Notas iniciais
Hey sweet's bom espero que gostem desse capitulo :)

Pov Joyce Duart

Eu já estava achando que ninguém viria mais. Eram quase oito da noite e ninguém tinha aparecido ainda. Estava fazendo morangos com leite condensado para mim, quando a campainha tocou.

Desde sexta-feira eu venho recebendo várias visitas, é quase como se algum filme de muito sucesso tivesse acabado de estrear no cinema e eu fosse a personagem principal, é quase inimaginável, eu nunca esperaria que minha vida pudesse mudar tanto assim. A Rainha disse que depois que nossa foto aparecesse no Jornal as nossas vidas nunca mais seria mais, tendo nós ganhado a Seleção ou não. Mas eu não acreditei que fosse mudar tanto assim!

Parece que todo mundo que sequer soube qual era meu nome veio me visitar nos últimos dias, amigos do primário (cujos nomes eu esqueci, mas eles não esqueceram o meu, pois ele é o mais falado na minha província), pessoas que me esqueceram, que partiram meu coração, que me odiavam, que me menosprezavam, as pessoas que me amam também, toda minha família, todos eles aqui na minha casa em uma das melhores semanas da minha vida! E também aqueles que eu nunca mais queria ver. Aquelas pessoas. Até elas. Eu já estava ficando louca com a campainha. Sete horas todo dia eu estava de pé me arrumando para receber visitas.

Uma das primeiras que recebi foi de uma funcionária do palácio. Ela veio me solicitar alguns cuidados especiais que as Selecionadas deveriam ter. Um deles é estar sempre arrumada em qualquer ocasião, afinal, os príncipes não gostariam de ver suas novas pretendentes com alface nos dentes, e isso valia para familiares também, eu devia estar bonita para todas. E fiquei sabendo pelos jornais que a monarquia também deu alguns produtos de beleza para as Selecionadas de castas baixas.

Eu estava no meio de uma das melhores e mais desorganizadas semanas da minha vida, com parentes e pessoas entrando e saindo da minha casa, trazendo-me presentes e pedindo-me favores que eu deveria pedir ao Rei quando estivesse no palácio (eu tive que anotá-los na frente dessas pessoas!), mas uma das regras que os empregados do palácio mais me alertaram era que, não importa com quem eu estivesse, sempre que um deles chegasse na minha casa para conversar comigo, mais ninguém (além dos pais, irmãos e familiares próximos) poderia estar na sala. Isso por serem sempre “assuntos confidenciais”.

E por isso mesmo hoje eu liguei para todos que sobraram para me mimar e mandei-os vir amanhã, só para não ter ninguém na visita do (oh, finalmente) penúltimo funcionário do palácio. Tudo isso para ele não chegar até aquele momento.

– Já vai! – gritou minha mãe.

Coloquei o copo com morangos em uma bandeja e coloquei-a encima da mesa, desejava ter feito mais um para oferecer ao empregado como das outras vezes, mas já estava achando que ele não viria mais. Fiquei na cozinha, que era o ambiente onde eu sempre recebia as visitas mais chegadas.

Ele apareceu na porta, era um homem de uns vinte e poucos anos, loiro, e estava usando o casual uniforme dos guardas que apareciam no palácio: um terno branco com detalhes em dourado e vários símbolos diferentes por todas as partes, além de mais condecorações do que eu achei possível ter.

– Muito boa noite, senhorita – ele disse, formal.

Na verdade, depois que ele disse que “os assuntos tratados aqui” não poderiam ser ouvidos por menores eu já fiquei apavorada. Minha mãe veio se sentar ao meu lado e o homem pediu licença ao se sentar à minha frente.

– Bem, senhorita Duart , devo-lhe desculpas por ter chegado a tão infortuna hora. Eu tive que tratar do mesmo assunto com algumas outras Selecionadas antes de vir até a senhorita e o tempo se perdeu. Sinto muito pelo incomodo.

Sua formalidade só o deixada mais atraente (ou era aquela barba?) e o fato de que ele estava pedindo desculpas a mim como se eu já fosse a Rainha me fez sentir uma Um. Eu assenti com a cabeça. Ele tocou de posição e, tossindo, continuou.

– Senhorita, isso pode parecer um tanto grosseiro, mas devo lhe informar que, desde sexta-feira passada a senhora é considerada propriedade de Illéa. – Ele me olhou para certificar que estava tudo bem, e prosseguiu: — Pois então, sendo assim, a senhorita deve tomar alguns cuidados com seu corpo. Sugerimos que não faça atividades desgastantes e coma alimentos saudáveis em casa no pré-palácio e durante sua estadia lá. É importante que você esteja bem e preparada para o príncipe.

Era evidente que ele estava morrendo de vergonha ao dizer aquela frase, até eu estaria. Ele tinha acabado de dizer que eu tinha que estar impecável para qualquer situação que o príncipe queiram? E esse “preparada”? Concordei rapidamente só para que ele não ficasse tão nervoso.

– Passemos então para o próximo ponto. Estou com seus exames médicos e tudo parece estar perfeito.

Me senti orgulhosa por finalmente estar bem.

– Mas – ele continuou –, nosso laboratório achou vestígios de algum remédio não listado pela senhorita para a nossa equipe. É para sua segurança que preciso que me diga se está tomando algo ou não – seus olhos se encontraram com os meus e eles pareciam exigir a verdade a qualquer custo.

Merda, os remédios!, pensei. Como eles ainda estava no meu organismo? E o que diabos eles estavam fazendo lá a essa altura do campeonato? Não podia deixar que a família real soubesse do meu histórico, seria um ultraje! Eles nunca me aceitariam. Por que aquela Clínica de Reabilitação tinha que passar remédios tão fortes? O que eu diria? Não posso inventar nada com esses olhos me encarando e eu-

– Ah! Nossa, seus exames são mesmo muito precisos, senhor... – Minha mãe espremeu os olhos para ler o crachá do guarda. – Levigne.

Mãe, o que tu tá fazendo, mulher?, pensei. Tanto eu como o guarda encarávamos a moça à minha esquerda com curiosidade.

– Mas não tanto, pois não conseguiram ver que são só remédios pra cólica – ela riu e o homem virou um pimentão. – Bem, acho que não preciso explicar muito mais sobre isso, não?

– Ah! – complementei. – E eu tenho tomado alguns remédios seus, mãe. Acho que são para dor de cabeça, foi numa noite que não consegui dormir...

– O quê? E não me falou nada? – Minha mãe estava mesmo incorporando a personagem e me ajudando a mentir... Ou não... – Vamos conversar daqui a pouco, mocinha.

O loiro anotou algo em uma prancheta e voltou a me fitar com aquela cara que extraia toda a verdade de você sem nenhum esforço. Mas ele não estava mais tentando me fazer falar, ele tinha caído. Devíamos mentir mais vezes juntas, mãe.

– Hm, preciso perguntar-lhe se, por acaso, você quer algum tipo de remédio, tanto para... Cólica quanto para dor de cabeça, pois estes remédios que a senhorita vem tomando podem estar fazendo mal ao seu organismo e bem-

– Pode mandar pedir para dor de cabeça, por que depois da nossa conversa Joyce vai ter muita! – exclamou minha mãe, me matando de vergonha.

– Mãe! – Olhei para ela com raiva. A encenação acabou, fofa!

– Sim, senhora – disse o homem, relevando a situação. – E enquanto a senhorita não for para o palácio peço descrição ao usar remédios que não saiba para que são. – Ele me olhou com cara de pai quando descobre algum podre da filha e está decepcionado.

– Sim, senhor – eu falei envergonhada.

– Próximo ponto, senhorita Duart... Peço que não tenha vergonha, pois conversei sobre este assunto com outras Selecionadas também e elas foram satisfatórias em suas respostas, assim como acredito que serás.

Todos os meus pelos se esvoaçaram. E se eu não fosse “satisfatória em minha resposta”? O que eu deveria exatamente responder? Tentei manter a pose, e não demonstrar total pânico. Durante essa semana, essa é uma das coisas que eu mais faço: manter a pose. Não que eu precise me esforçar para ser doce, é uma coisa da minha personalidade, mas eu tive que prestar bem atenção para não pisar na bola com coisas bobas. Aquela era uma chance que eu não podia perder, eu poderia conseguir o amor da minha vida. Poderia dar aos meus irmãos lucros melhores do que com os livros que vendo e orgulho à minha mãe depois de todas as coisas pelas quais eu passei. Ela sabe que isso seria um ótimo recomeço.

O homem a minha frente pigarreou e disse tudo de uma vez, corando em seguida:

– Preciso que a senhorita me confirme se é virgem.

– Como assim? Joyce nunca namorou! – protestou minha mãe.

– Obrigada por lembrar, mãe. – Sorri, desconfortável. Não sei se eu ou ele estávamos piores no quesito vergonha. Eu parecia a roupa do Papai Noel e ele um dos morangos que eu até parei de comer e me engasguei. – Eu sou virgem.

Ouvir aquilo sair da minha voz só me deixou pior. Eles não poderiam mandar uma mulher? Ou um cara feio? Ou um gay? Ele não pareceu querer protestar e só escorregou na minha direção alguns papéis e uma caneta.

– Desculpe-me por dizer-lhe isso, mas se descobrirmos que a senhorita está mentindo isso implicará em punições severas no palácio.

O que ele queria dizer com aquilo? Eu estaria fora da Seleção? Me matariam? Senti medo, eu estava dizendo a verdade, claro, mas fiquei com medo de, em qualquer teste maluco que eles fizessem algo para mim desse errado e eu fosse “severamente punida” por conta disso. Afinal, era o palácio e lá qualquer coisa que você fizesse te deixava a beira da morte.

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Pov Katherine Morgan

Acordei com o som de um telefone tocando. Acho que eu já deveria ter me acostumado com esse som, já que depois de dois dias que meu nome foi anunciado no Jornal Oficial a única coisa que eu escuto é ele e minha mãe tagarelando coisas sobre vestidos, imprensa, príncipes, um bando de coisas sem sentido sobre a família real e etc. Ela parecia mais animada que eu, mas de verdade eu era a pessoa mais animada com aquilo na minha casa, só não demonstrava tanto. Minha mãe falou comigo sobre os príncipes e sobre a rainha Jenna, sobre como a rainha foi vê-la na sua apresentação , sobre como o príncipe foi muito gentil e engraçado nessa ocasião. Quanto mais ela falava sobre ele, mais eu ficava ansiosa para conhecê-lo.

Eu sempre tive vários amigos e me dei bem nas escolas que estudei, mas eu queria ter um amor, queria me apaixonar, queria viver tudo aquilo que as minhas amigas me contavam e eu não podia dizer a mesma coisa. Eu não gostava de ser a única a nunca ter se apaixonado ou se envolvido com alguém, era estranho e era uma coisa da qual eu sentia falta. E então a Seleção chegou. Era a minha chance para construir outra história para mim, uma chance de mudar meu futuro e viver uma história de amor de verdade, não como as dos filmes que eu fazia.

Eu corri para o telefone, me levantando da cama num pulo. A luz do sol que entrava pelas janelas era agradável e eu me senti enérgica naquele dia. Era tudo o que eu sempre quis: ser Selecionada para viver um grande romance.

Há dois dias, eu tinha grandes dúvidas se eu poderia ou não entrar na Seleção. Eu era atriz e modelo, sim, mas se minha sorte não fosse das melhores, eu talvez nunca seria sorteada. Era algo importante para mim, uma coisa que eu queria muito, mas com tantas outras meninas em Hansport talvez minha sorte fosse mínima perto da delas.

Tudo ficou melhor quando Alec Darpan revelou meu nome no Jornal Oficial. As outras garotas eram lindas, estava pensando em como todas elas pareciam lindas princesas quando minha foto apareceu na tela e Alec quase gritou meu nome. Só deu tempo de ver a cara do príncipe Damon, sorridente, e minha mãe jogou todo o salgadinho que eu tinha colocado em vasilhas para o alto. Eu fiquei tão emocionada, era perfeito! Finalmente e teria a chance de me apaixonar e ter alguém apaixonado por mim.

Tirei o telefone do gancho.

– Alô? — disse uma voz conhecida do outro lado. Harriet Oliver, minha melhor amiga, parecia tímida quando falava no telefone, mas ela não era nada assim falando comigo pessoalmente. Harriet era simplesmente a pessoa mais engraçada que eu já vi na minha vida.

– Harrie! — falei. — Por que não ligou pro meu celular?

– Está desligado, inteligente. — Ouvi Harriet rindo do outro lado. — Ei, como foram esses dias? Fiquei sabendo que muita gente foi falar com você, né? Agora é toda famosa, mais do já era antes!

– Você também é famosa, Srta. Harriet Oliver — falei, rindo. Harriet era uma cantora maravilhosa e muito famosa. — Que tal nos encontrarmos? Queria ficar um pouquinho longe de casa, acho que minha mãe está muito focada com a Seleção.

Eu sorria.

– E você? Animada?

– Até demais! Queria tanto isso, Harriet... — me peguei pensando no príncipe, queria que tudo fosse perfeito enquanto estivesse com ele. — Vou tomar banho e te vejo daqui a pouco na cafeteria.

– Sim, senhora! — respondeu Harriet do outro lado rindo e desligou o telefone.

Suspirei, agora já era fato acordar ainda sonhando com meu futuro na Seleção. Eu estava tão feliz, tão animada! Queria encontrar Harriet, faziam três dias que eu não me encontrava com ela. Desde o dia em que fui Selecionada minha mãe me manteve em casa para que eu não fosse bombardeada de perguntas na rua, ela me amava tanto, sempre me senti privilegiada por tê-la como mãe, na verdade, ela não era minha mãe, era mais que isso, era minha amiga.

Eu já estava a dois dias respondendo telefonemas e mensagens de pessoas que eu já nem lembrava mais que existiam, tios, tias, primas, tias de segundo, terceiro e quarto grau que vieram me dar os parabéns e apresentar suas filhas para mim. Eu era a estrela mais uma vez. Recebi vários telefonemas de amigos, mensagens encantadoras. Era realmente ótimo estar na Seleção. Os programas de TV falavam de mim e das outras Selecionadas, disseram que eu tinha porte para ser uma princesa, falaram de outras meninas também, a maioria se saiu bem com os críticos, outras nem tanto... Mas eu fui elogiada e isso me deu um pouco de confiança para continuar na disputa.

Eu nunca imaginei que estar na Seleção mudaria tanto a vida das Selecionadas, e era impressionante que todas as pessoas da minha província guardassem meu nome e minha aparência, toda vez que eu era vista em programas as pessoas comentavam nas redes sociais sobre mim, pessoas que eu conhecia, meus vizinhos até. Toda vez que eu ia até o quintal da frente e alguém que passava e me via vinha correndo até mim para me fazer perguntas e tirar fotos. Isso geralmente acontecia quando algum filme novo saía e não durava muito tempo, mas agora as pessoas pareciam me amar de verdade. Eu era a estrela da província, afinal.

Prometi para mim mesma não deixar minha timidez me atrapalhar.

Tomei um banho rápido e me vesti. Gostava de vestido, pelo menos nisso eu me daria bem no palácio. Fiquei sabendo que muitas das Selecionadas não gostavam de vestidos ou coisas parecidas, mas minha mãe disse que elas seriam obrigadas a usá-los. Não liguei para a regra, pois odiava calças, Harriet sempre disse que eu era a coisa mais fofa do mundo e que ela realmente não conseguia me imaginar usando calças.

Saí de casa tentando não acordar meus pais e fui até a cafeteria tentando não chamar muita atenção. Assim que eu entrei na cafeteria ouvi uma pessoa gritar para me receber: Harriet.

– Aí está a princesa de Illéa! — ela me cumprimentou rindo. — Você está linda nesse vestido, quer dar uma voltinha?

Logo, todas as pessoas me olhavam com caretas surpresas. Três delas vieram até mim para pedir uma foto. Agradeci-me mentalmente por não estar horrível, pelo menos de batom e pó eu estava. Quando consegui despistar as pessoas e chegar até minha mesa, meu achocolatado (como Harriet conseguia descobrir exatamente o que eu queria?) já estava frio. Harriet se sentou na minha frente na mesa redonda e pequena para dois.

– Conta tudo! — ela pediu, com uma vozinha divertida.

– Claro que sim! — a imitei. — Bem, eu estou animadíssima, acho que vai ser muito legal! Minha mãe me contou de como foi a Seleção na época dela, parece que ela não pôde participar, pois era muito jovem, mas ela se lembra bem de como a rainha Jenna se comportou. Ela está me dando conselhos sobre como me comportar bem no palácio.

– Ah, meu Deus, você é tão baby e fofinha que com certeza vai ganhar, nem precisa disso! Tem noção? É impossível não se apaixonar por você! — Harriet sorriu e eu não soube dizer se era verdade ou brincadeira. Antes que eu pudesse perguntar, Harriet levantou o indicador como que pedindo um minuto e revirou a bolsa toda até achar seu celular. — Olha isso! Olha bem pra isso!

Ela demorou dois minutos fuçando no celular enquanto eu bebericava meu achocolatado e virou o celular para mim, me entregando-o. Eu peguei-o e olhei para a tela. Um site de fofocas famoso estava aberto no navegador do celular. Eu era a notícia. "Meiga e Delicada: Katherine Morgan, de Hansport!" Era um post sobre toda minha trajetória no cinema e na vida e sobre a minha personalidade, meu estilo em comemorações e em caminhadas onde eu já fui flagrada. Eu li tudo e Harriet perguntava "em que parte você está?" para dar comentários de vez em quando. O nome de Harriet foi citado como sendo minha melhor amiga (me elogiaram por ter contatos famosos) e aquilo não era a única coisa a ser verdade no texto. Será que os príncipes poderiam me ver naquele site?

Assim que terminei, desci um pouco até poder ver outras notícias. Eu fiquei surpresa por em menos de dois dias o meu nome já estar nos sites mais quentes de fofoca.

– Legal, né? — comentou Harriet, soltando um gritinho logo depois. — Meu nome está aí também, que lindo! Kath, as pessoas estão botando fé em você! Mas parece que tem algumas Selecionadas que não querem ganhar tanto assim...

– Você nem se inscreveu. — Eu sorria, tentei desconsiderar tudo o que Harriet disse sobre Lauren, nós éramos vizinhas de província e talvez fossemos juntas para o palácio, talvez eu pudesse falar com ela no avião.

– Claro que não, no auge na carreira quem iria se inscrever para ficar casada com um príncipe pro resto da vida? Mas você vai ganhar, Kath, tem todos os aspectos possíveis para se tornar uma rainha ainda melhor que a Jenna, e olha que ela é perfeita!

– Obrigada pelo apoio, Harrie! — sorri para ela e devolvi o celular assim que memorizei a foto da Lauren, iria falar com ela assim que nos encontrássemos.

Meu celular começou a tocar e eu parei a conversa que comecei com Harriet sobre os príncipes para atendê-lo. Era minha mãe e ela estava uma fera.

Notas finais
Espero que tenham gostado! Ficha: Nome: Idade: Aparência (descrição com foto): Aparência Gif: Personalidade: Casta: Família (amigos): História: Estilo (nas roupas, etc): Tem algum vicio? Alguma mania?: Segredos?: Gosta: Não gosta: Habilidades: Defeitos: Encontro Perfeito: Como se comportará durante a estadia no palácio?: Como age com pessoas que não conhece?: Como trata a competição?: Como trata o príncipe e a família real?: Como trata os guardas e as criadas?: Príncipe ou coroa?: Estilo de vestido?: Nome de 3 criadas e como elas são: