Capítulo 2 — O Jogo Real Irá Começar .

Ele se sentou na beirada de minha cama,esperando que eu me aproximasse. Mas estava tão bom aonde eu estará, que fiquei ali. Debaixo das cobertas.

Ele se encontrava com uma camiseta social, com alguns botões abertos deixando seu peito com alguns pelos a amostra. Sua calça jeans preta, e descalço. Seus cabelos se encontravam bagunçados como se estivesse acabado de acorda.

— Soube que Bélgica passou seu posto de Rainha para você. — Se deitou de bruço.

Sorrir ao ver seus olhos brilharem. Sei que Niall estará super feliz por mim.
Ele era meu melhor amigo, único na verdade. Pois eu não tinha tempo nem muita permissão para sair do castelo em busca de novas amizades, e também, nunca tive muita vontade , pois aposto que algumas pessoas iriam se aproximar de mim, só por causa de meu titulo.

Niall era o filho mais velho de Madame Marlee, uma das melhores amigas de minha mãe, que fez questão que a mesma morasse conosco. Coisa que eu agradeço, pois ao contrário, estaria sozinha aqui, sem amigo algum.
Marlee era casada com o soldado Carter, um dos melhores depois do General Langer, que era casado com Lucy, outra melhor amiga da mamãe, sua ex criada do tempo da seleção. Pena que não possuíam filhos.

Mamãe me disse que ela e Marlee construíram uma amizade na seleção tão forte, que era impossível viver sem uma perto da outra. Era assim mesmo comigo e Niall, não conseguiria viver sem ele ao meu lado.
Ele possuía uma irmã — Megan. Pena que nosso relacionamento não é tão bom quanto eu esperava.

Niall era extremamente bonito. Seu cabelos estavam perto do branco de tão loiro que era. E possuía olhos azuis intensos, algumas vezes me pegava observado aquele olhar, que me deixava viajando, parecia que eu estará olhando para um mar cristalino.
Alto, de postura bem feita. Sua pele, por milagre não chegou ao tom de seu cabelo. Era tão pálido quanto a mim.

Éramos amigos dês que nos entendemos por gente.

— Sim, e amanhã irei começar a estudar tudo o que eu ainda não sei para ser uma Rainha maravilhosa.

— Tem alguma coisa que você não saiba sobre isso? — Rimos. — Irá se sair bem, se dependesse de mim, você já seria Rainha agora mesmo. — Se aproximou ainda mais de mim se deitando ao meu lado, apoiando seu rosto na mão enquanto me olhava.

— Como está seus pais? Soube que pretendem ter outro filho. — Fiquei na mesma posição. Dando de frente com aqueles olhos.

— Minha mãe está pensando no caso. — Prosseguiu . — Meu pai adoraria ter outro, porém acha que eu e minha irmã já basta. Mas quem sabe.

— Eu adoraria ter uma criança para caducar. — Sorrimos. — E Selena? — Seu rosto mudará de uma expressão para outra. — Vejo que nada bem. O que foi?

— Terminamos. — Respondeu, dando os ombros.

— Pensei que ela estará apaixonada por você. Estou errada?

— Ele me ama. Isso não tenho dúvidas. — Respondeu. Eu ainda não continuará a entender. Como alguém terminará com alguém que o amara e faria qualquer coisa para tê-lo perto.

— Quer conversa sobre isso? — Perguntei, não sabia se entraria no assunto de uma vez só. Ele poderia se incomodar.

— Melhor não. Estou tentando apenas esquece-la.

— Posso saber quando terminaram?

— Ontem.

Rir.

— Acho que é muito cedo para tentar esquece-la. — Passei minha mão por seus cabelos macios. Ele se aproximou ainda mais, tanto, que dava para sentir sua respiração bater na ponta de meu nariz.

— Lee, já se apaixonou?

Aquilo me pegou de surpresa. Nunca tive tempo para pensar no assunto.
Claro, algumas vezes que me envolvia com Príncipes de outros países ,ou com filhos de Comandantes ou Patriarcas quando visitavam nossa casa, mas nada passará de apenas atração.
Amor era uma coisa que não me deixará tão entusiasmada. O único amor que eu era orgulhosa a sentir era por minha família claro, e á todos que moravam no castelo. Mas, amar um Príncipe,ou qualquer outra pessoa, isso estará longe de acontecer.

— Você sabe muito bem o que eu penso a respeito disso Niall. — Respondi, enquanto continuará a acariciar seus cabelos.

— Entendo. — Abaixou os olhos. — Melhor eu ir. Vim apenas compartilhar a alegria que eu sou sentindo com vossa futura Majestade. — Sorrimos, Niall se levantou e o observei ir até a porta. — Boa Noite Itália.

— Boa noite Niall.

Na manhã seguinte acordei mais cedo doque eu já estará acostumada.
Enquanto tomará meu banho, ouvir alguém bater na porta. Pude ouvir a voz da Nina ao atender a porta.

— Itália já está no banho? — Reconheci a voz. Era de minha irmã.

— Sim Alteza. — Respondeu Nina.

— Diga para ela me encontrar na biblioteca antes de tomar seu café. Por favor.

— Claro Alteza. — Pude ouvir a porta sendo fechada, e os passos de Nina vindo até o banheiro. E entrando. — Senhorita?

— Não precisa me avisar Nina, já ouvir. Obrigada.

Terminei meu banho e fui até o Closet com um roupão no corpo e pantufas nos pés.
Peguei a primeira roupa que eu virá a encontrar. Uma calça jeans que irá até a metade da canela. Uma camisa social branca fina meio transparente que eu botara por dentro da calça, e minhas sapatilhas de salto brancas.
Deixarei meus cabelos soltos ,pois estará secos. Botei meu pingente de coroa no pescoço, e uma pulseira no pulso.

Me olhei no espelho de pé.

Ótimo, já posso descer. — Pensei.

Sair do quarto indo em direção a biblioteca no palácio, que ficará perto do salão das mulheres.
Dei "Bom Dia",a todos que passavam por mim, até dobrará em um corredor dando de contra com alguém.

— Olha por onde anda. — Reclamou Megan.

— Olha você, não sou eu que estará correndo por ai. Nem parece uma dama. — Cruzei os braços.

— Uma dama? Como se você soubesse o que é ser isso. — Passou por mim sem dizer mais nada.

O que ela tentaria dizer com isso?

Ignorei, e voltei a fazer o que eu já estará fazendo antes da mesma de atrapalhar.

Cheguei na biblioteca em poucos minutos, entrando pela porta e logo vendo meus pais e Bélgica sentando ao redor da mesinha de centro.

— Aconteceu alguma coisa? — Perguntei, enquanto eu terminará de me aproximar deles.
Seus rostos tão estavam com uma expressão totalmente boa. Diferente de minha mãe, que estará tentando não parecer preocupada, mas era bem óbvio.

— Sente-se querida. Precisamos conversar. — Disse mamãe, estendendo suas mãos para mim sentar ao seu lado. Assim fiz.

— Bélgica se tornará sua tutora. Então presumo que ela será a melhor pessoa para dizer o que nós três queremos. — Meu pai disse cruzando sua perna de uma forma masculina.

Sua expressão mudou, não muito. Mas estará melhor de como estará antes.
Soltou um sorriso para mim tentando aliviar a situação.
Minha mãe mostrou-me algumas fotos do mesmo quando era jovem, e posso dizer que o tempo só o fez melhorar. A idade estará lhe favorecendo cada vez mais.

— Tudo bem. — Respondi apertando os lábios.

— Você sabe como nossos pais se conheceram não é? — Bélgica começou.

— Sim,a Seleção, e quem não sabe? Todos admiram ambos. Por seu amor e sua força.

Meu comentário fez ambos sorrirem para si.

— Poiser. — Vir Bélgica aperta a beirada de seu vestido dourado como se aquilo que fosse falar a incomodava. — Eu, mamãe, e papai pensamos em fazer uma nova seleção Itália.

Não sei se gritava. Chorava, ficava calada. Pulava no pescoço de minha irmã, me matava. Ou saia correndo para meu quarto.

— Por que? — Alterei um pouco a voz. — Por que querem fazer isso comigo? Não quero ser obrigada a me casar.

— Acalma-se querida. — Minha mãe segurara minhas mãos com força. — O Reino está passando por turbulências que precisavamos resolver com urgência. E se a Seleção acontecer, poderá os acalmar. Ocupar suas mentes.

— O que acontecendo?

— Soubemos ontem a noite que algumas pessoas, que eu pensará que não existiam,e que nunca existiriam. Não estão tão felizes com a eliminação de algumas castas. — Respondeu meu pai. — A uma baixa de operários, trabalhores. E muitos protestos.

Daria de tudo para voltar no passado para ver quando as castas existiam. Ver se as pessoas estavam felizes ou não.
Meu pai trabalhará muito para deixar esse Reino forte, tentando deixar todos satisfeitos, pena que alguns não percebiam seu esforço.
Papai parecia cansado, a cada segundo ajeitava a postura e respirava fundo.

Cansado? Botei em minha cabeça que cansado seria a última coisa que ele se sentiria. Porém eu estará errada. Ele precisava de um tempo, de uma solução.

— Então, preciso participar de um realite show onde 35 solteirões lutam por minha mão, para que todos se intreterem? Enquanto minha vida muda para melhor, ou para o pior?

— Sua vida irá mudar de qualquer jeito lembra. — Bélgica se pronunciou. — Se Rainha não irá ser fácil, você irá precisar de alguém para lhe ajudar. E uma hora você terá que se casar.

— Falou a solteirona de 21 anos. — Rebati erguendo a sobrancelhas
esquerda. — Sua hora ainda não chegou, enquanto a minha já?

— Não se comporte como uma criança por favor. — Revirou os olhos.

— Não é comportamento de uma criança, e sim de uma pessoa que estará sendo injustiçada. — Levantei irritada. — Por que não façam isso com a Bélgica? Ela é a mais velha, que definitivamente estará pronta para se casar.

— Você não está pronta para se casar? Mas pronta para ser Rainha? — Meu passou cosso sua barba me olhando fixamente.

— É diferente. Posso ser Rainha, com Bélgica e vocês dois aos meu lado.

— Se eu for me casar, eu irei que ter ser a Rainha, porém isso é impossível, pois já conversei com todos os conselheiros e assinei todos os papes, deixando meu lugar de primogênita para você. — Bati o pé. Bélgica se levantou e ficou em minha frente. — Itália, pense, isso será mais uma prova que está pronta para se Rainha.

A encarei, e repensei em suas palavras. Aquilo fazia sentindo. Eu não precisava casar por amor, só precisava de um homem ao meu lado para dizer que é meu marido e servi de enfeite.

— Tudo bem. — Respirei fundo, fazendo todos soltarem suspiros aliviados. — Mas irei me casar de qualquer forma, ou por amor, ou apenas para dividir a coroa. Amor eu tenho de sobra. — Sorrir forçado. — Irei tomar meu café, com licença. — Me virei e sair dali rápido antes que falassem alguma coisa.

Andei em passos rápidos até a sala de jantar. Vir um mordomo e o chamei fazendo um sinal com as mãos, as mexendo rápido para que ele se apressace.

— Separe meu café das dos outros. E leve para o jardim. Estarei esperando lá. — Ele fez uma reverência e voltou ao seu trabalho.

— Itália? — Me virei. — Por que não irá tomar café conosco?

— Preciso pensar Mamãe. Um tempo sozinha me faria bem. — Sorrir sem vontade alguma.

Ela se aproximou e descruzou minhas mãos as segurando.

— Sei que tudo estará acontecendo muito rápido ,mas. — Acariciou minhas bochechas. — Faça de bom grado. Os trate com doçura. Não se sinta obrigada a fazer isso.

— Vou ser Rainha, não irei dispediçar a chance de provar que irei ser boa, que me importo com meu povo, e faria qualquer coisa para os ver feliz e satisfeitos. — Soltei sua mão. — Mesmo que isso custe minha liberdade. — Engoli seco aquelas paras que acabaram de sair de minha boca.

— Depois do almoço iremos conversar no escritório, para acerta tudo e tira todas as suas dúvidas. Sorria. — Apertou minhas bochechas delicadamente para me fazer sorrir. — Não deixe ninguém à ver assim. — Se aproximou de mim e deu um beijo em minha bochecha. — Aproveite seu café no jardim. — Sorriu, logo passou por mim indo até a mesa.

A seguir com os olhos. Pensei um pouco. Até o mordomo se aproximar de mim.

— Seu café no jardim já estará pronto senhorita. — Sorriu para mim.
— Obrigada Bernado. — Retribuir o sorriso. — Você já tomou seu café da manhã?

— Não tive tempo Alteza.

— Então fique com ele. — Sua expressão ficou totalmente surpresa ao ouvir aquilo.

— Como disse Alteza?

— Pode tomá-lo em meu lugar. Para você fazer um bom trabalho precisa está disposto e com a barriga cheia. — Sorrir. — Terá vinte minutos de folga para aproveitá-lo. — Toquei em seu ombro como sinal de amizade. — Tenha um Boa dia Bernado.

— Muito obrigado Alteza Itália. — Ele sorriu de orelha a orelha. Fazendo uma reverência antes de sair. Ele saiu daquela sala de jantar com se fosse o homem mais feliz do mundo.

Fui em direção a mesa de jantar me sentando ao lado de mamãe, que sorriu para mim feliz com a minha escolha.

Todos, aos poucos foram chegando, Marlee e seu marido Carter junto com os filhos. Gener Langer e sua esposa Lucy, meus irmãos ,minha tia May e Papai.

Um longo tempo já havia se passado, e a hora de ir ao escritório já havia chegado. Não troquei de roupa, pois eu estará com preguiça.
Fui até ele, abrir a porta e todos já estavam lá. Me aproximei e me sentei à frente de meu pai.

— Vamos começar.

(...)

Tudo foi resolvido. Tudo o que eu precisava saber já sabia.
Exigir que todos os selecionados fossem delicadamente estudados. Não queria um psicopata ou um assassino entre nós.

A seleção duraria quanto tempo eu quisesse.Determinei que três meses seria suficiente.
Mas, o que mais causou dor de cabeça. Era o casamento.

— Filha, irá casar com alguém mesmo que não se sentir apaixonada? — Minha mãe insistia em pergunta aquilo.

— Mãe, eu admiro muito a seleção em parte por ter juntado você e papai. O amor de vocês é lindo. Mas, sou descrente que irei achar alguém que eu possar me apaixonar. Meu coração não se entrega tão fácil assim.

— Está fazendo isso para provar que irá ser uma boa Rainha? Que não deixa sua teimosia atrapalhar as coisas que envolvi nossos pais? — Perguntou meu pai.

Pensei já deixará bem claro.

— Claro que no começo não gostei nenhum pouco da ideia. Mas. — Olhei para Bélgica. — Vou me torna Rainha, preciso arriscar coisas.

— Itália, você só está pensando na coroa. — Papai alterou a voz.

— E o que mais o senhor queria que eu pensasse? Em um marido? — Rir irônica. — Não acredito que à um homem tão melhor quanto o senhor. Só os meus irmãos.

Ele sorriu ao meio de sua raiva.

— Tente pensar mais no que você quer. Você, Itália, minha filha, quer para si.

— O senhor quer que eu pense com o coração. E está longe de acontecer. — Me levantei. — Está tudo decido. A parti de amanhã tudo começará a ser resolvido. — Fiz uma reverência e sair.

Amanhã o Jornal Illéa será voltando totalmente a mim, e a o que estará acontecendo ao país. Irei dar a notícia que uma nova seleção comece.

— Está feliz? — Nós jogávamos xadrez na varanda de meu quarto. A tarde começará a acabar.

— Com a seleção? Nenhum pouco. — Mexi uma peça. — Mas, irá me ajudar a ser uma Rainha melhor, e isso sim me deixará feliz.

— E o marido?

— Bom, meus pais querem que eu case por amor. Mas estou descrente disso.

— Talvez com o tempo você consiga amá-lo. — Olhou as peça, enquanto passava a mão por sua barba que tinha ficado três dias sem fazer.

— Se você está dizendo.

Um.
Dois.
Três.

Um.
Dois.
Três.

Repetia várias e várias vezes com a intensão de me acalmar.

Eu sempre aparecia na televisão. Acho que é a pressão que todos botam sobre mim.

Eu havia escolhido um vestido ameixa tomara que caia com várias camadas de tecido o deixando extremamente redondo. Na parte de cima havia pérolas, na parte da saia havia tecidos transparentes dando a impressão de ondas ao redor dele.

Fiz um coque despojado junto com minha tiara azul.
Respirava fundo cada vez mais que o programa percorria.
O via pela televisão do camarim que eu me encontrava.

— Está perfeita. — Ouvir a voz doce de minha mãe vindo atrás de mim. Me virei. — Continue assim,com esse sorriso. — Me abraçou. — Não fique nervosa. Tudo ocorrerá bem. Já sabe o que fazer. — Me abraçou mais uma vez. — Irei para o meu lugar, lhe vejo logo logo.

A vir parti.

Com aquelas poucas palavras pude me sentir mais corajosa. Tudo ocorreria bem. Só precisava me acalmar.

— Agora com vocês. A Princesa Itália. — Gavril disse empolgado como sempre, e vários aplausos vinham da plateia enquanto eu entrará.
Acessei para todos, e para todas as câmeras que se encontravam ali.
Fui até Gavril e sentei em sua frente. Dando um aperto de mão.

— Olá Princesa Itália. Está incrivelmente linda. — Se levantou e fez uma reverência.

— Obrigada Gavril, você também ótimo. — Sorrir.

— Obrigada Alteza. Ops, quer dizer, futura Majestade. — Brincou piscando para mim. — Como a senhorita se sentiu ao saber que iria ser Rainha de Illéa?

— Nossa, quase tive uma morte. — Todos riram. — Me senti muito confiante e feliz. Mas ainda penso que Bélgica daria uma perfeita Rainha. — A olhei para ela ao outro lado do salão, ao lado de nossos pais e meus irmãos e Conselheiros. . Sorrindo. A câmera focara nela.

— E por que Bélgica deixou esse papel tão importante?

Olhei para Bel, a perguntando com os olhos se eu podia falar ou não. Ele sorriu e concordou com a cabeça disfarçadamente.

— Ele preferi seguir seu sonho de ser Jornalista. Sabia que ela faz faculdade e terminará daqui a dois anos?

— Sério? — Todos pareciam surpresos. — Como não sabia?

— Sim, também fiquei com essa cara quando fiquei sabendo. Ela sempre foi muito discreta, preferiu fazer surpresa.

— Que perfeito. — Sorriu. E todos bateram palmas para minha irmã, que acessava e dizia obrigado.

Ela parecia feliz seguindo seu coração, não pensou nela como Rainha, mas sim como Bélgica. Será que eu deveria pensar desse jeito também?

— Então Princesa Itália, essa é segunda notícia de hoje que aposto que deixaram todos de Illéa felizes. — Sorrir com aquilo. Fiquei contente ao ver no rosto de cada um que aquilo era verdade. Estavam felizes. – Pois conhecemos você e sabemos que você será uma ótima Rainha, assim como sua irmã iria ser. Ah mais outra que queira nós contar?

— Claro. — Ajeitei a postura. — Como minha irmã passou seu título para mim. Pensei que seria muito chato cuidar de tudo sozinha, governada tudo isso sozinha. Bélgica estará com sua carreira de Jornalista e Papai e Mamãe precisam de um tempo para descansar,e meus irmãos bom, iram seguir suas vidas. — Prosseguir. — Por isso, decidimos que. — Fiz suspense.

— O que? O que decidiram? O que ? O que?

— Uma nova seleção. Onde 35 garotos lutaram para ter minha mão e ser o Rei de Illéa.

Todos enlouqueceram, batendo palmas. Chegaram até se levantarem das cadeiras para gritar meu nome.

— Que maravilha. — Gavril fez cara de surpresa como se não soubesse nada daquilo. — E tem um recado para seus futuros pretendentes que estão nos assistindo?

— Não me decepcionem. Façam valer a pena estarem aqui. Me impressionam. É minha mão que estará em risco. — Sorrir piscando para a câmera em minha frente. — O Jogo Real Irá Começar. — Disse em voz alta.

— Exelente Alteza. — Se levantou ,enquanto todos batiam palmas. — Preencham já formulários. Nos envie. Terça, Princesa Itália irá desvenda quem serão os 35 sorteados a lutarem por sua mão. — Erguei sua mão para mim. — Até terça Alteza Itália.

Sorrir, dando um tchau animado para a câmera.

— E corta. — Ouvimos, e todas as câmeras foram desligadas.

— Parabéns Itália.

— Obrigada Gavril. — Sorrir. Logo sair dali, doida para tirar aqueles saltos que apertavam meus dedos dos pés.

Entrei no camarim.

— Jogo real? Que nome exitante. — Tia May chegou me abraçando. — Faça esse jogo vale a pena querida. — Sorriu maliciosamente.