O tac-tac-tac das gotas sobre o guarda-chuva era constante, enquanto sob ele as respirações eram pesadas, subindo para o galarim do quarteirão.

— Desculpa mesmo pelo incômodo — Jonas pediu, aproximando-se de Verônica para não molhar-se. — Sempre me esqueço do meu.

Ela sorriu.

— Imagina. É bom ter companhia de noite. É bem deserto.

Chegaram ao pico e aí ponto de ônibus. Entraram sob a marquise e Verônica fechou o guarda-chuva. Mantinham-se com certa proximidade.

— O próximo vai demorar... — Jonas comentou.

Pegavam o mesmo ônibus, porém nunca conversaram. Agora, não tinham o silêncio e seus fones como companhia.

— Gustavo te convidou? — Jonas questionou.

Notas finais
Terminamos com uma pergunta pra fazer suspense, sim xD No próximo vamos dar um pequeno pulo no tempo, direto para o que quer que seja esse convite. Até mais o/