Notas iniciais
Capítulo, como sempre, narrado pelo Rod, mas desta vez tem um pedacinho no meio que é narrado pelo Lud (só para ninguém se perder). Se estiver confuso me avisem que eu ponho escrito de quem é o POV, mas não acho que seja necessário. .-.
E desculpe o já muito costumeiro atraso.
Boa leitura e já aviso que tenho minhas dúvidas quanta a qualidade deste capítulo... ^^' Mas não consegui melhorar mais... Sry. .-.

Estou inquieto.

Eram sete horas e eu já estava de pé. Normalmente, eu acordaria por volta das nove, ao soar de meu despertador, mas o fato de eu ter ido me deitar tão cedo na noite anterior me fez acordar bem antes do horário costumeiro.

Depois de adentrar o banheiro e aproveitar o tempo de sobra que eu possuía em um banho demorado, rumo à cozinha. Já era mais de hora de eu ter uma refeição decente.

Já com uma chaleira de água repousada num dos bicos do fogão, parto à dispensa a procura de algum chá diferente dos do habitual, acabando por escolher um de frutas cítricas. Com a preparação da bebida em andamento, sento à mesa, observando atentamente a fumaça que gradativamente aumenta enquanto saia da panela.

Jogo a cabeça para trás, sentindo os cabelos negros escorregarem-me pela testa. Eu ainda teria de dar um jeito em meu cabelo, ato adiado anteriormente pela minha pura falta de vontade.

Eu não estou com vontade para nada. Quem estaria? Tenho tantas coisas para me preocupar no momento que escrever uma lista seria complicado, pois eu não saberia sequer por onde começar.

Eu estou com um grande prejuízo em minha conta bancária. E se esse dinheiro fizer-se necessário nos próximos tempos? E logo os impostos chegariam, para piorar ainda mais a situação; não que eu possua muitos bens, mas a quantia a pagar ainda assim não seria desprezível!

E como estará meu piano? Será que o senhor Francis cuidará bem dele? Aquele piano é uma parte de minha alma e se algo o acontecesse eu não sei como reagiria. O que vou fazer agora todas as tardes? Certamente não irei fazer caminhadas, pois ontem já percebi que essa não pode ser minha melhor opção. Talvez eu devesse procurar algum centro cultural ou escola de música, afinal não posso simplesmente me separar do piano. Ele, literalmente, é minha vida: é minha fonte de renda e não posso permitir de forma alguma que meu desempenho decaia, ainda mais com uma apresentação importante que se seguirá em breve.

Mais o meu maior problema ainda é o albino. Ele virá, apesar de que a que horas esse fato decorrerá ainda me seja um mistério. Mas ele virá, e hoje. Ele é curioso e insistente demais para esperar. Provavelmente nem demorará muito para ele me surpreender com sua presença, como sempre, agitada.

O assoviar da chaleira faz-me levantar as pressas, a fim de evitar um acidente doméstico. Retiro rapidamente a chaleira fervente do fogo, o qual fora logo desligado, mas uma repentina ardência fora-me sentida na palma da mão. Claro! Afinal tudo que me faltava acontecer era uma queimadura por motivos tão estúpidos quanto uma simples e corriqueira preparação de chá pela manhã!

Depois de largar a chaleira sobre a pia, abro a torneira, com certo desespero, e não demorou para que minha mão fosse encharcada pela água gelada. A ardência diminuía, mas a dor proporcionalmente começava a se fazer cada vez mais presente.

Hoje realmente não será o melhor dos meus dias...


–--


Depois de ajeitar a mão com pomada e gaze, sento-me à mesa para finalmente tomar meu chá e comer alguma coisa que estivesse disposta pelos armários.

Já eram oito e meia quando eu finalmente terminei de comer meu café da manhã e de lavar a louça — com cuidado, claro, para não estragar o curativo.

Tomando como rumo agora a sala, sentei-me no sofá e me pus a encarar a parede. Não, eu não tenho uma televisão. O motivo? Simples. Por que eu teria um instrumento tão alienador e desimportante e que mal transmite algum tipo de cultura ou sabedoria? Eu tinha meu piano, e nada mais se fazia necessário. Pelo menos até hoje... Meu dia estava mais que tedioso. Pensando bem, todos os dias têm me sido tediosos desde que descobri sobre aquela maldita dívida.

O que eu faria agora? Encararia a parede pelo resto da tarde? Ah! Mas que vida interessante e divertida a minha! É tão animadora!

Sinto-me suspirar forte, tamanho o desprezo que sinto pela minha aparente nova rotina.

Certamente meu próximo ato será criar uma poupança para comprar um novo piano. Não importa se não for o mesmo. Eu preciso de um piano. E logo, de preferência.

Fecho os olhos, apesar de que eu não estivesse nem um pouco cansado. Eu precisava me acalmar. Sinto-me estressado, e isso certamente não pode ser bom para a saúde. Esvazio a mente, sentindo o corpo gradativamente mais leve. Nada deveria permanecer em minha mente: nada de dívidas, nada de contas, nada de pianos e, principalmente, nada de Gilbert.

O soar da campainha alcança-me os ouvidos e logo tenho meus plenos frustrados: “Gilbert... Ele finalmente chegou.”. Levanto, sem pressa, do sofá e caminho até a porta. Eu estava ansioso e uma dor aguda se fazia presente em minha cabeça. Eu estava prestes a ouvir um enorme sermão do albino, seguido de uma discussão e depois apenas ficaríamos em silêncio. Conheço o albino bem o suficiente para poder prever seus atos e, além disso, ele sempre fora bastante previsível.

Abro a porta, sem pressa e um tanto confuso pela falta de poluição sonora — composta esta por murros, campainhas tocando freneticamente e gritos. Devíamos estar, todos, muito cansados com tudo isso.

Um relance fora o suficiente para que eu fosse tomado por imensurável surpresa.

– Você? – escapa-me dos lábios, inconscientemente. Encaro fixamente a figura loira e robusta diante de mim, supondo ser evidente a minha surpresa. Certamente não era ele quem eu esperava que aparecesse...

– Sim... Desculpe por vir sem avisar, Roderich. Eu precisava agradecer... Afinal foi muito gentil da sua parte.

– Ah... Sim. – digo, boquiaberto e ainda espantado com a figura diante de mim. – Entre, por favor.

– Não é necessário. É melhor eu ir.

– Por favor, Ludwig, não comece com cerimônias. Estou um tanto entediado e sua companhia cair-me-ia muito bem.

Com um pouco de relutância e tomado por expressões que mesclavam confusão e surpresa — provavelmente por conta de meu olhar caído e cabelos desarrumados — ele adentrou, ainda que em silêncio.

Seguimos casa adentro, rumando, obviamente, ao sofá. Eu já alcançava o móvel quando notei a ausência do loiro, o que me fez virar e deparar com Ludwig encarando fixamente o vão ao canto da sala.

– Ludwig? – chamo-o, tentando livrá-lo do transe.

– Ah. Desculpe-me, já estou indo. – ele vira-se em minha direção. – Então é verdade o que me disseram... Você realmente vendeu o seu piano.

Ele soara um tanto melancólico, talvez se sentisse um tanto culpado. E quem teria me entregado? Se bem que tenho um palpite... Aquele maldito suíço, se bem conheço; ele não perde sequer uma chance de me causar problemas.

Ele aproxima-se numa velocidade consideravelmente rápida, não demorando para se postar a minha frente.

– Você não precisava. – diz, simplesmente.

Eu nada respondo, e Ludwig participa desse silêncio.

– Roderich, por que fez isso? – ele diz, um tanto inconformado.

– Eu precisava do dinheiro.

– Errado. Eu e o Gil é que precisávamos. Rod, por que você foi tão longe?

O alemão senta-se no sofá. Tudo se aquieta por alguns instantes, enquanto eu me sento ao seu lado.

– Rod, obrigado... – o alemão diz, numa voz arrastada. – Mas... O seu piano... Ele era muito importante para você. Você não devia tê-lo vendido. Eu podia muito bem ter ido com o Gil para algum lugar mais barato. Você realmente não precisava.

– Não fale esse tipo de coisa. – digo, raivoso, porém tudo que minha voz transmitira fora seriedade. – Se vendi meu piano é porque não desejava que vocês se mudassem. Então nem ouse em falar esse tipo de besteira! Não agora que tudo já está feito.

O loiro permanece em silêncio, apenas me encarando de forma surpresa. Um sorriso torto se forma em seus lábios, o que me deixa um tanto confuso.

– Acho que todos gostam demais do Gilbert para simplesmente deixá-lo vivenciar um pouco de tristeza. – o loiro diz – Aquela casa é a vida dele. Talvez eu estivesse errado no final das contas, ao tentar fazê-lo se conformar apenas para o bem de nossos nomes. – ele dá uma curta pausa, de repente tendo uma fraca coloração avermelhada tomando-lhe a face. – O Feliciano me disse uma coisa no dia em que você foi nos visitar, e eu fiquei totalmente sem argumentos depois daquelas bobas palavras.

Encaro-o, em silêncio. O alemão, ainda um tanto melancólico, recuperava o fôlego depois do último discurso. Logo ele prosseguiu.

– O que é um nome, perante um passado importante? O que é um nome, perante lembranças tão queridas? Sabe, Rod, eu não lembro todo o meu passado. A maior parte da minha infância jaz perdida em algum canto, e eu realmente queria muito lembrar, porque algo me diz que tem algo importante a ser lembrado. É meio angustiante não saber parte da sua própria história...

Apenas o fito, atento. O alemão se encontrava incomumente emocional, mas o que ele dissera era verdade: tudo que queríamos era que o Gilbert não sofresse. Era tudo por ele. Por aquele ser teimoso e cabeça dura, que nos causa dor de cabeça sempre que acordado — ou seja, só quando dormia é que dava sossego aos demais. Era assim que Gilbert sempre fora, e talvez tenha sido justamente seus defeitos que, de tão opostos à minha personalidade, tenham-me feito notá-lo mais do que o devido.

– Você sabe o que o albino planeja fazer agora? Ele parecia bem bravo comigo ontem anoite.

– Realmente... Ele não ficou nada satisfeito ao saber das novidades... – diz o loiro, coçando a cabeça.

Suspiro, fazendo Ludwig encarar-me fixamente.

– Você está bem, Roderich? Você me parece cansado.

– Nem tanto. É mais preocupação com o que me aguarda. Eu ainda não tenho ideia de como irei explicar meus atos ao Gilbert, quando ele vier...

O alemão encara-me, surpreso e um tanto receoso.

– Rod... Sinto muito ter de dizer isso, mas ele não vai vir mais.

Ergo um sobrancelha, tentando absorver as recém adquiridas informações.

Como assim ele não vem? É claro que ele vem. Ele é o Gilbert. Ele... Ele... Ele não teria motivos para não vir.

– Por quê? – foi tudo que pude falar.

O alemão dá de ombros, como quem diz desconhecer o motivo. Desço os olhos ao chão, pensativo e, apesar de que fosse difícil de admitir, um tanto decepcionado. Não que eu esperasse que o albino me perseguisse eternamente para conseguir repostas e... Ok, talvez eu pensasse algo do tipo, mas... Mas ele não pode simplesmente não vir! Temos assuntos pendentes!

– Ludwig, neste instante o Gilbert está em casa, certo? – viro-me de repente ao alemão, que se surpreende com a velocidade com que as palavras saiam de minha boca.

– Si-Sim... Trancado no quarto, se bem o conheço... – ele me encara, claramente surpreso, aguardando uma explicação.

– Você se importaria se eu fosse vê-lo?

O alemão apenas encara-me, sem nada pronunciar, com uma expressão que mesclava um quê de espanto e surpresa.

– Co-Como?

– Você se importaria se eu fosse, neste instante, até sua casa vê-lo? Temos assuntos pendentes a tratar.

– Então eu não ouvi errado... – diz o alemão, num tom quase inaudível; mas ignorei suas palavras — elas aparentemente não passavam de pensamentos que eu não deveria ter sequer escutado. – Por mim não tem problema algum. Faça como quiser. Quer que eu te acompanhe?

– Eu preferiria ir sozinho, mas não posso impedir que me acompanhe até sua própria residência.

– Eu não tenho mais o direito de chamar aquela casa de minha. Não depois do que tentei fazer. – ele dá uma breve pausa, virando o olhar sério a mim – Vou deixá-los em privacidade.

Aceno com a cabeça e murmuro um baixo “Obrigado.” ao loiro. Levantamo-nos do sofá e caminhamos ao átrio, parando diante da porta. Enquanto eu me ajeitava, pegando meus sapatos e meu casaco e, além disso, ajeitando meu cabelo, o loiro me encarava, pensativo.

– O que foi? – pergunto.

– Nada... Não é nada. Vamos?

– Sim. Você vai para a casa do Feliciano, não é? Acredito que seja lá que esteja morando, desde que saiu de sua própria casa.

– Sim... – ele responde, um tanto envergonhado.

Apenas sorri para o alemão; um simples gesto desnecessário, mas que era o melhor opção para se encerrar um diálogo.

– Então estou indo agora. Boa sorte com o meu irmão, você vai precisar. E Rod... Se você explicar tudo, ele vai entender. – o alemão sorriu tenro, e eu compreendi o que ele insinuava. Por Deus, meus sentimentos por acaso caíram na boca do povo?

– Certo... Obrigado, eu acho. – dou as costas ao loiro e afasto-me em passos mediamente velozes. – E se acerte logo com o Gilbert e volte para sua própria casa. Você tem deixado ele sozinho. – viro uma última vez, notando que o alemão me encarava, ainda parado.

– Talvez você simplesmente devesse ir visitá-lo mais vezes. – insinua ele.

Sinto-me corar perante tal afirmação. Viro-me novamente à rua e apresso os passos, constrangido e me afastando do alemão. Aquelas palavras certamente eram desnecessárias! Ele é quem devia fazer companhia ao irmão!

Continuo caminhando, rumo à casa do albino.

O alemão some de minha vista e me pergunto se ele já estaria perto da casa de Feliciano. Uma pontada de inveja me espeta: eu queria ser capaz de me dar bem com Gilbert, assim como ele se dá bem com o jovem italiano.

Talvez um dia, quem sabe...

–--

Observo o moreno se afastar, até sumir ao virar a esquina. Ele definitivamente estava com pressa... Solto um suspiro cansado e alcanço o celular no bolso da calça, discando rapidamente um número já me muito familiar. Demorou um pouco até que ele respondesse do outro lada da linha.

“Alô, Lud. Falou com o Rod? Conseguiu tirá-lo de casa?”

– Ele está indo para ai agora mesmo.

O albino mantém-se em silêncio, mas algo me diz que ele sorri, feliz e maliciosamente.

– Como sabia que ele iria a sua procura por simplesmente me ver?

“Conheço muito bem aquele aristocrata. Não é difícil supor o que ele pensa. Aposto até que, quando você tocou a campainha, ele pensou que fosse eu! Ksesesese.” Ele dá uma curta pausa, recuperando o fôlego. “Ok. Ok. Mas agora vá logo para a casa do nosso querido Francis. Não temos tempo a perder!”

– Sim, já estou indo. Eu só queria esperar o Rod se afastar um pouco, pois estaríamos indo na mesma direção por algumas quadras.

“Eu sei, eu sei... Mas vá logo! Não temos tempo a perder!”

– Já entendi. – suspiro mais uma vez, cansado, já caminhando pelo mesmo trajeto que o moreno traçara há pouco. – E Gil... Obrigado, por me aceitar de volta. – digo, um tanto cabisbaixo.

“Quê isso! Seu incrível irmão nunca te odiaria tanto por tão pouco! Está sempre será a sua casa.” A voz de Gilbert soava madura. Ele raramente agia assim, com tamanha seriedade, mas é justamente nestas horas que ele mostra o quão adulto ele é.

– Sim, obrigada, bruder. Agora vou desligar.

“Certo. Até mais tarde.”

Corto a chamada e coloco imediatamente o aparelho de volta ao bolso. Meus passos são um tanto que acelerados, considerando que eu não tenho realmente nenhuma pressa. Eu não teria porquê. Conhecendo meu irmão, ele manterá Roderich ocupado tempo mais que suficiente.

Lanço um olhar vazio ao céu, cujas nuvens brancas caminham calmamente no mesmo sentido que eu. Por algum motivo, eu não me sentia nem um pouco mal por agir pelas costas do austríaco, e, além disso, ter mentido tão descaradamente – afinal não me era nenhuma surpresa que ele havia vendido o piano. Talvez seja porque sei que, no fim, valerá a pena.

–--

A caminhada, como sempre, demorara muito mais do que eu desejava. Ou talvez fosse simplesmente a minha pressa mexendo com minha noção de tempo. Mais uma vez, não sei a resposta.

Aperto a campainha com certa força e determinação, tentando manter minha mente livre de qualquer fato que pudesse fazer eu me arrepender de minha decisão — no caso, a vinda à casa do albino.

Porém, não deu muito certo. E para piorar, a primeira coisa que me veio à mente fora justamente a minha dívida com o francês... Escondo a face numa das mãos, tentando sumir com a vermelhidão que imediatamente ocupou seu já rotineiro lugar em minha face.

“Por que isso sempre acontece?...”, penso.

– Não vai entrar, aristocrata?

Retiro as mãos do rosto, deparando-me com o albino, que se encontrava recostado à porta aberta.

– Bo-Bom dia. — digo.

– Bom dia. Veio me fazer companhia para o almoço ou quebrou todos os pratos que tinha em casa, não sobrando assim outra opção?

– Não seja idiota! Não sou assim tão desastrado! – levanto os óculos ao devido lugar.

Porém, para minha surpresa, Gilbert subitamete agarrou minha mão, com força e pressa, e pôs-se a encarar minha mão e, consequentemente, o curativo.

Puxo a mão para longe dele, constrangido e incomodado.

– Isso não é problema seu...

O albino abre um sorriso torto e pôs-se a coçar a cabeça. Bem, pelo menos ele não começou a rir histericamente, que era, na verdade, a reação esperada por mim.

– Bom... Acho que não devo nem perguntar. E você também não parece no humor para minhas provocações.

– Ainda bem que percebe. – digo, numa voz irritada.

– Ksesesese. Certo. Certo. Agora entre, não quero atrasar meu almoço.

– Você já vai almoçar?! Está muito cedo. – coço a cabeça, sem saber como agir em seguida – Certo, então eu volto depois.

– Do que você está falando? É meu dever, como um cidadão decente, alimentar os feridos! – ele diz, todo convencido e no seu típico sarcasmo. E eu realmente acreditei que não teriam provocações desta vez... Como sou ingênuo...

– Mas...

– Rod, é uma ordem. – ele puxa-me pelo pulso, arrastando-me casa adentro. – Comer com companhia torna a comida mais saborosa. E temos coisas a conversar. – ele disse, encerrando seu discurso com um quê de impaciência, enquanto que a força contra meu punho aumentou subitamente.

– Sim... E o que vamos comer? – pergunto, considerando necessária uma troca de assunto.

Ele se vira, um sorriso largo no rosto e expressões mais calmas e animadas do que as anteriores.

– Wurst!

– Era de se esperar...



Notas finais
E ai o que acharam? Aaaa quero opniões. Pls? .-.
Espero que continuem acompanhando e eu juro que quando eu passar de ano e os vestibulares acalmarem um pouco vou atualizar capítulos melhores e menos atrasados. ^^'
E agora eu queria pedir para, quem gostar de Spamano, dar uma olhada na minha long. Postei a pouco tenpo e o nome é "Lose my Mid". Apesar de ter bastante fluffy, a estória é bem psicológica (ou pelo menos no meu ponto de vista ela é...).
Bem, é isso. o/
Até uma próxima e espero que continuem acompanhando!
E não esqueçam dos reviews. Estou triste e cansada pelas sucessão interminável de provas. O apoio de vocês nunca fora mais necessário do que neste instante, acreditem. =/
BJJS! ^^