ainda por cima Suíços. A morena fizera esse discurso pra si mesma e acrescentou mais algumas coisas, pois estava tentando se convencer que não era nada de mais aceitar chocolates dele, isso não queria dizer nada ela não iria casar com ele ou algo do tipo por aceitar esses doces.

Shaoran discretamente deu uma olhada no apartamento da onça branca. Muito singelo e simples e de repente sentiu uma vontade louca de encher-lhe de presentes e de coisas caras, como quisesse suprir algo que não sabia se existia. O ator estava ali sem um plano formado só com a iniciativa que já estava indo pro desenrolar, acordara também disposto e fora direto comprar os chocolates quando deu por si já estava de frente da pensão. O que faria agora que já entregara o chocolate e o silêncio já começar a reinar entre eles? A morena de nada ajudava olhando para ele desconfiada.

Afinal o que ele estaria esperando? Ela se questionava. Que ela caísse em seus braços ou ajoelha-se aos seus pés? Não mesmo! Essa baixinha por nada se ajoelha, nem se fosse escrava em tempos de tirania, ela morria no cacete, mas não daria o braço a torcer! Por outro lado o ator nem se quer dava conta do rumo dos pensamentos da morena e pensou que tinha que haver algo ao qual ele pudesse usar para ir chegando nela. Sakura o viu sentar-se no pequeno sofá e permaneceu em pé com o embrulho em mãos.

- Então o que você veio fazer aqui? – por mais despreparado que estivesse essa pergunta não o pegou de surpresa e finalmente resolveu partir para o ataque.

- Vim ver você não ficou evidente? – disse sorrindo abertamente para ela e entristeceu-se ao não obter o efeito desejável nela. Ela nem se quer se abalou.

- Eu não entendo... – falou colocando o embrulho em cima do balcão que dividia a cozinha da sala e que servia como mesa – Por que eu? Eu sou uma simples enfermeira que mora na região mais econômica de Tókio.

- Como assim? – falou se levantando – Você não se acha interessante o bastante a ponto de chamar a atenção de um homem?

- Não a do ator que é a sensação do momento. E essa nem é a questão! – falou meio envergonhada — O fato é que você é um super astro do cinema que só precisa estralar os dedos – disse demonstrando o movimento – para ter tudo o que quiser e isso incluem todas as mulheres.

- Isso pode até ser verdade, mas não muda o fato que eu posso me interessar por qualquer pessoa e isso inclui até mesmo você! – repetiu as mesmas palavras dela sorrindo maliciosamente. A morena se espantou um pouco pela audácia dele e por um minuto ficou sem reação enquanto ele se aproximava dela.

- Olha aqui! – disse despertando do seu espanto e encostando o dedo perigosamente no peitoral definido do ator – Eu não gosto de você. Não pense que só porque é um ator famoso e blá, blá, blá que eu vou cair nos seus joguinhos de sedução! Eu não sou uma qualquer para deixar você rir as minhas custas.

O ator estancou no lugar impressionado com as palavras da enfermeira. Que mulher mais geniosa é essa? Outra já estaria ‘atracada’ em seu pescoço há essa hora! Mas essa não! Ah não essa mulher vai contra todas as leis da natureza.

- Inacreditável! – disse colocando as mãos na cintura – Você é uma onça branca mesmo!

- Do que você me chamou? – perguntou já alterando um pouco a voz.

- Onça Branca! – disse pausadamente como se estivesse explicando a uma criança – Você sabe! Vocês enfermeiros são chamados de ‘anjos brancos’ só que de anjo você só tem a aparência! – disse negando com a cabeça.

- O QUE?!? – esbravejou com todas as forças ela foi chamada de onça na própria casa por um cara que ela mal conhece? Esse dia vai ser longo. Muito longo.

Shaoran adorava ver ela brava. Ela ficava linda com as bochechas coradas e o corpo todo enrijecido pela raiva. Não queria expor o apelido que lhe dera tão rapidamente, mas pela forma que o tratou ela bem que mereceu, apesar de que o que dissera era quase que inteiramente verdade. Quase. Mas não precisava falar na cara ele não estava acostumado a ser tratado assim. Todos sempre beijavam o chão que ele pisava. Essa mulher ou é louca ou é única!

- Sabe? Não precisa gritar eu estou bem aqui na sua frente! – disse apontando para o próprio rosto.

- Eu não acredito! Você entrou na minha casa sem minha permissão, falou do meu traje, menosprezou novamente minha profissão, me confunde e ainda me dá um apelido detestável!

- Você não me deixou escolha fazendo mau juízo de mim assim!

- Eu fazendo mau juízo? – deu uma risada sarcástica jogando a cabeça para trás fazendo o ator levantar uma sobrancelha – Só porque eu disse que não gostava de você e que era um mau-caráter que só quer me usar? – ele afirmou com a cabeça fazendo uma carinha triste – Ah então me desculpe senhor ‘Irresistível’ – disse em um tom sarcástico fazendo uma reverência dramatizada – por ser sincera e por não ser como essas mulheres cabeças-ocas que procuram mais status e beleza em um homem do que o caráter!

- Esta desculpada! – falou sorrindo.

- Você só pode estar de brincadeira! Você por um acaso é demente?

- Não, você apenas pediu desculpa e eu a desculpei! – disse simplesmente rindo em seguida pela expressão de indignação que a morena fez – Então que tal sairmos para tomar um sorvete?

- Não! – disse cruzando os braços. A verdade era que ela ficara muito sensível por ele não reagir como todos reagem quando ela ficava com raiva, geralmente (até mesmo com Tomoyo) todos recuam e vêem a melhor forma de abordá-la, mas ele não! Ele foi sínico e descarado e o primeiro em tantos que conseguiu desarmá-la.

- Por que não? Hoje é sábado tem que se distrair!

- Tenho um compromisso e não tenho tempo para distrair! – falou saindo da cozinha indo em direção do quarto.

- Eu posso ir junto? – perguntou seguindo ela.

- É claro que não! – olhou indignada para trás – Eu nem ti conheço e pare de me seguir!

Já fazia um tempo que Shaoran estava sentado no sofá da sala esperando a onça branca tomar banho e se arrumar para ir a esse tal “compromisso”. Olhava a cada dez segundo para o relógio de pulso impaciente, ela estava fazendo isso de propósito. Sabia que ele estava no cômodo vizinho a sua espera. Geralmente são as pessoas que o esperavam e que faziam tudo o que ele quisesse, mas agora sentado ali estava começando a perceber e se sentir no lugar dessas pessoas. Nossa! Era horrível essa sensação.

De repente o telefone em cima criado-mudo ao seu lado toca fazendo um barulho estridente tirando o ator dos seus mais profundos devaneios. Ele olha para a porta do quarto da enfermeira e não nota nenhum sinal de que ela sairá para atender o irritante objeto. Então não pensa duas vezes e o atende.

- Alô?

- Alô! É da casa da Sakura não é? – pergunta uma voz feminina.

- Ah é sim. – disse envergonhado.

- Ah que bom pensei que tivesse discado errado. – a mulher do outro lado diz suspirando – Ela esta?

- Sim. Só que ela esta no banho, quer deixar algum recado? – era a primeira vez que ele dizia aquilo e estava se sentindo muito bem porque sempre vira seu empresário falar isso em relação a ele.

- Ah desculpe é que me chamo Tomoyo Daidouji sou a chefa da Sakura e gostaria de confirma o nosso compromisso lá no centro daqui a meia hora.

- Sim ela esta se aprontando para ir. Ah quase ia me esquecendo muito prazer Tomoyo eu sou o Shaoran Lee! – ele não diria para outra pessoa quem era, mas como soubera que essa tal de Tomoyo além de chefa era amiga da onça branca deduziu que ela saberia tudo a seu respeito e poderia lhe render alguma coisa.

Ele escuta um baque na outra linha e um silêncio se instala.

- Alô? Tomoyo? – ele escuta mais alguns barulhos que não conseguiu identificar, então a voz da mulher surgir em meio aos indecifráveis sons.

- Ah desculpe senhor Lee, o telefone escorregou da minha mão!- riu sem graça — Mas que mal eu lhe pergunte o que faz ai na casa da Sakura?

- Estou visitando-a. – disse sorrindo.

- Ah nossa! Que bom! – falou em um misto de surpresa e espanto – O senhor está ferido ou algo do tipo? Porque se quiser chamar a polícia tenho certeza que podemos entrar em um acordo amigável. – disse apreensiva.

- Ah não! Não se preocupe ela pode rosnar muito, mas a mim ela não morde! – e riu alto sendo acompanhado pela mulher na linha.

- Ok! Mas me diga gostaria de conhecer nosso centro? Acompanhe a Sakura e venha ver nosso trabalho! Quem sabe não goste e possa nos dar a graça de se tornar um patrocinador? – ao contrário da amiga Tomoyo não tinha nenhum vínculo com o ator e por mais que parecesse descarada ela era uma administradora tinha que ser ousada e ágil com as palavras.

- Ótima idéia senhorita Tomoyo! Eu adoraria conhecer o centro! – nessa hora Sakura sai do quarto e depara com Shaoran no seu telefone pronunciando aquela frase incomum.

- Tomoyo? Essa não! – fala incrédula, correu para perto dele e ficou fazendo macaquice tenta tirar o telefone de suas mãos enquanto ele se livrava facilmente dela.

- Ok! Obrigado pelo convite irei sim com ela! Está certo eu a aviso! Até lá então! – e desligou – Você tem parte com macaco ou esta no time de vôlei? – falou irritando ela o que já estava virando rotina.

- Cala a boca! O que a Tomoyo disse? – falou ficando ereta de frente para ele.

- Perguntou se eu estava ferido ou algo do tipo? E algo sobre acordo amigável sem polícia – ele riu a vendo ficar mais vermelha que uma maçã – Ela me convidou para ir conhecer o centro e disse que já estava saindo de casa para ir nos encontrar lá.

- Ah que ótimo! – disse sarcástica – Não posso nem retornar para ela! O que? Você não vai! – disse colocando as mãos na cintura com raiva.

- Mas Sakura ela me convidou! – falou se levantando e apontando para o telefone.

- Não vai e ponto final! E é Kinomoto para você! – ela sabia que assim que chegasse lá Tomoyo iria voar no pescoço dele e só iria largar quando tivesse um patrocínio bem generoso, ela não queria que ele pensasse mal de sua amiga e razão ela já começara a perceber, mas nunca revelaria.

Ficaram entre sim e não até ouvirem algumas batidas na porta. Antes da morena se deslocar até lá ela se abre revelando um jovem com uma caixa de bombom embrulhada dentro de uma sacolinha de supermercado.

- Bom dia Sakura! – cumprimentou muito alegre adentrando o recinto sem pedir permissão, mas sua felicidade foi se esvaindo rapidamente ao notar quem acompanhava a mulher que tão animadamente clamava. Ao contrário do jovem a morena não mostrou nenhum entusiasmo ao cumprimentar ele demonstrando que essa cena era de longe incomum.

- Bom dia Fay! – retribui revirando os olhos.

(Fay D. Flourite – 25 anos, um dos moradores da pensão e admirador de Sakura, loiro, olhos azuis claros, meio magro, 1,70 de altura. Melhor característica: extrovertido e alegre. Pior característica: ciumento.)

- Posso saber quem é esse cara? – disse olhando para Shaoran com cara de poucos amigos.

- Isso não é da sua conta Fay! E o que eu falei sobre esperar eu abrir a porta? – perguntou com as mãos na cintura ainda virando para ele.

- Mas Sakura eu trouxe bombons! – desviou o olhar para ela com um semblante triste.

- Você poderia trazer a Roma! Mas pode deixar eles ai em cima!

- Para mim é Kinomoto para ele é Sakura! – o ator resmungou com cara de ódio olhando o loiro à frente.

- O que?!? – a morena ficou incrédula ao ouvir aquilo.

- Meu nome é Shaoran! – disse estendendo a mão para o mais novo – E você? O que é dela?

- Sou Fay – estendeu a mão em retribuição ao cumprimento — futuramente o namorado de Sakura! Ai! – exclamou ao sentir a mão do ator apertar a sua com muita força.

Sakura estava chocada com a cena. Fay seu irritante vizinho que não cansava de dar investidas nela – a parte boa era os chocolates – estava tendo a mão massacrada por Shaoran um astro de cinema volúvel e extremamente chato no meio de sua pequena sala.

- O que eu fiz para merecer isso? – falou suspirando enquanto via os dois se fuzilar.

O ator nem sequer percebeu, mas estava começando pela primeira vez a sentir um sentimento que só quem gosta sente...

Ciúmes!

Notas finais
Eu não irei pedir desculpas agora deixarei para o próximo porque irei demorar mais do que esse xDDD
Espero que tenham gostado ^.~
bjusss