Notas iniciais
by: Bia McLennon
Não, eu não morri. Sim, estou bem. Não, eu não vou demorar para postar o próximo. Sim, eu sei que eu deixei vocês preocupadas u.u respondi todas as perguntas? desculpem o atrazo, tive dificuldades para postar. Mas pelo menos eu postei
OBS: Joan McLee foi um personagem que EU inventei

De tarde, após nosso almoço, chegou à casa de John uma pessoa. Ele foi ver quem era e mandou-nos esconder.

– Quem é? – Ele gritou do lado de dentro da casa.

– Joan McLee.

– Ah! Joan! – John abriu a porta e nos mandou sair dos ‘’esconderijos’’ – Meninas, este aqui é o Joan McLee, um velho amigo nosso de Liverpool.

– Joan! – Paul o saudou junto aos outros Beatles que o cumprimentaram depois.

Joan era um homem que aparentava seus 25 anos. Tinha os
olhos castanhos, os cabelos escuros, era alto e tinha uma voz suave e sedutora.

– Prazer, meninas. Joan – ele nos cumprimentou e deu um abraço em cada uma de nós.

– Prazer, Bia – me apresentei, logo depois Mari, Jessica e Dani fizeram o mesmo.

– Lindas moças vocês são – Todas nós meninas coramos e agradecemos pelo elogio feito por Joan.

Senti uma pontada de ciúmes nos meninos, em especial John e George.

– Aham, todos sabemos disso, agora vamos fazer algo realmente
divertido – John falou com um tom nervoso.

– Certo... Tem moveis aí pra gente queimar? – Joan perguntou.

– Aham. Ringo, vai fazer a fogueira no quintal. George vá separar os moveis. Paul, ajude George a levar os móveis para o quintal.

– E você, John? – perguntou Paul.

– Eu vou ter que explicar para as meninas o que vamos fazer, mas já estarei lá ajudando vocês.

– Certo.

Ringo, George e Paul foram fazer o que John havia pedido, enquanto ele e Joan tantaram nos explicar o que eles iriam fazer.

– Certo... Como podemos explicar isso para vocês?... Bem... Sempre que Joan vem aqui, nós gostamos de queimar alguns móveis.

– Isto é uma mania que John tinha...

– Eu fazia isso pra fazer lenha pra fogueira quando estava sem dinheiro – Riu – Agora eu faço isso por diversão.

– Norwegian Wood! – Exclamei

– Oi? – John disse.

– Você fez uma música chamada Norwegian Wood em que você
retrata isso. Mas de um jeito diferente – Ri

– Como ela sabe que você vai compor uma música? – Joan perguntou.

– Ela é do futuro – John respondeu – Todas elas.

– Sério?

– Aham.

***

Fomos para o quintal, tudo já estava preparado para começarmos
a queimar. Logo no início, meu nariz ficou vermelho por causa da fumaça,
geralmente, quando isto acontece eu tenho que o lavar o mais rápido possível, mas desta vez eu não estava precisando. John insistiu e disse que iria me levar ao banheiro, logo Joan se intrometeu e disse que poderia me levar. John, meio desconfiado, permitiu.

Joan me levou ao banheiro e quando chegamos, ele subitamente
me deu um beijo. O Empurrei e dei um grito, ele tampou minha boca e disse:

– Shiuuuuu... John pode te ouvir.

Tirei a mão dele da minha boca e comecei a falar:

– EU MAL TE CONHEÇO! VOCÊ NÃO TEM DIREITO ALGUM DE FAZER ISTO, ENTENDEU? – Dei um tapa em sua face e saí correndo.

Cheguei ao quintal e John me perguntou o que foi o grito que
ele ouviu. Eu até pensei em falar a verdade, mas não queria que uma amizade se acabasse ali, então resolvi dizer que foi uma barata. Joan voltou logo depois e eu tentei me manter o mais distante possível dele.

Percebi que ele não olhava apenas para mim naquele momento,
olhava também para Mari. Fiquei o observando e acho que John percebeu algum de nossos olhares se encontrarem, pois ele me puxou para seu lado e eu fiquei abraçada com ele até o final da brincadeira.

Eu sentia medo de John com ciúmes, de todas as biografias dele, sabia muito bem que ele seria capaz de qualquer coisa quando estivesse com ciúmes.

– Bia... Por que estava olhando para Joan? – John fez uma pergunta que me fez suar frio.

– Nada, John... É por que ele me lembra alguém muito familiar... – Menti de novo.

Percebi em um momento que John estava quase fuzilando Joan,
mas depois foi a vez de George fazer o mesmo. Joan pediu para Mari mostrar seus aparelhos eletrônicos e os dois subiram para o quarto. George foi atrás dos dois, numa distância que Joan não percebesse.

O que aconteceu depois, eu não vi, mas George saiu xingando Joan e depois o empurrou – acho que sem intensão – da escada.

Joan foi capotando até chegar no ultimo degrau. Fui ver como ele estava, e Joan estava desacordado.

– Puta merda! – John exclamou enquanto passava as mãos no cabelo.

Continua...

Notas finais
Tchau minha gente linda, desculpem de novo, ta ok? não me mandem ameaças de morte nem façam protestos na frente da minha casa kkkkkkkk bjs, proximo é com vc Mari!