A Splendid Time Is Guaranteed For All
16 Joan McLee
Notas iniciais
Não, eu não morri. Sim, estou bem. Não, eu não vou demorar para postar o próximo. Sim, eu sei que eu deixei vocês preocupadas u.u respondi todas as perguntas? desculpem o atrazo, tive dificuldades para postar. Mas pelo menos eu postei
OBS: Joan McLee foi um personagem que EU inventei
De tarde, após nosso almoço, chegou à casa de John uma pessoa. Ele foi ver quem era e mandou-nos esconder.
– Quem é? – Ele gritou do lado de dentro da casa.
– Joan McLee.
– Ah! Joan! – John abriu a porta e nos mandou sair dos ‘’esconderijos’’ – Meninas, este aqui é o Joan McLee, um velho amigo nosso de Liverpool.
– Joan! – Paul o saudou junto aos outros Beatles que o cumprimentaram depois.
Joan era um homem que aparentava seus 25 anos. Tinha os
olhos castanhos, os cabelos escuros, era alto e tinha uma voz suave e sedutora.
– Prazer, meninas. Joan – ele nos cumprimentou e deu um abraço em cada uma de nós.
– Prazer, Bia – me apresentei, logo depois Mari, Jessica e Dani fizeram o mesmo.
– Lindas moças vocês são – Todas nós meninas coramos e agradecemos pelo elogio feito por Joan.
Senti uma pontada de ciúmes nos meninos, em especial John e George.
– Aham, todos sabemos disso, agora vamos fazer algo realmente
divertido – John falou com um tom nervoso.
– Certo... Tem moveis aí pra gente queimar? – Joan perguntou.
– Aham. Ringo, vai fazer a fogueira no quintal. George vá separar os moveis. Paul, ajude George a levar os móveis para o quintal.
– E você, John? – perguntou Paul.
– Eu vou ter que explicar para as meninas o que vamos fazer, mas já estarei lá ajudando vocês.
– Certo.
Ringo, George e Paul foram fazer o que John havia pedido, enquanto ele e Joan tantaram nos explicar o que eles iriam fazer.
– Certo... Como podemos explicar isso para vocês?... Bem... Sempre que Joan vem aqui, nós gostamos de queimar alguns móveis.
– Isto é uma mania que John tinha...
– Eu fazia isso pra fazer lenha pra fogueira quando estava sem dinheiro – Riu – Agora eu faço isso por diversão.
– Norwegian Wood! – Exclamei
– Oi? – John disse.
– Você fez uma música chamada Norwegian Wood em que você
retrata isso. Mas de um jeito diferente – Ri
– Como ela sabe que você vai compor uma música? – Joan perguntou.
– Ela é do futuro – John respondeu – Todas elas.
– Sério?
– Aham.
***
Fomos para o quintal, tudo já estava preparado para começarmos
a queimar. Logo no início, meu nariz ficou vermelho por causa da fumaça,
geralmente, quando isto acontece eu tenho que o lavar o mais rápido possível, mas desta vez eu não estava precisando. John insistiu e disse que iria me levar ao banheiro, logo Joan se intrometeu e disse que poderia me levar. John, meio desconfiado, permitiu.
Joan me levou ao banheiro e quando chegamos, ele subitamente
me deu um beijo. O Empurrei e dei um grito, ele tampou minha boca e disse:
– Shiuuuuu... John pode te ouvir.
Tirei a mão dele da minha boca e comecei a falar:
– EU MAL TE CONHEÇO! VOCÊ NÃO TEM DIREITO ALGUM DE FAZER ISTO, ENTENDEU? – Dei um tapa em sua face e saí correndo.
Cheguei ao quintal e John me perguntou o que foi o grito que
ele ouviu. Eu até pensei em falar a verdade, mas não queria que uma amizade se acabasse ali, então resolvi dizer que foi uma barata. Joan voltou logo depois e eu tentei me manter o mais distante possível dele.
Percebi que ele não olhava apenas para mim naquele momento,
olhava também para Mari. Fiquei o observando e acho que John percebeu algum de nossos olhares se encontrarem, pois ele me puxou para seu lado e eu fiquei abraçada com ele até o final da brincadeira.
Eu sentia medo de John com ciúmes, de todas as biografias dele, sabia muito bem que ele seria capaz de qualquer coisa quando estivesse com ciúmes.
– Bia... Por que estava olhando para Joan? – John fez uma pergunta que me fez suar frio.
– Nada, John... É por que ele me lembra alguém muito familiar... – Menti de novo.
Percebi em um momento que John estava quase fuzilando Joan,
mas depois foi a vez de George fazer o mesmo. Joan pediu para Mari mostrar seus aparelhos eletrônicos e os dois subiram para o quarto. George foi atrás dos dois, numa distância que Joan não percebesse.
O que aconteceu depois, eu não vi, mas George saiu xingando Joan e depois o empurrou – acho que sem intensão – da escada.
Joan foi capotando até chegar no ultimo degrau. Fui ver como ele estava, e Joan estava desacordado.
– Puta merda! – John exclamou enquanto passava as mãos no cabelo.
Continua...
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