A Seleção
2 2º Capítulo: Uma Seis
Notas iniciais
2º Capítulo: Uma Seis
"A vida nos surpreende de formas diferentes, mas as vezes acaba nos prejudicando."
P.V.O Caroline
Uma semana após o meu desastroso cadastro, saíria o resultado para toda Ilhéa, pela rede de televisão que é controlada pelo governo, apenas uma única emissora, que tem seus períodos de lazer, como novelas e seriados, mas também fala sobre as coisas do governo, principalmente nesses tempos de seleção, eles vão falar sobre aquelas coisas chatas de patriotismo. Estou trabalhando durante toda semana já que o óbito do meu pai foi constatado, e o dinheiro que havia sobrado foi quase todo usado com o enterro de um caixão vazio. Isso é tão chocante. Estava passando a televisão, o apresentador gentil com um sorriso brilhante, e a família Real ao seu lado, um studio caro e luxuoso. O hino começa a tocar iniciando o programa, o apresentador faz aquela chata intrudução sobre oque é a seleção, e faz aquele papinho com a família real, Rebecca a filha mais nova estava sentada em um pequeno troninho ela tinha acho que 17 anos, ao seu lado Elaijah de 17 anos também, Cool (n/a: Não sei se é desse jeito que está certo, me corrijam), de 16 divdiam um sofa menor doque o do rei e da rainha.
– Bem vamos conferir as escolhidas, bem depois vou querer saber a opnião do príncipe Niklaus após a apresentação das sortudas filhas de Ilhéa. — Disse o apresentador. Bem o príncipe parecia receoso e ao mesmo tempo confiante. Bem passaram Elena Gilbert da casta Três, bonita com traços delicados e ao mesmo tempo grosseiros, passaram cerca de cinco garotas e ainda estava vendo a figura de Elena em minha mente. Logo passou uma ruiva, com a pele esbranquiçada, baixinha, Bonnie Bennet da casta Cinco. E eu vi um sorriso estrovertido, cabelos loiros arrumados naturalmente, um gloss bem passado, olhos desenhados, era eu, Caroline Forbes, casta Seis. Minha mãe apenas me olhou com surpresa, um sorriso divertido nos lábios, ela apenas me abraçou, eu não sabia oque dizer apenas sorri fracamente tentando disfarçar minha decepção, não era para mim ser selecionada não era pra mim nem ao menos me candidatar, mas a morte do meu pai me forçou a esse concurso idiota! Passei a noite em claro assustada, oque viria amanhã, segundo o final do programa viriam equipes da casta Um para me transportar para o Palácio de Ilhéa, eu iria para de avião a causa da morte de meu pai, mas acho que não haverão bombas no avião, pois a diferença é grande entre a morte de uma equipe de guerra e a de candidatas a rainha.
Nem ao menos cochilei foi a pior noite da minha vida quando levantei cerca quatro da manhã para o trabalho a equipe iria me buscar lá pro meio dia, minha mãe estranhou eu sair pra trabalhar mesmo sendo uma selecionada, posso sofrer um ataque de rebeldes mas dúvido muito acho até que estão me seguindo desde de ontem, as pessoas da Seis olhavam diferente pra mim, como se eu já fosse a rainha eles acreditavam em mim, sem dar muita atenção aos olhares que me lançavam passei calmamente pelas ruas até chegar na casa onde eu tratava dos cavalos, a filha mais nova da família já me tratava como Caroline, para ela eu era a tratadora, ela era maltratada para uma Dois, sua mãe andava deslumbrante pelas ruas de Ilhéa, tinha aviões particulares, casas espalhadas por todo o país, sua origem era de outro país, eram da corte, mas assim que mudaram para Ilhéa, são apenas um dos mais ricos moradores de Ilhéa, a mãe da garota senhora Julliet Vee, me lança olhares mortais, se um dia eu for rainha eu vou me lembrar disso. E o pai da família Ricardo Vee, não o vejo com frequencia apenas no dia de meu pagamento. Bem sem mais delongas fui fazer oque me pagam pra fazer, me dirigi até o estábulo onde estava os cavalos, oque mais chamava atenção era o corcel branco de Julliet, seu marido tinha um garanhão negro lindo, mas não saia para cavalgar como disse era um homem muito ocupado, e a menina possui um cavalinho malhado em fase de crescimento, escovei os pelos dos cavalos, provavelmente seria a última vez que eu faria isso. Troquei as ferradouras e e escovei e aparei a crina dos cavalos, coloquei um pano de lã sobre o colo do garanhão negro, e por cima coloquei a sela de couro, e montei como há semanas não fazia, o cavalo empurrou a porta do estábulo e assim cavalgueei pelo jardim da família Vee, até chegar numa área livre onde não era propriedade de ninguém, estávam apenas eu e o garanhão negro que reluzia ao sol da manhã, sem mais ninguém, sem responsabílidades, sem preocupações, mas eu sabia que duraria pouco pois daqui a uma hora eles me buscariam, para me transportar e levar para o palácio sempre apostei que Niklaus seria um bom rei, mas uma boa pessoa, é uma questão dúvidosa. Depois de meia hora cavalgando pelas amplas florestas voltei deixei o cavalo acomodado em seu estábulo enquanto me despedia, disse thau a Julliet e a sua família. Ainda olhavam pra mim eu estava fechada guardando tudo para mim. Mas uma das garotas de minha cidade apenas chegaram em mim e disseram.
– Estaremos torcendo por você Caroline, você será a nossa rainha e a casta Seis será abençoada, pela realeza, você mostrará que não existem barreiras sociais. Nós confiamos isso a você! — Engraçado até ontem ninguém sabia meu nome, agora que concorro a rainha sou a garota mais popular da casta Seis. E outra é muita responsabílidade para uma Seis, como eu sem amigas, com uma família desustruturada.
– Pode deixar. — Digo aliviando-a. Ela e suas amigas saem saltitando ouvi alguma coisa sobre aeroporto, elas provavelmente estariam ali para me dando uma força. Corri evitando falar com as pessoas, quando cheguei em casa minha mãe está sentada no sofá e logo vi uma linda e deslumbrante mulher.
– Senhora Forbes, sua filha não é nada pontual, na realeza isso é essêncial para ser uma exelente rainha, e o príncipe não tolera isso, ele a mandaria embora na mesma hora! Mas enfim Caroline dei uma olhada nas suas roupas e achei umas que dão pra usar você não vai levar nada, no palácio há tudo que você vai precisar durante sua estádia. — Ela fez uma cara de interrogação como se tivesse esquecendo de alguma coisa — Ah que falta de educação minha, meu nome é Luna Lovegood, eu sou quem vai te ajudar no seu questionário, e vou te produzir para ficar apresentado, bem antigamente se produziam apenas no palácio, mas a presença de camêras no aeroporto precisamos produzir as candidatas.
– Pode deixar senhora Lovegood. — Disse.
– Pra que essa carinha triste querida! Você foi escolhida, conhecerá a família real quando sair filas de pretendentes da Dois ou da Três vão aparecer! — Disse ela animada.
CONTINUA...
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