A Submissa Do Cullen
24 Edward? Baby!
Pov Isabella.
Edward era muito perfeito, eu estava agora na nossa nova casa, sentada no balanço com a minha barriga grande de cinco meses. Alice e Rosalie adoravam me mimar, assim como Beth e Alex, eu disse a Edward que não queria saber o sexo agora só quando ele nascesse. Alex quase me bateu por isso, ela gritou dizendo que como iria fazer um quarto para o bebê assim? E as roupas? Ela queria ver o nascimento da criança e não ia, pois estaria numa loja de crianças comprando a primeira roupinha para ele ou ela sair do hospital.
Beth a acalmou mais não durou muito e ela voltou a dizer as mesmas coisas. Alice lia um livro na arvore enquanto Rosalie me observava pensativa.
– O que foi Rosalie? – perguntei e ela sorriu.
– Estou pensando no Emmett. Ele me tira do serio às vezes.
– Isso é normal Rose, não vê o papai com a Bells... Quero dizer com a mamãe? – perguntou Ali.
– Meninas não precisam me chamar de mãe se não quiserem, Bella está muito bom para mim, além do mais quero ser como uma amiga para vocês.
– Obrigada Bella. – disseram me abraçando de mau jeito, mais foi.
No fim da tarde, comecei a fazer o jantar, mesmo com as insistências da nova emprega para que eu fosse descansar. Quando já era noite liguei no celular de Edward, mas ele não me atendeu, ele sempre me atendia. Liguei para Jake e para a secretaria de Edward, eles falaram que ele tinha saído mais cedo para comprar algo e não tinha voltado. Entrei em desespero, Alice e Rosalie ligaram para os seus avós, Alex e Victoria. Depois de algumas horas, eu estava sentada na frente da lareira com uma coberta agarrada a ela e rezando para que ele estivesse bem.
POV Edward:
– Ivone, irei buscar o presente de Isabella e vou direto para casa. Tem mais alguma reunião para hoje?
– Não senhor, você pode ir tranquilo para casa. – dei um sorriso, finalmente poderia ir ver Bella e aquela barriga linda. A cada dia eu a amava mais ainda, na verdade a cada hora que eu passava com ela.
– Obrigada. – falei e logo cheguei ao estacionamento entrei no carro, vi algo se mexendo e logo eu sentia um cheiro forte de álcool. Tentei me debater mais o meu corpo foi ficando mole e eu não aguentei.
Vi duas loiras corpudas na minha frente de vestido preto, ela se sentou no meu colo.
– Edward Cullen! Estava com tanta saudade – disse a mesma.
– Você é louca. – tentei dizer mais ficou meio abafado pelo pano em minha boca.
– Eu sei que você me ama Edward, eu também te amo e muito. – falou me abraçando forte. – Estou fazendo isso por nos dois. Eu sei que você não queria se casar com Isabella, por isso vai se casar comigo. Por isso você aceitou fugir comigo.
– VOCÊ ME SEQUESTROU! – tentei dizer.
– Eu sei que te amarrar é um pouco indeciso da minha parte, mas tenho medo de você ficar com dó de Isabella e querer voltar. Então vai ficar ai sentado a viagem inteira. E não se preocupe seremos muito felizes.
– O que? – tentei gritar, mas logo o cheiro de álcool invadiu meus sentidos.
***
Olhei para todo o lugar e reconheci Isabelle em um vestido lindo.
– Olá meu amor – disse a mesma segurando dois copos de uísque na mão.
– Isabelle. – falei e ela se aproximou e se sentou no meu colo.
– Por que tão frio meu bebe?
– Isabelle, por Deus eu preciso ir para casa! Tenho uma esposa grávida, duas filhas, uma família.
– Edward, eu sei que você me ama, pelo amor, aceite isso.
– Isabelle, eu nunca te amei. Desculpe-me Isabelle, mas a única pessoa que já amei na vida esta em casa, grávida.
– O que?! – gritou ela. – Como assim? Você... Nunca... Me amou... Como... Assim?
– Isabelle, eu nunca te amei. – falei olhando em seus olhos e vi a decepção neles – Isabelle? Vamos fazer o seguinte? Você me solta, eu vou para casa e você fica aqui curtindo. Você me liga, eu compro um apartamento para você e você me deixa em paz. – ao terminar de falar escutei uma explosão. A porta do quarto tinha sido arrombada e Isabelle foi jogada no chão e imobilizada. Meu segurança particular entrou e me desamarrou:
– Senhor Cullen? O senhor está bem?
– Sim estou Paul. Fez um ótimo trabalho.
– O rastreei assim que descobri senhor.
– Muito obrigada.
– Sua mulher está impaciente e muito preocupada, ela me parece estar muito mal.
– Preciso ir embora. Preciso ver ela.
– Sabemos senhor, seu avião está pronto para partir.
– Obrigada, nos vemos em casa? – perguntei apertando seu ombro.
– Sim senhor.
– Obrigada!
Entrei no elevador com dois seguranças e cheguei até o terraço entrando no avião. Já estava de noite e dependendo de onde eu estava chegaria só no outro dia.
***
Retirei a gravata e os sapatos, desci do avião e entrei logo em seguida no carro, cheguei a casa e eram três horas da tarde. A primeira coisa que fiz foi cambalear um pouco para trás e sentir o abraço que Alice me dava. Larguei o sapato e a abracei forte. Quando a larguei senti Rosalie em meus braços e a abracei. Então vi no canto Isabella encolhida e chorando, eu queria chegar nela o mais rápido que eu poderia, mas minha mãe, Alex e meu pai atrapalharam meu caminhar. E então quando finalmente cheguei ao fim da sala, a puxei para cima e logo para os meus braços.
– Como eu te amo Isabella! – sussurrei e ela sorriu entre as lágrimas.
– Eu te amo mais Edward. Por favor, nunca mais me de um susto desses.
– Não irei meu amor. Não irei. – beijei seus cabelos acariciando os.
Três anos e quatro meses depois.
– Chad Cullen! Não faça isso. – repreendeu Isabella e ela deu risada em seguida.
– Isabella, o deixe em paz. Não é meu amor? Você não que só brincar? – perguntei e Chad bateu as mãos na água.
– Edward não o incentive! – disse Isabella, tentando se desviar. Chad era ruiva, dos olhos verdes e tinha sua mãe na mão desde que fez um ano e aprendeu com Alice o olhar. Aquele olhar que convencia tudo e todos a fazerem o que quisessem. Chad estava na piscina, junto comigo e Isabella. Rosalie e Alice estavam na faculdade ou provavelmente na casa de seus namorados Emmett ou Jasper.
– CHEGAMOS! – escutei a voz de Alice. Ou não...
– Oi filha – falei saindo da piscina e dando lhe um beijo.
– Pai, viemos nadar! – disse. – E fazer um almoço em família. Já liguei para todo mundo – revirei os olhos dando risada. E de repente toda a minha família entravam na minha casa. Gritando, conversando e dando risadas. Isabella sorriu e Chad novamente bateu as mãos na água, Isabella suspirou e não repreendeu o garoto, mas deu risada.
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