A Sogra

18 4 Meses e 2 semanas depois da chegada da Srª B.III


Notas iniciais
OMG!!!! UMA semana de fic Muito obrigada pela atenção de vocês, aqui tem tantas histórias legais e vocês vinheram dar um pulinho aqui valeu!!!
Hoje vi minha primeira recomendação e fique :O Não acredito :D e agora estou com um sorrisão valeu Liz Miller, muito obrigada :D
Nossa já esta chegando as aulas :( :) Só tenho aula até julho e depois cada um segue sua vida, esse semestre vai ser super dificil tem TCC.
Não consigo tirar Missing You da cabeça do Tyler Hilton devido a um video Seddie :D
2ª temporada esta indo ( vou tentar terminar)
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No Capítulo anterior



Freddie



– Ela vai gritar Oh Antônio!!! Isso é tão bom! Aquele idiota do meu marido não tem toda a sua potência.
Ele disse encenando, perdi minha cabeça e fui até aonde eles estavam, a caixa levou um susto quando me viu e os outros caras que riam ficaram sérios, o Antônio se virou para ver o por que do silêncio, automaticamente soquei seu rosto acertando em cheio o seu nariz, ele me olhou assustado.

– Não se atreva a falar da minha mulher seu desgraçado.

Depois disso se desencadeou uma seção de socos e chutes de ambas as partes, o resultado foi um olho roxo, uma camisa rasgada e suja de sangue, um lábio cortado, dores nas costas e nas pernas divido aos chutes e socos, um aviso de que não seria bem recebido lá, eu levei a melhor e acho que o desgraçado entendeu o recado.

Cheguei em casa minha mãe teve um ataque ao me ver a Sam se desesperou achando que eu tinha sido roubado, mas eu disse a elas que agora estava bem e fui tomar banho. Após o banho encontrei uma loira de braços cruzados na porta do banheiro.

– O que aconteceu?

– Nada Sam

– Ninguém chega desse jeito em casa sem que nada tenha acontecido.

Disse irritada.

– Okay!

– Você não vai me dizer?

Ela levantou a sobrancelha.

– Eu fui no açougue.

– E?

– Fui falar para aquele idiota não mexer mais com você, só que eu cheguei e ele estava falando de você de uma forma nada agradável.

– O que ele disse?

– Não quero dizer.

– Por que?

– Porque eu não quero.

– Me diga 4 palavras.

É meio embaraçoso você dizer para a sua mulher o que um outro cara disse que ia fazer com ela.

– Você e ele, sexo, gemer,....... não quero falar disso.


Ela me olhou com nojo, saindo do banheiro a acompanhei, Sam jogou um vaso na parede (um vaso que minha mãe colocou lá) mostrando sua raiva.

– Ele que não cruze o mesmo caminho que o meu, — ela respirou fundo — vamos dar um jeito nesses machucados.

Ela saiu e em alguns minutos ouvi a discussão das duas.

– Eu sou enfermeira.

– Eu sou a esposa dele.

– Eu sou a mãe dele.

– Grande coisa.

– A loira entrou correndo, trancando a porta em seguida ouvi batidas na porta seguidas por gritos.

– Abre essa porta Puckett.

– Claro.

Ela parou de bater esperou alguns segundos e girou maçaneta, voltando a bater em seguida.

– Abre a porta.

– Não vou, não se preocupe com a chave reserva eu também estou com ela, tchauzinho sogrinha.

Ela bufou, ouvimos seus passos pelo corredor, Sam riu se sentando ao meu lado, abrindo o kit de primeiros socorros.

– Enfermeira — ri- não seja má comigo.

– Hum! — ela sentou-se no meu colo colocando suas pernas envolta na minha cintura — Não prometo nada.

Ela sorriu maliciosa, colocando um algodão umedecido com álcool na canto da minha boca, me fazendo estremecer de dor.

– Se você for um bom menino, você vai ganhar um... um presentinho.

– Então temos um problema.

– Qual?

– Eu não sou um bom menino.

Ela riu e me beijou, estava dolorido gemi em seus lábios de dor.

–Desculpa, sem beijos.

Ela disse enquanto descia seu indicador pelo meu abdômen chegando na ponta da toalha.


Notas finais
Uma Semana :D
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