A Sinfonia de Tudo Que Há
9 Constância

O tac-tac-tac das gotas sobre o guarda-chuva era constante, enquanto sob ele as respirações eram pesadas, subindo para o galarim do quarteirão.
— Desculpa mesmo pelo incômodo — Jonas pediu, aproximando-se de Verônica para não molhar-se. — Sempre me esqueço do meu.
Ela sorriu.
— Imagina. É bom ter companhia de noite. É bem deserto.
Chegaram ao pico e aí ponto de ônibus. Entraram sob a marquise e Verônica fechou o guarda-chuva. Mantinham-se com certa proximidade.
— O próximo vai demorar... — Jonas comentou.
Pegavam o mesmo ônibus, porém nunca conversaram. Agora, não tinham o silêncio e seus fones como companhia.
— Gustavo te convidou? — Jonas questionou.
Notas finais
Terminamos com uma pergunta pra fazer suspense, sim xD No próximo vamos dar um pequeno pulo no tempo, direto para o que quer que seja esse convite.
Até mais o/
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