A Submissa Do Cullen
19 Need you Now
Sim fui pego de surpresa por Bella quando perguntei o que tinha acontecido... Nunca havia imaginado que ela me amava. Ela? Apaixonada por mim? Eu não tinha nada de bom para dar para ela. Fiquei sério pensando em como poderia explicar–lhe que eu a amava também mas, eu não era o príncipe encantado dela.
–Edward o que eu quero dizer é que... – gaguejou tentando se corrigir — Quero mais do que só ser sua namorada, quero mais do que só ser sua submissa. Eu te amo. E jurava que você também sentia o mesmo por mim.
–Bella, eu... – tentei falar com ela mais a mesma saiu correndo não me deixando terminar. Foi direto para o banheiro trancando em seguida a porta. Merda!
–Porra! – gritei – Isabella abra essa porta, agora – mandei, respirei fundo e tentei um pouco mais calmo – Bells abra essa porta agora! – pedi e esmurrei a porta quando não escutei sua resposta.
–Não! – gritou e escutei sua voz embargada. MERDA. Ela estava chorando e o pior por minha causa. Peguei o abajur que estava em cima do meu criado e taquei contra a parede. Senti uma dor no peito, nunca tinha me sentido tão frustrado. Era por um desses motivos que eu gostava de ter tudo sobre o devido controle. Pois nada saia da linha e eu não sentia coisas desconhecidas. Peguei uma roupa e sai, tomei banho no quarto de hospedes e fui para qualquer lugar. Parei em frente a uma praia artificial onde levava Alex ás vezes. Sentei no banco e senti uma presença do meu lado.
–O que está fazendo aqui? – perguntou uma voz conhecida e olhei para ter certeza de quem era. Victoria.
–Pensando e você? – perguntei virando novamente para as crianças que brincavam na areia.
–Pablo, ele quis vir para cá. – suspirou. – No que tanto está pensando? Poderia te ajudar antes que comece a sair fumaça da sua cabeça. — brincou
–Eu... Eu acho que perdi a Bella. – confessei depois de alguns minutos em silêncio. Victoria começou a rir.
–Você? Perder? Isabella? É brincadeira? – perguntou rindo mais um pouco e eu fechei o rosto.
– Não estou brincando Victoria. – disse bravo – Ela disse que me amava e...
– E você não respondeu. Sei disso. Conheço-te melhor do que você pensa Edward. – disse
Memórias imagem perfeita
Espalhadas por todo o chão
Alcançando o telefone porque
Eu não consigo lutar mais.
E eu me pergunto se eu já passei pela sua mente
Para mim isso acontece o tempo todo.
– O que quer dizer com isso Vic? – perguntei
–Edward. Bells nunca te deixaria. Além do mais, você a Ama. Eu sei por que você a apresentou como Sua Bella. Sei que você é difícil com sentimentos mais é esse seu jeito de dizer “Eu te amo” acredite. Te conheço melhor que você mesmo. Sei que já disse mais de 20 vezes para ela no dia: “Minha Bella”. Sei que a Ama isso não me magoa. Quero dizer no começo um pouco, mas depois percebi que eu também não te amava, e não podia ficar assim, tenho duas filhas lindas que foi educado por ele. E três filhos meus que tive com o homem que eu amo e que me ama. – disse sorrindo – Foi isso que eu disse para ela, na última vez que a gente se viu. Eu, ela e a Mih. Ela confessou que te amava e a gente mandou a real para ela. Ou sim... – o telefone da mesma tocou interrompendo o seu discurso o que eu não fiz. – Um minuto Edward. Alô...? – falou se levantando, fiquei pensando em suas palavras. – Ok! Não Mariah, tá tudo bem, irei ligar para a Milly. Não tudo bem. Eu sei! Tchau. – Victoria me olhou apavorada mais não durou por muito tempo, pois discou algo no seu telefone e começou a falar – Milly é a Vic. Oi amor. Claro que estou. É sobre Bells. – e comecei a escutar
–O que tem Bella? – perguntei e Victoria saiu de perto indo para um canto, quase a segui mais ela voltou e se sentou novamente do meu lado.
–Ok! Edward, não pire. Quero que seja mente aberta nesse assunto ok?! – pediu. E me lembrei de quando ela estava grávida e disse aquilo para mim. Dei uma risada.
–Até parece que você vai falar que está grávida novamente de mim. – comentei ainda rindo.
–Bom eu não. – respondeu – E sim Bella.
–Como é? – perguntei me levantando.
–Bells vomitou antes de fugir da sua casa, ela estava chorando muito quando Mariah entrou no quarto, ela pediu algumas trocas de roupas dentro de uma mala e saiu, mas não antes de vomitar. Mariah a colocou para cheirar aquele treco horrível da tribo e disse que ela teve uma outra vertigem e depois disso saiu. Milly disse que me avisaria de algo se ela aparecesse na casa da mesma. – respondeu. Bella havia me deixado? PORRA! Eu não deveria ter saído de casa.
–Eu... Eu... Eu – gaguejei – Eu sai de casa para lhe dar um tempo e ela some. Sem... Sem... Sem – gaguejei novamente eu estava sentindo uma dor que nunca senti, nem com Victoria que me deixou sem mais nem menos eu senti – Não sei o que fazer Victoria. Meu filho ou filha está com ela e... E Ela some. Merda por que eu não disse que a amava? – perguntei para mim mesmo e Victoria viu meu desespero.
–Calma Cullen. – pediu. – Ela vai voltar. – sussurrou. – Ela vai! – disse me abraçando.
São uma e quinze,
Estou completamente só e preciso de você agora.
Disse que eu não ligaria
Mas perdi todo o controle e preciso de você agora.
E eu não sei como sobreviver,
Eu só preciso de você agora.
Eu estava ficando louco sem Isabella ao meu lado. Eu não conseguia trabalhar e sempre que escutava meu celular tocar eu pensava ser uma mensagem dela. Milly disse que a empresa precisava de mim lá dentro, e eu só conseguia ser o mais frio e calculista novamente só em preto e branco. Só estava desta cor desde que Isabela se foi. Já se passou 7 meses e nada de noticias. Milly dizia que não sabia onde ela estava mais falava que a mesma estava bem. Jacob dizia que ela havia voltado para a casa na Itália. Mais o que Alec ou Jane dizia? Nada, eles falavam que nunca haviam visto ela desde o dia do barco. Tentei ir a bordeis para me animar, mas nada. Nenhuma parecia Bella. E nenhuma delas seria. Merda eu queria compara-la a uma puta?! Nenhuma mulher chegava aos pés de Minha doce e perfeita Bella. A dor ainda continuava ali. Sete filhos das putas meses! Desgraçados e infelizes meses da minha vida gasto atrás de Bella. Feito um louco. Eu estava bebendo sem parar todas as noites procurando noticias de Bella, ou melhor, dela e de nosso filho ou filha. Para mim eu iria amar ela de qualquer forma.
Outra dose de uísque,
Não consigo parar de olhar para a porta.
Desejando que você entrasse arrebentando
Da maneira que fazia antes.
E eu me pergunto se eu já passei pela sua mente.
Para mim isso acontece o tempo todo.
Cheguei a casa como sempre tarde da noite. Bêbado e escutei uma música vinda da Sala do Piano. Pride & Prejudice. Uma música deliciosamente boa aos ouvidos. Calma e totalmente triste. Tinha um sentimento de perda. A pessoa travou escutei alguns murmúrios e recomeçou a melodia. Cambaleei até a sala e vi Rosalie á frente do piano e Alice ao seu lado esquerdo. Sentei ao seu lado Direito e Rosalie retirou a mão e eu a acompanhei tocando com a minha mão direita. Alice e Rosalie começaram a chorar.
–Estou com saudades da Bella, pai! – falaram juntas e me abraçaram. Merda. Elas estavam chorando, estavam sentindo falta do meu sol. Merda. Eu nunca poderia substituir Isabella. Não na minha vida e nem na das meninas.
Sim, eu prefiro sentir dor do que nada.
São uma e quinze,
Estou completamente só e preciso de você agora.
E eu disse que não ligaria
Mas estou um pouco bêbado e eu preciso de você agora.
Mais três meses se passaram formando 10 meses. Bella ainda não havia voltado. Ah, estou pirando.
–Edward. – uma voz esganiçada falou. Tânia só poderia ser. Levantei a cabeça dando de cara com ela. – Ah priminho. O que está acontecendo? – perguntou levantando mais um pouco da saia curta. – Fiquei sabendo que Bella te deixou e que... Que agora esta morando com a Milly e o Jacob. Isso é verdade? – perguntou inocente.
–Como assim morando com a Milly e o Jacob? – perguntei. E ela me olhou de olhos arregalados.
–Eu, escutei uma conversa da cozinha as meninas falavam disso. Quero dizer todas aqui sabem disso. E acho que está na hora de você seguir em frente primo. – falou e se sentou no meu colo. A joguei no chão e sai da sala indo para a de Milly.
–Isabela está morando com você? – perguntei nervoso atrapalhando ela que analisava alguns papéis.
–Como você sabe? – retrucou
–Todos sabem aqui nessa porra de empresa. – retruquei também. E Milly começou a rir.
–Quem te falou isso mentiu, pois somente eu e Jacob sabemos. Quem foi Edward? – perguntou novamente se levantando e cerrando os olhos – Foi a vadia da sua secretaria ou a Puta da sua prima? – perguntou. E fechei os punhos.
–SOMENTE ME RESPONDE PORRA! – gritei para ela.
–Sim ela esta morando comigo. Algum problema? Ela esta me ajudando com Gabriela! – Afirmou.
–Não ouse ir para casa hoje. – lhe avisei e ela tentou vir atrás de mim.
–EDWARD! – gritou – NÃO PISE NA MINHA CASA. EDWARD CULLEN. CULLEN! – gritou mais e eu a ignorava. Fui ao setor em que Jacob trabalhava e ele estava parado rindo com os outros. Milly me seguia.
–Jacob! – chamei e ele veio até mim, e parou de frente a Milly. – Detenha sua mulher e me diga onde você mora. Agora! – mandei estressado.
–NÃO OUSE PISAR NA MINHA CASA E TOCAR EM ISABELA, MALDITO! – gritou mais ainda. Jacob e eu a ignoramos. Ele me disse e segurou Milly pela cintura. Sai de lá determinado e Milly ia vim atrás de mim para me deter mais Jacob a pegou pelas pernas e a colocou como um “saco de batatas” no ombro e saiu carregando ela para o outro lado. – JACOB ME SOLTA EU VOU MATAR ELE! ELE NÃO VAI VER ISABELA! EU VOU LIGAR PARA A VICTORIA. ELA SABE ONDE EU MORO! ELA VAI DETÊ — LO. –Merda! Victoria!
–Tire o telefone de perto desta louca, Black. Nem que seja a levando para um motel. – mandei lhe tacando meu cartão. – Presente de noivado.
–EU NÃO QUERO. ME SOLTE! EU VOU TE MATAR! AH! – saiu gritando enquanto Jacob a carregava para trás do prédio. Eu tenho dó dele.
E eu não sei como sobreviver,
Eu só preciso de você agora,
Eu só preciso de você agora,
Oh, amor eu preciso de você agora
–O que faz aqui? — perguntou assim que abriu a porta e me viu ali parado.
–A pergunta é o que você faz aqui? Por que fugiu? — perguntei entrando eu ainda queria saber, a mesma me virou as costas, fechei a porta e quando me virei ela estava sentada no sofá e fiz mesmo — Bella, por todo esse tempo você me deixou louco. Eu não sabia o que fazer! — confessei — Por que...? — perguntei a olhando nos olhos castanhos chocolates.
–POR QUÊ? — gritou se levantando — VOCÊ QUER MESMO SABER POR QUÊ?! POR QUE NAQUELE DIA VOCÊ NÃO ME DISSE NADA! — Ela pareceu se acalmar, eu acho, pois respirou fundo e falou baixo — Sabe o que mais Edward? Eu tinha quase a certeza de que você me amava. Eu jurava para mim mesma que não era só o meu corpo que te conquistava. Mais eu estava errada. Iludida!
–Não era bem assim Bel...- Nunca seria assim eu a amava.
–Não Edward... Era exatamente assim! — me cortou — Eu estava me sentindo suja quando cheguei aqui. Estava me sentindo uma verdadeira Puta naquela época. — confessou cobrindo o rosto com as mãos. Ela estava se sentindo uma Puta? Como eu havia a definido na minha mente algumas vezes. NÃO! ELA NÃO ERA E NUNCA SERIA!
–Ei! — a repreendi — Nunca, Isabella — peguei suas mãos as segurando com uma mão. Eu precisava ver seu rosto e ver o que se passava em sua mente, então levantei o seu rosto para lhe observar — Eu disse NUNCA mais se refira á você mesma como uma puta. Entendeu? — perguntei e ela assentiu.
–O que veio fazer aqui? — reperguntou a coisa mais obvia da minha vida.
–Vim te ver e te levar para casa. — Olhei para sua barriga. E suspirei ela tinha feito aborto. — Você...? — perguntei ficando sério. Ela não poderia ter feito isso com o meu filho. Meu!
–Não, nunca faria isso Edward. — respondeu com as mãos na barriga e sorri um pouco e de repente a mesma começou a chorar. Merda. Nosso bebê.- Eu... Eu... Eu perdi Edward. Perdi a criança... Era uma menina. — chorou mais ainda e eu tive uma vontade extrema de lhe abraçar e foi isso que fiz. Mais entrei em desespero quando ela não parou e sim começou a soluçar.
–Não chora. — pedi desesperado demais — Por favor, Bella. Não chora. — implorei preocupado. Escutamos um barulho e ela saiu correndo. Era um choro de criança.
–Ô meu amorzinho o que aconteceu? — perguntou pegando uma criança do berço. Gabriela. Ela era linda. Morena e branca. — Você quer a mamãe é? É isso meu amor? — perguntou sorrindo para ela que deu sua risadinha infantil e se virou para mim a criança estava me observando assim como eu estava as observando. — Sua safadinha. -brincou Bella rindo e a criança a acompanhou.
–Ela é linda. — falei abraçando Bella por trás e coloquei meu queixo em seu ombro. Imaginando a gente assim com a nossa filha ou filho.
–Eu sei. — desviou e foi para sala com a criança. Merda. Eu sei o que ela queria ouvir e eu tinha que falar. Já estava na hora.
–Bella. — Chamei e fui até ela — O que você... Olha eu fui criado pelo meu pai, onde para mostrar que ama alguém são com atitudes, e não com palavras. — falei e ela balançou a criança que sorria. — Bella eu sei que nunca te falei e que minha reação não foi uma das melhores porque eu juro... Eu juro que fui pego de surpresa. Eu casei e tive duas lindas filhas, Victoria nunca havia me dito essa palavra. E eu vejo que você não é como Victoria, é melhor, é... É a minha Bella, está me entendendo?- perguntei. Merda eu não estou a comparando com Victoria. Ela estava pensando isso. — Quero dizer não lhe comparo a Victoria sempre Bells. Sei que pensou isso, pois está mordendo o lábio — disse vendo-a mordendo o lábio — Eu quero dizer que sempre que digo: Minha Bella significa: Eu Te Amo. Talvez não tenha lhe falado com todas as palavras mais... Eu te amo. Te procurei feito um louco por esses meses. Milly mentiu para mim...
–Por que eu mandei! — informou
–Bella, as meninas... — Me embaracei — Não, não só elas. Mais eu também. Principalmente eu. — pensei — Eu preciso de você... Muito... Talvez chegue a tanto para me fazer respirar. Se não fosse Jake me falando que você estava bem, eu já teria me trancado no quarto bêbado. Não que eu não esteja agora, mas estaria pior.
–Já volto. — Disse indo para o quarto. -Então você me quer? — perguntou cruzando o braço. Ela estava linda daquele jeito. Mordendo o lábio se fingindo de brava.
–Sempre quis. -Me aproximei a abraçando — A cada beijo, eu queria mais. — falei aproximando nossos lábios. — A cada provocação. — falei beijando seu ombro. — A cada abraço! — a apertei fortemente e ela passou seus braços pela minha cintura. Abaixei a cabeça dando um beijo em seus lábios. Eles estavam doces, e como sempre moldavam os meus. Estremeceu, seu corpo me queria e o meu também a queria. Minhas mãos foram para a barra da sua blusa a subindo um pouco.
–Edward não. — sussurrou me repreendendo – Gabriela. — lembrou. Merda! Dei risada. Seria assim se tivéssemos uma criança.
–Sim! Me lembro bem. Mais tarde? — disse malicioso e ela assentiu rindo — Eu te amo. — confessei a beijando.
– Eu te amo! — prometeu. E eu sorri. Deitamos no sofá assistindo filme abraçados e dormimos. Antes de cair no sono. Uma noite boa e saudável de sono. Sussurrei:
–Minha Bella! Minha!!
FIM POV. EDWARD
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